Justiça do Rio não acata denúncia contra cervejaria

Rio de Janeiro (Agência Rio) – O juiz Roberto Câmara Lace Brandão, da 31ª Vara Criminal do Rio, rejeitou denúncia contra os gestores da Cervejaria Petrópolis, fabricante das cervejas Itaipava e Crystal. Eles foram denunciados pelo Ministério Público estadual pelo crime de propaganda enganosa.

De acordo com o MP, os réus teriam induzido o consumidor a erro, uma vez que, cientes da ineficácia do lacre fixado na parte superior das latas de cerveja, eles teriam promovido campanha publicitária informando que o selo de proteção garantia a segurança do produto.

Entretanto, segundo o juiz, não há provas nos autos de crime contra as relações de consumo.

“Os elementos informativos que instruem o presente feito não fornecem indícios mínimos acerca da existência de crime contra as relações de consumo, na modalidade de propaganda enganosa”, afirmou o magistrado.

Ele baseou sua decisão em laudos do Instituto de Ciências Biomédicas do Departamento de Microbiologia da Universidade de São Paulo (USP), realizado em 2002, o qual concluiu que os lacres seriam efetivos, impedindo a proliferação fúngica e bacteriana.

No mesmo sentido, laudos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), no Rio de Janeiro, constataram que não havia crescimento de microorganismos. Ainda de acordo com o juiz, nenhum lesado foi ouvido ou mesmo identificado pelo Ministério Público do Rio.

Ele disse também que a investigação foi instaurada a pedido do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) que representa interesses de concorrentes da Cervejaria Petrópolis. “Logo, a perícia utilizada pelo Ministério Público para fundamentar suas imputações configura peça técnica unilateral de parte nitidamente interessada. Nada, absolutamente nada no inquérito indicia a existência de dolo de qualquer dos demandados. Sem qualquer indício seguro nesse sentido (de que qualquer dos acusados soubesse, previamente, da suposta ineficácia do selo protetor antes da divulgação do material publicitário), não há justa causa para as imputações formuladas na inicial. Seria preciso supor que o laudo da USP teria sido elaborado de forma fraudulenta, para visualizar qualquer indício de participação dolosa dos gestores da Cervejaria Petrópolis na alegada propaganda enganosa (crime contra as relações de consumo)”, ressaltou o juiz.

Original em: http://www.oreporter.com

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Em julgamento, mãe de militar encontra peão pela 1ª vez

Para Silvana Sales, de 38 anos, o julgamento do peão Fagner Gonçalves, que acontece nesta quinta-feira no Fórum de Campo Grande, foi antecedido por uma visita ao cemitério e de uma noite a base de calmante. Fagner é acusado de atropelar, arrastar por 15 quilômetros e matar o cabo do Exército, Leonardo Sales da Silva, de 19 anos, filho de Silvana.

“Vou ver ele [Fagner] pela primeira vez. Ontem visitei o túmulo do meu filho para um ‘bate-papo’”. Foi como se ele dissesse para eu não ficar com raiva”, relata enquanto esperava pelo início do júri popular.

Leonardo morreu em junho de 2008. A mãe ressalta que o julgamento demorou muito a chegar. “Demorou porque ele não é filho de policial, advogado, se fosse já teria resolvido. Ele era uma pessoa pobre, de família pobre”.

Pela primeira vez numa sala do Tribunal do Júri, Silvana se diz preparada para tudo. “Mas a justiça tem que ser feita. Apesar de uma pena, grande ou não, não amenizar a minha dor”. Além de Silvana, o pai, o padrasto, a avó e uma irmã de Leonardo acompanham o julgamento.

Fagner, que ficou preso por um ano e dois meses, foi denunciado pelo MPE (Ministério Público Estadual) por homicídio doloso triplamente qualificado (motivo torpe, com requintes de crueldade e sem possibilidade de defesa da vítima). Caso condenado, a pena vai de 12 a 30 anos de reclusão.

Contudo, a defesa argumenta que o crime foi homicídio culposo, como é acidente de trânsito, o que reduziria a pena a, no máximo, quatro anos de reclusão.
O julgamento foi determinado pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos.

Diante de um júri formado apenas por homens, o perito criminal e engenheiro físico Emerson Lopes do Reis foi a primeira testemunha a depor. A pedido do advogado de defesa, Abadio Rezende, ele forneceu detalhes do laudo e da simulação do crime.

De acordo com Reis, a perícia indica que a vítima tenha tentado subir na lateral do veículo, o que justificaria o fato da perna do jovem ter ficado presa entre o feixe da mola e a roda traseira direita do veículo. Na época, foram citadas varias versões para explicar porque Leonardo ficou preso à caminhonete.

