Estudante morre afogado em subestação da Casal

Estudante entrou no reservatório e foi sugado

Estudante entrou no reservatório e foi sugado

Um rapaz de aproximadamente 15 anos foi encontrado morto na tarde desta terça-feira, 3, na subestação da Casal, no município do Pilar. O corpo foi encontrado por funcionários da companhia, que foram até o local fazer a limpeza e verificar a passagem de água para o reservatório. Ao chegar ao local verificaram que havia um entupimento na tubulação e para surpresa deles, estava sendo causado pelo corpo do garoto, preso à estrutura.

Policiais da Delegacia do Pilar, militares do 8º BPM e bombeiros foram acionados ao local e verificaram que se tratava do estudante. Próximo à subestação os policiais encontraram uma farda escolar, cadernos escolares, uma bermuda, uma boina e dois pares de sandália (vermelho e azul).

Ao que tudo indica, o jovem teria ido ao local, acompanhado, para se banhar, mas acabou sendo sugado pela tubulação. “O local não aparenta ser perigoso, mas é. Acreditamos que o incidente tenha ocorrido nesta tarde devido ao estado do corpo”, disse o agente Valmir, da Delegacia de Pilar.

O que a polícia vai investigar a partir de agora é se o estudante estava acompanhado e em quais circunstâncias o acidente aconteceu. “A sandália pode ser tanto masculina como feminina. Acreditamos que deve ser de alguém da mesma idade pelo tamanho das roupas”, acrescentaram os policiais.

A equipe do Corpo de Bombeiros conseguiu retirar o corpo da tubulação depois de alguns minutos de trabalho em meio à lama e os funcionários do IML aguardam o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística para recolher o corpo.

Até o momento, os familiares da vítima não apareceram, nem prestaram queixa de seu desaparecimento na delegacia da cidade, o que pode indicar que ainda não deram falta do desaparecimento do jovem.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Um ano sem respostas

Após a prisão de dois suspeitos e mais de mil interrogatórios, caso “Rachel Genofre” continua sem solução

245_180_rachel.jpgO caso da menina Rachel Genofre de 9 anos, cujo corpo foi encontrado com sinais de extrema violência sexual dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba completa um ano nesta terça-feira (3). O crime, que teve grande repercussão nacional, tem desafiado a polícia paranaense. Desde 10 de novembro do ano passado, quando uma força tarefa foi designada para as investigações, mais de mil pessoas foram interrogadas e 202 suspeitos foram encontrados, dois deles foram detidos, mas a participação no crime não foi confirmada.

Dos suspeitos, 47 tiveram seu DNA coletado pelo Instituto de Criminalística. As diligências policiais para investigar o caso somaram, segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, mais de 8 mil quilômetros percorridos em 17 cidades, mas até hoje, ninguém foi preso e a própria policia admite que o caso ainda está na estaca zero. Atualmente são seguidas três linhas diferentes de investigação neste caso, mas são mantidas em sigilo.

A garota sumiu após sair do Instituto Educação Professor Erasmo Pilloto, no dia 3 de novembro de 2008. Ela tinha acabado de ganhar um concurso de redação na Biblioteca Pública do Paraná e carregava o troféu da premiação. O corpo da menina foi encontrado dois dias depois, vestida com apenas com a camiseta do colégio. A mochila, tênis e outros pertences sumiram junto com os rastros da pessoa que a violentou e matou.

O autor do crime entrou e saiu da Rodoferroviária sem levantar suspeitas, nenhuma testemunha entrevistada viu o criminoso. Rachel era uma criança comunicativa, com facilidade de relacionar-se, a polícia acredita que isso tenha facilitado a ação do agressor, que conseguiu ganhar a confiança dela para atraí-la. Ele fazia uso da linha Dom Ático, que sai da Praça Rui Barbosa, poucas quadras do Instituto de Educação, e ia até sua casa na Vila Guaira. Foi no trajeto do colégio a praça que Rachel sumiu naquele dia 3.

