Acadepol abre inscrição para cursos para promoção funcional da Polícia Civil

A Academia de Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul (Acadepol) publicou hoje (19), no Diário Oficial, o edital de abertura de inscrições, no período de 22 a 24 de janeiro, para os cursos exigíveis para fins de promoção do Grupo Polícia Civil.

Os cursos oferecidos são: Curso Superior de Polícia com Ênfase em Gestão Pública para Promoção à Classe Especial aos Peritos Oficiais Forenses: Perito Médico Legista – 1ª Classe, que ingressaram na Classe do respectivo cargo até o mês de maio do ano de 2006; Curso de Especialização para promoção à 1.ª Classe aos Peritos Ofi ciais Forenses: Perito Criminal e Perito Médico Legista – 2ª Classe, que ingressaram na classe do respectivo cargo até o mês de maio do ano de 2006; Curso Superior de Polícia com Ênfase em Gestão Pública para promoção à Classe Especial para Perito Papiloscopista – 1ª Classe, que ingressaram na classe do respectivo cargo até o mês de maio do ano de 2006; Curso de Especialização para promoção à 1ª Classe para Perito Papiloscopista – 2ª Classe, que ingressaram na classe do respectivo cargo até o ano de 2006; Curso de Atualização para promoção à 2.ª Classe para Perito Papiloscopista – 3.ª Classe, que ingressaram na classe do respectivo cargo até o ano de 2006; Curso de Atualização para promoção à 2.ª Classe para Agente de Polícia Cientifica – 3.ª Classe, que ingressaram na classe do respectivo cargo até o ano de 2006.

As inscrições serão realizadas, exclusivamente, via internet, das 8h do dia 22 de janeiro de 2010 às 20h do dia 24 de janeiro de 2010; no endereço eletrônico www.acadepol.ms.gov.br , através do endereço estará disponibilizado o Formulário de Inscrição e outras informações a respeito dos cursos. Para fazer a inscrição, o candidato deve preencher os dados pessoais solicitados no Formulário de Inscrição online disponível no endereço eletrônico. Após o envio eletrônico do formulário, o interessado estará automaticamente inscrito no curso, o deferimento da matrícula e a convocação se darão através de Edital a ser publicado no Diário Oficial do Estado.

Conforme o edital, as inscrições que não puderem ser enviadas ou recebidas por motivos de ordem técnica dos computadores ou falha de comunicação do sistema deverão ser solucionadas pelo próprio interessado, dentro do período de vigência da inscrição. A inscrição do interessado implicará o conhecimento e a expressa aceitação das condições estabelecidas neste edital.

Não poderão se inscrever nos cursos, segundo a publicação, os policiais que se encontrarem nas seguintes situações: estágio probatório ou que não completaram interstício mínimo de 730 (setecentos e trinta) dias de efetivo exercício na classe até a data da inscrição.

Os cursos serão executados no período de 27 de janeiro a 27 de fevereiro deste ano, de acordo com a carga horária estipulada para cada curso, cujo cronograma será divulgado pela Acadepol, através do endereço eletrônico www.acadepol.ms.gov.br, após o deferimento das matrículas.

O interessado poderá recorrer, no prazo de dois dias úteis, tendo como termo inicial o dia da publicação.

Original em: http://www.portalms.com.br

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Concursados esperam desde 2007 por nomeação

Com a lista dos aprovados na mão e faixa de protesto em punho, um grupo de concursados do exame C-120, realizado em 2007, cujas vagas deveriam preencher os cargos de auxiliar técnico e perito criminal do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves, tentaram se reunir, ontem pela manhã, com o secretário de Estado de Governo (Segov), Edilson Sousa, mas não foram recebidos.

Eles querem a nomeação imediata de todos os 280 aprovados no concurso para os municípios de Altamira, Santarém e Marabá. Até o momento, porém, apenas os concursados de Altamira foram chamados. Além disso, alegam que muitos tiveram de abandonar seus empregos e agora estão sobrevivendo à custa dos amigos, parentes e ao acaso.

Para o concursado e ainda desempregado Mário Lúcio, 35 anos, o que está acontecendo é um absurdo. “Um dos aprovados veio de outro estado e teve de dormir na guarita do IESP (Instituto de Ensino de Segurança do Pará) durante o curso de formação porque não tinha onde ficar. Para conseguir o que comer, ajudava a lavar os pratos”, alega.

