Laudo e depoimento do médico sobre morte de jornalista são adiados

O laudo cadavérico sobre a morte da jornalista Lanusse Martins Barbosa feito pelo Instituto Médico Legal (IML) já está nas mãos da delegada Martha Vargas, da 1ª DP (Asa Sul) da Polícia Civil. Contudo, segundo Vargas, o conteúdo do exame só será divulgado às 10h desta sexta-feira (29/1), pois a delegada pretende analisá-lo com mais calma durante o dia.

Além disso, outra parte importante do caso previsto para esta quinta-feira (28/1) foi adiada. Trata-se do depoimento do médico responsável pela cirurgia, Haeckel Cabral Moraes. Ele teria apresentado um atestado médico de 15 dias para justificar a ausência na delegacia nesta quarta-feira. A expectativa, agora, é com relação ao depoimento de Maria das Graças Barbosa, mãe de Lanusse, que pode aparecer na 1ª DP ainda hoje.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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Mato Grosso tem 200 mil vagas para cursos à distância da Politec

Reabriram no dia 27 deste mês e seguem até o próximo dia 31 as inscrições para o 18º Ciclo de Cursos Educação à Distância da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso, que formará tutores especialistas em assuntos de segurança pública. A meta é atingir 200 mil inscritos. Estão sendo oferecidos seis novos cursos: fiscalização de excesso de peso, mediação de conflitos 2, espanhol 1, identificação veicular 2, cartéis e papiloscopia 2.

Segundo a portaria, estão entre as exigências ter vínculo empregatício de no mínimo três anos com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado, ter concluído curso de nível superior, apresentar experiência profissional na área do curso escolhido e já ter concluído pelo menos outros quatro cursos à distancia oferecidos pela Secretaria Nacional de Seguraná Pública (Senasp). Não foi informado o tempo da qualificação e nem se há custos para a formação.

Original em: http://www.sonoticias.com.br

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Ex-delegados são investigados pela Corregedoria

Dos 800 delegados de São Paulo investigados pela Corregedoria da Polícia Civil, três passaram por Sorocaba: dois ocupando a direção do Departamento de Polícia Judiciária do Estado de São Paulo/Interior (Deinter-7), e outro como seccional. Mas segundo a 7ª Corregedoria Auxiliar, com sede em Sorocaba, nenhum delegado ou policial civil em outra função estaria sendo investigado nesse mesmo pacote.

Conforme apurado numa matéria divulgada domingo pelo jornal Folha de São Paulo sobre os cerca de 800 dos 3.313 delegados investigados pela Corregedoria da Polícia Civil, os procedimentos abertos têm motivações variadas, como suspeitas de extorsão, enriquecimento ilícito, violência, prevaricação, entre outros.

As investigações foram intensificadas pelo secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, em agosto do ano passado, que, por meio do decreto nº 54.710, de 25 de agosto do mesmo ano, transferiu a estrutura básica da Corregedoria da Polícia Civil para o seu gabinete. Conforme consta inclusive no site da Secretaria de Segurança Pública (SSP), o objetivo da mudança é fortalecer a Corregedoria nas investigações.

O texto oficial também informa que, na prática, a Corregedoria passa a ser diretamente subordinada ao secretário, que deve ser informado sobre o andamento de todas as atividades da unidade. Antes, quem recebia essas informações era a própria Polícia Civil. Com isso, todas as decisões de penas de remoção compulsórias também são submetidas ao titular da pasta. Outra medida adotada pelo secretário foi a nomeação, pela primeira vez, de uma mulher para chefiar a Corregedoria. A escolhida foi a delegada Maria Inês Trefiglio Valente.

Passagem por Sorocaba

Investigado sob a suspeita de não ter se preocupado em apurar as fraudes no concurso para perito do Instituto de Criminalística (IC), Maurício José Lemos Freire foi diretor do Deinter-7 entre junho de 2000 e agosto de 2001, deixando o cargo para a entrada de outro atualmente investigado, Ivaney Cayres de Souza.

