Incêndio destrói primeiro andar de casa no bairro do Cordeiro, no Recife

Chamas atingiram o número 370 da rua Joaquim Alheiros; bombeiros não sabem o que teria provocado o fogo, mas o IC vai apurar

Um incêndio destruiu parcialmente uma casa na madrugada desta terça-feira (20), no bairro do Cordeiro, zona oeste do Recife. As chamas atingiram o primeiro andar da casa de número 370 da rua Joaquim Alheiros.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o pavimento foi totalmente destruído pelo fogo. As chamas começaram por volta da meia-noite e meia, mas os bombeiros não sabem o que teria provocado o incêndio.

Ainda segundo os bombeiros, não havia ninguém na residência, que estava trancada. O Instituto de Criminalística (IC) esteve no local para apurar a causa do incêndio.

O Corpo de Bombeiros registrou 45 ocorrências nas últimas 24 horas.

Original em: http://pe360graus.globo.com

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OAB pedirá pressa à polícia no caso Villela

A Ordem dos Advogados do Brasil está preocupada com a demora na divulgação dos laudos periciais feitos no apartamento dos Villela

Advogado Aristoteles Atheniense, amigo de José Guilherme Villela:

Advogado Aristoteles Atheniense, amigo de José Guilherme Villela: “A advocacia é uma profissão de risco”

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF) enviará, ainda nesta semana, um ofício à Direção da Polícia Civil do Distrito Federal exigindo pressa na conclusão dos laudos periciais realizadas no apartamento do casal de advogados José Guilherme Villela, 73 anos, e Maria Carvalho Mendes Villela, 69, assassinados a facadas em 28 de agosto. Ao todo, houve 13 visitas ao imóvel localizado no Bloco C da 113 Sul feitas pelos especialistas do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto de Identificação (II). Os peritos do IC também encontraram material biológico no carro de um dos suspeitos presos desde o início das investigações. Às vésperas de completarem-se 50 dias de apurações sobre o triplo homicídio, nenhum dos resultados chegou às mãos da delegada-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Martha Vargas.

O documento será protocolado pela própria presidente da OAB/DF, Estefânia Viveiros, de acordo com o advogado criminalista Raul Livino, indicado pela entidade para acompanhar o caso. Segundo Livino, a conclusão dos laudos será fundamental para que os investigadores possam avançar na apuração do caso — a principal empregada dos Villela, Francisca Nascimento da Silva, 58, também foi morta em 28 de agosto. Ao todo, as três vítimas levaram 73 facadas. “Sem informações sobre os exames, fica difícil de a gente acompanhar o inquérito policial. Acho que isso (a divulgação) não trará prejuízo às investigações”, argumentou Livino.

Enquanto os laudos não chegam, a polícia continua a fazer diligências em cidades do Entorno e a colher depoimentos. Cinco pessoas estiveram ontem na 1ª DP para prestar novos esclarecimentos. O advogado Aristoteles Atheniense, vice-presidente da Comissão Nacional de Relações Internacionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), conversou com os investigadores entre as 15h e as 17h15 — ele havia comparecido ao distrito policial da Asa Sul pela primeira vez logo nos primeiros dias de investigação, pois deixou Belo Horizonte (MG) em direção a Brasília na noite da localização dos corpos das vítimas, em 31 de agosto. Atheniense era amigo de escola e de faculdade de José Guilherme Villela, além de integrar o Conselho Federal da OAB.

Ao fim dos esclarecimentos à polícia, Atheniense falou à imprensa. Disse que repassou com os agentes o período entre 10 e 28 de agosto. “Nós nos vimos pela última vez em 10 de agosto, quando o Villela esteve em Belo Horizonte para participar da festa de encontro da nossa turma de faculdade. Duas semanas depois, conversamos por telefone. Lembro que na festa ele estava feliz e até dando autógrafos a estudantes e recém-formados em direito. O filho dele também ligou para saber se ele estaria em Brasília no dia do aniversário, 12 de agosto”, afirmou o advogado, que fica em Brasília até hoje para a reunião do Conselho Federal da OAB.