Segundo os concursados, a assessoria de comunicação da Segov informou que o secretário estava reunindo em outro lugar, mas que iria comunicar a razão da visita e marcar uma reunião em outro momento. Em seguida, foram até a Casa Civil, onde ocorreu a mesma coisa. “Agora vamos nos programar para a passeata do dia 21, às 9h, onde vamos protestar contra essa e outras situações”, afirma Silvio Luceiro, 35. Ninguém da Segov foi localizado para confirmar a versão apresentada pelos concursados.

TEMPORÁRIOS

Além das nomeações, os concursados foram reclamar das contratações irregulares que vem ocorrendo no CPC. “Não somos do grupo de reserva. Já fizemos um curso de formação no ano passado e agora esperamos ser chamados. Além do custo para o dinheiro público, se não colocarmos em prática o que aprendemos vamos esquecer tudo”, ressalta André Luis Sarmento, 35 anos.

Afirmam ainda que havia previsão orçamentária na época em que deveriam ser nomeados, mas que por alguma razão o dinheiro foi usado para outra finalidade ou desapareceu. “O CPC está inaugurando seccionais no interior do Estado sem peritos criminais ou médicos legistas. Por causa disso, o perito mais próximo precisa se deslocar até o local da ocorrência, o que gera mais impacto aos cofres públicos. O pior é que há médicos legistas contratados ganhando até R$ 83 mil por mês, quando um nomeado deveria custar apenas R$ 3 mil para o Governo”, complementa André. Por conta do horário, a assessoria de imprensa do órgão não foi encontrada para comentar as denúncias.

Original em: http://www.diariodopara.com.br

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POLÍCIA PRENDE OS ACUSADOS DE TEREM ASSASSINADO AGENTE POLICIAL DE SERGIPE

As Polícias Civis de Sergipe e Alagoas já esclareceram o triplo homicídio ocorrido na noite de segunda-feira 11, no povoado Pontal do Peba, município de Piaçabuçu, que vitimou o perito criminal sergipano Sérgio Figueiredo, 54 anos, o empresário José Jamyl Teixeira, 40, e o barbeiro Francisco Calixto dos Santos, 68, o “Chico Baia”.
O primeiro acusado da participação no crime foi preso na última quarta-feira, 14, no Bairro Rio Novo, em Maceió. Ele foi identificado como Alessandro dos Santos, 33 anos, mais conhecido como “Alex”, que, de acordo com a polícia, foi o mentor do crime.

O delegado Paulo Cerqueira, coordenador da Divisão Especial de Investigações e Captura (Deic), da Polícia Civil alagoana, informou que no dia do assalto, Alex estava encapuzado. “Por já ter morado no Peba e conhecendo a região, dava dicas sobre a localidade aos demais integrantes do grupo criminoso. Em depoimento, uma das vitimas disse à policia que o “homem encapuzado” tinha na mão esquerda uma tatuagem escrita o nome “Alex” nos dedos. Levando com essa informação a captura do acusado.

De acordo com o coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa da Polícia Civil de Sergipe, Everton dos Santos, os outros três acusados que participaram do crime foram identificados como Valdemar da Silva Neto, 25 anos, acusado de ter atirado no perito Sérgio Figueiredo, além de Allan e Marquinhos, que também participaram da ação criminosa. “Agora estamos montando uma grande operação junto com a policia alagoana na tentativa de capturar esses indivíduos, inclusive o Valdemar já possui uma lista criminal extensa, responde pelos crimes de homicídio, tráfico e assalto, trata-se de um sujeito bastante perigoso”, afirmou.

Já o delegado regional Antonio Francisco informou que o grupo é acusado também de praticar outros assaltos em estabelecimentos comerciais e a moradores da região de Alagoas. “Agora que já esta desvendada toda ação criminal temos a certeza que rapidamente todos os acusados estarão presos”, ressaltou.

O crime – O triplo homicídio aconteceu depois que homens, em um Pólo sedan, de cor prata, perseguiram o comerciante do ramo de pescados Gilson Marinho e o balearam quando ele tentava pedir socorro em um posto da Polícia Militar no Pontal do Peba. O perito criminal teria reclamado da ação dos criminosos que teriam dito serem policiais, e foi morto junto com o amigo.

Original em: http://www.faxaju.com.br

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