Maurício Freire chegou a ser o número 1 da Polícia Civil do Estado em setembro de 2007, quando, após passar pela diretoria da Academia de Polícia do Estado e ocupar posteriormente a direção do Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird), foi nomeado a delegado geral de polícia.

O delegado Ivaney Cayres de Souza assumiu a direção do Deinter-7 no final de agosto de 2001, permanecendo no cargo até maio do ano seguinte, quando então foi indicado como titular do Departamento de Narcóticos de São Paulo (Denarc). Antes de dirigir o Deinter-7, Ivaney Cayres de Souza atuava na 5ª Delegacia Seccional da capital, considerada na ocasião como padrão por ter atingido todas as metas de resultados esperados pela Secretaria. Atualmente no Deic, o ex-diretor também do Detran, é investigado exatamente pela sua gestão no Detran.

O terceiro nome que já passou por Sorocaba e é apontado entre os investigados, é o Everardo Tanganelli Júnior. Também ex-diretor do Denarc, Tanganelli é suspeito de enriquecimento ilícito e de lavagam de dinheiro. Ele veio para Sorocaba trazido por Ivaney Cayres de Souza, para ser o delegado seccional da cidade. Tanganelli deixou a seccional em maio de 2002, assumindo a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), de São Paulo.

O delegado José Maria Spin Ervilha, titular da 7ª Corregedoria Auxiliar, que fica no Jardim Emília, informou ontem que desconhece a existência de denúncias de caráter criminal contra policiais civis da região de Sorocaba, que abrange 79 municípios com cinco seccionais.

Embora não possa responder pelo órgão da Capital, Spin Ervilha explicou que não se deve pensar que toda apuração seja somente no âmbito criminal, salientando que a corregedoria apura qualquer desvio de conduta funcional, como, por exemplo, um acidente de trânsito com viatura. Mas ele admitiu que dependendo do caso o julgamento é feito em instâncias superiores.

Original em: http://www.cruzeirodosul.inf.br

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Bebê de oito meses sofre abuso sexual em creche

Violência ocorreu em Santos, na Baixada Santista; polícia investiga o caso

Um laudo do IML (Instituto Médico Legal) em Santos, na Baixada Santista, comprovou que um bebê de oito meses sofreu abuso sexual. A criança ficava em uma creche durante grande parte do dia.

Os pais, quando buscaram a criança na creche, desconfiaram que ela estava irritada e inquieta, e a levaram para o hospital. Os médicos examinaram o bebê e o encaminharam para o IML. O caso foi levado para a polícia pela mãe e está sendo investigado.

Original em: http://noticias.r7.com

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IML conclui laudo sobre assassinato

Trabalho da perícia aponta a causa da morte da menina Alanis Maria Laurindo de Oliveira, de 5 anos

Em paralelo ao trabalho de investigação realizado pela Polícia Civil, a Perícia Forense coleta provas técnicas que consigam desvendar o quebra-cabeça em torno do rapto seguido de assassinato de Alanis Maria Laurindo de Oliveira, 5. O Instituto Médico Legal (IML) concluiu ontem o laudo sobre as causas da morte da menina. O documento foi entregue ao presidente do inquérito, o delegado Lira Ximenes, do 12º Distrito Policial (Conjunto Ceará).

O resultado da perícia não foi divulgado oficialmente. Ele faz parte agora do inquérito criminal sobre o caso. Uma fonte policial informou ao O POVO, no entanto, que Alanis não foi assassinada nem a pauladas e nem por meio de estrangulamento, duas hipóteses levantadas durante o trabalho policial.

O acusado do crime, Antônio Carlos dos Santos Xavier, 32, permaneceu durante todo o dia no xadrez do Departamento de Inteligência Policial (DIP). O acesso ao local foi protegido por uma equipe de policiais civis.

A expectativa é que Antônio Carlos possa ser transferido a qualquer momento para o Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira (IPPOO II), em Itaitinga, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

O juiz Luiz Bessa Neto, da Vara de Execuções Criminais, expediu um mandado de prisão contra o acusado na última terça-feira, dia 12.