Direito e futebol
Segundo Atheniense, Villela era um homem “muito fechado”. Mesmo assim, os dois mantinham sólida amizade desde 1952. “Sou advogado por causa dele, que, na época, me convenceu a seguir na profissão. Eu iria servir na Marinha”, contou. Conversavam principalmente sobre a profissão e o futebol. “A advocacia é uma profissão de risco, todo advogado sabe. Mas não me recordo de Vilella ter comentado sobre algum caso em que tenha sofrido ameaças ou sentido medo.”

O advogado evitou formular hipóteses sobre o crime da 113 Sul. Mas revelou que o meio jurídico acompanha o caso. “Estou aqui também em nome do Judiciário brasileiro. Estamos permanentemente atentos para que esse caso não se perca na bruma do tempo.” A polícia ainda ouviu ontem quatro verdureiros que trabalham na comercial da 113 Sul. No sábado, foi a vez de entregadores da quadra. Até hoje, duas pessoas estão presas por suspeita de envolvimento nos assassinatos.

Devem ser divulgados até o fim da semana os desenhos das joias levadas pelos criminosos após o triplo homicídio. Os esboços foram feitos por um dos parentes dos Villela. Além das peças preciosas, quem praticou os crimes fugiu com dólares. A estimativa da polícia é de que a soma roubada — entre objetos e o dinheiro em espécie — alcancem R$ 700 mil. A quantia reforçou a hipótese de latrocínio (roubo com morte). Mas não descartou outra linha de investigação, a de crime encomendado.

TELEFONEMAS DOS FAMILIARES
Os investigadores do caso Villela receberam ontem de operadoras de telefonia as listas de chamadas feitas e recebidas por familiares das vítimas. Tiveram acesso aos dados por meio de autorização judicial. A listagem com as ligações realizadas pelo casal de advogados está em poder da polícia há mais de duas semanas. Os agentes trabalham no cruzamento dos dados na tentativa de descobrir algo suspeito.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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Promotor preso após 8 anos como fugitivo vai recorrer da pena de 16 anos pela morte da mulher grávida

SÃO PAULO – Julgado em foro privilegiado, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça, e mesmo assim condenado a 16 anos de prisão pelo assassinato da mulher, Patricia Aggio Longo, o ex-promotor Igor Ferreira da Silva, 44 anos, deve ser transferido para a Penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba. Igor foi preso nesta segunda-feira, após denúncia anônima, na zona leste de São Paulo. Ele foi condenado em 2001 e passou oito anos foragido. O pai dele, o advogado Henrique Ferreira da Silva Filho, disse que a intenção é apelar contra a condenação.

Silva Filho reconheceu que a pena de seu filho demoraria 20 anos para prescrever e não valeria a pena continuar vivendo escondido. A intenção, segundo ele, agora é recorrer à Justiça contra a condenação.

– A pior viagem que um condenado pode fazer é ficar fugindo da polícia. Se ele fosse um criminoso, continuaria fazendo isso, mas ele é inocente e vai provar – afirmou.

O advogado disse que seu filho “é inteligente, conhece sânscrito, fala inglês” e agora buscará a revisão de sua pena.

O ex-promotor não resistiu à prisão. Mais magro, alega que está doente, deprimido, e até que seus dentes estão estragados. Embora não tenha se entregado no longo período como fugitivo da Justiça, ele teria dito ao delegado Nelson Silveira Guimarães, da 5ª Seccional Leste, que “fugir era como carregar um piano nas costas”

– Ele disse que estava muito cansado desta vida – disse o delegado.

A polícia chegou a procurar o ex-promotor no Chile, mas Igor teria afirmado que nunca saiu do estado de São Paulo. O pai dele disse que o filho conhece a Europa e a Austrália, mas disse que não poderia entrar em detalhes e falaria ‘no momento oportuno’.

Segundo a polícia, o ex-promotor teria vivido parte do tempo em uma fazenda no interior do estado e havia voltado à capital paulista há seis meses. Foi preso na porta de um condomínio de luxo. Na delegacia, nervoso, ele tremia e deixava frases pela metade.

