Peritos deixam presídio após coletar material genético de pai de Isabella

Em seguida, equipe seguiu para prisão onde está Anna Carolina Jatobá.
Material será comparado com sangue recolhido à época do crime.

Foto: Reprodução/Agência O Globo

Isabella Nardoni, que morreu em março do ano passado

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) coletaram na manhã desta sexta-feira (6), em um presídio em Tremembé, a 147 km de São Paulo, material genético de Alexandre Nardoni, acusado de matar a filha, Isabella Nardoni, em março do ano passado. A informação é do promotor do caso, Francisco Cembranelli, que presenciou a coleta.
Agora, a equipe do IC segue para a penitenciária feminina na mesma cidade, onde será coletado material de Anna Carolina Jatobá, mulher de Alexandre e também acusada de matar Isabella.

A decisão pela coleta é do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo. O promotor Cembranelli, o pai de Alexandre, Antônio Nardoni, e dois advogados da equipe de Roberto Podval, que defende o casal, também foram a Tremembé.

De acordo com a decisão do juiz, caso eles se recusem a fornecer sangue, foi determinado que os peritos recolham duas amostras de material genético, como mucosa da parte interna da boca ou bulbo capilar.

O material será comparado com amostras de sangue recolhidas à época do crime – que seriam do próprio casal – e preservadas pelos institutos.

Defesa

O pedido de coleta partiu dos próprios defensores do casal. Os advogados querem verificar a origem do sangue depositado no Instituto de Criminalística. Podval esclareceu, entretanto, que não quer que sejam retiradas amostras de sangue de seus clientes. Ele prefere que seja retirado material genético da mucosa da boca ou do cabelo.

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