Polícia suspeita que jovem internada sofreu overdose

Ela foi deixada em frente o hospital Bom Pastor na madrugada de segunda (11)

A Polícia Civil de Varginha está investigando o caso de uma adolescente de 16 anos que foi deixada na porta do Hospital Bom Pastor, na madrugada de segunda-feira (11), depois de passar mal durante um luau. Para a polícia, há suspeita de uma overdose.

A adolescente está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e já passou por uma tomografia para verificar se existe alguma lesão no cérebro. Ela foi deixada desmaiada na porta do hospital por dois homens. A polícia foi chamada e recebeu as características do carro das pessoas que abandonaram a jovem.

Na mesma noite, a Polícia Militar conseguiu localizar e prender os dois rapazes, cujas identidades não foram divulgadas. Em depoimento na delegacia, eles disseram que participaram de um luau e que a jovem bebeu muito vinho. Ainda segundo eles, ela caiu e bateu a cabeça. Porém, uma outra adolescente, que também participava da festa, deu uma versão diferente, dizendo que o trio teria consumido cocaína antes de ir para o luau.

Amostras de sangue e urina da jovem foram enviadas para o Instituto de Criminalística de Belo Horizonte, para verificar se há vestígios de cocaína. Uma tia da adolescente, que não quis ser identificada, conta que a sobrinha nunca deu sinais de envolvimento com drogas e na noite de domingo saiu de casa sem dizer para onde ia. Os familiares dizem que não conhecem os dois homens que estavam em sua companhia.

De acordo com a polícia, os dois rapazes presos podem ser indiciados por lesão corporal grave. O resultado das amostras deve sair em 30 dias. De acordo com o Hospital Bom Pastor, o estado de saúde da jovem é grave.

Original em: http://eptv.globo.com

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Policiais de Sergipe chocados e revoltados após morte de colega em Alagoas

Colegas de trabalho do agente de polícia civil Sergio Figueiredo Souza, 51 anos, ficaram chocados com a notícia do seu assassinato ocorrido na noite desta segunda-feira, 11, na praia do Pontal do Peba no município alagoano de Piaçabuçu.

Sergio era considerado um dos melhores quadros da policia sergipana, formado em Direito, História e Química ele era policial desde 1979 e era um dos melhores profissionais do Nordeste na área de perícia, na qual se dedicou e se especializou em sua carreira.

“Sérgio foi o fundador da perícia no Estado. Era um abnegado”, disse o coordenador geral de Perícias, Adelino Lisboa, ao Jornal das Cidades de Aracaju acrescentando que a vítima foi um perito excepcional e um exemplo de profissional.

“Ele era atuante e qualquer hora do dia estava à disposição para atender a qualquer chamado”. Emocionado, o diretor do Instituto de Criminalística, Leandro José Menezes de Lima, disse que perdeu um grande amigo e um excelente profissional.

O superintendente da Polícia Civil, delegado João Batista, também lamentou a perda de Sérgio Figueiredo. “Era um dos melhores profissionais que tínhamos no Instituto de Criminalística. Hoje os que fazem a SSP estão muito tristes com a morte do Sérgio”, comentou

O Cadaminuto apurou que o clima entre os policiais sergipanos é de revolta, não só com a morte do colega mas com toda a situação que cercou o crime. “Eu soube que naquela área quem manda é um determiando político e que ninguém acha quem comete estes assaltos” disse um policial ouvido pela nossa reportagem.

Em entrevistas a imprensa sergipana o irmão do policial estava emocionado e retratava com tristeza a lembrança de Segio. “Meu irmão era um policial competente, estudioso, um homem simples” disse ele também ao Jornal da Cidades.

Sergio Figueiredo deve ser enterrado hoje e sssim que soube do fato, o secretário de segurança de Sergipe,João Eloy determinou investigação imediata para elucidar o caso e prender os executores do policial. Ainda na madrugada, o delegado Everton dos Santos, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), seguiu para Piaçabuçu a fim de auxiliar as investigações da polícia alagoana, com uma equipe de mais 15 policiais civis.

Durante toda a manhã de ontem, enquanto aguardavam a chegada do corpo de Sérgio, foi grande a movimentação de policiais civis e militares, delegados e amigos na residência da vítima. “Meu irmão era um policial competente, estudioso, um homem simples”, afirmou Silas Figueiredo.

Original em: http://www.correiodopovo-al.com.br

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