Inscrições abertas para cursos de pós-graduação da UMC

Os interessados em aprimorar seus conhecimentos e aumentar as oportunidades no mercado de trabalho já podem se inscrever em um dos 48 cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu) da Universidade de Mogi das Cruzes. Com mensalidades a partir de 176 reais, as opções abrangem todas as áreas. Além dos já consagrados, a UMC oferecerá neste semestre três novidades: Manutenção Industrial, Arte-Educação: Abordagens e Perspectivas, e Educação Matemática para a Educação Infantil e Ensino Fundamental: Perspectivas Críticas.

Com corpo docente qualificado – constituído em sua maioria por mestres e doutores – e uma grade curricular rica em informações relevantes e necessárias para a formação profissional, os cursos da UMC unem atualidade e tecnologia à tradição e seriedade. A universidade oferece, ainda, laboratórios, equipamentos modernos e espaços especialmente planejados para o desenvolvimento de aulas e diversas atividades acadêmicas, além do acesso ao Portal de Periódicos da Capes, uma das maiores bases científicas do mundo e que, na região, só pode ser consultado na UMC.

Esses cursos, oferecidos exclusivamente para quem já tem graduação superior, têm carga mínima de 360 horas, com duração de 12 a 15 meses. Conheça todas as opções no www.umc.br/pos/. Para mais informações, ligue 4798-7080.
Extensão
A UMC oferece também mais de 50 cursos de extensão para aqueles que não querem ficar parados. O objetivo é atender, de maneira imediata, às demandas de educação continuada, independentemente da escolaridade e da formação. Essa é a maneira mais rápida e eficiente para garantir atualização, aperfeiçoamento e capacitação profissional nas mais variadas áreas. Esses cursos não têm carga horária mínima, nem formatação pré-definida, e garantem o certificado de proficiência no tema.
Entre as dezenas de opções estão Capacitação em Imunização; DNA Forense; Oficina de Sintaxe I: Termos da Oração; Psicopedagogia Clínica; Capacitação em Educação Especial (Inclusão); Desenho Ambiental; Instalação e Administração LINUX; Programação NET; Excelência em Gestão de Equipes e Organização e Promoção de Eventos. Saiba mais, e veja a relação completa de opções, no http://www.umc.br/ pos/extensao_ capacitacao/index.html.
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Cirurgião será indiciado por homicídio doloso por morte de jornalista em Brasília

O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) do Distrito Federal no corpo de Lanusse Martins Barbosa, 27 anos, que morreu durante uma cirurgia de lipoaspiração em Brasília, comprovou que a jornalista teve uma veia da região renal perfurada e perdeu quase de 2 litros de sangue. Segundo a Polícia Civil, o médico responsável pela cirurgia, Hackel Cabral, será incidiado por homicídio doloso com dolo eventual

Lanusse trabalhava na TV em Brasília

O resultado do exame reforça a suspeita levantada pelo Ministério Público do Distrito Federal de que um erro médico teria provocado a morte da jornalista.

Além da denúncia contra o médico, o hospital onde foi realizada a operação poderá ser denunciado. Especializado em procedimentos oftalmológicos, a clínica alugava um espaço para médicos de outras especialidades. No entanto, não oferecia a retaguarda necessária, como uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou UTI móvel para remoções rápidas.

Lipoescultura

Lanusse Martins Barbosa morreu após se submeter a procedimento de lipoaspiração na última segunda-feira, no hospital Pacini, em Brasília. O atestado de óbito de Lanusse mostra que a jornalista morreu de choque hipovolêmico, causado por uma hemorragia interna resultante da perfuração de vasos sanguíneos.

Lipoescultura

Fachada da clínica em que ocorreu a operação

Lanusse Martins Barbosa morreu após se submeter a procedimento de lipoaspiração na última segunda-feira, no hospital Pacini, em

Brasília. O atestado de óbito de Lanusse mostra que a jornalista morreu de choque hipovolêmico, causado por uma hemorragia interna resultante da perfuração de vasos sanguíneos.

Segundo apurou o MP, a jornalista contratou os médicos para uma lipoescultura no abdome e substituição de próteses mamárias, um procedimento considerado de média complexidade que não poderia ser realizado sem uma estrutura adequada.

A Polícia Civil, que ainda não ouviu o médico Hackel Cabral, já recolheu depoimento os outro membros da equipe médica, algumas pessoas precisarão comparecer novamente a 1ª Delegacia de Polícia (DP).

Familiares e amigos no enterro do corpo da jornalista em Brasília

Familiares e amigos no enterro do corpo da jornalista em Brasília

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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Ex-comandantes da Polícia Civil local são investigados

Corregedoria apura denúncias contra delegados que passaram por Sorocaba

Três delegados que já comandaram a Polícia Civil de Sorocaba são investigados pela Corregedoria da Polícia Civil do Estado por denúncias que vão desde enriquecimento ilícito até negligência em relação a processos investigativos.

A Corregedoria apura denúncias contra 800 delegados. Entre os que tiveram passagem por Sorocaba está Ivaney Cayres, que dirigiu o Deinter-7 (Departamento de Polícia Judiciária de Estado), sediado no Jardim dos Estados, entre agosto de 2001 e maio de 2002. Ele é investigado por suspeita de corrupção à frente do Detran (Departamento de Trânsito).

