Corpo de jovem é encontrado em córrego

Corpo do jovem foi encontrado no Vale do ReginaldoO corpo de um jovem, na faixa de 20 anos, foi encontrado por populares no começo da tarde desta quinta-feira, 26, no córrego do Vale do Reginaldo. Segundo moradores, a vítima, que está trajando calça jeans, tênis branco e camisa preta, não é conhecida na região.

Policiais da Radiopatrulha e do 1º BPM estão local e acreditam que o jovem tenha sido vítima de homicídio, o que só poderá ser confirmado com a perícia. Uma equipe do Samu esteve no local e o Corpo de Bombeiros aguarda a chegada dos peritos do Instituto de Criminalística (IC) para retirar o corpo do córrego.

O Instituto Médico Legal (IML), também foi acionado para o local, onde uma multidão se aglomera para observar o corpo.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Polícia pericia centro de Umbanda atacado por vândalos em Nova Iguaçu

Peritos em centro de Umbanda de Nova Iguaçu. Foto de Luis AlvarengaAtacado na madrugada de terça-feira por um grupo que quebrou cerca de oito imagens religiosas , além de prateleiras, pratos de barros e copos de oferendas, o Centro Espírita de Umbanda Caminho de Oxum, em Nova Iguaçu, foi periciado na manhã desta quinta-feira por uma equipe do Instituto de Criminalística Carlos Éboli. O delegado titular da 52º DP (Nova Iguaçu), Júlio Cesar Vasconcellos, acompanhou o trabalho e colheu impressões digitais deixadas no local. Com elas ele pretende identificar os responsáveis pela depredação da casa religiosa. A porta de entrada do terreiro também foi forçada. Segundo o delegado, caso o acusado seja identificado, ele poderá responder a processo penal baseado na Lei 7716, a Lei Caó, que trata de intolerância religiosa. O delegado Henrique Pessoa, representante da Polícia Civil na Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, investiga se o ato de vandalismo foi provocado por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus, que tem uma sede na mesma rua.

Vídeo mostra a destruição no centro de Umbanda

Além do delegado da 52º DP, um grupo da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa – composto de um padre, um muçulmano, um rabino e quatro sacerdotes de Umbanda – esteve no centro espírita para dar apoio ao babalorixá Bruno Pereira, o Bruno de Oxum. Para o muçulmano Salah Al- Din Harmmad, o que ocorreu no terreiro de Umbanda foi uma violação constitucional.

Por meio de sua assessoria, a Igreja Universal afirmou desconhecer o incidente e informou: “A igreja prioriza o respeito e a consideração a todos os credos religiosos e jamais orientou nem orienta seus membros a praticarem qualquer atitude de intolerância contra pessoas de outras religiões e nem contra objetos que pertençam ao ritual litúrgico de cada crença”.

Há pouco mais de um mês, o babalorixá Bruno Pereira diz ter sido alvo de intolerância por parte de fiéis da igreja. Segundo ele, depois de fazer uma oferenda numa encruzilhada próxima ao centro, pessoas que seriam fiéis da Universal destruíram sua oferta.

Bruno procurou o bispo responsável pela Igreja, que teria prometido que a situação não se repetiria. Os invasores teriam pulado o muro com o auxílio de tábuas de madeira encostadas no muro de um terreno vizinho. Nada foi roubado do centro.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Polícia apreende cerca de R$ 60 mil em DVDs e CDs piratas no Centro

O material foi apreendido em operação comandada pela equipe do 7°DP.

Policiais do 7º Distrito Policial (Parque Alvorada) comandados pelo delegado José Gonçalves estourou no início da semana, um galpão onde eram distribuídos DVDs e CDs piratas. A mercadoria está avaliada em mais de R$ 60 mil.
O depósito ficava localizado na rua Riachuelo, no Centro de Teresina, próximo à Prefeitura e foram apreendidos mais de 60 mil mídias entre CDs e DVDs. Segundo o delegado, seis pessoas foram detidas e foram enquadradas no Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e liberados.

O material está no 7º DP, depois será encaminhado para a Perícia Criminal e para o Juizado Especial.
José Gonçalves declarou que foi designado para esta operação pela Delegacia Geral, pois os dois policiais da Deccoterc (Roberto Carlos e Samuel) estavam em missão no interior. “Fui chamado porque a polícia não podia perder a oportunidade de apreender esse material. Mas, as investigações continuam com a Deccoterc”, destacou.

