SDS afirma que IML vai priorizar vítimas do acidente com o AF 447

Na última quarta, foi divulgada a lista com os nomes dos passageiros brasileiros; Cindacta 3 agora investiga se a aeronave teria atravessado uma área de tempestades

Da Redação do pe360graus.com, com informações do G1

Na última quarta-feira (3), a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) concedeu a segunda entrevista coletiva consecutiva para falar sobre o trabalho de retirada e identificação dos corpos das vítimas do voo 447 da Air France.

O secretario executivo da Defesa Social, o gerente de Polícia Científica do Estado e o superintende da Polícia Federal (PF) em Pernambuco anunciaram que cinco profissionais da PF vão se juntar a equipe do Instituto de Criminalística: serão três médicos legistas, um auxiliar, dois dentistas, um perito criminal, e dois datiloscopistas, encarregados de colher impressões digitais. “Nessa força-tarefa que foi criada, cada um vai trabalhar apoiando as outras instituições”, explicou o superintendente da PF, Paulo de Tarso.

Se for necessário fazer exame de DNA para ajudar na identificação, deve ser usado o laboratório da polícia federal em Brasília. Pernambuco não tem equipamentos para fazer esse tipo de exame. As duas equipes devem viajar juntas para o arquipélago de Fernando de Noronha “As equipes já estão montadas, estamos aguardando uma solicitação da aeronáutica para liberá-las”, afirmou o secretário executivo da SDS, Cláudio Lima.

A Secretaria de Defesa Social fez três planos para receber os corpos: a grande mudança será se forem de encontrados mais de 150. O Instituto de Medicina Legal (IML) deverá ser isolado para o caso das vítimas do avião francês. “Se houver uma demanda muito grande, por exemplo, a localização de todos os corpos, o IML pode deslocar seu trabalho de rotina para o hospital da PM e dar prioridade a esse trabalho”, garantiu Cláudio Lima.

O superintende da Polícia Federal em Pernambuco, Paulo de Tarso, garantiu que não haverá burocracia, se for necessário fazer o translado dos corpos. “O que a PF vai fazer é simplesmente na saída das zonas ficar com cópia para atualizar o sistema, não vai ser feito o controle migratório”.

10 policiais federais já estão no Rio de Janeiro coletando informações e material genético das famílias das vítimas para ajudar em possíveis identificações de corpos. A determinação para a função de Pernambuco foi do Ministério da Defesa.

A aeronáutica e marinha continuam buscando sobreviventes com 11 aeronaves. A área patrulhada é maior que o Estado de Pernambuco. Nenhum corpo foi encontrado até o momento.

INVESTIGAÇÕES
No Cindacta 3, os agentes agora investigam se o avião teria atravessado uma área de tempestades de 150 km/h, com o topo das nuvens chegando a seis quilômetros, além do vento, gelo e chuva, com velocidade incorreta. A informação é do jornal francês Le Monde e ainda não foi confirmada. De acordo com os agentes, turbulências desse tipo podem danificar ou até destruir completamente a aeronave.

Na última quarta-feira, dois pilotos da companhia espanhol Air Comet afirmaram que teriam visto um grande clarão no céu seguido de queda livre. Um passageiro também confirmou a informação.

PASSAGEIROS
Na última quarta-feira (3), a Air France divulgou lista de passageiros brasileiros que estavam no voo AF 447. Segundo a companhia aérea, alguns ocupantes da aeronave não tiveram os nomes incluídos na lista a pedido de parentes.
 
Os nomes dos passageiros estrangeiros não foram divulgados, conforme a Air France, em respeito à legislação francesa, que restringe a publicação de listas de passageiros em caso de acidente aéreo.
 
O voo 447, de acordo com a companhia, tinha 216 passageiros, de 32 nacionalidades diferentes, e 12 tripulantes. Eram brasileiros 58 passageiros e 1 tripulante, Lucas Gagliano.
 