Ao ser encaminhado para exame de corpo de delito no IML, chegou a dizer que havia se entregado durante um tumulto de jornalistas. O pai do ex-promotor defendeu a tese que seu filho se entregou, e não foi detido pela Polícia Civil.

– Ele já havia pensado em se entregar. Era um projeto. Eu não estava presente no momento, mas ele não foi capturado, ele se entregou – disse o advogado.

Patrícia Aggio Longo foi assassinada em junho de 1998.

Ela e Igor Ferreira da Silva se conheceram na faculdade de direito de Guarulhos, onde o promotor dava aula. Na época, a estudante tinha 24 anos. O casamento aconteceu no dia 18 de setembro de 1997. Logo, ela descobriu que estava grávida.

Igor morava em Guarulhos quando decidiu se mudar para Atibaia, para ter uma vida mais tranquila. Comprou um terreno e construiu uma casa. Morou nela um tempo sozinho até dividir o espaço com a mulher.

Grávida de um menino, Patrícia já havia escolhido o nome da criança: Ícaro. O quarto do bebê estava decorado. E o parto marcado para acontecer no Hospital Albert Einstein, onde o casal já havia passado por um curso para pais de primeira viagem.

Patricia tinha acabado de se formar em direito e estagiava no Fórum de Atibaia. Era conhecida como uma mulher forte. Antes de entrar no Ministério Público, Igor trabalhou dois anos como delegado no ABC. Amante da prática de voo livre, costumava pular de asa delta na Pedra Grande, em Atibaia.

No dia do crime, o casal voltava para a casa no condomínio Shangrilá. Igor disse à polícia que pegou um atalho na Rodovia Fernão Dias e foi surpreendido por um ladrão, que fez sua mulher refém, e depois a matou com dois tiros.

Patrícia chegou a ser levada para a Santa Casa de Atibaia, mas morreu. Os médicos fizeram uma cesariana na tentativa de salvar o bebê, mas a criança já estava morta. Um exame de DNA, feito um ano depois, provou que a criança não era filho de Igor. Este seria o motivo do crime.

No dia seguinte à morte da mulher, o então promotor entregou à polícia um paletó preto. Uma testemunha disse à polícia que ele usava terno azul escuro.

Um laudo do Instituto de Criminalística comprovou que o terno que ele entregou a polícia não era o mesmo usado no dia do crime.

Em depoimento, o vigia do condomínio disse ter visto um homem parecido com o promotor voltar a pé do condomínio, depois de a caminhonete ter cruzado a portaria com o casal.

No mesmo mês do assassinato, Igor e o irmão dele foram presos por porte ilegal de armas. Preso durante 42 dias e libertado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por 19 votos a 3, Igor fugiu. O julgamento ocorreu sem a presença dele.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Violência. Em menos de 48h, três mulheres mortas

Duas mulheres foram assassinadas a tiros de revólver na madrugada de ontem, nas proximidades da barragem de Mares, do bairro do do Jardim Veneza. As vítimas foram identificadas como sendo Gabriela de Fátima da Silva, de 24 anos, residente na rua Mata Pacheco, situada no bairro dos Novais e Sonia Maria da Silva, 27, residente no Bairro São José.

A primeira mulher encontrada morta foi Gabriela com várias perfurações de balas de revólver, na rua Padre José Ancheita e Sonia Maria, numa distância de 100 metros, dentro das águas da Maré. Ela apresentava sinais de marcas de projetis de arma de fogo no corpo. Os achados dos corpos se deu por volta das 05h e imediatamente comunicado ao Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop).

Uma equipe policial foi até o local para isolar à ária até a chegada dos funcionários do Instituto de Criminalística do Estado para fazer a perícia. Por determinação da delegada Viviane Oliveira, que estava de plantão na 1ª Delegacia Distrital de Cruz das Armas, os corpos foram retirados do local e levados para o Departamento de Medicina Legal para serem necorpsiados pelos médicos legistas.