Outro ex-diretor do Deinter-7 investigado é o delegado Maurício José Lemos Freire, que esteve em Sorocaba entre junho de 2000 e agosto de 2001. Ele é acusado de não ter investigado denúncias contra um esquema fraudulento envolvendo o concurso para perito do Instituto de Criminalística. O terceiro suspeito é Everardo Tanganelli Jr., que era delegado seccional de Sorocaba até maio de 2002 e é suspeito de enriquecimento ilícito.

O delegado José Ervilha, titular da 7ª Corregedoria Auxiliar em Sorocaba, diz que os investigados não teriam cometido crimes à frente de unidades locais. “A investigação diz respeito a crimes supostamente cometidos fora da cidade. Sequer fomos acionados.”

Saiba o que está sendo apurado

800 investigados
Numa tentativa de detectar focos de corrupção dentro da corporação, a Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo está investigando atualmente 800 delegados suspeitos de práticas criminosas

Passagem por Sorocaba
Três dos investigados tiveram papel de destaque frente à Polícia Civil de Sorocaba, onde eram responsáveis também por unidades de toda a região. São investigados Ivaney Cayres, suspeito de corrupção à frente do Departamento de Trânsito do Estado, o delegado Maurício José Lemos, que teria deixado de investigar denúncias sobre fraude no concurso para perito criminal do Instituto de Criminalística, e Everardo Tanganelli Jr., suspeito de enriquecimento ilícito

Mais severo
Os processos de investigação envolvendo a Corregedoria são, desde agosto do ano passado, subordinados ao secretário de Segurança Pública. A intenção de retirar o comando da própria polícia e a de tornar o processo livre de corrupção

Origonal em: http://www.redebomdia.com.br

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Laudo aponta desvio de droga apreendida

Para peritos da PF, havia pelo menos 30,4 kg a mais de cocaína do que equipe do Denarc diz ter achado

Laudo produzido pelo Núcleo de Criminalística da Polícia Federal em São Paulo indica que os cinco fardos de cocaína pura apreendidos por policiais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) em setembro de 2003 no aeroclube de Itu, no interior de São Paulo, tinham entre 128,4 e 156 quilos. A quantidade estimada é no mínimo 30,4 kg maior do que a equipe chefiada pelo delegado Robert Leon Carrel diz ter encontrado no avião usado pelos traficantes (98 kg).

O policial hoje é chefe da Divisão de Administração do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), unidade responsável pelas delegacias da região metropolitana. O suposto sumiço do entorpecente levou Carrel, o também delegado Luiz Henrique de Moraes e os investigadores Ricardo Ganzerla e Cleuber Gilson Bueno para a cadeia em junho de 2008. A ordem de prisão foi expedida pela 29ª Vara Criminal da capital, que acolheu na íntegra a acusação de tráfico de drogas e peculato. Os policiais foram soltos 24 dias depois por habeas corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Os peritos federais realizaram duas simulações distintas para indicar o provável peso do carregamento de entorpecente – uma com a droga não compactada e outra com o entorpecente prensado, como provavelmente foi transportado. A conclusão do primeiro ensaio é de “massa não menor que 128,4 kg”. O segundo apontou “massa não menor que 156 kg”.

A PF analisou ainda a viabilidade técnica de o monomotor Cessna 210 ter decolado com 200 kg de cocaína, peso anunciado em nota distribuída pelo Denarc no dia da apreensão e reproduzida no site da Secretaria da Segurança Pública. “Diante de tal configuração da aeronave, o transporte de 200 kg de cocaína, distante ainda cerca de 70 kg do máximo comportado, é plenamente factível”, diz o laudo, na folha 10.

O pedido de auxílio da perícia federal partiu do Ministério Público Estadual (MPE). Desde o início das investigações, defesa e acusação divergem sobre a quantidade de droga apreendida. O perito Ricardo Molina, assistente técnico do MPE, sustenta que a aeronave levava cerca de 200 kg de cocaína. O parecer de Molina foi feito por meio de comparação de imagens, tendo como referência reportagens veiculadas pelas TVs. O piloto Pierre Delannoy, um dos quatro presos na operação em Itu, afirma que o carregamento era de 300 kg.

A pedido da Corregedoria de Polícia Civil, que na ocasião instaurou procedimento para apurar a atuação dos policiais, o Instituto de Criminalística também se manifestou sobre o caso. O laudo assinado pelos peritos Osvaldo Negrini e Marcelo Voloch faz duras críticas ao trabalho de Molina. “Mensurações em imagens para comparar algo de tamanha seriedade são, no mínimo, irresponsáveis”, escreveram. O texto afirma que o assistente técnico do MPE “confundiu alhos com bugalhos”.

A técnica de comparação adotada pela PF foi a mesma de Molina. Ao contrário dele, que usou pacotes com farinha de trigo para compor o cenário da apreensão, os peritos federais tiveram autorização da Justiça para usar 100 tijolos de cocaína prensada. Simulacros com dimensão e massa idênticas aos tijolos de cocaína interceptados pelo Denarc foram confeccionados para se atingir o suposto peso da carga.

Original em: http://www.estadao.com.br

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