PC prende acusadas de assassinato de jardineiro

Acusadas de terem matado o jardineiro Sérgio Renato Santana, 45 anos, foram presas pela Polícia Civil. A prisão aconteceu na tarde de ontem, quando, após investigações, equipe de detetives da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, composta pelo inspetor Gonzaga, agentes Ismar, Eliene e Zaidan, comandados pelo delegado Luiz Fernando de Paula Bernardes, compareceram a uma residência na rua São Lucas, no bairro Parque São Geraldo. Eles prenderam a acusada de homicídio Tatiana Vilela Vasques, 25 anos. Em seguida, realizaram rastreamentos e prenderam a comparsa Priscila Silva dos Santos, 25 anos, que estava na avenida Bandeirantes. Segundo o delegado Luiz Fernando, os mandados de prisão temporária de 30 dias foram expedidos pelo juiz de Direito Fausto Bawden de Castro Silva, da 3ª Vara Criminal de Uberaba.
Tatiana, ao prestar depoimento ao delegado de plantão, confessou o homicídio e disse que tinha combinado um programa co a vítima, mas ao chegar ao local o jardineiro começou a agredi-la, praticou sexo forçado e ela armou-se com uma lâmina e provocou dois cortes no pescoço dele. Ambos entraram em luta corporal e o jardineiro caiu ao solo. Nesse momento,ela armou-se com uma barra de ferro e desferiu vários golpes na cabeça da vítima, que permaneceu caído. Em seguida, ela entrou no carro, passou por cima dele e fugiu em seguida, abandonando a vítima e o veículo.
O crime – Segundo a Polícia Civil, o corpo do jardineiro foi encontrado após denúncia anônima na manhã do dia 15 de novembro, por volta das 7h, pela Polícia Militar, na avenida Filomena Cartafina, próximo a um residencial que está sendo construído. Viatura da PM chegou ao local e deparou com o corpo de Sérgio caído ao solo.
O perito criminal Amarildo Giacometto compareceu e constatou que ele foi vítima de quatro golpes de objeto perfurocortante (facão ou podão), sendo atingido por um golpe na cabeça, dois na face e um no pescoço. Foi encontrada também a quantia de R$ 51 em dinheiro que estava perto do corpo.
Em seguida, o corpo de Sérgio foi levado para a sede do Instituto Médico Legal (IML) pelo auxiliar de necropsia Geraldo Barbosa.
O pai da vítima ligou para a Polícia Militar no intuito de relatar que seu filho estava desaparecido desde às 18h de sábado (14). Um sargento da PM orientou o solicitante a procurar o IML, porque havia um corpo que não estava identificado. O pai da vítima foi até o local e constatou que realmente era seu filho Sérgio. Após prestarem depoimentos, as duas acusadas de homicídio foram levadas para uma das celas da penitenciária Aluizio Ignácio de Oliveira.

Original em: http://www.jornaldeuberaba.com.br

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Militar é encontrado morto

Vítima sumiu após fazer saque em um caixa, no supermercado. O corpo foi encontrado carbonizado no carro

Crime misterioso: o militar desapareceu na manhã de domingo. À noite, foi encontrado morto dentro de seu automóvel, em um matagal no Caça e Pesca. O local é de difícil acesso

Vinte nove pessoas foram assassinadas em Fortaleza e sua Região Metropolitana no período considerado feriadão de Natal, que começou às 18 horas do dia 23 e terminou nas primeiras horas de ontem (28). Entre os 28 assassinatos, pelo menos, dois deles se caracterizaram como latrocínios (roubos seguidos de morte), mas um chamou ainda mais a atenção da opinião pública e das próprias autoridades policiais por conta da ousadia e violência dos criminosos. A vítima foi um militar reformado, de 75 anos de idade.

O militar Luciano Sobrinho saiu de casa na manhã de domingo em seu automóvel, o Kadett vinho de placas HUS-7840 (CE). Segundo descobriram os familiares, ele esteve em um supermercado situado na Avenida Engenheiro Santana Júnior, no Papicu (zona leste), onde fez algumas compras e realizou um saque no caixa eletrônico. Depois disso, sumiu misteriosamente junto com o veículo.

À tarde, a família prestou queixa na Polícia e a Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) emitiu, via rádio, um alerta a todas as viaturas sobre o fato.

Mas, no fim da noite, o caso teve um desfecho trágico. Eram por volta de 22 horas quando a Polícia foi informada de que um carro incendiado estava dentro de um matagal no Caça e Pesca. Quando os policiais conseguiram chegar ao local, de difícil acesso, veio a constatação de que se tratava do Kadett.

Óculos

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Dentro do que restou do automóvel estava um corpo humano completamente carbonizado. Segundo o perito criminal Ireudo Pereira, não foi possível identificar oficialmente a vítima, pois o cadáver fora destruído. Mas, familiares do militar compareceram ao local e reconheceram a armação dos óculos dele. O corpo foi removido ao SVO.

Para a Polícia, a suspeita é de que Luciano Garcia tenha sido vítima de um sequestro-relâmpago. O caso agora vai ser investigado pelo 15º DP.

Original em: http://diariodonordeste.globo.com

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