A lista oficial é a seguinte:
 
Adriana Henriques
Adriana Sluijs
Ana Carolina Silva
Ana Luisa Curty
Angela Cristina de Oliveira Silva
Antonio Augusto Gueiros
Bianca Cotta
Bruno Pelajo
Carlos Mateus
Carlos Eduardo de Mello
Deise Possamai
Eduardo Moreno
Ferdinand Porcaro
Francisco Vale
Gustavo Mattos
Izabela Kestler
Jean Claude Lozouet
João Marques Silva
José Souza
José Gregorio Marques
José Roberto Gomes da Silva
Julia Chaves de Miranda Schmidt
Juliana de Aquino
Leonardo Dardengo
Leonardo Pereira Leite
Leticia Chem
Luciana Seba
Luis Claudio Monlevad
Luis Roberto Anastacio
Marcela Pellizzon
Marcelo Oliveira
Marcia Moscon de Faria
Marco Mendonca
Maria Vale
Maria Teresa Marques
Mateus Antunes
Nelson Marinho
Octavio Antunes
Patricia Antunes
Paulo Vale
Pedro Luiz de Orleans e Bragança
Roberto Chem
Silvio Barbato
Simone Elias
Solu Wellington Vieira de Sá
Sonia Ferreira
Sonia Maria Cordeiro Porcaro
Tadeu Moraes
Valnizia Betzler
Vanderleia Carraro
Vera Chem
Veronica Ivanovitch
Walter Carrilho Junior

Segundo o site da companhia, também estavam a bordo 61 passageiros e 11 tripulantes franceses, além dos seguintes passageiros: 26 alemães, 2 norte-americanos, 1 sul-africano, 1 argentino, 1 austríaco, 1 belga, 5 ingleses, 1 canadense, 9 chineses, 1 croata, 2 espanhóis, 4 húngaros, 3 irlandeses, 1 islandês, 9 italianos, 5 libaneses, 2 marroquinos, 1 filipino, 2 poloneses, 1 romeno, 1 russo, 3 eslovacos, 1 dinamarquês, 1 estoniano, 1 gambiano, 1 sueco, 6 suíços, 1 holandês, 3 noruegueses e 1 turco.

Entre os ocupantes do avião, segundo a Air France – há um bebê, sete crianças, 82 mulheres e 126 homens.

Original em: http://pe360graus.globo.com/

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Aprovado projeto que regulamenta as perícias oficiais

Proposta aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (3), regulamenta as perícias oficiais. De acordo com o texto, as atividades de perito oficial de natureza criminal são consideradas exclusivas de Estado. Pelo projeto, originário da Câmara (PLC 204/08), o perito tem autonomia técnica, científica e funcional e regime especial de trabalho. Os cargos serão ocupados mediante concurso público e por pessoas com formação acadêmica específica.

Como estabelecido no texto, peritos oficiais são os peritos médico-legistas e os peritos odonto-legistas com formação superior específica detalhada em regulamento – de acordo com as necessidades do órgão a que se achem vinculados e conforme a área de atuação profissional.

Na CCJ, um acordo evitou alterações no texto, o pode determinar seu retorno à Câmara e atrasos para que se transforme em lei. Com aval do relator que preparou o relatório, Jayme Campos (DEM-MT), a substituta, Ideli Salvatti (PT-SC), retirou emenda do próprio senador pelo Mato Grosso para a inclusão dos papilocopistas na lista de peritos. Eles são os profissionais especializados em identificação de pessoas (vivas ou mortas) por meio da análise de impressões digitais.

– O projeto dos peritos está tramitando há onze anos. Não é justo que, para atender os papilocopistas, o que também é justo, tenha que voltar para a Câmara – observou Ideli.

Em compensação, Ideli ficou de apresentar ainda nesta semana um projeto para regularizar a situação dos papilocopistas, obtendo o compromisso de rápida tramitação na CCJ. Depois, esse texto seguirá para exame na Câmara. Já o projeto que se refere ao peritos, de autoria do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ainda passará pelo Plenário do Senado e, se aprovado também sem mudanças, seguirá para a sanção presidencial.