Procurada pela reportagem, a diretoria do Instituto de Educação disse que não ter nada para comentar sobre o caso. Apenas afirmou que os trabalho de orientação dos pais e alunos quanto aos perigos da saída e entrada no colégio eram realizados antes mesmo da tragédia.

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Instituto de Educação Professor Erasmo Pilloto, colégio de Rachel

A Secretaria de Segurança informou nesta terça-feira, que o trabalho de coleta do DNA de suspeitos e acusados por crimes de pedofilia está sendo feito. Em breve, um arquivo com estes dados estará disponível para solucionar com mais rapidez este tipo de crime.

Manifestação em memória

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Na manhã desta terça-feira, familiares e amigos da menina fizeram uma passeata no bloco interestadual da Rodoferroviária, para marca o primeiro aniversário do crime sem solução. A manifestação teve início por volta das 9h e acabou às 11h. As faixas com pedidos de paz foram carregadas pelos corredores próximo ao local onde o corpo de Rachel foi encontrado. A manifestação foi encabeçada pela ong União das Mulheres do Brasil, a qual Maria Carolina Gomes de Oliveira, tia de Rachel ,é filiada. Ela alogiou o trabalho da polícia e acredita que a justiça será feita em breve.

“A polícia não parou as investigações e sempre nos mantêm informados. Acredito quem em breve veremos este monstro atrás das grades”, afirmou Maria Carolina. A avó da menina, Aparecida de Oliveira, também esteve presente no ato e falou sobre a dor de voltar ao local onde sua neta foi encontrada sem vida. “Nunca mais tinha voltado aqui, somente para fazer parte desta manifestação. A única forma de sentir esta dor aliviada será quando ver este mostro preso. O tempo pode ter passado, mas continuamos querendo que a justiça seja feita”.

Original em: http://jornale.com.br

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Polícia mantém busca a assassino de menina, depois de um ano do crime

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) continua à caça do assassino de Rachel Genofre, 9 anos. O corpo da menina foi encontrado em 5 de novembro do ano passado, em uma mala abandonada na rodoferroviária de Curitiba. De lá pra cá, já foram realizados 47 exames de DNA em suspeitos e percorridos cerca de 8.500 quilômetros em investigações que percorreram 17 cidades.

“Continuamos com um serviço intenso de inteligência policial. É bom que fique claro que a polícia não desistiu do caso e não o arquivou. Nosso objetivo é fazer com que o criminoso seja preso e responda por esse crime com a intensidade e a força da lei”, garantiu o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari.

De acordo com relatório do Cope, que assumiu o caso em 18 de novembro, no decorrer das investigações foram apuradas 85 denúncias, entrevistadas mais de mil pessoas, 110 formalmente em cartório. Das 202 pessoas que, por algum motivo, foram consideradas suspeitas, 47 foram submetidas a exames de DNA.

“Isso mostra que a polícia paranaense está trabalha ativamente e utiliza todos os recursos necessários para desvendar esse crime bárbaro. No entanto, é importante dizer que este caso é um desafio para o trabalho policial, porque o criminoso pratica o crime já buscando esconder todas as provas”, disse Delazari.

ENTREVISTAS – Segundo o relatório do Cope, diversas entrevistas foram feitas com pessoas que tinham alguma ligação com a menina e a família dela, e com pessoas que frequentavam os mesmos ambientes. Das 1.010 entrevistas, 600 aconteceram na região central de Curitiba. Entre as pessoas entrevistadas estão diretores, funcionários e seguranças da escola, da biblioteca pública e da igreja, assim como pessoas que moraram no mesmo bairro e usavam os mesmos ônibus que a menina.

Durante as investigações também foram analisadas imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais e do sistema de monitoramento de vias públicas em toda a região central. As imediações da rodoferroviária também foram amplamente verificadas, assim como funcionários e moradores foram entrevistados. Todos os objetos que pudessem dar pistas do crime, como a mala em que a menina foi encontrada, foram periciados.

