Bandidos executam homem de dentro de veículo

Dezenas de curiosos se aglomeraram para ver o corpo de Franklin

Dezenas de curiosos se aglomeraram para ver o corpo de Franklin

Mais um homicídio foi registrado na noite de ontem, dia 12, pelo Centro Integrado de Operações da Defesa Social. Segundo informações colhidas no local do crime, Franklin Soares Ferreira, 28 anos, foi assassinado com seis disparos de revólver. O crime ocorreu na Rua Ana Duarte, no bairro do Jacintinho, em Maceió.

Franklin Soares morreu no local do crime, antes mesmo que pudesse receber qualquer tipo de socorro médico. De acordo com os levantamentos do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE), a vítima foi abordada por três homens armados. Eles estavam em um veículo de modelo, cor e placa não identificados, de onde efetuaram os disparos.

No momento do crime, Flanklin estava acompanhada de uma mulher identificada apenas como Jackeline, que foi atingida por um disparo no pé e encaminhada para o Hospital Geral do Estado. Segundo a polícia, a vítima fatal trabalharia em um lava-jato, mas já havia cumprido pena e era apontado como traficante.

Após efetuarem os disparos, o trio de criminosos conseguiu sair do local sem deixar pistas. Uma equipe da Delegacia de Plantão II e outra do Instituto de Criminalística estiveram no local, mas ainda não há informações maiores sobre o motivo do crime, nem a identidade dos assassinos.

O caso deve ser investigado pelo 9° Distrito Policial. O corpo do jovem se encontra no Instituto Médico Legal Estácio de Lima (IML), para a necropsia e em seguida sepultamento. Este foi o segundo homicídio registrado na noite do dia 12 de outubro, em Maceió, conforme registro da Polícia Militar de Alagoas.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Jovem que comeu arrumadinho envenenado passa bem e não corre risco de morte

Peritos do IC encontraram resquícios de raticida no recipiente onde o alimento foi servido

Peritos do IC encontraram resquícios de raticida no recipiente onde o alimento foi servido

O jovem de 20 anos que sobreviveu após comer um arrumadinho envenenado no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife, passa bem e não corre risco de morte. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o estado de saúde de Adriano dos Santos Silva é estável. Na manhã desta terça-feira (13), ele parou de vomitar e já consegue conversar com os médicos e enfermeiros do Hospital Getúlio Vargas (HGV), no Cordeiro, também na Zona Oeste da capital.

Ele comeu o arrumadinho enquanto bebia juntamente com dois amigos, na casa de um deles, na noite do sábado (10), na Várzea. No recipiente onde o alimento foi servido, peritos do Instituto de Criminalística (IC) encontraram resquícios de um raticida.

A Polícia Civil informou que Adriano, o eletricista Aldo Paiva da Silva, 38, e o segurança Ednaldo da Silva, estavam bebendo quando o vizinho Carlos Alberto Ferreira Lucena, 55, chegou com o tira-gosto. Vinte minutos depois, Aldo e Adriano começaram a passar mal. Aldo já chegou ao HGV sem vida. Já Ednaldo disse que não comeu o tira-gosto porque já havia almoçado.

Carlos Alberto voltou para casa e, nessa segunda-feira (12), foi encontrado morto no sofá de casa, com secreções na boca. Na casa dele, peritos do Instituto de Criminalística (IC) encontraram, na parte de cima de um armário, dois tipos de raticida, um deles popularmente conhecido como Chumbinho.

O delegado do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) Alfredo Jorge informou que quem preparou o alimento foi Ivete Pereira da Silva, 72, namorada de Carlos Alberto. Ele disse que o caso será investigado pela 4ª Delegacia do DHPP. A previsão dele é que o inquérito chegue às mãos da delegada Silvana Lelis na tarde de hoje.

Original em: http://jc.uol.com.br

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Alvo de assalto no Recreio em que três morreram era um PM

Policial deixava a praia com a família quando foi rendido.
Ele reagiu, houve perseguição e idoso foi atingido por bala perdida.

Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo Polícia Militar, moto de assaltantes bateu em carro durante tentativa de fuga no Recreio dos Bandeirantes

A polícia já identificou a vítima do assalto no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, em que um idoso e dois assaltantes foram mortos. O crime aconteceu no início da tarde de segunda-feira (12).

O corpo do idoso será enterrado às 12h no Cemitério do Irajá, no subúrbio.

Segundo o novo titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), delegado Rafael Willis, a vítima do assalto era um policial militar do 3º BPM (Méier), que deixava a praia com a esposa, o filho e mais três sobrinhos.

O delegado conta que o PM e a família foram rendidos quando entravam no carro para ir embora. O policial ficou sob a mira dos assaltantes enquanto a família fugiu a pé. Os assaltantes roubaram seu cordão e, quando se preparavam para fugir, o policial se identificou e tentou detê-los. Houve troca de tiros, mas os dois criminosos conseguiram subir em uma moto e fugiram.

Segundo o delegado, o policial entrou no seu carro, um Honda Civic, e começou a perseguição. Os assaltantes perderam o controle da moto e acabaram batendo num carro de passeio.

O policial se aproximou e, de acordo com o delegado, mesmo caídos, os dois criminosos dispararam novamente contra ele, que não foi atingido. Ele revidou e os dois foram mortos.

Idoso foi vítima de bala perdida

Durante a troca de tiros, um idoso que estava num quiosque perto do local do crime foi atingido na nuca por uma bala perdida. Ele chegou a ser levado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste da cidade, mas não resistiu, segundo a Secretaria municipal de Saúde.

Delegado investiga legítima defesa

O titular informou que, pouco depois do crime, a vítima foi à delegacia contar sua versão dos fatos. O policial levou a arma usada no tiroteio, uma pistola 380. O delegado acredita que ele tenha agido em legítima defesa, mas não descarta que possa ter havido algum tipo de excesso na sua atitude. O objetivo agora é saber de qual arma foi disparado o tiro que matou o idoso.

“Vamos analisar se ele agiu amparado pela ampla defesa, mas tem que ver se houve excesso de legítima defesa. Vamos ao Instituto Médico Legal ver se existe algum projétil no corpo do idoso, e posteriormente faremos o confronto balístico no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) com os projéteis encontrados e as armas usadas no tiroteio”.

Além da arma do policial, o revólver 38 usado por um dos assaltantes também foi apreendido.

Assaltantes eram da Cidade de Deus, diz PM

Segundo o comandante do 31º BPM (Recreio), coronel Adilson Lourinho, os dois assaltantes mortos eram da Cidade de Deus, também na Zona Oeste. Ele afirmou que a moto usada pelos criminosos teria sido roubada pela manhã na Favela da Covanca, em Jacarepaguá. Um deles estava com os documentos da vítima, dona do veículo.

Original em: http://g1.globo.com

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Sai hoje laudo sobre manchas de sangue

Está prevista para hoje a divulgação, pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil, do laudo com o resultado do exame de DNA do material biológico, colhido no carro de um dos suspeitos presos no caso da morte do casal Villela. O acusado, identificado apenas pela inicial do nome, D., foi detido em dia 29 de setembro com um veículo de placa clonada. A polícia relaciona ele ao crime, porque uma testemunha o viu com outros dois homens dentro de um GM Astra nas proximidades do Bloco C da 113 Sul, onde foram mortos o advogado José Guilherme Villela, a mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, e a empregada Francisca Nascimento da Silva, com 73 facadas. O flagrante teria ocorrido no dia do crime, em 28 de agosto.

Tanto o veículo quanto o acusado estão em poder da polícia. Peritos do IC detectaram manchas de sangue no Astra. Além de D., um outro suspeito de ter participado do crime continua preso. Eles foram parceiros na tentativa de homicídio a um ex-presidente de uma cooperativa no Gama e também teriam relação com o triplo assassinato.

A delegada-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Martha Vargas, passou a tarde de ontem analisando depoimentos colhidos ao longo desses 40 dias de investigação. Foram mais de 100. É provável que, após o serviço de checagem das informações prestadas pelas testemunhas, algumas delas sejam novamente convocadas.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br/

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