MJ capacita peritos criminais para utilização de robôs em DNA forense

O Ministério da Justiça (MJ) através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) realiza na cidade do Rio de Janeiro (RJ), de 9 a 13 de novembro, o Curso Teórico-Prático de Tecnologias Avançadas de Automação em DNA Forense, para peritos criminais de dez estados da federação mais o Distrito Federal. De Mato Grosso do Sul participa a perita criminal Thelma da Silva Conceição, do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Ialf).

A quarta edição do curso visa empregar novas tecnologias e metodologias avançadas em automação dos processos de casos criminais, e deverá focar na rotina laboratorial de DNA Forense. O objetivo principal é capacitar e apresentar aos peritos os equipamentos que poderão ser utilizados nesta modalidade de perícia forense, com o intuito de avaliar o desempenho do produto.

A diretora do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Ialf), perita Criminal Josermirtes Prado da Silva, que participou no mês passado, em Brasília (DF), da terceira edição do curso no Workshop de Sistemas Automatizados para Análise de DNA Forense, juntamente com peritos criminais de outros estados da federação (foto), explica que com a capacitação será possível “trabalhar com o auxílio de robôs no que diz respeito à extração de material de DNA, com isso haverá menos contaminação, devendo então, se conquistar uma margem de erro pequena”.
Segundo Josemirtes, durante o workshop os participantes puderam assistir um robô atuando na extração de amostras de DNA. “Era um robô de porte médio, achei muito interessante, e acredito que será um grande salto na perícia forense”, destaca.

A quarta edição da capacitação no Rio de Janeiro é voltada aos peritos criminais dos estados que já cursaram o nível básico: Amazonas, Amapá, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Robotização

Uma empresa que atua na venda de produtos no ramos de robôs disponibilizou por 15 dias, para teste, na Coordenadoria Geral de Perícias (CGP), um robô (foto), este por sua vez não possui a ferramenta de normalização das amostras de DNA, portanto é de modelo diferente do utilizado durante a terceira edição do Workshop de automação.

Original em: http://www.portalms.com.br

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