Sobre o atual estágio dos trabalhos, o superintendente da Polícia Civil, delegado Luiz Carlos Dantas, informou que, mesmo com a prisão de Antônio Carlos, as diligências policiais serão mantidas. “Nós não fechamos a questão ainda. As investigações continuam“, ressaltou.

DNA
Além do laudo cadavérico, um exame de DNA será realizado para comparar o material genético do acusado ao que foi encontrado nas roupas da menina. Uma das comparações a serem feitas das amostras será com o DNA de um pelo masculino encontrado no corpo da vítima. Os resultados só devem sair daqui a um mês (colaborou Landry Pedrosa).

ENTENDA O CASO

> QUINTA-FEIRA, 7 – Alanis Maria Laurindo, 5, é raptada durante a celebração de uma missa, no Conjunto Ceará.
22h30min > Horário provável da fuga do assassino, após ter estuprado e morto a vítima, de acordo com a Polícia.

SEXTA-FEIRA, 8
Chega à Polícia a informação sobre a localização da garota. Por volta das 19 horas, a Polícia encontra o corpo da menina em um matagal localizado ao lado de um condomínio, no Antônio Bezerra.

SÁBADO, 9
> Centenas de pessoas acompanharam o velório na Igreja Nossa Senhora da Conceição, no Conjunto Ceará. O enterro ocorreu no cemitério Jardim do Éden, em Pacatuba.

> Operação de prisão do suspeito começa por volta das 17 horas. No início da noite, ele foi detido em casa, no Autran Nunes. O homem acusa o próprio irmão de ter matado Alanis.

DOMINGO, 10
> As investigações sobre o crime serão relizadas pelo 12º DP, no Conjunto Ceará, com apoio do Departamento de Inteligência Policial, Divisão Anti-sequestro (DAS) e Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa).

TERÇA, 12
> Antônio Carlos dos Santos Xavier é preso por guardas municipais no terminal Siqueira. Em depoimento, ele confessa ter torturado e matado a menina Alanis.

E-MAIS

> Em depoimento publicado com exclusividade ontem no O POVO, Antônio Carlos dos Santos Xavier disse ter sofrido abuso sexual quando era criança. Essa seria uma das causas de seu comportamento quando adulto.

> Além de pipoca, ele teria oferecido refrigerante e batata frita à garota, como forma de mantê-la quieta.

> Em nenhum momento, conforme O POVO apurou, o acusado demonstrou remorso ou arrependimento. Ele passou a maior parte do tempo com a cabeça baixa.

> Após o relato, foi feito um pedido de prisão preventiva por causa do assassinato de Alanis Laurindo.

> Desde o dia do crime, Antônio Carlos estaria vagado de terminal em terminal, até ser preso por guardas municipais.

Original em: http://www.noolhar.com

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Vendedor de carro acusa soldado da PM da Cidade Ocidental de tê-lo torturado

O militar é acusado, ainda, de ter implantado arma de fogo no veículo da vítima porque não teria ficado satisfeito com a quantia paga por automóvel

Jamílton Costa mostra os hematomas e garante que foi ameaçado outras vezes pelo mesmo policial

As polícias Civil e Militar e o Ministério Público de Goiás investigam uma denúncia de tortura supostamente cometida por um soldado da PM na Cidade Ocidental, a aproximadamente 45km de Brasília. O vendedor de carros Jamilton Costa dos Reis, 36 anos, morador do Gama, acusa o policial Manoel Domingos Teixeira Pinto, 35, de tê-lo espancado, por volta das 19h de 20 de janeiro último. O motivo seria uma negociação malsucedida entre os dois. Jamilton vendeu um veículo de Manoel, que não teria ficado feliz com a quantia paga pelo automóvel. Na quarta-feira passada, Jamilton acabara de deixar um empregado em casa no centro da Cidade Ocidental, quando foi abordado.

