Preso garçom de hotel em Copacabana acusado de abuso sexual contra menina de 11 anos

RIO – O garçom Antônio Marcelino, de 38 anos, foi preso nesta segunda-feira por policiais da 13ª DP (Copacabana) por prática de pedofilia. Funcionário de um hotel na Avenida Atlântica, ele foi denunciado por uma amiga de trabalho que descobriu que o garçom vinha tentando aliciar sua filha de 11 anos através do computador. A mulher, que trabalhava como camareira, filmou, na última sexta-feira, o momento em que Antônio estaria se masturbando para sua filha através da Webcam (câmera digital do aparelho). Depois de ter tido a prisão preventiva decretada no fim de semana pelo juiz de plantão no TJ, Leonardo Ferreira Chaves, policiais foram até a casa do preso, na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, e apreenderam a CPU do computador do acusado e uma bermuda usada na hora da filmagem.

De acordo com a delegada Monique Vidal, a CPU será encaminhada à perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). O objetivo é traçar um perfil de comportamento do garçom através de varredura na memória de seu computador. Monique Vidal acrescentou que a bermuda é uma prova importante, já que Antônio negou ter trocado mensagens com a menina.

Nas imagens gravadas pela camareira, o garçom apareceria apenas de bermuda. Sem camisa, ele se levanta à frente da câmera e passa a se masturbar, sempre evitando que o rosto fosse captado pela webcam. Na delegacia, Antônio caiu em contradição diversas vezes durante o depoimento. Em um momento, disse que havia sido vítima de um hacker.

Segundo Monique Vidal, o garçom foi indiciado com base nos artigos 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê penas de até seis anos de prisão para quem aliciar, assediar, instigar ou constranger uma criança, por qualquer meio de comunicação. Antônio também responderá por corrupção de menores. Com isso, a soma das penas pode chegar a 10 anos de prisão.

Na última terça-feira, o jovem Ulisses Leide Novais Basílio, de 26 anos, foi preso na Vila da Penha acusado de manter relações sexuais com um menor de 14 anos. A denúncia também partiu da mãe da vítima, se passou pelo filho e troco mensagens de computador com o suspeito. Depois, ela procurou a delegacia.

Poucos dias antes, também havia sido preso por pedofilia o dono de uma creche na Tijuca. Paulo Maurício de Lima Barcelos, de 42 anos, teria abusado sexualmente de cinco meninas, entre 4 e 6 anos, que frequentavam a sua creche, na Rua Araújo Pena. A polícia efetuou a prisão depois que pais dos alunos foram à delegacia denunciar Paulo Maurício.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Traficante é preso comercializando haxixe em Samambaia

Um homem foi preso na madrugada de hoje (25) por comercializar drogas, em Samambaia. Ele estava acompanhado de um usuário que carregava comprimidos de êxtase. Hugo de Assis Soares, 25 anos, foi detido no porto da CPRV, na BR-060. Ele comercializava haxixe com um usuário, por volta de 1h. Os dois foram flagrados pela Polícia. O traficante carregava, aproximadamente, 390 gramas de entorpecentes divididos em duas porções. Com o usuário, foram encontrados alguns comprimidos de êxtase. Hugo foi levado para a 21ª Delegacia de Polícia (DP), onde prestou depoimento sobre a origem da droga. Em seguida, foi levado ao Departamento de Polícia Especializada (DPE). O homem já possuía antecedentes criminais. O usuário foi levado a Delegacia para prestar depoimento. Ele assinou um termo de compromisso de comparecimento à Justiça e foi liberado em seguida. A droga foi apreendida e levada ao Instituto de Criminalística (IC).

Original em: http://www.clicabrasilia.com.br

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Erro em exame de DNA pode alterar investigações

Laudo mostra que material genético de Eiko foi identificado como amostra masculina

Caso da estudante Eiko (no destaque), que foi jogada no Portão do Inferno, pode ter reviravolta

O caso da morte da estudante Eiko Nayara Uemura, 23, em abril do ano passado, no Portão do Inferno, no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães (40 km ao Norte de Cuiabá), pode sofrer uma reviravolta no processo de investigação. De acordo com as perícias e laudos técnicos, a jovem foi espancada, torturada e, na sequência, brutalmente assassinada.

Um novo laudo de DNA, emitido pelo Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), será feito, em função de erros no exame anterior. No laudo emitido pela UFAL, o material genético de Eiko foi identificado como amostra masculina.

Em entrevista ao MidiaNews, nesta segunda-feira (25), o responsável pela unidade, médico Luiz Antônio Ferreira, revelou que uma amostra de dente de Eiko será examinada novamente para identificar o que pode ter ocorrido.

O médico explicou que há duas hipóteses para o erro. A primeira é que o Instituto Médico Legal de Mato Grosso teria enviado amostra errada. A segunda é que pode ter havido erro humano durante a manipulação do material. Segundo ele, após refazer o exame, encaminhará o novo laudo para o Estado, inclusive, com as amostras.

Conforme Midianews apurou, a Polícia Civil solicitou um novo exame, que deverá ser feito no Laboratório de Biologia Molecular (DNA Forense), inaugurado em dezembro passado. O caso, que está sendo investigado pelo delegado Márcio Pieroni, está em segredo de Justiça e pode ter uma nova reviravolta, em função do novo laudo do DNA de Eiko que será elaborado.