Em defesa do projeto, Chinaglia argumenta que, para que a perícia oficial seja eficiente, deve ser praticada em ambiente que assegure a imparcialidade, estimule a competência profissional e o trabalho de precisão. Sustenta ainda que a autonomia da perícia oficial garante sua necessária independência dos órgãos policiais. Além disso, alega, “a desenvolver seu trabalho com balizamento técnico, a perícia oficial torna-se de fundamental importância para a elucidação de práticas ilícitas, com a garantia, entretanto, do respeito às garantias individuais”.

No relatório, Jayme Campos (DEM-MT) diz acreditar que a regulamentação das atividades trará ganhos para a qualidade e a credibilidade da prova pericial, em favor do fortalecimento das ações da Justiça.

Gorette Brandão e Rita Nardelli /Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Peritos da PF discutem trabalho de identificação de corpos em Recife

RECIFE – Ainda não acabou a reunião entre os peritos da Polícia Federal que chegaram ao Recife para identificação dos corpos do desastre do avião da Airbus que desapareceu no último domingo. Eles estão discutindo com o Instituto de Criminalística da Secretaria de Defesa Social qual a melhor forma de operacionalizar a identificação das vítimas do acidente. Os peritos foram enviados pelo Ministério da Defesa e já se reuniram na manhã desta quarta com a SDS, que chegou a anunciar ontem à tarde que seus técnicos estariam hoje no arquipélago de Fernando de Noronha, a 545 quilômetros de Recife. O Secretãrio de Defesa Social, Servilho Paiva, chegou a anunciar na terça-feira que hoje estariam em Noronha um legista, um papiloscopista, um perito criminal e um auxiliar. Mas a viagem foi suspensa porque ainda nao estã decidido se os corpos serão periciados em Noronha ou levados para o Recife.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Voo 447: Peritos da PF chegam a Pernambuco para ajudar na identificação de vítimas do acidente

RECIFE – Quatro peritos da Polícia Federal de Brasília – especialista em identificação humana – encontram-se em Recife e já tiveram hoje uma reunião com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco para atuar em conjunto na identificação dos corpos dos passageiros que viajavam no airbus dovoo 447 da Air France, que desapareceu no último domingo. Eles foram enviados ao Recife pelo Ministério da Defesa, e vieram para identificar as vítimas pelo DNA. A SDS atuaria na triagem dos corpos, indicado o tipo de identificação a ser feito: se pela arcada dentária, impressão digital ou DNA. Nesse caso, a identificação ficaria para a PF. Os policiais têm outra reunião agora à tarde com a SDS. A SDS informou pela manhã que hoje chegaria ao arquipélago de Fernando de Noronha peritos da Instituto de Criminalística da SDS, mas até o momento a notícia está sem confirmação.

Original em: http://oglobo.globo.com/

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Voo 447: navio da Marinha chega à região dos destroços

Por Vannildo Mendes e Angela Lacerda

Brasília – O primeiro navio da Marinha, o Grajaú, já chegou à região do Oceano Atlântico onde foram detectados destroços do avião da Air France que fazia a rota Rio-Paris com 228 pessoas a bordo. Segundo o Comando da Marinha, até o fim da manhã o navio ainda não havia conseguido encontrar os destroços porque ondas de até 2 metros de altura estão dificultam o trabalho de visualização. O navio Grajaú é de patrulha da Marinha, saiu ontem de Natal (RN) e deveria chegar ao local no meio da tarde de hoje, mas conseguiu antecipar o horário de chegada.

No Recife, a Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco informou que uma equipe com legista, perito criminal e papilocopista deve seguir para Fernando de Noronha ainda hoje. Segundo a secretaria, a equipe será responsável pela triagem de possíveis corpos de vítimas do acidente com o Airbus A330-200, da Air France, que devem ser identificados por meio de impressão digital, arcada dentária ou exames de DNA.

