Advogado pede perícia nos radares da URBS

Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho
O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.
De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.
O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.
Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho
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O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.
De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.
O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.
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Acerto de contas provoca morte a tiros na Sta. Efigênia

Ainda na noite de domingo, por volta das 21h50, um homem identificado como ‘Negão’ matou a tiros de revólver Hilton Frazão de Moraes Filho, 43 anos, que seria seu comparsa e morava na Rua José Helluy, na Vila Santa Efigênia, área da Cidade Operária, onde ocorreu o homicídio, na Rua Nova Princesa, casa 49. Populares ainda tentaram levar o ferido para o Hospital Clementino Moura (Socorrão II), mas ele morreu ao ser socorrido.

Acerto de contas… – De acordo com a guarnição da Polícia Militar, VTR Parati 002-6º BPM, que esteve no local, a confusão teve início por causa de uma desavença durante ‘divisão’ de furto/assalto praticado por vítima e autor dos disparos. Testemunhas informaram aos PMs que Negrão estava armado com um revólver 38 e chegou a efetuar cinco disparos contra Hilton Filho, mas só dois tiros o atingiram no abdômen, matando-o.A polícia preservou o local até a chegada dos peritos do Instituto de Criminalística (Icrim) e o rabecão do IML para remover o cadáver.

Tiros e ferido na Liberdade – No Bairro Liberdade, também no domingo, 14, um desconhecido efetuou vários disparos contra Erenilson Soares Silva, o “Maninho”, que mora na Rua Tancredo Neves, naquele bairro. A tentativa de homicídio ocorreu na Rua do Grêmio e as causas do crime ainda estão sendo investigadas por policiais do 8º DP/Liberdade. Atingido com quatro tiros, Maninho foi levado para o Socorrão I, segundo policiais militares da VTR 0756, do 9º BPM, que fizeram rondas pelo bairro, no entanto, não conseguiram identificar nem localizar o autor dos disparos.

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Bala encontrada em carro de engenheira é compatível com arma de PM

JB Online

RIO – O fragmento de bala encontrado no carro da engenheira Patrícia Amieiro Franco, desaparecida em 14 de junho de 2008 — é compatível com o calibre de uma das armas apreendidas com os policiais suspeitos de envolvimento com o crime. A comprovação é do segundo laudo de balística, cujo laudo foi divulgado nesta segunda-feira.

A perícia recebeu para análise pistolas calibres 40 e 380 e um fuzil 7.62 usadas pelos policiais que estiveram no local do crime. Com nolaudo e nos exames realizados por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) a polícia decidirá se tem elementos para pedir a prisão dos PMs.

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Bala é compatível com armas de PMs

Rio – O segundo laudo de balística feito a partir do fragmento de bala encontrado no carro da engenheira Patrícia Amieiro Franco — desaparecida desde o dia 14 de junho do ano passado — indica que o projétil é compatível com o calibre de uma das armas apreendidas com os policiais suspeitos de envolvimento com o crime.

Foram entregues para análise pistolas calibres 40 e 380 e um fuzil 7.62 que os policiais que foram ao local usaram no dia do desaparecimento de Patrícia. Com base neste laudo e nos outros exames feitos por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) a polícia decidirá se tem elementos suficientes para pedir a prisão dos PMs. 

A conclusão do inquérito sobre o crime ainda vai contar com outros dois laudos, além do de balística. Em um deles, haverá medições feitas pelos peritos no Palio da engenheira e do local atingido pelo disparo. Outro exame é a conclusão feita pelos técnicos a partir da reconstituição da cena do crime, feita dia 3, às margens do Canal do Marapendi, na Barra. Os resultados das perícias estão prontos e serão entregues à Delegacia de Homicídios. 

Conforme O DIA noticiou dia 7, os dois policiais que chegaram primeiro ao local do crime caíram em contradição sobre o tiro disparado contra o para-brisa do carro: um diz ter visto a perfuração e o outro, não. A divergências das informações desmontaram a versão inicial dos militares de que Patrícia teria sofrido um acidente e motivou a transferência do caso, há um mês, da 21ª Vara Criminal para um dos quatro tribunais do júri, onde são julgados crimes contra a vida. 