Nenhum morador soube informar como aconteceu o crime pelo fato de ter ocorrido pela madrugada e o local do achado dos corpos ser de pouco acesso. Junto ao corpo de Gabriela de Fátima a polícia encontrou um celular que está registrado a última chamada que ela recebeu antes de sair de casa na noite de domingo com a colega Sonia Maria.. A delegada Viviane Oliveira, na manhã de ontem encaminhou o aparelho celular da vítima para o o Instituto de Criminalística do Estado para descubrir os nomes das últimas pessoas que dialogaram com a vitima antes dela ser morta.

Gabriele de Fátima tinha 04 filhos e estava separado a muito tempo do marido. Soinia Maria, também era separada do marido e tinha dois filhos. Elas eram amigas e sempre se encontravam no final de semana para sairem juntas. Até o final da manhã de ontem a polícia não tinha identificado o autor ou autores do duplo assassinado.

Até agora a policia nãodescobriu os motivos do duplo assassinato, que a partir de hoje vai ser apurado pela delegacia de Crimes Contra a Pessoa. A família de Gabriela nega que ela tenha qualquer envolvimento com drogas. (JS)

Tiro na boca

Uma mulher foi assassinada misteriosamente na noite do último domingo, no conjunto Valentina Figueiredo. A vítima foi Rosauria Brito de Oliveira, 29, morta com um tiro na boca no interior de sua residência localizado na Rua Maestro Pedro Araújo, 58. O crime ocorreu por volta das 20:30 sendo imediatamente comunicado a policia.

A vítima estava sozinha em casa e nenhuma pessoa chegou a presenciar o crime. Vizinhos ouviram um disparo de revólver e quando foram até residência encontraram a vítima morta e apresentando uma perfuração a bala na boca. No local do crime estiveram peritos do Instituto de Criminalística do Estado onde fizeram a perícia.

A delegada Daucinara Alves de Assis, que estava de plantão na 9ª Delegacia Distrital de Mangabeira foi até ao local para tomar as providências. No momentodo crime a vítima estava sozinha e não havia ninguém que tivesse presenciado o crime. A delegada vai ouvir familiares da vítima a fim de conseguir uma pista que possa desvendar a morte de Rosauria Brito.

Original em: http://www.jornalonorte.com.br

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Morre mais um policial queimado

Cabo que estava no helicóptero abatido sofreu ferimentos em 90% do corpo

Rio – Morreu ontem o terceiro policial militar que estava no helicóptero abatido por traficantes no Morro dos Macacos, sábado de manhã. Internado no Hospital da Aeronáutica, na Ilha do Governador, com 90% do corpo queimado, cabo Izo Gomes Patrício, 36 anos, não resistiu aos ferimentos. Izo estava há nove anos na PM. Pai de um casal de filhos, ele morava com a família em Paciência. O cabo Anderson dos Santos, que também sofreu queimaduras graves, continua internado.


O local da tragédia: helicóptero foi totalmente destruído depois de ser atingido por tiro, fazer pouso forçado e explodir.

Os dois e mais quatro PMs do Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) tentavam socorrer um colega que estava ferido no interior da favela, quando a aeronave em que estava foi atingida. Os soldados Marcos Standler Macedo e Edney Canazaro de Oliveira morreram carbonizados. O piloto Marcelo Vaz de Souza, que teve queimaduras na mão esquerda, e o copiloto Marcelo Mendes, que levou um tiro no pé, ambos capitães, estão fora de perigo.

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se colocou ontem à disposição para prestar assistência jurídica às famílias dos três PMs e também às dos primos Marcelo Costa Gomes, 25 anos, Leonardo Fernandes Paulino, 27, e Francisco Hailton Vieira da Silva, 24, moradores do Morro dos Macacos que foram assassinados, quando voltavam de uma festa, na madrugada de sábado.

Na Clínica São Vitor, na Tijuca, onde Leonardo trabalhava, o dia ontem foi de luto. “Era uma pessoa maravilhosa. Estava ansioso com a festa do filho, mas não pode viver para isso”, lamentou o colega Alexandre Feitosa. O mesmo aconteceu nas oficinas mecânicas onde Marcelo e Francisco trabalhavam. Francisco Halaílton Vieira da Silva, 23 anos, que foi baleado e fingiu estar morto para não ser executado, continua internado em estado grave no Hospital do Andaraí.