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Equipe de peritos do Recife vai a Noronha

Quatro profissionais viajam nesta quarta, para identificar vítimas.
Aeronáutica diz que trabalha com hipótese de encontrar sobreviventes.

Do G1, em São Paulo, com informações do pe360graus.com/Globo Nordeste

 

Uma equipe do Instituto de Criminalística (IC) no Recife deve viajar, nesta quarta-feira (3), para Fernando de Noronha (PE), para trabalhar na identificação das vítimas da queda do avião que fazia o voo 447 da Air France. O anúncio foi feito pelo secretario de Defesa Social, Sevilho Paiva, e o gerente da Polícia Científica, Francisco Sarmento.

 Cobertura completa: voo 447

A equipe vai para Noronha antes mesmo de serem encontrados corpos de passageiros ou tripulantes. Nesta quarta, durante entrevista em que confirmou a localização de mais destroços, o subchefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, coronel Jorge Amaral, disse que a Aeronáutica continua trabalhando com a possibilidade de haver sobreviventes do acidente e garantiu que, até o momento, nenhum corpo foi encontrado no Oceano Atlântico. 

 saiba mais

A equipe de peritos será formada por quatro profissionais – um médico legista, um auxiliar, um perito criminal e um datiloscopista, encarregado de colher as impressões digitais. Os nomes deles não foram divulgados.

“Nós vamos primeiro ordenar os corpos ou fragmentos que podem ser encontrados, tentar identificar das formas iniciais possíveis aqueles que tiverem algum documento, por exemplo, inclusive colocando as informações que podem ajudar, como as vestimentas das pessoas”, disse Sarmento.

O que for achado naquela região será trazido para o Instituto de Medicina Legal (IML) no Recife. O secretário de Segurança Pública, Servilho Paiva, afirmou que, inicialmente, não será preciso alterar a rotina do IML.

A Polícia Federal deve ajudar a coletar as informações com as famílias das vítimas para auxiliar na identificação dos corpos. “A ilha será a base e nós estamos preparando um ambiente para ajudar na investigação”, disse Paiva.

Como Pernambuco não tem laboratório preparado para fazer exame de DNA, outros estados podem ser acionados, caso esse tipo de identificação seja necessária.

 

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Polícia fará reconstituição do desaparecimento de engenheira

Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, está sumida desde junho de 2008.
Carro do mesmo modelo e cor será usado na simulação.

Cláudia Loureiro Do G1, no Rio

Patricia Amieiro desapareceu em junho de 2008 (Foto: Reprodução / Ag. O Globo)

A Delegacia de Homicídios fará na madrugada desta quinta-feira (4) do que chamou de “reprodução simulada” do que pode ter acontecido com a engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, desaparecida desde 14 de junho de 2008. A informação é do delegado Jader Machado, que está à frente das investigações.

 

“Vamos fazer uma reprodução da realidade. A ação contará com a participação de todos os envolvidos no caso, como PMs, bombeiros e testemunhas, além de 30 policiais da DH e 10 peritos do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli). O objetivo é chegar o mais próximo possível da realidade”.

 

Segundo Machado, também será usado um carro parecido com o que Patrícia dirigia no dia que desapareceu.

 

“Vamos usar um carro do mesmo modelo e da mesma cor e a simulação será feita na madrugada, que foi quando ela desapareceu”.

 

O delegado informou que, até o momento, nenhum suspeito do caso foi preso ou indiciado, mas não descarta que novos fatos ajudem a solucionar o caso.

 

“Não posso adiantar nada para não atrapalhar as investigações, mas com a reprodução simulada e com a participação dos envolvidos esperamos conseguir elucidar o crime”.

 

O delegado disse ainda que uma das pistas do Túnel do Joá deve ser fechada para os trabalhos.