O procedimento de coleta de material tem sido adotado para todos os presos com suspeita ou acusação de pedofilia, desde o início das investigações sobre o caso Rachel. O Instituto de Criminalística recolhe o material genético para análise e confrontá-lo com o que foi colhido no corpo da menina. “Temos uma grande arma, que é o vestígio de DNA do criminoso. Contra esta prova técnica, científica, não há argumentos, e com ela podemos encontrar o criminoso”, afirmou Delazari.

CRIME – Rachel foi encontrada morta dentro de uma mala, abandonada embaixo de uma das escadas do setor de transporte estadual da rodoferroviária. Médicos do Instituto Médico-Legal (IML) confirmaram que a menina sofreu violência sexual.

Rachel desapareceu em 3 de novembro, quando saiu do Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, onde estudava. A menina era filha de uma professora e ia e voltava da escola sozinha, de ônibus. Ela morava na Vila Guaíra. O desaparecimento era investigado desde o dia do sumiço, pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), e a partir do dia 18 de novembro as investigações foram assumidas pelo Cope.

Original em: http://www.aenoticias.pr.gov.br

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Policiais potiguares concluem curso em El Salvador

O delegado da Polícia Civil Raimundo Rolim e o tenente da Polícia Militar Mário Anderson retornaram neste final de semana a Natal depois de passarem 45 dias em El Salvador, país da América Central, participando de um curso internacional de gestão policial promovido pelo governo norte-americano. O foco do curso foi o combate aos crimes transnacionais nas Américas como o tráfico de drogas, de armas e de pessoas, além crimes financeiros e cibernéticos.

Participaram do curso 36 policiais de sete países: Brasil, Chile, Argentina, Paraguai, Peru, El Salvador e Estados Unidos. Segundo Raimundo Rolim, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos ficou encarregado de ministrar o curso mobilizando especialistas de diversos setores como FBI, CIA, DEA, ATF, ICE, Serviço Secreto, Departamento de Tesouro, entre outros. A delegação brasileira contava com três delegados e três policiais militares.

“O curso foi muito intenso. Foram ministradas disciplinas específicas de combate a crimes transnacionais, além de inteligência, contra-inteligência, crimes cibernéticos, crimes financeiros, moeda falsa, anti-gangues, direitos humanos, gerenciamento policial, entre outros. O curso começava às 5h e se estendia até as 18h”, disse.

A partir de agora, os dois policiais potiguares vão servir de agentes multiplicadores. O secretário da Segurança Pública e da Defesa Social, Agripino Oliveira Neto, explicou que a qualificação profissional é uma das prioridades da Sesed. Este ano foram realizados cursos em diversas áreas: abordagem, tiro, gerenciamento de crise, direitos humanos, local de crime, policiamento ambiental, policiamento turístico, policiamento em área rural, primeiros socorros, direção de veículos de emergência, entre outros ministrados a policiais civis e militares.

Original em: http://tribunadonorte.com.br

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Perícia técnica recebe carros novos

A Polícia Civil recebeu, no fim da manhã, 18 novos carros para os Postos Regionais de Polícia Técnico-Científica (PRPTC) entregues pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. A entrega aconteceu no pátio do novo Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP). Os veículos serão destinados, um para o Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), um para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), um para o Instituto Médico Legal (IML), um para o Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP) e 14 para os postos regionais.

Original em: http://extra.globo.com

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Três homens são mortos em residência no Valim de Mello