Original em: http://www.cidadeverde.com

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Acadepol qualificará mais de 2 mil profissionais de segurança até 2010

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) dedica especial atenção à formação de policiais, bombeiros e demais integrantes do sistema de segurança pública. Desde maio de 2009, a Academia de Polícia Civil (Acadepol) vem implementando uma programação de vem implementando em parceria com as melhores universidades e instituições de ensino do país. A remodelação do sistema de ensino foi possível graças à aplicação correta do convênio 349, firmado entre a SSP e o Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O convênio prevê a contratação de uma empresa para organizar e produzir cursos de segurança pública. No entanto, a empresa contratada no início do ano não cumpriu as cláusulas do contrato e foi excluída por descumprimento do acordo. A empresa foi penalizada com base na Lei 8.666/93 e proibida de prestar serviços ao Estado.

Nesse sentido, o secretário da Segurança Pública, João Eloy, assinou um convênio no mês de agosto com a Fundação Trompowski de Apoio ao Departamento de Educação e Cultura do Exército (Decex) para elaborar cinco cursos para a qualificação dos policiais sergipanos. Segundo Abelardo, no dia 11 de maio, 28 policiais civis e militares participaram de um curso ministrado por peritos do Instituto de Criminalística cujo tema foi ‘Local de Crime’. Primando pela integração como política de ensino, a Acadepol promoveu o curso de Identificação Veicular e Documental Visual no mês de agosto para qualificar 32 policiais e guardas municipais.

Conforme Abelardo Inácio, o curso foi ministrado por três policiais do Rio Grande do Sul. Seguindo esta tônica, os funcionários da academia também foram treinados no curso de Defesa Pessoal e Qualidade de Vida. Para celebrar o convênio com a Fundação Trompowski, a SSP inaugurou o curso para 47 policiais civis, militares, federais e rodoviários federais. O curso teve duração de 360 h/aula e funcionou em regime integral.

“Este curso é um dos mais modernos em técnicas de inteligência e foi totalmente ministrado por consultores internacionais, agentes da Agência Brasileira de Inteligência e integrantes do Exército Brasileiro”, disse Aberlardo. Ainda dentro desse convênio foi realizado 128 h/aula do curso de Atualização de Técnicas e Reflexões sobre Atualização Policial voltado para 65 policiais civis. O curso foi feito em parceria com a Universidade Federal de Sergipe, Universidade Tiradentes e a Câmara do Comércio de Mediação de Conflitos.

Além disso, a Acadepol disponibilizou aulas para melhorar a imagem do servidor público perante a sociedade. Dessa forma, 471 servidores da SSP participaram este ano do curso de Marketing Pessoal e Comportamento; outros 499 fizeram o curso de Atendimento ao Cidadão. Assim, até o momento, 1.146 profissionais de segurança pública participaram de algum tipo de qualificação profissional ofertado na Acadepol. A Previsão é de que até 2010 mais de dois mil profissionais de segurança pública serão capacitados na Acadepol.

Aquisição de bens

Ao passo que busca oferecer os melhores cursos, a Acadepol adquiriu bens móveis para oferecer a melhor estrutura para os alunos. Segundo Abelardo Inácio, foram adquiridos quatro ar condicionados de 12 mil BTUs, três data show, dez aparelhos de DVD, quatro caixas amplificadas, três microfones, televisores de 29 polegadas, estofados, impressoras, entre outros.

Dentro desse programa de desenvolvimento estrutural, foram feitas reformas em toda a parte física. Várias salas receberam um tratamento especial, além das áreas de uso comum como à quadra de esporte e o stand de tiros. Para Abelardo, o grande diferencial da Academia é o benefício que ela traz não somente para os policiais, mas para toda a sociedade que usufrui os serviços e espaço que a academia oferece.

“O nosso auditório já foi utilizado este ano pelo Corpo de Bombeiros, associações, igrejas evangélicas, Polícia Militar e conselhos da comunidade”, contou o diretor. Outro setor bem freqüentado é o stand de tiros, amplamente utilizados pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Justiça, Polícia Civil e Guarda Municipal de Aracaju. Também serve a comunidade as salas de aula e os veículos da Academia.

Outro benefício de valor social inestimável é o número de policiais do interior de Sergipe e de vários Estados do Brasil que usam o alojamento da Acadepol. “Muitos são de Pernambuco, Alagoas, Bahia, entre outros”.

O diretor disse ainda que a criação do Núcleo de Gerenciamento de Estresse previsto para início de 2010 beneficiará policiais civis, militares e bombeiros do estado de Sergipe. O projeto de R$ 1 milhão já foi aprovado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e será utilizado na contratação de uma empresa especializada. “O núcleo terá a missão de investigar e analisar o nível de estresse dos policiais civis, militares e bombeiros de Sergipe”, explicou.