Na versão de Fagner, Leonardo estava em pé conversando com amigos na frente de uma conveniência quando foi atropelado pela traseira da camionete. Já amigos do militar falaram que ele estava sentado tomando tereré e foi pego pela frente.

Arrastado – Em 6 de junho de 2008, Fagner Gonçalves participou de um rodeio no bairro Dom Antônio Barbosa. Ao sair do local, ele discutiu com alguns jovens e arrancou a caminhonete F-4000, atropelando o militar do Exército.
Leonardo ficou preso no veículo e morreu após ser arrastado por 15 quilômetros, até o bairro Itamaracá, na saída para São Paulo.

Em depoimento à polícia, o peão confessou que estava dirigindo a caminhonete e só não parou, após ser avisado por populares, porque ficou com medo de ser linchado pelo grupo.

Após ser avisado pelo irmão, ele ainda andou aproximadamente seis quilômetros com o corpo do militar embaixo do veículo, conforme o inquérito policial.

Original em: http://www.cassilandiajornal.com.br

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Morte de turista alemã em Pernambuco pode ter sido vingança ou crime passional, diz polícia

Perícia colhe impressões digitais no carro da família

RECIFE – A equipe da polícia de Pernambuco que investiga morte da turista alemã Jennifer Marion Nadja Kloker, de 23 anos, não descarta a possibilidade de o crime ter sido motivado por vingança, envolvimento com drogas ou ter caráter passional. Apesar disso, a versão dada pela família, de que ela teria sido vítima de latrocínio – roubo seguido de morte, também está sendo investigada.

A direção de Operações da Polícia Civil já encaminhou ao Consulado Italiano no Recife um pedido de informações para saber a situação do casal no país em que viviam – ela estava casada há cinco anos com Pablo Tonelli, que nasceu em Pernambuco mas tem naturalidade italiana.

Jennifer foi encontrada morta na manhã da última quarta-feira na BR-408 , entre o bairro do Curado e a cidade de São Lourenço da Mata. O corpo da vítima trazia quatro marcas de tiros. Jennifer, que trabalhava como cabeleireira na Itália, estava em um carro com o marido, o filho de dois anos e os sogros quando dois homens em uma moto abordaram o veículo, por volta das 21h da última terça-feira. De acordo com a polícia, eles estavam voltando do Terminal Integrado de Passageiros (TIP), onde foram comprar passagens para João Pessoa, na Paraíba. Os dois visitavam parentes dele no Recife.

Um dos criminosos teria entrado no carro da família e mandado que eles seguissem a moto. Mais adiante, ele ordenou que todos saíssem do carro, menos Jennifer, que permaneceu dentro do veículo.

O carro foi encontrado por trás da delegacia de São Lourenço e, nesta fase inicial da perícia feita pelo Instituto de Criminalistica (IC), impressões digitais foram encontradas e poderão ajudar a identificar os assassinos.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa está à frente da investigação. O viúvo, a mãe e o padrasto dele, que estavam juntos no momento da abordagem da dupla criminosa, já prestaram depoimento. A família tinha passagem de volta para a Itália marcada para o dia 20 de março.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Overdose causa morte de detento no interior de SP

SÃO PAULO – Jefferson Adriano Silva Espíndola, preso da Penitenciária II de Itirapina (SP), morreu na segunda-feira em Rio Claro, também no interior paulista, vítima de “intoxicação exógena aguda”, conhecida como overdose, de acordo com nota da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) da cidade, segundo a Seccional da Polícia Civil em Rio Claro, ainda não foi concluído. O IML de São Paulo ainda fará uma análise para descobrir qual substância teria causado a morte do detento. Não há informação sobre quando este resultado ficará pronto.

Espíndola foi retirado de seu pavilhão na Penitenciária II na segunda-feira após pedidos de socorro dos demais sentenciados. O preso apresentava convulsões e foi encaminhado imediatamente para o setor de enfermaria, segundo a SAP.

Em seguida, foi encaminhado ao hospital da cidade e, medicado, retornou ao pavilhão hospitalar da penitenciária. Como seu quadro de saúde não apresentava melhoras, foi novamente removido ao hospital local e, posteriormente, encaminhado ao Pronto Socorro de Rio Claro onde morreu no fim da noite.

Original em: http://www.estadao.com.br

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Preso suspeito de matar mulher e enteada de 15 anos em SP

Um homem de 35 anos foi preso pela Polícia Militar na madrugada desta quinta-feira suspeito de matar a mulher de 30 anos e a enteada de 15, na avenida Alba, bairro Pedreira, zona sul de São Paulo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o motorista confessou o crime.

A SSP afirma que os policiais foram acionados e, ao entrar na casa, encontraram M. A. M., 30 anos, já sem vida, e K. K. M., 15 anos, que foi socorrida ao Pronto Socorro de Diadema, mas morreu no hospital. De acordo com a secretaria, o homem atirou nas duas com um revólver.

