Polícia procura mulher acusada de participar de triplo homicídio

Delegado diz que o crime está desvendado e que espera contar com a ajuda da população para localizar a esposa de Neto que teve ligação com os homicídios

O delegado procura mulher acusada de participar do triplo homicídio

Ela é loira, tem olhos verdes, atende pelo nome de Fernanda ou Cris e é acusada de participar do triplo homicídio que vitimou o perito criminal Sérgio Figueiredo assassinado no dia 11 do mês passado. De acordo com o coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado Everton dos Santos, a mulher é esposa de Valdemar Neto, preso suspeito de ter participado do crime no Pontal do Peba, município de Alagoas, que também vitimou um amigo do perito e um barbeiro.

“Ela saiu de Aracaju sabendo que iria participar junto com o companheiro de um crime e estava no local do homicídio dentro do carro”, conta o delegado, salientando que a população pode contribuir ligando para o 08000-79-0147 e dando informações que possam levar a prisão da mulher.

Prisões

Segundo o delegado, o caso está concluído e todos os envolvidos, com exceção da mulher, já foram presos e aguardam julgamento. Marcos Almeida, de 39 anos, conhecido como Marquinhos; Alexsandro dos Santos, de 33 anos, “vulgo Alex” e Valdemar da Silva Neto, de 26 anos. “Falta apenas localizar e prender a esposa do Valdemar que tem passagens por vários crimes”, destacou Everton dos Santos.

O crime

O triplo homicídio chocou os moradores do município de Piaçabuçu em Alagoas. Moradores da região, que fica distante 110 km de Maceió, ficaram aterrorizados com a ação dos bandidos que assassinaram a sangue frio o barbeiro Francisco Calixto dos Santos, de 68 anos, o policial civil Sergio Figueiredo Souza, de 54 anos e José Jaminho Teixeira, amigo do policial e empresário em Sergipe.

Original em: http://www.infonet.com.br

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Médico contesta laudo do IML

Indiciado sob suspeita de homicídio doloso pela morte da jornalista Lanusse Barbosa, 27 anos, o médico Haeckel Cabral Moraes contestou o laudo do Instituto Médico Legal em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal.

Para explicar a perfuração de uma veia, disse que ela podia ter ocorrido durante a massagem cardíaca para reanimar a jornalista.Ao ser confrontado com o fato de que a perfuração ocorreu no abdômen, disse que ela poderia ter sido causada por mudanças na posição da paciente.

Original em: http://zerohora.clicrbs.com.br

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Polícia acredita que morte de turista argentina em Ilha Grande tenha ocorrido por afogamento

RIO – O delegado adjunto da 166ª DP (Angra dos Reis), Wagner Seixas, deverá apenas registrar a morte da turista argentina, Tereza Florinda Armentano, de 74 anos. Ela estava no Transatlântico Consta Victória e usou a escuna da própria embarcação para um passeio no sábado, junto com outros turistas na Praia de Lagoa Azul, na Ilha Grande. A argentina teria mergulhado e desaparecido. Segundo os inspetores de polícia, Seixas poderia instaurar inquérito se desconfiasse da existência de algum tipo de crime praticado contra a vítima. Porém, eles explicaram que tudo leva a crer que foi um acidente por afogamento, provavelmente quando a idosa mergulhou na Praia de Lagoa Azul.

– As praias da Ilha Grande são de águas claras, mas, profundas. Isso engana o turista que não conhece aquele litoral – disse um policial.

O laudo de necropsia foi expedido pelo legista Marcelo Millen, que confirmou que a causa da morte foi por afogamento. Segundo funcionários do Instituto Médico Legal de Angra dos Reis, até o final da tarde desta segunda-feira nenhum familiar de Tereza comparecera ao local. Tampouco apareceu qualquer representante legal do consulado da Argentina com a documentação para a liberação do corpo. Os tripulantes que estavam na escuna – e que localizaram e retiraram o corpo de Tereza do mar na região de Lagoa Azul – também não se apresentaram junto ao órgão. A previsão era de que o corpo permaneceria mais um dia no IML, no Centro de Angra.