Dois soldados do Batalhão de Choque, que patrulhavam o Morro dos Macacos no sábado, foram presos acusados de furtar a arma de um policial do GAM. Por volta das 15h, o PM abandonou o carro particular num acesso ao Túnel Noel Rosa. Ao retornar, reparou que a pistola havia sumido e acionou um sargento do Batalhão Choque. Dois policiais que revistaram o veículo foram encontrados e confessaram que roubaram a arma. A dupla foi levada para o Batalhão Especial Prisional.

Perícia feita pelas polícias Civil e Militar

As polícias Civil e Militar vão investigar as causas que levaram à queda do helicóptero Phenix 03. Na PM, um inquérito — que vai demorar, no mínimo, 30 dias — foi aberto no Grupamento Aéreo Marítimo (GAM). Os destroços da aeronave foram levados para a sede da unidade, em Niterói. Em paralelo, o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) vai elaborar um laudo pericial sobre a tragédia. A investigação sobre a morte dos PMs ficará a cargo da Delegacia de Homicídios (DH).

Identificar o tipo de munição usada pelos traficantes não será fácil. Como a fuselagem do helicóptero foi toda queimada, será difícil encontrar qualquer perfuração. O piloto chegou a cortar o combustível da aeronave para impedir a explosão no ar.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Polícia Civil local recebe 18 agentes

O quadro da Polícia Civil de Três Lagoas recebeu novos agentes na sexta-feira (16). O reforço investigativo local foi de quatro investigadores, sete escrivães, quatro peritos criminais e três médicos legistas.

Em todo o Estado o quadro da Polícia Civil será foi reforçado por 135 escrivães, 69 investigadores, 24 peritos papiloscopistas, 41 peritos criminais e 22 médicos legistas. Os formandos passaram seis meses na Academia de Polícia Civil (Acadepol) e foram lotados em seus respectivos municípios.

A Polícia Científica desafogará o número de laudos parados pela defasagem de profissionais. Em Três Lagoas o quadro da Perícia Técnica duplicou. Antes a delegacia contava com apenas dois peritos, atualmente são seis. O Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) recebeu três médicos legistas, antes havia apenas um. Devido ao contingente insuficiente o atendimento ao público acontecia três vezes por semana, agora a população deve receber atendimento no local diariamente.

PERITOS CRIMINAIS

Após um longo período de seis anos com apenas dois peritos, Três Lagoas finalmente ganha mais quatro. Vão atuar no município a engenheira ambiental Sônia Cristina Tiviroli, 26 anos; a bióloga Adriana Gazoli Resende, 38 anos; o farmacêutico bioquímico Raphael Cotrelli, 25 anos e o engenheiro civil Francisco Orlando Franco, 44 anos.

O quarteto que já integra a Polícia Científica está capacitado para atuar nas perícias e soluções de crimes.

Para o perito que atua no município há 9 anos, Milton César Fúrio, a integração dos novos componentes trará soluções rápidas para a população com relação aos laudos que devem ser feitos pela instituição. “A população terá uma resposta mais rápida no atendimento e na entrega de laudos, ficamos seis anos com apenas dois peritos, um excelente salto em recursos humanos”, destacou Fúrio.

O que é Perito Criminal?

Perito Criminal é o policial a serviço da justiça, especializado em encontrar ou proporcionar a chamada prova técnica ou prova pericial, mediante a análise científica de vestígios produzidos e deixados na prática de delitos. As atividades periciais são classificadas como de grande complexidade, em razão da responsabilidade e formação especializada revestidas no cargo. O Perito Criminal estuda o corpo (ou objeto envolvido no delito), refaz o mecanismo do crime (para saber o que ocorreu), examina o local onde ocorreu o delito e efetua exames laboratoriais, entre outras coisas.

Original em: http://www.jptl.com.br

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