O rapaz foi revistado e, por falta de um triângulo de sinalização em seu carro, um Corsa Sedan verde, seguiu para o quartel do 3º Comando Independente de Polícia Militar (CIPM), na Avenida Santos Dumont, no qual Manoel é lotado. Ao chegar, Jamilton afirma ter sido algemado e jogado no chão. “O Manoel e outros policiais começaram a me bater com pedaços de pau. Eles já tinham tudo armado. A tortura é um hábito ali”, denunciou. Desde então, o vendedor exibe feridas por todo o corpo. De acordo com um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Luziânia datado de 22 de janeiro, havia manchas azuladas nos braços, cotovelos, glúteos, pernas e joelhos, causadas por “sucessivos golpes contundentes e sugestiva de tortura”.

Um amigo levou o equipamento de segurança que faltava para Jamilton. Mesmo assim, o vendedor ficou preso durante dois dias por outro motivo: um flagrante de porte ilegal de arma de fogo. “O Manoel plantou um revólver velho que eu nunca tinha visto no meu carro e me prendeu. Me neguei a segurar a arma e apanhei com mais força ainda. Passei dias sem andar, porque tinha ferimentos na sola dos pés. As mãos também ficaram roxas”, alegou. “No dia da prisão, o PM me levou para o IML e fizeram uma vistoria rápida, nem tirei as calças. Em seguida, me bateram mais e me jogaram sozinho em uma cela. Só fizeram um exame de verdade dois dias depois”, afirmou Jamilton.

A mãe do rapaz, a funcionária pública federal Marinalva Maria dos Reis, 55 anos, tentou interceder e diz que também apanhou. “Meu filho estava todo roxo no IML. Entrei na frente do PM para evitar mais violência e levei um tapa na cara. Perguntei se não tinha vergonha de bater em uma senhora e ele disse que bandido não tem idade. Em seguida, me jogou no porta-malas de um Fiat Palio descaracterizado. Na porta do presídio, me tirou de lá pelos cabelos e me prendeu por desacato”, lembrou Marinalva. Jamilton, a mulher e as duas filhas não foram para casa desde então. “Estamos sendo perseguidos e corremos risco de morte”, declarou o comerciante. A família registrou ocorrência na Delegacia da Cidade Ocidental, que investiga o caso. O delegado não foi localizado para dar entrevista.

Jamilton relata que já foi ameaçado outras vezes pelo policial. “Em setembro, registrei ocorrência contra ele por ameaça. O Manoel apontou uma arma para mim no meu local de trabalho. Vendi o carro e ele queria que eu desfizesse o negócio, mas não dá”, disse o vendedor. O policial militar nega todas as acusações. “Esse homem é um bandido, pegou meu carro para vender e sumiu com ele. Ele passou em alta velocidade pelo balão da entrada da cidade e por isso paramos o carro. Nem sabia quem era. Fizemos a revista e encontramos uma arma. Ele resistiu muito à prisão e por isso apresenta algumas escoriações”, defendeu-se. Manoel trabalha como policial há 9 anos e já respondeu processos administrativos por faltar ao trabalho e chegar atrasado. Jamilton tem passagem pela Delegacia do Consumidor por estelionato e apropriação indébita.

O uso de violência por parte de policiais, aparentemente, não é raro no Entorno do DF. De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério Público da Cidade Ocidental, outras 20 denúncias de tortura cometida por homens fardados estão em fase de investigação. O comando da PM da Cidade Ocidental abriu sindicância para apurar o caso. Se a autoria da tortura for comprovada, Manoel pode ser afastado da corporação. “A acusação é grave. Tortura é um crime hediondo. Não apoiamos esse comportamento. Faremos de tudo para esclarecer”, concluiu o comandante do 3º CIPM, capitão Cláudio Danilo Moura Braga.

O que diz a lei
A pena prevista pela Lei Federal nº 9.455 de 7 abril de 1997 é de dois a oito anos de reclusão para o crime de tortura. A condenação acarreta na perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. O infração é inafiançável. O condenado por esse crime deve iniciar o cumprimento da sentença em regime fechado.