Além desse projeto, sete novos projetos foram aprovados pelo Ministério da Justiça este ano e aguardam a correta execução para o ano de 2010.

Original em: http://www.faxaju.com.br

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Soldado da PM suspeito de matar publicitária em Goiânia é preso

GOIÂNIA – O soldado da Polícia Militar de Goiás Henrique Lopes Galvão, de 28 anos, suspeito de ter matado a publicitária e empresária Polyanna Arruda Borges, de 26, foi preso nesta quarta-feira. Polyanna foi assassinada a tiros no dia 24 de setembro deste ano, às margens do Córrego Caveirinha, no Residencial Humaitá, em Goiânia.

Henrique foi preso por determinação do comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias, depois que a Polícia Civil prendeu, na terça-feira, no Bairro Goiá, o irmão dele, Hélio Lopes Galvão, com o celular da publicitária. Hélio disse que comprou o celular do irmão.

Segundo as investigações da PM, o celular da publicitária foi furtado pelo militar no local onde o carro da vítima foi encontrado parcialmente carbonizado, no dia 24, na Rua Xavante, no Residencial Caraíbas.

– Ele era o responsável pela preservação do local do crime e a atitude dele é inadmissível para a corporação – explicou o comandante-geral da Polícia Militar.

O soldado contou na Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) que achou o aparelho Nokia N 85 no chão, perto do carro da publicitária, e que apresentava defeito. Segundo o soldado Henrique Galvão, o aparelho estava molhado e ele gastou com o conserto dele. As versões do soldado e do irmão dele serão analisadas pelas duas polícias. O coronel Carlos Antônio Elias disse que o soldado terá de provar que não foi ele o autor do assassinato de Polyanna Arruda.

– Não acreditamos que ele tenha violado o local do crime e que tenha apenas furtado o celular. Para a PM, hoje ele é o principal suspeito do crime. Terá de provar que não matou a publicitária – disse.

O coronel Carlos Antônio Elias disse também que o sargento Adriano Fidélis dos Santos, que comandava a operação no local em que o carro foi encontrado, também será responsabilizado pela violação de local de crime. Ele já foi afastado das funções e além de responder ao procedimento policial militar na Corregedoria, será responsabilizado criminalmente.

O laudo cadavérico de Polyanna Arruda Borges revelou que a publicitária e empresária foi asfixiada, estuprada e morta com pelo menos sete tiros, dois deles à distância. O corpo dela apresentava oito perfurações e uma delas atravessou o corpo da vítima, que foi encontrada nua.

A empresária desapareceu por volta das 8h do dia 24 de setembro, ao sair de casa, no Setor Bueno, para ministrar uma palestra na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Ela não chegou ao compromisso. Logo depois, o carro dela foi encontrado parcialmente carbonizado.

A Polícia Civil continua investigando a possibilidade de latrocínio- roubo seguido de morte.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Incêndio destrói toneladas de algodão em indústria

Um incêndio destruiu toneladas de algodão que estavam estocadas em dois armazéns da Indústria de Fiação Beatriz Têxtil, no município de Maracanaú. A causa do incêndio, segundo os Bombeiros, é ainda desconhecida. A perícia do Instituto de Criminalística da SSPDS deve divulgar o laudo em 30 dias

Um incêndio de grandes proporções foi registrado, ontem de madrugada, por volta das 2 horas, na Indústria de Fiação Beatriz Têxtil, na avenida da Penetração, no Conjunto Industrial III, em Maracanaú. A estimativa do Corpo de Bombeiros é de que 20 toneladas de algodão, que estavam estocadas em dois armazéns, tenham sido consumidas pelo fogo. A causa do incêndio, conforme o tenente coronel Leandro Nogueira, do Corpo de Bombeiros, é ainda desconhecida. 

Ele disse que somente a perícia do Instituto de Criminalística da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) poderá detectar a causa. Sete guarnições do Corpo de Bombeiros foram acionadas para combater o incêndio. A primeira providência dos Bombeiros foi isolar os os outros armazéns, que continham grande estoque de algodão e materiais de fácil combustão. Um helicóptero da Policia Militar também auxiliou os bombeiros. 

Somente à tarde, os bombeiros conseguiram apagar o incêndio. Segundo a Polícia, o laudo do exame pericial deverá está concluído no prazo de 30 dias. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Maracanaú.

