Engenheiro diz que superlotação pode ter causado queda de camarote em show

Arquibancada caiu em São José dos Campos e deixou 60 feridos.
Laudo que apura as causas deve sair em um prazo de 15 dias.

A superlotação pode ter sido a causa da queda do camarote durante uma micareta, em São José dos Campos, a 97 km de São Paulo, na madrugada de domingo (22), de acordo com o engenheiro José Vitório Vanzela, responsável pela montagem da arquibancada. Ele nega que possa ter havido falha na montagem da estrutura.

“Não acredito que tenha sido montagem. Eu não sei quantas pessoas tinham no camarote, se houve um movimento muito grande. No meu cálculo, só permito, no laudo, duas pessoas por metro quadrado. Quer dizer, no meu cálculo ‘teria’ que ter 14 pessoas. Se caiu 7 metros e machucou 60, tinha mais gente”, diz.

A empresa contratada para a montagem da estrutura fica em José Bonifácio, a 481 km de São Paulo, e diz que não irá se pronunciar sobre o caso até que o laudo do Instituto de Criminalística seja concluído. O engenheiro afirma ainda que acompanhou o trabalhos das equipes na sexta-feira (20) pela manhã.

No acidente na madrugada de domingo, um dos seis camarotes da micareta desabou ao lado da concentração dos trios durante o show da banda Chiclete com Banana. As fotos tiradas por foliões mostram pessoas feridas. Na hora da queda, o vocalista da banda orientou o público. Ao todo, 60 pessoas ficaram feridas, das quais seis continuam internadas.

O delegado que conduz as investigações, Rubergil Violante, diz que não acredita que o excesso de peso tenha sido o motivo da queda da arquibancada, embora os pinos de sustentação da arquibancada estivessem retorcidos. O local, segundo ele, podia comportar 1.100 pessoas e, de acordo com relatos, havia 300 no momento do acidente.

Original em: http://g1.globo.com

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Idosa ferida após chão de casa ceder segue em estado grave em SP

Permanece internada em estado grave nesta terça-feira a idosa Maria de Lourdes de Souza, 60 anos, que ficou ferida após ser engolida por um buraco aberto na cozinha da casa onde mora, na Vila Mendes, Zona Leste de São Paulo. Ela continua na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Marcelina, na mesma região.

Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a paciente respira com a ajuda de aparelhos e deve ser submetida a novas avaliações ao longo do dia.

O acidente ocorreu no domingo. A mulher lavava pratos quando uma cratera abriu no chão. Ela ficou presa embaixo da pia, enquanto seu marido, que também estava no local, sofreu apenas escoriações.

A Defesa Civil Municipal informou que a casa foi construída em cima de um poço e, por isso, o piso não aguentou e cedeu. O imóvel deve permanecer interditado por 30 dias, até que seja concluído o laudo do IC (Instituto de Criminalística).

Original em: http://home.dgabc.com.br

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Ex-vereador é baleado e morto dentro de carro no interior de SP

O empresário e ex-vereador José Carlos dos Santos, 54 anos, foi morto a tiros dentro do carro dele na noite desta segunda-feira em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Santos cumpriu o mandato entre 2001 e 2004. Ninguém foi preso pelo crime.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o ex-vereador foi atingido por pelo menos dois tiros enquanto esperava a ex-mulher próximo à casa dela. A polícia encontrou o ex-vereador já morto dentro de seu Palio.

O caso foi registrado como homicídio doloso (quando há a intenção de matar) na delegacia central da cidade. Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local do crime.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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André diz que professor de Paranhos foi morto vítima de pancada no tórax

Embora o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), tenha afirmado que a polícia está empenhada em encontrar o corpo do professor Rolindo Verá, desaparecido no dia 2 de novembro em confronto com seguranças privados na Fazenda São Luiz, em Paranhos, a informação dos moradores da aldeia Pirajuí é de que não há bombeiros, nem grupos da polícia na área à procura do indígena.

O primo de Rolindo, Genivaldo Verá foi encontrado morto sem perfurações no corpo em um córrego dentro da área de confronto. Ele foi morto vítima de pancada no peito, disse o governador.

Indagado sobre a falta de informação sobre a investigação, encabeçada pela Polícia Federal de Naviraí, Puccinelli frisou que há pelo menos oito hipóteses para o caso. A primeira de que os dois indígenas foram assassinados. Mas, até agora a PF e a Polícia Civil não efetuaram prisões.

