Homem é assassinado no Eustáquio Gomes

Amigo também foi baleado de raspão e já foi encaminhado ao Hospital Geral do Estado

Usuário de drogas é assassinado no Eustáquio Gomes

Um homem identificado como Fabiano da Silva, de 27 anos, foi assassinado a tiros no bairro Eustáquio Gomes, em Maceió, na noite desta quinta-feira (12). A vítima, que seria usuária de drogas, começou a ser perseguida por três homens desde a Favela Portelinha, onde morava, e foi alvejada na Rua L, Quadra 9, no mesmo bairro.

Informações de policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar dão conta de que houve um tiroteio na Favela, que só acabou com a execução de Fabiano. Um amigo, que ainda não foi identificado, também foi baleado de raspão na região do ombro, mas já foi socorrido e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE).

O irmão de Fabiano, identificado como Fábio, informou à Polícia que ele era usuário de drogas. As investigações da Polícia girarão em torno da hipótese de acerto de contas. O crime deve ser investigado pela Delegacia de Homicídios.

Policiais do 5º Batalhão estiveram no local. O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados.

Original em: http://gazetaweb.globo.com

GD Star Rating
loading...

Comissão da Câmara vem ao MS acompanhar investigação em Paranhos

O presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Federal, Luiz Couto, deverá vir à Campo Grande para reunir-se com autoridades a respeito da situação de violência contra os índios na região Sul do Estado. A informação foi repassada ao Midiamax pela deputada federal Irini Lopes (PT-ES), que está na Capital e em seu relatório vai pedir a vinda imediata da comissão e seus 18 membros ao Estado.

“Mato Grosso do Sul tem histórico de homicídios, de desaparecimentos de indígenas. É preocupante. Vamos acompanhar a situação da Região Sul enquanto não tiver elucidada a situação em Paranhos”, detalha Irini Lopes que às 17 horas vai reunir-se com o superintendente da PF (Polícia Federal) em Mato Grosso do Sul, José Rita Martins Lara.

Ela explica que a sua vinda foi uma resposta aos movimentos sociais do Estado.

Em Paranhos, a PF investiga a suspeita de que dois professores indígenas foram assassinados e vítimas de pistolagem. O corpo, que seria de Genivaldo Verá, foi encontrado em um córrego do município. O pai dele identificou o filho por foto, mas o Instituto de Criminalística faz o confronto das digitais e do material genético com o coletado dos pais da vítima pela PF.

O primo, Rolindo Verá continua desaparecido.

Eles foram expulsos junto com outros 16 índios da Fazenda São Luiz na madrugada de 2 de novembro e desde então estavam sumidos.

Desde que o caso tornou-se público é a primeira parlamentar em âmbito federal a se posicionar sobre o risco de confronto por conta da disputa da terra no Estado.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) entregou à parlamentar um dossiê sobre a questão indígena. Os produtores rurais da região negam que tenha havido contratação de seguranças armados no dia em que os professores desapareceram.

Original em: http://www.midiamax.com

GD Star Rating
loading...

Segurança realiza 1º Encontro sobre Preservação em Local de Crime

Preocupada com as constantes violações das cenas em locais de crimes, o que inviabilizam a comprovação da autoria de inúmeros delitos, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), por meio da Academia de Polícia Integrada (API), e o Instituto de Criminalística (IC), vai realizar o 1º Encontro Sobre Preservação em Local de Crime.

O evento é voltado a policiais civis, militares e bombeiros militar. Estão sendo ofertadas 40 vagas para jornalistas. O Encontro vai acontecer na próxima sexta-feira, dia 13, no horário das 7h30 às 12 horas, na API.

De acordo com o vice-diretor da API, delegado Herbert de Amorim Cardoso, coordenador do encontro, o evento tem o objetivo de orientar todos aqueles que atendem as ocorrências de crimes, e com isto garantir a manutenção dos vestígios deixados e realizar o isolamento e preservação do local do delito.

Portanto, segundo ele, o público alvo será os bombeiros militares, policiais militares e civis, que prestam o pronto atendimento nas ocorrências, e também toda a imprensa, principalmente os jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos que atuam na cobertura das editorias de Polícia.

“Quando as pessoas chegam ao local do crime, muitas vezes a cena é violada, inclusive pelos próprios policiais e até mesmo por jornalistas. Por exemplo, às vezes num caso de homicídio, uma arma que se mexe ou um movimento que se faz no corpo pode alterar toda a cena do crime inicial. Pretendemos orientar policiais e até mesmo jornalistas sobre a importância da preservação destes locais”, disse.

De acordo com o vice-diretor será montado um teatro com a cena de um local de crime, juntamente com a delegada de Homicídios, Francilene Lima de Souza, onde será feita uma demonstração de que forma se deve ou não proceder.

Na abertura, será realizada palestra de introdução com o perito Nelson Souza que fará uma explanação das atividades dos órgãos de Perícia em Roraima, focando as atividades de cada Instituto, como o de Medicina e Odontologia Legal, de Criminalística e de Identificação.