Memória
26 de dezembro de 2009

A mãe de um jovem de 20 anos filmou a tortura do filho em uma cadeia em Santo Antônio do Descoberto, a 50 quilômetros de Brasília. O caso só veio à tona depois que ela conseguiu gravar o espancamento no pátio do presídio com a câmera de um celular, do outro lado da rua. Ela admite que, minutos antes da sessão de tortura, recebeu uma mensagem do filho de dentro da cadeia. No vídeo, um agente penitenciário pisoteia Jerônimo Júnior e dá vários tapas no rosto do jovem. O funcionário da cadeia grita e ameaça o presidiário. O agente foi afastado da função e responde a processo administrativo.

3 de outubro de 2009

A Justiça goiana determinou a prisão de três integrantes da Força Nacional de Segurança (FNS) acusados de torturar dois jovens de 17 e 23 anos. Erivan Oliveira Picanço, 37, Walter Misael Santos Rocha, 40, e Valdenir Oliveira Mesquita, 37, foram identificados como bombeiros militares do Amapá, Paraíba e Brasília, respectivamente. Eles estavam em treinamento há quatro meses e deveriam voltar para seus estados de origem dentro de três. O comandante da FNS, coronel Luiz Antônio Ferreira, lamentou pela conduta dos bombeiros e anunciou o desligamento deles da tropa de elite da polícia. Uma das vítimas, além de espancada, também sofreu abuso sexual.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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Jornalista morre após fazer lipoaspiração em Brasília

BRASÍLIA – Uma jornalista morreu após fazer uma lipoaspiração em Brasília, nesta segunda-feira. Lanusse Martins, 27 anos, morreu em uma clínica particular. Ela era repórter na TV Justiça e em 2009 também trabalhou na TV Globo Brasília. Na manhã de segunda, a jornalista deu entrada na clínica Pacini, que fica no Edifício Pacini, na 915 Asa Sul, para fazer uma lipoescultura. Ela morreu no início da tarde.

Médicos da clínica não quiseram dar entrevista. Mesmo assim, um deles disse que Lanusse teve uma embolia pulmonar após a cirurgia.

O hospital tem licença da Vigilância Sanitária do Distrito Federal e todos os equipamentos de segurança necessários, como desfibriladores. A direção do hospital informou que os médicos tentaram reanimar a jovem por uma hora, mas não conseguiram. O corpo foi levado para o IML, que vai esclarecer a causa da morte.

O Conselho Regional de Medicina estuda se vai abrir sindicância para apurar o caso, dependendo do laudo que será divulgado pelo Instituto Médico Legal. Caso fique comprovada culpa do médico, ele poderá ser processado por homicídio culposo, sem intenção de matar.

Lanusse deixou um filho de 6 anos. O sepultamento será nesta terça-feira, em Brasília, no cemitério Campo Grande.

Segundo o médico e conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal Farid Buitrago, cirurgias plásticas estéticas não precisam, obrigatoriamente, ser feitas em hospitais com Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mesmo assim, o paciente deve tomar alguns cuidados antes de marcar a cirurgia. Deve saber com qual hospital, que possui UTI, o centro cirúrgico tem convênio e também a necessidade de ambulância.

– O transporte tem que ser de forma adequada. Uma ambulância que tenha as condições necessárias para dar suporte de vida ao paciente, enquanto ele é transferido para uma UTI ou para alguma instituição que tenha melhores condições de atendê-lo – diz Buitrago.

A polícia também vai abrir inquérito para apurar o caso, já que os familiares deram queixa. A investigação fserá feita pela Delegacia da Asa Sul. O promotor Diaulas Ribeiro também instaurou inquérito para investigar a morte da jornalista. O hospital só vai se pronunciar depois que o IML divulgar a causa da morte. O laudo sai na tarde desta terça-feira.

Original em: http://oglobo.globo.com

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