A segunda, de que o professor indígena desaparecido, Rolindo Verá, seja o autor da morte de Genivaldo Verá. Hipótese descartada pelos familiares que estiveram na última semana na Capital, onde conseguiram a liberação do corpo de Genivaldo que estava há pelo menos 10 dias no Instituto Médico Legal. Os pais de Genivaldo, Bernardo e Francisca Verá querem ajuda para encontrar nem se for a ossada do sobrinho Rolindo e disseram que a luta pela terra na região não vai cessar mesmo com derramamento de sangue.

“A polícia está procurando. Se alguém souber de algo a mais tem que informar”, disse o governador.

O caso

No dia 20 de novembro, após peregrinação em Campo Grande pela Superintendência da PF (Polícia Federal) e Instituto de Criminalística por informações sobre o corpo do professor guarani Genivaldo Verá, de Paranhos, os pais Francisca e Bernardo Verá receberam da direção do Instituto de Criminalística a confirmação do que eles já sabiam. No dia 7 de novembro o corpo foi encontrado submerso no córrego Ypoi e trazido para o Instituto Médico Legal da Capital.

Genivaldo e Rolindo Verá entraram com outros 16 indígenas na Fazenda São Luiz e depois de três dias foram expulsos na madrugada de 2 de novembro por seguranças particulares. No confronto, os professores não voltaram para a casa.

O casal faz um apelo e pede que as autoridades encontrem o corpo de Rolindo Verá ‘mesmo que sejam os ossos’. “Matou e roubou o corpo. Se não viesse aqui, não saberia resposta. Muito difícil para minha mãe e meu pai”, diz o irmão guarani que acompanhou os pais e pediu para não ter o nome nem foto divulgada pelo risco de confronto.

A morte para Bernardo e Francisca causa dor, mas segundo eles, não faz o povo guarani recuar. “Estamos prontos para lutar”, disse a mãe na língua guarani. “Já morreu lá pela luta da nossa terra e vamos continuar”, disse também o pai. Sem derramar lágrimas, mas com o semblante sério, o casal aguarda o momento da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) fazer o transporte do filho para a aldeia Pirajuí.

Segundo informações apuradas pelo Midiamax junto ao governo estadual, o corpo passou por necropsia e não foram constatadas perfurações por tiro ou faca nem tampouco os ossos foram quebrados. A causa da morte não pôde ser elucidada pelo avançado estágio de putrefação. Mas, hoje o governador de Mato Grosso do Sul disse à imprensa que Genivaldo morreu vítima de complicações cardiorrespiratórias ocorridas após ter levado uma forte pancada no tórax.

Violência

A aflição tomou conta da comunidade indígena e chamou a atenção da Anistia Internacional que pediu ao Brasil explicações sobre mais um escândalo que acabou em morte.

Em meio a situação, a PF (Polícia Federal) de Naviraí, responsável pelo inquérito sigiloso, não comunicou aos familiares como estava a perícia. Francisca e Bernardo já tinham confirmado por fotografia que a pessoa encontrada morta era o filho. O calção, a cueca e a falha na arcada dentária ajudaram na identificação, mas falta a confirmação da perícia técnica e a liberação do corpo para os rituais de sepultamento indígena na aldeia Pirajuí.

Laudo

Peritos do Instituto de Criminalística de Campo Grande receberam da PF as carteiras indígenas da Funai (Fundação Nacional do Índio) dos professores Genivaldo Verá e Rolindo Verá.

Foram coletadas as digitais do corpo de Genivaldo.

André diz que professor desaparecido (foto) pode ter matado Genivaldo

As digitais dele não foram encontradas no banco de dados de Mato Grosso do Sul, que reúne todos os dados de quem tem carteira de identidade local. Mas, como os indígenas têm a carteira da Funai e nela, há a impressão digital foi feito também o confronto.