A polícia foi informada de que a turista teria desaparecido após mergulhar, mas a denúncia ainda está sendo investigada. Os passageiros que a encontraram boiando na água da lagoa faziam parte da mesma excursão. Eles estavam num passeio na escuna Água Viva II, por volta das 16h, quando avistaram a argentina. Quando chegaram ao local, os bombeiros encontraram o corpo da passageira – que já tinha sido retirado do mar – em um deque. A Capitania dos Portos instaurou inquérito para apurar as causa da morte. As investigações serão concluídas em até 90 dias.

O transatlântico partiu de Buenos Aires na última quarta-feira. O navio continuou a viagem, mesmo depois do episódio, e seguiria para Búzios, na Região dos Lagos. O próximo destino será Punta Del Este, no Uruguai. Depois, a embarcação retornará a Buenos Aires, na sexta-feira.

Desfile de barcos ornamentais

Neste domingo, Angra e Paraty promoveram desfiles de barcos ornamentados que estavam previstos para janeiro, mas foram adiados por causa da chuva que resultou na morte de 52 pessoas na virada do ano . Entre as vítimas estava a jovem Yumi Faraci, filha dos donos da Pousada Sankay, destruída por um deslizamento de terra, na Enseada do Bananal. Suas cinzas foram jogadas na mesma lagoa onde a turista argentina se afogou.

As cicatrizes da tragédia do réveillon ainda estão na Ilha Grande, na rodovia Rio-Santos, na Avenida do Contorno e no Morro da Carioca, mas Angra dos Reis começa a reagir . Os turistas voltaram a fazer reservas, o trecho de serra da Rio-Santos virou um canteiro de obras e hotéis e pousadas receberam incentivos para suportar os prejuízos.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Médico presta depoimento e se contradiz sobre morte de jornalista após lipo em Brasília

BRASÍLIA – O cirurgião plástico Haeckal Cabral Moraes, que realizou uma lipoaspiração na jornalista Lanusse Martins Barbosa, de 27 anos, foi interrogado na última sexta-feira, e se contradisse na Delegacia de Polícia da Asa Sul, em Brasília. Lanusse morreu no último dia 25, vítima de uma perfuração de uma veia renal que causou uma forte hemorragia e a levou à morte, segundo laudo do Instituto Médico Legal (IML).

De acordo com a delegada Martha Vargas, que investiga o caso, primeiro o médico alegou que a perfuração na veia do rim teria ocorrido por causa da massagem cardíaca. Depois, ao ser questionado sobre o local da massagem ser acima do rim, ele mudou a versão. Disse que o problema pode ter ocorrido por causa das mudanças de posição da paciente para a lipoaspiração. Moraes negou que a perfuração tenha sido provocada pela cânula de aspiração e se defendeu dizendo que não houve erro médico.

O depoimento não convenceu a polícia, que se baseia no laudo do IML. O exame constatou que a veia foi atingida por um objeto perfurante. A delegada ainda quer ouvir alguns parentes de Lanusse, antes de concluir o inquérito. O documento deve ser enviado ainda esta semana para o Ministério Público.

A polícia manteve o indiciamento de Haeckal Cabral Moraes por homicídio doloso, já que ele teria assumido o risco de matar a paciente.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Quadrilha de traficantes é presa na Praça da Sé, Centro de SP

SÃO PAULO – Nove pessoas foram presas na tarde desta segunda-feira por policiais do 1º Distrito Policial (Sé) suspeitas de integrar uma quadrilha de traficantes que agia na região. Um menor também foi apreendido. Eles são acusados de vender crack na região. Após uma semana de filmagens e campana, os policiais conseguiram identificar o grupo. Foram apreendidas 16 pedras de crack. A droga estava no sutiã de uma mulher e no cobertor de um homem.

