Um caso semelhante ao da menina Isabella Nardoni, 5 , que foi arremessada da janela do 6º andar do prédio onde morava com o pai e a madrasta, no dia 29 de março de 2008, em São Paulo (SP), aconteceu na madrugada de ontem em Goiânia. A polícia ainda não sabe se Juliana Brandão Lourinho, 19, se atirou, ou se foi jogada pela janela do 10º andar de um condomínio de luxo, no setor nobre da cidade. Indícios de homicídio como sinais de arrombamento em uma das portas do apartamento e a frieza do estudante de fisioterapia Renato Oliveira de Souza, 27 anos, marido de Juliana que estava com ela no momento do fato, levaram a polícia a prendê-lo em flagrante.
A queda misteriosa da jovem aconteceu que por volta de 1 hora e alterou a rotina dos condôminos. “Primeiro, o barulho, estrondoso, por sinal. Depois, o tremor que abalou a estrutura, em seguida, os gemidos, e por fim, a agonização: ‘ai, ai’”, detalha o síndico do prédio, João Carlos Teixeira Bastos, provavelmente, o primeiro a ver Juliana caída de bruços na laje da garagem do prédio. De acordo com a polícia, o casal se conhecia há cinco meses e há três estavam casados. “Os dois eram usuários de droga. Renato disse que antes do crime tinha consumido uma boa quantidade de crack”, contou a delegada Mirian Borges, delegada titular da Delegacia da Mulher de Goiânia (Deam).
Em depoimento, o síndico do prédio contou que a moradora do apartamento 802, piso inferior ao do casal, teria reclamado de brigas no apartamento na noite do crime. Ela teria ouvido rumores de discussão e informou o síndico, o qual afirmou não ter ido até o apartamento para solicitar silêncio. “A reclamação foi por volta da meia-noite”, disse João. Os demais vizinhos disseram não ter ouvido nada, apenas um barulho parecido com uma explosão muito forte. “Eu tenho o sono muito pesado, mas acordei com o estouro. Foi um barulho muito estranho, o prédio tremeu inteiro”, disse uma moradora que não quis se identificar.
A grade de proteção da janela por onde Juliana caiu teria sido cortada com uma tesoura. Noemia Marinho de Oliveira, 52 anos, mãe do suspeito, disse em depoimento que acordou com o barulho, e que foi até a cobertura, onde o casal morava, mas a porta estava fechada. Ela teria chamado pelo casal, mas ninguém respondeu. Posteriormente, ouviu gemidos e desceu até a garagem, onde vizinhos já diziam que havia uma jovem na marquize. Ao voltar para o apartamento, Dona Noemia encontrou a tesoura e um caixote próximo à janela.
Renato, por sua vez, se reservou ao direito de falar apenas em juízo após prestar depoimentos contraditórios à imprensa e à polícia. Primeiro ele disse que teria saído para comprar drogas. Depois que estava sentado na escada fumando crack. As declarações do marido e os indícios encontrados pela perícia no local de crime levaram a polícia outra vez ao prédio na tarde de ontem. A delegada Miriam Borges visitou moradores do prédio.
Familiares de Renato disseram, em depoimento, que Juliana sofria transtorno bipolar e pode ter tido alucinações decorrentes do uso do entorpecente. “A mãe não acredita que o filho tenha atirado a mulher pela janela”, diz a delegada.
Dona Noemia afirmou ainda que o filho é usuário de drogas desde os 13 anos, e já teria sido internado em clínicas de recuperação por oito vezes. Segundo ela, a nora era muito ciumenta e que naquela noite o filho teria levado uma amiga do casal (ainda não identificada) ao apartamento. A versão da mãe foi confirmada pelo porteiro Leandro de Oliveira, 26 anos. “Por volta de 21 horas o Renato chegou ao prédio com uma moça magra, de aproximadamente 1,5 metros, cabelos pretos, longos e lisos”, contou em depoimento. Ainda de acordo com o porteiro, a garota teria saído sozinha do prédio uma hora depois. O casal vivia no segundo piso de uma cobertura duplex com os pais de Renato.
Original em: http://www.hojenoticia.com.br
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março 14th, 2011 at 16:13
conhecemos a ju em 2008, e por um bom tempo convivemos juntos, mas tempo suficiente pra saber que jamais ela faria isso. problemas maiores de familia ela passou e permaneceu de cabeça erguida, nao acreditamos na inocencia desse rapaz. nos aqui da estancia ficamos muito chocados com essa tragedia.mas a justiça de deus nao falha… saudades infinitas daju (ti henrique,salcicha e outros)
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março 14th, 2011 at 15:53
saudades amiga,por tudo que vivemos juntos, eu nunca vou me esquecer…descanse em paz
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novembro 19th, 2010 at 17:28
Com certeza a mão de Deus conduziu a reconstituiçao da morte da Juliana viu Ana, pois aqui na igreja entramos em oração…confiemos! agora é esperar o laudo técnico de todo o procedimento…os profissionais estudam pra isso! Logo este tormento vai acabar…rezamos que tbm para o marido dela tudo fique bem! Que Deus abençoe as duas famílias! E seja qual for o resultado confiemos na misericórdia de Deus! A paz pra todos nós!
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novembro 19th, 2010 at 16:47
Ontem foi feita a reconstituição…Pedimos a Deus que toda a equipe fosse guiada por Deus…Não queremos acusar ninguém! Mas infelizmente existem muitas dúvidas sobre o que aconteceu naquela maldita noite e nós da família da Juliana queremos somente que tudo seja esclarecido e que a verdade comprovada dos fatos apareça!A nossa dor ainda é muito grande, foi uma perda incalculável! só quem passa por essa dor pode avaliar o que sentimos.Que Deus abençoe a todos!!!
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outubro 30th, 2010 at 15:01
puxa sauadades de vc prima Ju, demorei te conhecer , dai pouco tempo te perdir mais pode ter certeza que não existe crimes sem prova, o culpado aparece sim …
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