Original em: http://www.midiamax.com

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Policiais civis cruzam os braços e atendimento à população é suspenso em Londrina

Manifestantes estão concentrados em frente à 10ª Subdivisão da Polícia Civil. Entre as reivindicações estão melhores condições salariais e contratação de mais policiais. Atendimento será normalizado depois das 18h, quando o movimento se encerra

Roberto Custódio / Jornal de Londrina / Porta de entrada do plantão da 10ª Subdivisão foi fechado com uma faixa. Atendimento à população está suspenso

Porta de entrada do plantão da 10ª Subdivisão foi fechado com uma faixa. Atendimento à população está suspenso

Os policiais civis de Londrina aderiram à paralisação estadual da categoria por 24 horas nesta terça-feira (23). Investigadores e escrivães estão concentrados em frente à sede da 10ª Subdivisão da Polícia Civil. Eles reivindicam melhores condições salariais e aumento no quadro de servidores. Em Curitiba, os manifestantes farão uma caminhada, às 14 horas, pelo Centro Cívico, passando pela Assembleia Legislativa do Paraná e pelo Palácio das Araucárias, atual sede do governo do estado.
Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região, Eli Almeida de Souza, foram mantidos apenas 30% do efetivo para realizar os serviços essenciais, como a segurança dos presos nos distritos policiais, investigação em local de crime e prisões em flagrante. O atendimento à população foi suspenso e pessoas estão sendo impedidas de entrar na delegacia. Ele será normalizado depois das 18h, quando o movimento se encerra.
Entre as reivindicações dos policiais está a conclusão do estudo do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) desenvolvido desde 2005. Segundo o sindicalista, essa demora é um desrespeito à categoria. Para Souza, com essa atitude o governo do Estado mostra que não tem uma política de valorização do policial.
Os manifestantes também reivindicam melhores condições salariais. Para exemplificar a defasagem salarial, o vice-presidente do sindicato usou como exemplo a remuneração dos futuros guardas-municipais de Londrina, que terão salarial inicial de R$ 1,7 mil e a exigência para o cargo é de ensino médio.
“Para ser investigador ou escrivão é preciso ter ensino superior e o salário inicial é R$ 1,9 mil. Nosso cargo envolve um risco maior, além de termos que cuidar de todo o inquérito e fazer a segurança de presos. Também questionamos a grande diferenciação em relação ao salário dos delegados, que inicial é de aproximadamente R$ 9,8 mil”, afirmou.
Outra reclamação dos policiais é o baixo número de policiais em Londrina. Segundo o sindicato, há 130 policiais para realizar serviços administrativos e de investigações. Os sindicalistas afirmam que o número de equipes foi reduzida nos últimos anos enquanto a população da cidade cresceu. Conforme a entidade, há 15 anos o departamento de furtos e roubos tinha 12 equipes e 24 policiais. Atualmente, existem apenas três equipes e seis policiais.
O delegado-chefe de Londrina, Sérgio Barroso, não quis se pronunciar sobre a paralisação. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) foi procurada pela reportagem nesta manhã, mas informou que também não iria comentar a possibilidade de prejuízos no atendimento à população ou sobre qualquer assunto relacionado à paralisação dos policiais civis.

Original em: http://portal.rpc.com.br

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MPF recomenda recusa a curso da Gama Filho

O Ministério Público Federal no Amazonas recomendou nesta segunda-feira (23/11) ao delegado-geral da Polícia Civil do Amazonas, e ao Centro de Educação Tecnológica do Estado do Amazonas (Cetam), que não sejam reconhecidas como válidas as declarações de conclusão de curso de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização, modalidade à distância, em Direito processual Penal, concedidas pela Universidade Gama Filho. O veto também vai contra entidades parceiras da universidade na emissão dos certificados de conclusão apresentados pelos candidatos aprovados no concurso público para delegado de Polícia, investigador, escrivão, perito criminal, perito legista e perito odontolegista (Edital 001/2009).
A recomendação foi feita tendo em vista o não-cumprimento, por parte da instituição de ensino, das exigências prescritas pela legislação educacional brasileira. Segundo o procedimento administrativo instaurado pelo MPF, o curso estaria sendo ministrado num prazo de três meses, período insuficiente ao cumprimento da carga horária mínima do curso de 360 horas, sob risco de inevitável comprometimento à qualidade do ensino ofertado.
Sobre o assunto, o artigo 5º da Resolução 1/2007 do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior determina que “os cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização, têm duração mínima de 360 horas, nestas não computado o tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, e o reservado, obrigatoriamente, para elaboração individual de monografia ou trabalho de conclusão de curso”. Também o artigo 3º, parágrafo 1º do Decreto 5.622/2005 determina que “os cursos e programas a distância deverão ser projetados com a mesma duração definida para os respectivos cursos na modalidade presencial”.
O MPF-AM ressalta ainda que, mesmo sanadas as pendências constatadas, os organizadores do concurso não poderão autorizar o reconhecimento posterior dos títulos, uma vez que o prazo para a avaliação dos mesmos já terá sido encerrado.
O delegado-geral da Polícia Civil, o Cetam e o secretário de Educação à Distância do Ministério da Educação (MEC) deverão também informar ao MPF, no prazo de 48 horas, sobre aceitação da presente recomendação, com descrição detalhada do planejamento das ações necessárias para o cumprimento da mesma e os respectivos cronogramas, estando cientes que o não cumprimento da determinação, implicará a adoção de medidas judiciais para o cumprimento coercitivo e aplicação das sanções cabíveis.
Em outubro de 2009, o juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual Leoney Figliuolo Harraquian, em Ação Cautelar da Defensoria Pública, suspendeu o concurso público da Polícia Civil para os cargos de investigador e escrivão de polícia, após alguns candidatos terem procurado a Defensoria relatando a existência de irregularidade na prova de digitação realizada no dia 11 do mesmo mês. Candidatos estariam de posse do texto da prova de digitação antes mesmo da avaliação oficial.
A reprovação de 18 candidatos com deficiência física nos exames médicos para os cargos de investigador, perito criminal e escrivão, também foi motivo de contestação e levou o Ministério Público Estadual (MP-AM) a entrar com um pedido na 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual para que o juiz Leoney Harraquian se manifeste sobre o assunto.
No dia 16 de novembro, o defensor público Carlos Alberto Souza de Almeida Filho ingressou com uma Ação Civil Pública junto à 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, solicitando à Justiça a determinação para que a prova de digitação do certame para os cargos de escrivão e investigador seja refeita. O defensor solicitou ainda a alteração da pontuação da prova de títulos, que estaria muito elevada. Com informações da assessoria do MPF-Amazonas.

