Mãe de Isabella tenta na Justiça retirar de circulação livro que fala sobre a morte da filha

SÃO PAULO – A mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira, tenta na Justiça retirar de circulação um livro que fala sobre a morte da filha. Nesta terça-feira, a advogada de Ana Carolina, Cristina Christo, entrou com uma ação no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo, contra a publicação. Segundo ela, “ao que parece, o livro cria uma segunda tese de defesa”, a de que a garota foi morta por um acidente doméstico em março de 2008. A ação na Justiça também pede uma indenização por danos morais.

– Queremos tirar o livro de circulação. Ana Carolina está tão inconformada com o conteúdo dessa publicação que assinou comigo a peça inicial do processo – disse Cristina.

Escrito pelo gaúcho Paulo Papandreu, o livro foi publicado em junho deste ano pela Editora e Gráfica Pallotti, de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O livro chegou a 10 mil cópias e está sendo vendido por R$ 19. Papandreu conta que esteve no prédio onde Isabella morreu, na Vila Mazzei, zona norte da capital paulista, junto com o legista George Sanguinetti, que contestou os laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal sobre a morte da garota.

De acordo com a polícia, Isabella foi esganada pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, e atirada do sexto andar do edifício London pelo pai, Alexandre Nardoni. Os dois estão presos em penitenciárias de Tremembé, no interior de São Paulo, e devem ir a júri popular ainda no primeiro trimestre do ano que vem. A expectativa que Sanguinetti também escreva um livro logo após a decisão do júri sobre a morte da menina.

Para a polícia e os promotores, não há dúvidas sobre a morte violenta da garota. Na versão do promotor Francisco Cembranelli, as agressões teriam começado ainda na garagem do prédio. Depois, no apartamento, Alexandre teria atirado com força a filha no chão, próximo a um sofá. Em seguida, a menina teria sido esganada pela madrasta e depois jogada pelo próprio pai da janela do quarto dos irmãos.

Para a defesa, uma terceira pessoa esteve no local e jogou a garota, então com 5 anos, pela janela. Já segundo o livro, Isabella teria acordado assustada e visto que estava sozinha. Então, ela teria cortado a rede e caído, na tentativa de encontrar alguém da família.

– No Rio de Janeiro, há pouquíssimo tempo, nós tivemos um episódio muito, muito parecido – disse Roberto Podval, advogado de defesa, em uma entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

O episódio aconteceu em julho. A mãe deixou a filha, também de 5 anos, sozinha no apartamento por cerca de 20 minutos. O circuito interno registrou tudo, inclusive quando a criança caiu do quinto andar. A polícia do Rio descartou a participação dos pais na queda.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Concurso da Polícia Civil ampliou três vagas para função perito criminal substituto

Campo Grande (MS) – O Diário Oficial do Estado (DOE), de hoje (30), traz o edital número 188/2009 em que a Secretaria de Estado de Administração, a Fundação Escola de Governo e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública tornam público, a ampliação de três vagas para candidatos aprovados em todas as fases do Concurso Público de Provas e Títulos da Polícia Civil no cargo de Perito Oficial Forense, função perito criminal substituto.

O edital traz, ainda, um quadro com a relação dos municípios e o número de vagas oferecidas para a função, assim como a área/escolaridade exigida. A tabela que está na página 19 do DOE e pode ser acessada no seguinte link:

http://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO7553_30_09_2009.pdf

Original em: http://www.pantanalnews.com.br

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