Suicídio

No início, a principal tese era que Eiko Uemura teria cometido suicídio, conforme apontavam as investigações conduzidas pelo delegado de Chapada, João Bosco. O caso foi marcado por muitas revelações, como o furto de jóias e relógios de luxo, amores secretos, negócios ilícitos e envolvimento em um suposto esquema chefiado pelo tio, o empresário Júlio Uemura, que chegou a ser preso.

O estudante era dona da empresa Eikon Atacado de Alimentos, que, segundo o Gaeco, seria utilizada pela Organização Uemura para realizar os crimes. O grupo seria especializado em aplicar golpes financeiros no comércio de Cuiabá e de várias cidades de Mato Grosso.

Suspeitos

O delegado Pieroni informou que existem três suspeitos, com fortes indícios de terem cometido o crime, observando que as investigações já dão conta de como tudo foi realizado, ficando somente dúvidas quanto à participação de cada suspeito.

“A motivação já temos, mas não podemos revelar nada ainda. Até porque, as investigações correm em segredo de Justiça. Tem gente que viu toda a ação e contou como a mataram”, disse o policial, recentemente, em entrevista coletiva.

Original em: http://www.midianews.com.br

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Quatro mulheres mortas no fim de semana na RMC

Joana foi baleada no rosto, dentro de casa e Juliana, na rua.

O final de semana foi marcado pela morte de mulheres, na região metropolitana. Somente na noite de sábado e madrugada de ontem, quatro foram assassinadas, em Araucária, Colombo e Piraquara. Com esses crimes, aumenta para 11 o número de vítimas femininas de homicídio neste ano, na capital e municípios vizinhos.

O crime que mais chamou a atenção foi o assassinato das irmãs Joana Carolina dos Santos Lima, 21 anos, e Juliana Angelita dos Santos, 18, na Vila Macedo, em Piraquara. As duas foram executadas a tiros e as mortes provavelmente estão relacionadas ao tráfico de drogas.

O soldado Dranka, do 17.º Batalhão da Polícia Militar, contou que as irmãs moravam juntas, numa casa da Rua Belém. “Moradores comentaram que percebiam movimentação estranha de pessoas na residência e a suspeita é que houvesse tráfico de drogas no local. Provavelmente esse foi o motivo do duplo homicídio”, disse o policial.

Invasão

Durante a madrugada de ontem, os assassinos invadiram a casa e mataram Joana em um dos quartos. Juliana foi morta no meio da rua, a cerca de 100 metros da casa, provavelmente ao tentar fugir dos criminosos.

“Ela foi perseguida e baleada na rua, onde ficou uma poça de sangue. Depois, o corpo dela foi jogado num terreno baldio, enrolado num carpete”, informou Dranka.

A polícia ainda não sabe se os marginais estavam atrás apenas de uma das irmãs ou se a intenção era matar as duas. O perito Silvestre, do Instituto de Criminalística, informou que elas foram atingidas no rosto, cada uma com um tiro, provavelmente de revólver calibre 38.

Espancada no banheiro

Desconhecida foi agredida e estrangulada na madrugada, em uma cancha de futebol.

Em Colombo, uma mulher de 31 anos foi encontrada morta, na manhã de ontem, nos fundos da Escola Municipal Presidente Castelo Branco, no bairro Campo Pequeno.

Ela estava caída dentro do banheiro desativado, de um campinho de futebol, na esquina da Rua Nicarágua com a Rua Havana. Segundo a polícia, suspeita-se que ela tenha sido espancada e morta por estrangulamento e que o crime tenha ocorrido durante madrugada.

Populares contaram à polícia que a mulher seria usuária de drogas e tinha uma filha de 15 anos. Porém, ninguém a identificou, nem forneceu detalhes sobre a vida dela.

Executada na cama, ao lado do namorado

Juliane levou quatro tiros na cabeça. Rapaz não foi ferido.

Juliane levou quatro tiros na cabeça. Rapaz não foi ferido.

Outra mulher assassinada no fim de semana foi a vendedora Juliane Soares Ferreira, 19 anos. Ela foi executada na noite de sábado, quando assistia à televisão com o namorado, numa residência da Rua Gralha Azul, Jardim Industrial, em Araucária.

Marginais encapuzados invadiram a casa, atrás da jovem, e a mataram com quatro tiros na cabeça. No local, havia outras pessoas, que não foram feridas. Testemunhas contaram à polícia que quatro homens chegaram à casa, por volta das 21h30. Dois deles, encapuzados, entraram na residência e renderam os moradores.

Em seguida, um dos indivíduos foi até o quarto onde estava Juliane e efetuou os disparos. O namorado da vítima, que estava deitado ao seu lado, não foi ferido. Os criminosos fugiram, correndo, e não foram identificados.

Investigação

De acordo com o delegado Rubens Recalcatti, a polícia já trabalha com algumas linhas de investigação. “Não acreditamos que seja crime passional”, disse Recalcatti. O delegado lembrou que, no ano passado, um irmão de Juliane também foi assassinado.

Original em: http://www.parana-online.com.br

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