Original em: http://www.conjur.com.br

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Fotógrafo do IC é acusado de assassinar serralheiro

Bruno José da Silva teria levado um tiro de Carlos Augusto dos Santos ao tentar separar uma briga do policial com a cunhada. Suspeito fugiu e continua foragido da polícia

Bruno Silva teria dado um murro em Carlos dos Santos, que teria sacado o revólver e atirado

O fotógrafo Carlos Augusto dos Santos, de 53 anos, do Instituto de Criminalística (IC) de Mogi das Cruzes, é acusado de ter assassinado o serralheiro Bruno José da Silva, 21. O motivo do crime seria um desentendimento familiar. Silva teria tentado impedir que o policial agredisse sua vizinha, a dona de casa Celina Castange Vianna, 46, cunhada de Santos, e acabou levando um tiro no abdome. O caso segue sob investigação policial.

O crime ocorreu na noite de domingo na rua Presidente Getúlio Vargas, no Mogi Moderno. A reportagem apurou que, por volta das 23 horas, Celina chegava em casa e encontrou Santos, que passava de carro pelo local. Ele estava com a mãe, que iria ficar na casa da nora. Em depoimento no 1° DP, no Parque Monte Líbano, a mulher contou que, nesse momento, o homem passou a acusá-la de adultério e a agredi-la verbalmente. Nervosa, ela teria avançado contra ele, que teria lhe dado um tapa.

A alguns metros dali estava o serralheiro, que, do portão de sua casa, viu a briga e correu para ajudar Celina. Segundo o boletim de ocorrência, Silva teria desferido um murro contra o fotógrafo do IC, que sacou o revólver e atirou contra ele. O disparo atingiu o abdome do jovem, que correu até a casa de uma vizinha para pedir ajuda. “A intenção dele era apenas ajudar Celina. O policial foi um covarde. Ele devia ter saído no soco com ele, e não tê-lo matado”, comentou a auxiliar de limpeza Vera Márcia Rodrigues, que presenciou todo o crime.

A vítima foi levada pelo resgate do Corpo de Bombeiros até o Hospital Luzia de Pinho Melo, no Mogilar. O serralheiro foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu ao ferimento e morreu na madrugada de ontem.

O fotógrafo do IC, após a confusão, teria fugido e, até o fechamento dessa edição, não havia sido localizado. O caso foi registrado como homicídio no 1° DP, mas, como se trata de um policial, o inquérito foi instaurado na Delegacia Seccional de Mogi.