Três homens foram vítimas de homicídio na mesma residência. O crime aconteceu na madrugada de ontem, por volta de 1h30, no bairro Valim de Mello. Segundo testemunhas, as vítimas Marcelo Dias Pereira, 37 anos, Alex Willian de Assis, 35 anos, e Alexandre Garcia de Aguiar, 35 anos, estavam em uma casa na rua Nair Castro de Morais, no bairro Valim de Mello, quando chegaram quatro indivíduos em duas motocicletas, empurraram o portão, entraram no imóvel e efetuaram vários disparos contra as vítimas, que ficaram caídas no solo. Após os disparos, os acusados fugiram tomando rumo desconhecido. Vizinhos acionaram a Polícia Militar e a Viatura 16721, comandada pelo sargento PM Jardel, compareceu ao local e constatou que os três haviam falecido.
O perito criminal Juenes Paulo Vieira compareceu ao local e, após realizar os trabalhos técnicos, constatou que Marcelo foi atingido por quatro disparos. Alex também foi alvejado por quatro projéteis e Alexandre foi vítima de dois tiros. O perito apreendeu sete cápsulas de Pistola ponto 40 que foram levadas para a Polícia Técnica.
Em seguida, os corpos foram levados pelo auxiliar de necropsia Geraldo Barbosa para o Instituto Médico Legal (IML).
No imóvel havia um veículo GM Corsa com placas HCU- 5441, de Uberaba, que era de Alexandre, além de uma motocicleta com placa BKX-5825, de Uberaba. Os veículos foram apreendidos e removidos ao pátio credenciado do Detran.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.
Segundo informações da PM, os três tinham envolvimento com drogas e são acusados de lesão corporal contra dois homens e uma mulher identificados como D.C., L.S. e C.C., na sexta-feira (30), conforme o Registro de Evento de Defesa Social (Reds) de número 105.934.
Até o fechamento desta edição, os acusados de triplo homicídio não haviam sido localizados.

Original em: http://www.jornaldeuberaba.com.br

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Garota é encontrada morta na área rural de Itaperuçu

Uma jovem, de 22 anos, foi encontrada morta na Estrada das Palmeirinhas, próximo da estrada principal do canelão, localidade rural de Itaperuçu, às 10h de ontem.

Neriane Aparecida Cecon estava ferida com uma facada no peito e tinha marcas de agressão na cabeça. Segundo a polícia, o crime pode estar relacionado com o envolvimento da moça com drogas.

Investigadores da delegacia de Rio Branco do Sul, que trabalham no caso, disseram que receberam a informação de que a moça costuma perambular pelas ruas de madrugada e era vista com frequência em bares e casas noturnas.

Domingo

O perito Eumir, do Instituto de Criminalística, relatou aos investigadores que, da forma como o corpo foi encontrado, supõe-se que o crime aconteceu na noite de domingo, cerca de 12 horas antes de ser encontrado. A polícia ainda não tem informações sobre os autores.

Original em: http://www.parana-online.com.br

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Feto encontrado em praça

Um feto de aproximadamente seis meses de gestação foi encontrado na manhã de ontem por um catador de lixo na Praça Mauricéia, no bairro do Ipsep, Zona Sul do Recife. Como costuma fazer todos os dias, o catador Diogo da Silva, 21 anos, fazia seu trabalho normalmente na área e foi procurar por latas de alumínio e garrafas Pet na praça, quando achou um volume estranho dentro de duas sacolas plásticas, por volta das 7h.

Diogo da Silva pediu ajuda de taxista e moradores chamaram uma viatura da Polícia Militar que passava pelo local.

A princípio, o catador pensou que fosse um animal, mas depois notou que se tratava de uma criança completamente formada. Ele pediu ajuda a um taxista e outros moradores da redondeza. Eles pararam uma viatura do 19º Batalhão da Polícia Militar, que passava pelo local e pediram ajuda. Os policiais militares, por sua vez, chamaram o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto de Medicina Legal (IML). A Polícia Militar também isolou o local do achado para conter a multidão de curiosos, que se formou em torno do feto.

O catador esperou o IML chegar, por volta das 10h30, e só foi embora quando levaram o feto. “Eu vi a sacola e achei estranho. O corpo estava emborcado e não tive coragem de mexer”, contou. Diogo da Silva e as outras pessoas que estavam em volta ficaram chocadas quando os funcionários do Instituto de Medicina Legal retiraram o feto da sacola cor de rosa. Neste momento, os peritos informaram que se tratava de um feto do sexo feminino, aparentemente com seis meses de gestação. “Não sei como alguém tem coragem de fazer uma coisa dessas” era a frase mais ouvida no local. O catador de lixo sequer falava. Depois que o feto foi levado para perícia Diogo da Silva contou que o achado foi o primeiro em sua vida. “Já achei coisas estranhas no lixo, mas nunca tinha visto um feto. Dá muita pena”, contou.