A arma foi apreendida e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC). O caso foi encaminhado ao 98º Distrito Policial (Jardim Miriam). A SSP não informa qual seria a motivação para o crime.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Menina encontrada morta no Aterro do Flamengo foi identificada

RIO – A menina encontrada morta no Aterro do Flamengo, na tarde do último domingo foi identificada nesta terça-feira, no Instituto Médico Legal (IML). Raissa de Souza da Silva tinha nove anos e morava com a mãe e os irmãos em um prédio do INSS invadido na Rua do Riachuello, na Lapa. Na terça, o IML divulgou o laudo que confirmava que a criança foi estuprada e estrangulada.

O pai de Raissa, Rafael Claudino da Silva liberou o corpo da menina, que deve ser sepultada , nesta quarta-feira, no Cemitério do Caju. Peritos não encontraram nenhuma digital no local do crime, mas ainda analisam o material colhido do corpo da menina. Além disso, os Policiais da Divisão de Homicídios tentarão produzir um retrato falado do suspeito, baseado no depoimento da família e dos amigos que estavam com Raíssa, antes de ela desaparecer.

Original em: http://jbonline.terra.com.br

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Fraude em fitas ameaça produtores

Organizadores da festa onde agente foi morto podem ser indiciados

Os responsáveis pelo evento na Marina da Glória onde o policial federal Humberto José Filgueiras Barrense, 40 anos, foi morto por outro agente federal podem ser presos por fraude processual, segundo o delegado Felipe Ettore, responsável pelas investigações. Entre meia noite e 4h30, não há imagens registradas pelo circuito interno de segurança da festa de música eletrônica. Elas teriam sido apagadas. O crime aconteceu por volta das 3h.As fitas já foram enviadas à perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli.

Os peritos tentam recuperar as imagens. “Mesmo que não consigam recuperá-las, mas constatem que foram apagadas, isso já é suficiente para provar que fraudaram provas de um crime. E todos os envolvidos serão presos”, disse o delegado Felipe Ettore.

Em depoimento na Delegacia de Homicídios, que investiga o caso, o operador de câmeras Israel Costa Chaves, 31 anos, preso em flagrante e autuado por fraude processual, confessou que recebeu ordens da produtora do evento identificada como Ana Cristina para apagar do HD as imagens que mostravam o momento do crime e o tempo em que Humberto e a namorada Carla Leite, 30, estiveram na festa. Israel pagou fiança de R$ 1 mil e foi liberado. Até sexta-feira Felipe Ettore pretende ouvir seguranças que trabalhavam na festa, a produtora e o dono da empresa responsável pelo evento. Carla também deverá prestar novo depoimento.

A confusão começou quando Humberto, que estava armado, não concordou em deixar acautelada a pistola 9 mm, provocando protestos de seguranças e de um homem identificado como Pedro Schmitt, responsável pelo evento. Humberto teria discutido com ele, que chamou o irmão, o agente federal Leonardo Schmitt. O policial disparou quatro tiros contra Humberto, que morreu na hora. Leonardo está preso.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Perícia analisa fios de cabelo e pelos achados em Hilux

Estará pronto na próxima segunda-feira (22)  o resultado do laudo pericial do local do crime onde foram mortos os quatro chineses, encontrados no domingo (7), em uma estrada carroçável, em Macaíba, região metropolitana da capital. A Tribuna do Norte, com exclusividade, antecipou o resultado do laudo. Adamo Luiz Costa Batista, perito criminal do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) irá assinar o documento que pode ajudar a polícia a preencher algumas lacunas.

Nem dentro nem fora do veículo foram encontradas marcas de tiros. Havia vestígios de sangue

De acordo com o perito, infelizmente, não foram encontradas impressões digitais  na caminhonete Hilux  que pudessem ajudar a polícia a chegar, com mais facilidade até aos assassinos.

No veículo, o perito localizou fios de cabelo e pelos. “Os fios eram pretos e compridos, provavelmente, das próprias vítimas. Encaminhei para análise”.

Nem dentro, nem fora do carro foram encontradas marcas de tiros. Vestígios de sangue foram localizados na lataria da caminhonete (do lado de fora). “Foram algumas gotículas de sangue”.

A caminhonete foi encontrada próxima dos corpos. “Isso nos mostra que as vítimas foram executadas fora do veículo”. Também não foi localizado nada na caminhonete que leve a perícia a acreditar que houve luta corporal, entre, criminosos e vítimas.

Quanto à arma utilizada para matar as vítimas, como a Tribuna do Norte havia publicado, anteriormente, foi mesmo um revólver de calibre compatível com um 38.