Original em: http://www.moginews.com.br

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Advogado de 80 anos é preso por ameaça em briga no trânsito

Um advogado de 80 anos discutiu no trânsito, foi seguido por outro motorista e acabou detido pela Polícia Militar, na tarde de domingo, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. O suspeito, que segundo a Secretaria de Segurança Pública, estava com uma arma de fogo, foi autuado por porte ilegal e ameaça.
A polícia foi acionada por um comerciante informando que seguia um carro cujo motorista, após uma colisão, o havia ameaçado com uma arma de fogo. O fato teria ocorrido na rua Mateus Grou, em Pinheiros, e o suspeito seguia pela rua Pinheiros, em direção à avenida Brigadeiro Faria Lima.
A PM abordou o suspeito e encontrou em seu carro uma pistola alemã Walther calibre 38, municiada com oito cartuchos. O advogado foi levado até o 14º Distrito Policial e indiciado.
Na delegacia, o comerciante que teria sido ameaçado disse que o advogado parou seu carro no meio da rua, voltou a dirigir e freou bruscamente, o que provocou uma colisão. O advogado teria descido e o ameaçado com a pistola.
De acordo com a secretaria, a pistola está com o registro atualizado, mas como o advogado não tem porte, foi autuado em flagrante por infringir o Estatuto do Desarmamento. O auto de prisão contou com a presença de um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP). Após exame médico, o suspeito foi levado para a carceragem do 40º DP, na zona norte, para presos com curso superior. A arma e suas munições serão periciadas no Instituto de Criminalística.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Polícia encontra 4 tipos de drogas com jovens que iam para rave no interior de SP

Foram apreendidos maconha, cocaína, LSD e ecstasy.
Jovens seguiam de São José do Rio Preto para festa em Franca.

Foto: Divulgação/Dise

Foram apreendidos maconha, cocaína, 15 comprimidos de ecstasy e 10 pontos de LSD

A polícia apreendeu diversos tipos de drogas com um grupo de jovens de São José do Rio Preto, a 440 km de São Paulo. Eles seguiam para uma festa rave. A apreensão foi feita na madrugada de domingo (22), quando os jovens seguiam de micro-ônibus para a cidade de Franca, a 400 km da capital paulista, onde a festa foi realizada.

Com nove dos 24 jovens do ônibus foram encontrados maconha, cocaína, 15 comprimidos de ecstasy e 10 pontos de LSD. Eles foram conduzidos à Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de São José do Rio Preto para o registro da ocorrência.

As drogas foram apreendidas e encaminhadas para perícia no Instituto de Criminalística (IC). A Polícia Civil seguirá investigando o caso para descobrir quem são os fornecedores das drogas.

Original em: http://g1.globo.com

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Menino morre eletrocutado ao pular grade para pegar manga

Caso foi em Piracicaba. Dono da casa foi preso em flagrante e vai responder por homicídio culposo

O menino Diego Gomes Martins, de 9 anos morreu eletrocutado e outro, de 10 anos, ficou gravemente ferido quando tentaram pular a cerca de uma casa para pegar uma manga, no Parque do Sabiá, periferia de Piracicaba, na tarde de domingo (22). Os moradores do bairro protestaram e, depois de depredarem a casa onde ocorreu o acidente, móveis e eletrodomésticos foram roubados.

O dono da casa foi preso em flagrante e, segundo a polícia, vai responder por homicídio culposo, aquele em que não há intenção de matar.

O terreno tinha uma cerca com eletricidade, e os dois meninos levaram um choque. Com a força da descarga elétrica, Diego morreu na hora. “Meu sobrinho tinha 9 anos, o menino não entendia que tinha um fio que dava choque ali”, disse uma tia do menino, Carla da Silva.

O colega, Daniel Diego, de 10 anos, teve ferimentos graves. “Eles vieram pegar uma manga, e o meu filho está na UTI”, desabafou a mãe do garoto, Maria Teresa Correia.

O delegado responsável pelo caso acredita que a cerca não foi eletrocutada intencionalmente. “Com base no perito criminal, pelo que identificaram, não demonstra indícios de ele ter a intenção de eletrocutar a cerca e sim de ter sido de uma forma acidental, devido a fios velhos, antigos, colocados de forma inadequada”, explicou Vicente de Almeida Prado.

Apesar da suspeita do delegado, o dono da casa foi autuado em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele está preso na cela de uma delegacia da cidade.

O menino que sobreviveu continua internado na Santa Casa de Piracicaba.

O corpo de Diego Gomes Martins será sepultado às 14h no Cemitério de Vila Resende. O outro menino está em estado grave na UTI da Santa Casa de Piracicaba.

Original em: http://eptv.globo.com

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