  

Família cria site

 

O site foi lançado nesta segunda-feira (27) (Foto: Reprodução/Internet)

Em abril deste ano, a família de Patrícia lançou um site para divulgar todas as etapas da investigação e mostrar que o caso segue sem solução.

 

Segundo o irmão da engenheira, Adryano Franco, o site (www.cadepatricia.com.br) foi criado para ser mais um instrumento para obter informações sobre o que aconteceu com Patrícia.
A engenheira desapareceu na noite de 14 de junho do ano passado, quando voltava de uma festa para sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O carro de Patrícia caiu ou foi jogado numa ribanceira no Canal de Marapendi, na saída do Túnel do Joá, na Barra. A perícia encontrou marcas de tiro no carro.

“Há quase um ano esperamos uma resposta da polícia. Com o site esperamos receber informações que nos ajudem a saber o que aconteceu naquela noite. Queremos divulgar tudo o que já foi dito pela imprensa sobre o caso e mostrar que muito ainda precisa ser feito”, disse o irmão da vítima.
No site, Adryano lembra que a família ainda espera que novas perícias sejam realizadas e aguarda a convocação dos policiais militares, que chegaram primeiro ao local onde o carro foi encontrado, para que estes prestem esclarecimentos sobre o caso.

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Polícia vai reconstituir acidente de engenheira

A Polícia Civil vai realizar na madrugada desta quinta-feira uma reprodução simulada do acidente com o carro da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, que está desaparecida desde junho do ano passado. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e policiais da Delegacia de Homicídios (DH) pretendem refazer o caminho feito pela jovem de 24 anos, que saiu de uma festa no Morro da Urca e voltava para casa. O trabalho da polícia vai começar às 4h30m e o ponto de encontro será a auto estrada Lagoa-Barra, onde teria acontecido o acidente. Os peritos querem fazer o trabalho na mesma hora do fato para se aproximarem ao máximo da realidade.

– A nossa idéia é refazer a cronologia dos fatos, buscando aproximar o máximo possível da realidade – explicou o delegado Jáder Amaral, da Homicídios, que está contando até com a iluminação da lua: – Como aconteceu há um ano, acreditamos que vamos chegar tecnicamente perto do que aconteceu naquela noite – disse.

 

As pessoas diretamente envolvidas com o caso vão participar da simulação, inclusive os policiais militares e bombeiros que atenderam a ocorrência. A polícia conseguiu até um carro do mesmo modelo, um Palio, que o usado pela engenheira naquela noite. Um caminhão Munck será usado para posicionar o carro na beira do Canal de Marapendi, onde ele foi encontrado.

– Eu pedi até para cortarem a grama no local onde o carro caiu. Estava muito alta – explicou Jáder.

Para dar tranquilidade aos peritos durante o trabalho, a polícia vai fazer algumas alterações no trânsito da região. Uma das pistas do túnel Zuzu Angel, no sentido Zona Sul – Barra, vai ficar fechada até o início da manhã. O início da faixa reversível no sentido Barra – Zona Sul, que em dias normais começa às 6h,
também deve ser iniciado um pouco mais tarde.

– A nossa idéia é que os peritos façam um trabalho tranquilo, mas também sem causar transtorno à população – explicou o delegado Ricardo Barboza de Souza, também da Delegacia de Homicídios.

A Guarda Municipal e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) vão auxiliar a polícia no controle do trânsito. O local de trabalho dos peritos ficará isolado.

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Empreiteiro é morto a tiros no Sítio Cercado

Fábio Schatzmann

Anderson Tozato
Aparecido foi executado com dois tiros na cabeça, quando ia se encontrar com a família.

O empreiteiro Aparecido Ferreira Nascimento, 46 anos, foi morto na esquina das Ruas Tereza Pellanda Nichelle e Ourizona, no Sítio Cercado, ontem por volta das 18h. Parentes da vítima acreditam que antigos funcionários de Aparecido o tenham matado, por causa de dívida de R$ 30,00.