Original em: http://www.noolhar.com

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Policia apreende aparelho de tortura com traficantes no Rio

A polícia obteve nesssa quara-feira mais uma prova de que bandidos da quadrilha de Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico do Complexo do Dendê, na Ilha do Governador, utilizam instrumentos de tortura contra seus desafetos. Durante operação na Favela do INSS, também dominada pelo bando, uma equipe do 17º BPM (Ilha) apreendeu uma arma não letal que aplica choques elétricos, conhecida como Taser, semelhante às que foram adquiridas para a Guarda Municipal.
Em julho, um bastão que dá choque havia sido achado pela Delegacia de Combate as Drogas (Dcod) dentro de uma casa que pertenceria a Guarabu, no Dendê.
Na ação de ontem, os PMs encontraram ainda três granadas de uso militar, uma pistola calibre 380 e 339 papelotes de cocaína. Dois homens foram presos. A arma não letal foi encaminhada para análise do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).
No fim da tarde, um homem morreu em troca de trios com policiais do 17º BPM, na favela da Pixuna. Uma patrulha foi atacada por cerca de dez bandidos quando passava pela Rua Magno Martins, um dos acessos à comunidade. No confronto, um suposto criminoso foi baleado. Ele foi socorrido para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu. Uma pistola foi apreendia e levada para a 37ª DP (Ilha).

Original em: http://noticias.terra.com.br

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SP: 14 são presos em ação contra venda de atestados médicos

** Foto: Raphael Marchiori/ SSP-SP/Divulgação

Cartazes eram usados pelos vendedores nas ruas

A polícia Civil de São Paulo prendeu nessa quarta-feira 14 pessoas que vendiam falsos atestados médicos para pessoas que queriam justificar a ausência no trabalho. A iniciativa faz parte de um programa do governo do Estado paulista contra ao excesso de faltas entre os servidores. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os documentos eram vendidos na região central e na zona sul, por valores que oscilavam entre R$ 20 e R$ 50. Os vendedores eram pessoas de 40 a 60 anos, que ficavam nas ruas com placas penduradas ao corpo.
Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) foi o responsável pela operação Atestado 4, realizada após sete dias de investigação, nos quais 39 policiais civis trabalharam. Mais de mil atestados médicos foram aprendidos.
Foram realizados monitoramentos, abordagens e prisões na região central, como na Praça da Sé, no Largo do Paissandu, e nas ruas Conselheiro Crispiniano e Barão de Itapetininga. O Largo 13 de Maio, na zona sul, também foi alvo da ação.

Disfarces

Para identificar os suspeitos, os policiais usaram disfarces e chegaram até a comprar alguns atestados. Eles pediam pelo produto e recebiam de volta os documentos falsos em nome de diversos centros hospitalares, como: Hospital Regional Sul, Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro, Hospital das Clinicas e Hospital Santa Marcelina.
Os documentos serão analisado pela perícia do Instituto de Criminalística (IC). Para constatar a falsidade, a polícia entrou m contato com médicos que tiveram seus CRMs falsificados nos documentos, e comparou assinaturas e carimbos. “Além de não encontrarmos nenhuma evidência da participação deles, todos negaram o envolvimento”, disse o delegado Dejar Gomes Neto, diretor do DPPC.
Os homens ficavam nas ruas esperando potenciais clientes. Desempregados, eles emitiam atestados comprovando a doença que o funcionário quisesse – para afastá-lo do trabalho por quanto fosse necessário. Segundo João Batista Beolchi, corregedor da CGA, “esses funcionários tinham um cardápio de doenças à disposição e o preço do falso documento subia caso o afastamento fosse solicitado em datas próximas a feriados”.

Combate às faltas no trabalho

A Operação Atestado 4 faz parte do combate do Governo do Estado ao absenteísmo no serviço público, principalmente na Secretaria da Educação do Estado. Em novembro de 2007, foi detectado que 13% das faltas diárias de professores eram ocasionadas por motivos de saúde. Nesse cenário, o governador José Serra baixou um decreto que limitou o número de faltas por atestado médico a seis por ano. O resultado foi uma diminuição das faltas no serviço público estadual em 59%.
Apesar de a ação ter como foco o combate às faltas no serviço público, Dejar Gomes Neto destaca também a importância de ações desse tipo para o setor privado. “A sociedade como um todo acaba lesada com a venda desses atestados, inclusive os empregadores privados. De forma geral, quando um funcionário falta, o prejuízo é duplo, pois o trabalho dele terá de ser feito por outro”, disse.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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