Apesar de ter sido divulgado na imprensa que  o local do crime havia sido limpo pelos criminosos, após a execução das vítimas, o laudo revela, exatamente, o contrário. “Foram encontrados vários projéteis. Um dos fragmentos de uma das balas estava localizado no soutien  de uma das mulheres”.

Questionado se os chineses teriam sido torturados antes de morrer, Adamo  Luiz desconsidera esta possibilidade. “Não encontramos nada que nos levasse a levantar esta possibilidade. Nenhum objeto contundente”. Mas, o perito afirmou que o estado de putrefação dos corpos prejudica algum tipo de análise mais aprofundada. “Com o estado dos corpos em decomposição, alguns detalhes podem ter sido  mascarados”.

A Hilux de cor prata e placas, NNP/ RN 8866 era conduzida por  Jin Warguai, 39, proprietário do veículo e, segundo fontes da Tribuna do Norte, era ele que estava de posse de uma grande quantia em dinheiro, cerca de US$ 100 mil.

Wangay e Zhon Maozlen, 36 eram donos da loja, JMF Variedades, no Alecrim. Já o casal Lixong Lin, 36, Zhang Haiyan, 38 eram proprietários da loja Gold Sol, também  no Alecrim. Na  tarde de ontem, ambas as lojas continuavam fechadas.

O delegado Ronaldo Gomes, titular da Delegacia Especializada em Investigação ao Crime Organizado (Deicor) que preside o inquérito policial onde se apura a morte dos chineses irá receber o laudo na segunda-feira pela manhã.

De acordo com informações da polícia, agentes da Deicor continuam investigando o crime. Há informações de que a polícia já possui alguns nomes de possíveis suspeitos.

Original em: http://tribunadonorte.com.br

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Homem é preso por tentativa de estupro de menor em Osasco

V.C.A., 33, foi preso na madrugada de segunda-feira,15, em Osasco, acusado de se masturbar dentro de seu carro em frente a uma menina de 12 anos. Ele foi indiciado por satisfação de lascívia, quando se induz alguém a satisfazer o desejo sexual de outra pessoa.

Uma equipe do 14º BPM foi chamada por um motoqueiro,que contou estar na rua Antônio Roberto Parente,na Vila Menck, quando uma menina passou por ele correndo e gritando. A menina teria dito ao motoqueiro que o motorista de um Gol vermelho havia tentado estuprá-la.

Enquanto conversava com a garota, o motoqueiro viu o carro do suspeito sair em alta velocidade e resolveu segui-lo. O homem foi detido num posto de gasolina por populares.O caso foi registrado no 10º DP de Osasco. A camiseta do homem, que tem uma mancha, será periciada pelo Instituto de Criminalística de Osasco. O laudo sairá em 15 dias. O carro foi apreendido. O Conselho Tutelar foi acionado e a menina será mantida sob a guarda da instituição.

A vítima contou à polícia que havia saído de sua casa, pois tinha apanhado de sua mãe. Na rua, em frente à uma fábrica de bebidas,ela ficou pedindo carona, até que V. parou e lhe ofereceu ajuda, mas ela não aceitou. O homem insistiu e aproximou o carro dela. Em seguida, se masturbou olhando para ela.

Original em: http://www.redebomdia.com.br

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Turista alemã de 23 anos é encontrada morta na BR-408

O corpo da vítima foi localizado entre o Curado e São Lorenço da Mata, na manhã desta quarta-feira; ele estava com marcas de tiro

A turista alemã Jennifer Marion Nadja Kloker, de 23 anos, foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (17), na BR-408, entre Curado e São Lorenço da Mata. A vítima estava com marcas de pelo menos quatro tiros.

A alemã, naturalizada italiana, estava no carro com o marido, o filho de dois anos de idade e os sogros quando dois homens em uma moto abordaram o veículo, por volta das 21h, desta terça-feira (16). De acordo com a polícia, eles estavam voltando do Terminal Integrado de Passageiros (TIP), onde foram comprar passagens para João Pessoa, na Paraíba.

Um dos criminosos teria entrado no carro da família e mandado que eles seguissem a moto. Depois de um certo tempo, ele ordenou que todos saíssem do carro, menos Jennifer, que permaneceu dentro do veículo. “Ela pedia calma, gritava muito. Os bandidos falavam palavrões, puxavam ela pelo cabelo, dizendo para a gente ir embora sem olhar para traz”, contou a sogra da vítima. Eles fugiram do local, levando a alemã.

O veículo foi encontrado por trás da delegacia de São Lorenço e será periciado pelo Instituto de Criminalistica (IC). O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa está investigando o caso. A alemã estava em Pernambuco para visitar parentes.

Original em: http://pe360graus.globo.com

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