O homem estacionou seu Astra na garagem do sobrado onde morava e ia ao encontro da esposa, que tinha apanhado os filhos do casal na escola. Porém, quando caminhava a poucos metros de sua residência, dois indivíduos o abordaram e atiraram cinco vezes.

Dois tiros acertaram a cabeça do empreiteiro. A dupla fugiu a pé do local. A perita Cristina, do Instituto de Criminalística, não teve como precisar o calibre da arma usada no crime. Dado que exames do Instituto Médico-Legal (IML) devem confirmar, assim como o número exato de tiros que a vítima levou.

Ameaças

Vizinhos contaram que há dias os dois indivíduos eram vistos no bairro, rondando a casa de Aparecido. Ontem, eles passaram o dia sentados, debaixo de uma árvore, à espreita de Aparecido.

Segundo os policiais Diomar e Silva, do 13.º Batalhão da Polícia Militar, relatos davam conta que Aparecido estaria recebendo ameaças e chegou a comentar com a mulher, que queria aumentar as grades do portão, como se previsse algo. Investigadores da Delegacia de Homicídios já começaram a investigar o crime.

Original em: http://www.parana-online.com.br

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SDS anuncia estratégia para recolher e identificar passageiros do AF 447

Ministério da Defesa determinou que Pernambuco será o responsável pelos corpos que forem encontrados; profissionais do IC, IML e Polícia Federal vão trabalhar juntos

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução/TV Globo

Foto: Reprodução/TV Globo

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) anunciou, na última terça-feira (2), a estratégia montada para realizar os trabalhos de identificação das vítimas da queda do avião da Air France. 228 pessoas, entre elas 57 brasileiros, estavam na aeronave que desapareceu dos radares no último domingo (31).

Por determinação do Ministério da Defesa, o Pernambuco vai ser responsável pelo recolhimento e identificação dos corpos dos passageiros do voo AF 447. Nesta quarta-feira (3), uma equipe do Instituto de Criminalística (IC) deve viajar para o arquipélago de Fernando de Noronha. O anúncio foi feito pelo secretario de Defesa Social, Sevilho Paiva, e o gerente da Polícia Científica, Francisco Sarmento (à direita na foto), durante uma entrevista coletiva.

A equipe será formada por quatro profissionais: um médico legista, um auxiliar, um perito criminal e um datiloscopista, encarregado de colher as impressões digitais. Os nomes deles não foram divulgados.

“Nós vamos primeiro ordenar os corpos ou fragmentos que podem ser encontrados, tentar identificar das formas iniciais possíveis aqueles que tiverem algum documento, por exemplo, inclusive colocando as informações que podem ajudar, como as vestimentas das pessoas”, explicou Francisco Sarmento.

O que for achado naquela região será trazido para o Instituto de Medicina Legal (IML) no Recife. O secretário de Segurança Pública Servilho Paiva (à esquerda na foto) afirmou que, nesse momento, não será preciso fazer mudanças na rotina do IML.

A Polícia Federal deve ajudar a coletar as informações com as famílias das vítimas para auxiliar na identificação dos corpos. “A ilha será a base e nós estamos preparando um ambiente para ajudar na investigação”, disse.

Como Pernambuco não tem laboratório preparado para fazer exame de DNA, outros estados podem ser acionados, caso esse tipo de identificação seja necessária.

BUSCA
A coordenação de toda a operação de busca e resgate dos destroços e possíveis sobreviventes do vôo 447 acontece no Recife, no Cindacta 3 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo). Trinta militares têm se revezado no trabalho de planejamento e execução de tarefas.

De acordo com os militares, o mais difícil da operação é o tamanho da área de busca. Até o momento, as equipes já cobriram um perímetro de 10 mil quilômetros quadrados. À medida que forem recolhidos pela Marinha, os destroços serão levados inicialmente para Fernando de Noronha.

Original em : http://pe360graus.globo.com/

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