De acordo com o diretor do Instituto de Criminalística, Reginaldo Carvalho Sousa, os casos de homicídios e suicídios são os mais complexos para se chegar à conclusão através de uma dinâmica para esclarecer os acontecimentos. Ele citou, por exemplo, o caso do crime ocorrido numa lanchonete que ficou conhecido como o “Crime dos Altas Horas”, em que os autores mataram e ocultaram os corpos.

“Com o trabalho pericial neste caso, chegou-se a conclusão, esclarecemos a autoria, embora o local tenha sido violado, o que retardou a conclusão dos laudos periciais. Esse retardo nos traz consequências, pois há uma cobrança da Justiça e da sociedade. Além disso, a violação nos locais de crimes possibilita que os autores fiquem impunes por mais tempo. Além do que, a violação do local pode trazer laudos inconclusos e ficamos impossibilitados de subsidiar a Justiça com as provas técnicas, requeridas para a elucidação dos casos”, disse Reginaldo Carvalho.

O secretário de Segurança Pública, general Eliéser Girão Monteiro Filho destacou que dentro do critério da orientação voltada para a segurança, cresce a importância de se orientar o maior número de pessoas sobre os cuidados que devem tomar nas cenas de crimes.

O trabalho investigativo, segundo o general Monteiro, para ter sua eficácia precisa dos vestígios dos fatos que geram esse crime.
“Desta forma, tendo em vista as repetidas informações nos relatórios policiais sobre violações das cenas dos crimes, estamos realizando esse encontro e estamos ofertando vagas para os jornalistas, pois sabemos que ao alcançarmos a mídia haverá a disseminação desta informação para o público em geral”, disse o general Monteiro.

Original em: http://www.bvnews.com.br

GD Star Rating
loading...

SP: polícia prende gerente suspeito de vender comida vencida

A Polícia Civil prendeu na manhã de quarta-feira o gerente de um supermercado na rua Benedito Jacinto Mendes, em Sapopemba, zona leste de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), o local vendia alimentos com a data de validade vencida ou adulterada e que não estavam acondicionados de acordo com as normas sanitárias. Após pagar fiança de R$ 1,5 mil, o gerente M.A.G.B., 39 anos, foi libertado, mas responderá a processo.
De acordo com a SSP, policiais da 2ª Delegacia de Investigações sobre Infrações Contra a Saúde Pública, do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC), faziam vistoria no local quando encontraram os alimentos vencidos. Eles solicitaram a presença de fiscais da Coordenadoria de Vigilância Sanitária para inspecionar o local.
A SSP afirma também que foram apreendidos e encaminhados para o Instituto de Criminalística (IC) hambúrgueres, bandejas de carne moída resfriada, linguiças, peças de carne bovina e suína, pacotes de salsicha e bacon, barras de chocolate, pacotes de amendoim, peças de queijos mussarela e provolone, bandejas de queijo cheddar e outros tipos, fracionados sem autorização do fabricante. Os produtos serão pesados no IC.

Original em: http://noticias.terra.com.br

GD Star Rating
loading...

Após 5 dias Atacadão pede a perícia

O pedido de perícia no setor de depósito da filial do Tijucal do supermercado Atacadão, que foi consumido pelo fogo na manhã de sexta-feira passada, foi feito apenas ontem à Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec). O laudo deve apontar a causa do incêndio que assustou a população no dia.

Por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (Sejusp), o coordenador, Rubens Okada, informou que o departamento não falaria sobre o assunto e que a perícia é complexa, demorada e não tem previsão de conclusão.

Em nota à imprensa, que a loja Atacadão informou que o supermercado seria reaberto anteontem, a partir das 7 horas. Durante o período em que esteve fechada a unidade do Tijucal, a filial do Porto registrou aumento na freqüência de consumidores, ao ponto do trânsito ficar difícil no entorno do supermercado durante o último final de semana.

As chamas que atingiram o local chegaram a ter cerca de 15 metros, consumindo aproximadamente 500 toneladas dos mais variados tipos de produtos, como alimentícios e de limpeza.

Embora impressionante, o incidente não causou vítimas, mas contou com a ajuda da chuva que caiu naquela manhã para que as chamas fossem contidas.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a loja do Atacadão do Tijucal, cujo depósito era uma construção nova, ainda estava em processo de regularização para a retirada do alvará da corporação deste ano.

Original em: http://www.diariodecuiaba.com.br

GD Star Rating
loading...

SP: 90 kg de fogos de artifícios são apreendidos; 1 é preso

Policiais da 1ª Delegacia de Defesa do Consumidor de São Paulo apreenderam nesta quarta-feira cerca de 90 kg de fogos de artifício que estavam armazenados de forma irregular no depósito de uma transportadora, na Barra Funda, zona oeste da cidade. O gerente da empresa foi preso.
Segundo o titular da delegacia, o delegado Antonio Carlos Barbosa, os fogos seriam levados pela empresa para Maringá (PR), para a realização de um show, mas a transportadora não tinha a autorização do Exército para o armazenamento do material explosivo.
Os policiais pediram a perícia do local ao Instituto de Criminalística (IC) e ao esquadrão Anti-Bomba.

Original em: http://noticias.terra.com.br

GD Star Rating
loading...