O desaparecimento de Patrícia completou um ano domingo e ainda envolve muitos mistérios. Apesar das buscas no canal, o corpo da jovem não foi encontrado. A polícia ainda investiga como é possível a pulseira e o relógio de Patrícia terem se desprendido de seu braço durante a queda do carro no canal. Outra questão a ser esclarecida é o fato de o corpo ter saído do carro, mesmo com o cinto afivelado. Nove policiais foram ouvidos durante o inquérito, que passou por três delegacias: 16ª (Barra da Tijuca), Divisão Antissequestro e Delegacia de Homicídios. 

Outro mistério investigado pelos policiais é o desaparecimento de duas testemunhas do acidente. Um casal de moradores de rua que dormia debaixo do viaduto de onde o carro despencou chegou a prestar depoimento na época, mas desapareceu em seguida. Ainda será considerado, no entanto, o relato de outra testemunha que se apresentou à polícia.

BALÍSTICA
A análise é feita a partir dos fragmentos recolhidos no veículo. Toda bala, quando é disparada, fica marcada pelas ranhuras existentes no cano da arma. Os peritos analisaram as marcas desse fragmento. Eles pegaram as armas apreendidas com os PMs e fizeram disparos. As ranhuras das balas foram comparadas às do fragmento e se mostraram similares. O laudo não garante 100% de precisão para a arma utilizada porque só foi localizada parte do projétil.

O TRABALHO DOS PERITOS

RECONSTITUIÇÃO
Os peritos refizeram a cena do crime e analisaram relatos dos PMs. Foram feitas, por exemplo, medições da ribanceira onde o carro caiu, da distância e da pedra jogada no para-brisa. 

DNA
Na época, também foi feita análise de manchas encontradas na viatura dos PMs. O material coletado foi enviado para análise de DNA. A perícia não conseguiu comprovar se a mancha era de sangue, já que o carro foi lavado. As perfurações existentes na lataria do carro da engenheira só foram descobertas cerca de 10 dias depois do crime. 

Mobilização para cobrar respostas

Patrícia Amieiro Franco desapareceu quando voltava de uma festa, por volta das 4h30. Na época, dois militares baseados na Autoestrada Lagoa-Barra contaram que a moça sofreu acidente e que o carro caiu do viaduto sob o Canal de Marapendi. Desde então, os pais da jovem lutam para esclarecer o caso — eles criaram página na Internet, mobilizaram artistas e fizeram, há duas semanas, manifestação que atraiu milhares de pessoas para a orla da Barra, pedindo resposta para o caso.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Curso de Microscopia Eletrônica Forense

Olá para todos,

Estamos programando um curso de Microscopia Eletrônica Forense, que deverá acontecer nos dia 30 de setembro a 2 de outubro, imediatamente antes do XXII Congresso da Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise (CSBMM) em Belo Horizonte, MG.

A Karla Balzuweit, atual presidente da SBMM, gentilmente cedeu o MEV Quanta 3D do Centro de Microscopia Eletrônica para o curso, que será PRÁTICO. A FEI Company vai instalar o software de análise de resíduos de tiro no equipamento especialmente para o curso, que deverá ser ministrado pelo especialista forense da FEI, Hans Kruesemann. Além de resíduos de tiro, poderemos analisar outros tipos de amostras, como fragmentos de tinta, documentos, fibras, projetis, etc. Os participantes poderão levar amostras para observação durante o curso. Acredito que em breve a Karla deverá disponibilizar as informações para inscrição no site do congresso (www.sbmm.org.br/sbmm2009).

Será uma ótima oportunidade de trocarmos experiências.

Por favor, divulguem para os interessados.

att.,

Andrea Martiny
Pesquisadora – Inmetro
tel. (21) 2679-9845, 2679-9001, r. 3071
Fax. (21) 2679-9837
E-mail: amartiny@inmetro.gov.br

Originalmente recebido por email.

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