Investigação – Os policiais militares informaram que a ocorrência seria registrada como encontro de cadáver e será investigada pela Delegacia do Ipsep. O Instituto de Medicina Legal vai fazer uma perícia no corpo e apurar detalhes sobre o tempo de gestação do feto, quando ele foi deixado e se foi fruto de aborto natural ou criminoso. Até o fechamento desta edição, não havia informações sobre quem teria deixado o feto no local.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Crime na 113 Sul: pedido de prorrogação do inquérito é analisado pelo MP

Espera-se para hoje definição sobre a prorrogação do inquérito que apura os assassinatos do casal de advogados José Guilherme Villela, 73 anos, e Maria Carvalho Mendes Villela, 69; e da principal empregada da família, Francisca Nascimento da Silva, 58. O Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) avaliará a papelada dos primeiros 60 dias de investigação para se manifestar sobre a possibilidade de dar mais um mês para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) concluir o inquérito. Não se descarta a hipótese, porém, de o caso ser trocado de unidade policial.

Após dois meses, os investigadores não encontraram provas capazes de vincular ou identificar os responsáveis pelo triplo homicídio. Os crimes ocorreram em 28 de agosto no apartamento 601/602 do Bloco C da 113 Sul. A polícia localizou os corpos três dias depois. Desde então, há dois homens detidos, que teriam sido vistos por testemunhas na noite das mortes. Mas nenhum deles acabou indiciado. Os exames realizados no local do crime não ficaram prontos. O mais importante deles, feito em um dos carros apreendidos com um suspeito, também não ajudou a polícia. O sangue encontrado não é dos Villela.

Apesar dos problemas, fontes ouvidas pelo Correio consideram difícil o inquérito ser repassado neste momento para a Coordenação de Investigação de Crimes Contra Vida (Corvida) — a unidade especializada em homicídios recebe os casos não concluídos pelas delegacias de cada cidade do DF. A cúpula da corporação, por exemplo, classificou como “retrocesso” uma possível troca. E o criminalista Raul Livino, conselheiro designado pela Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB/DF) para acompanhar as investigações, não acredita em alterações.

Hipóteses
O promotor Maurício Miranda, do Tribunal do Júri de Brasília, deve receber hoje as peças do inquérito. A exemplo do fim dos primeiros 30 dias de prazo para conclusão do caso, será ele o responsável por definir a prorrogação — na época, ele negou pedido da polícia em estender o tempo de apuração para 60 dias e optou por dar mais 30. Miranda, assim, mais uma vez avaliará o trabalho policial e as linhas de investigação. Evitou, no entanto, fazer análises ou adiantar conclusões. “Só poderei falar alguma coisa depois de receber o inquérito. Agora, seria prematuro”, afirmou ontem ao Correio.
Por enquanto, os investigadores trabalham com as hipóteses de latrocínio (roubo com morte) e crime por encomenda. Mas admitem uma junção das duas. Os assassinos teriam sido contratados para matar o casal de advogados e, em troca, poderiam levar tudo o que encontrassem de valor no imóvel. A polícia acredita que eles tenham fugido com US$ 700 mil em joias e dólares, encontrados em um fundo falso. Os primos D. e A. estão presos como suspeitos. D. é acusado de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa de São Paulo.

Outro crime
O Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA) da Polícia Civil conseguiu decifrar o código genético do DNA de manchas de sangue encontradas no carro apreendido com um dos suspeitos do triplo homicídio. Mas o material biológico não bateu com a sequência genética de nenhuma das vítimas. Mesmo assim, a polícia vai investigar a pista, pois acredita que um outro crime ocorreu no veículo.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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