A equipe conseguiu individualizar a função de cada um no crime – quem vendia, quem entregava e quem guardava. O bando será indiciado por associação ao tráfico, formação de quadrilha e corrupção de menores. As imagens foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística (IC) para serem periciadas.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Famílias de mulheres mortas brutalmente convivem com dor e revolta

Maria Aparecida não perde esperança de que matador da filha seja pego

A dor de enterrar um familiar vítima da violência só não é maior, em muitos casos, do que a angústia de saber que os órgãos de segurança pública ainda não descobriram o autor da barbárie, como ocorre com parentes das três mulheres violentadas e estranguladas pelo serial killer que agiu no Bairro Industrial, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 2009. O caso foi revelado na última terça-feira, quando o Estado de Minas mostrou com exclusividade que exames do Instituto de Criminalística em amostras de sêmen coletadas nos corpos de Ana Carolina Assunção, de 27 anos, Maria Helena Lopes Aguilar, de 48, e Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35, apontaram que elas foram assassinadas pelo mesmo homem.

Além da onda de assassinatos de mulheres registrada em Belo Horizonte entre 1999 e 2001, muitos ainda não esclarecidos, ainda no ano passado homicídios que ganharam destaque pela crueldade continuam sem resposta, entre eles alguns que envolvem violência sexual. Um dos mais chocantes ocorreu em abril, quando um criminoso tirou a vida da universitária Júnia Aparecida da Silva. O corpo da estudante de biologia foi encontrado a cerca de 500 metros de casa, num bota-fora do Bairro Lago Azul, em Ibirité, na região metropolitana. “A polícia continua sem pistas do agressor e não descobriu quem matou minha filha. Sofro dia e noite, mas não perdi a esperança de ver o crime elucidado”, desabafou a mãe da vítima, Maria Aparecida da Cruz Silva, de 49.

Ela guarda com carinho o porta-retrato de sua menina, presente dos colegas de trabalho de Júnia. Volta e meia, quando a saudade aperta, passa horas observando o belo sorriso deixado da garota, cujo corpo apresentava sinais de violência sexual. “Tenho que saber o porquê de alguém ter feito isso com minha filha, pois a Júnia era uma pessoa estudiosa, trabalhadora. Teve bom berço e não se envolvia com pessoas erradas”, acrescentou a mãe. A polícia informou que há três possíveis suspeitos e que “o delegado responsável pelo caso pediu a quebra de sigilo e fez outras representações à Justiça para aprofundar as investigações”.

Também em Ibirité e no mesmo mês, moradores encontraram o corpo de Renata Expedita de Oliveira, com perfurações de facas e sinais de estrangulamento. A polícia não tem um suspeito para o crime. Dor semelhante sofre a família de Marluce da Silva Wolf, também morta em abril. O corpo da garota foi localizado num lixão do Bairro Brasília, em Araguari, no Triângulo Mineiro. A Polícia Civil acredita que o crime foi motivado por vingança, mas a corporação admitiu que ainda não tem um suspeito.

Naquele mesmo mês, Ramayane Rezende, de 19, foi assassinada por asfixia em Sete Lagoas, na Região Central, no dia 13. Ela foi vista pela última vez quatro dias antes de seu corpo ser localizado, na Lagoa Grande, com sinais de violência sexual. A polícia acredita que o crime tenha sido praticado por um homem que apareceu morto três dias depois, mas o inquérito ainda não foi concluído.

Também em abril, o corpo de Cássia Priscila Azevedo Costa, de 25, foi localizado às margens de uma cachoeira da área rural de Bonfim, perto de Igarapé, na região metropolitana. Ela foi estrangulada, mas não foi confirmado o abuso sexual. A polícia informou que o inquérito aguarda resultado de exame de DNA para ser comparado com dois suspeitos.

Outro homicídio que aguarda a identificação do autor pode ter relação direta com a ação do maníaco caçado pela polícia. Ele ocorreu em janeiro de 2009, em BH, onde o corpo da comerciante Adina Feitor Porto foi encontrado com sinais de abuso sexual e estrangulamento.

Original em: http://www.uai.com.br

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