THE: Funcionário do IML cobra R$ 250,00 para aplicar formol em corpo

Na manhã desta sexta-feira (18) o IML recebeu o corpo de Maria do Nascimento Lopes, 65 anos, que faleceu na manhã de hoje após ter ingerido um remédio caseiro. Segundo do laudo médico do HUT a aposentada teve óbito por infecção.

A família se dirigiu até ao Iml para solicitar a liberação do corpo para ser levado para a cidade de Santa Luxia no Maranhão e foi informado por um  funcionário para que o corpo fosse liberado com o formol a família deveria pagar R$ 250 para aplicar o formol. A família reclama da taxa.

Segundo plantonistas do Instituto a cobrança da taxa é opcional e o IML não tem a obrigação de aplicar o formol, tal procedimento pode ser realizado pelas funerárias.

Segundo o médico legista do IML, Dr. Raimundo Nilton, não existe nenhuma regularização quanto a cobrança de taxas. Ele afirma que não tem conhecimento do fato e alega que vai investigar o acontecido.

Original em: http://www.tvcanal13.com.br

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Polícia deve fazer reconstituição da morte de turista alemã na semana que vem

RECIFE – A polícia de Pernambuco quer fazer a reconstituição da ação que terminou com a morte da turista alemã Jennifer Marion Nadja Kloker, de 23 anos, antes mesmo de ter suspeitos pelo crime. A reconstituição deve ocorrer na semana que vem, mas o dia não foi marcado. Jennifer foi encontrada morta na manhã da última quarta-feira, na BR-408, entre o bairro do Curado e a cidade de São Lourenço da Mata. O corpo da vítima trazia quatro tiros na barriga.

A jovem estava casada há cinco anos com Pablo Tonelli, que nasceu em Pernambuco mas tem nacionalidade italiana. O casal estava com o filho de 2 anos em visita a parentes e voltaria no dia 20 de março para a Itália.

Na noite de terça-feira de carnaval, segundo a família, eles voltavam do Terminal Integrado de Passageiros (TIP), onde foram comprar passagens para João Pessoa, na Paraíba, quando dois homens em uma moto abordaram o veículo, por volta das 21h, pouco depois do TIP, no cruzamento da BR-408. Um dos criminosos teria entrado no carro e mandado que eles seguissem a moto. Mais adiante, ele ordenou que todos saíssem do carro, menos Jennifer, que permaneceu dentro do veículo.

– Eu disse para o meu marido que era um assalto e pedi calma. Ela [Jennifer] perguntando o que se passava, o que se passava e já foi ficando nervosa, gritando. O [criminoso] que estava dentro do carro com o revólver apontado para minha direção disse que era para meu filho seguir aquela moto; em determinado momento, ele mandou a gente parar e minha nora, quanto mais a gente pedia calma, mais ela gritava. Ela tentou se agarrar com meu filho, o bandido pegou ela pelo cabelo e disse para a gente ir embora andando, sem olhar pra trás, e ela ficou no carro – diz a sogra da vítima.

O carro foi encontrado em São Lourenço da Mata e o Instituto de Criminalistica (IC) colheu impressões digitais que poderão ajudar a identificar os assassinos. A polícia não descarta a possibilidade do crime ter sido motivado por vingança, envolvimento com drogas ou ter caráter passional. A versão da família, de que Jennifer foi vítima de latrocínio – roubo seguido de morte – também está sendo investigada.

– Vamos investigar se pode ter sido crime passional, uma ameaça ou tráfico de drogas. Vamos checar todas as informações trazidas para os autos, para só então dar um resultado – disse o diretor de Operações da Polícia Civil, Osvaldo Moraes.

A direção de Operações da Polícia Civil já encaminhou ao Consulado Italiano no Recife um pedido de informações para saber a situação do casal no país em que viviam. Jennifer Kloker trabalhava como cabeleireira na Itália. O viúvo, a mãe e o padrasto dele, que estavam juntos no momento da abordagem da dupla criminosa, já prestaram depoimento.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Homem que atacou casal no PR pega 65 anos de prisão

CURITIBA – O juiz substituto da Vara Criminal de Matinhos, no litoral do Paraná, Rafael Luís Brasileiro Kanayama, condenou o auxiliar de serviços gerais Juarez Ferreira Pinto, de 42 anos, a 65 anos e cinco meses de reclusão em regime fechado, sob acusação de latrocínio contra o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, além de roubo qualificado e atentado violento ao pudor contra M.P.L., de 23 anos. Os crimes ocorreram em 31 de janeiro do ano passado, no Morro do Boi, localidade do balneário de Caiobá.

Ao publicar a sentença hoje, o juiz decretou segredo de justiça por considerar que há crime contra a dignidade sexual de M.P.L., que ainda se recupera de lesões na medula. Ela está fazendo exercícios fisioterápicos para voltar a andar. “A pena foi pesada, mas o fato foi pesado e a legislação é pesada para evitar crimes como esse”, avaliou o advogado Elias Mattar Assad, assistente de acusação. Por ser crime hediondo, caso não haja reforma na sentença, Juarez precisará cumprir 26 anos de reclusão antes de ser beneficiado com progressão de pena.

O pai de Osíris, Sérgio Del Corso, estava em Roma, de onde conversou com a imprensa após contato telefônico feito pelo advogado. “Foi com emoção e alívio que recebemos o anúncio da sentença”, afirmou. Sua mulher, Ana Zélia, disse que o alívio devia-se à certeza de que a “verdade prevaleceu”. “Tentamos ficar com o consolo de que a justiça e a verdade prevaleceram, que a morte de meu filho não foi em vão, mas ajudou a retirar da sociedade esse elemento”, afirmou.

M.P.L. está em João Pessoa (PB) recuperando-se das lesões. Por telefone, ela disse que gostou da decisão. “Fico mais tranquila porque ele está preso, não fará mais mal para mim”, destacou. O principal argumento da acusação foi o reconhecimento que ela fez de Juarez. Por isso, M.P.L. salientou que está tranquila até em relação a um possível recurso da defesa. “Acho que ele não vai conseguir se livrar, a vítima reconheceu ele, está muito escrachado, acho que não tem mais o que acontecer”, disse.

Um dos advogados de defesa de Juarez, Mário Lúcio Monteiro Filho, considerou “absurda” a sentença. Segundo ele, durante as alegações finais, já tinha se referido ao cerceamento de defesa e sugerido parcialidade do juiz. “Vamos recorrer ao Tribunal de Justiça e em seguida encaminhar um habeas corpus ao Superior Tribunal de Justiça para que seja decretada a nulidade do processo”, reforçou. Ele também considerou absurda a decretação de segredo de justiça. “É um caso complexo que correu sem segredo e agora, na finalização, se decreta”, criticou.

Juarez foi preso no dia 17 de fevereiro em razão da semelhança com o retrato falado feito por peritos do Instituto de Criminalística, a partir da descrição de M.P.L. A jovem foi contundente nos testes de reconhecimento feitos pela polícia, garantindo em todos os momentos que se tratava da pessoa que tinha atacado a ela e a seu namorado. Com base nesse depoimento e mesmo sem provas materiais contra o suspeito, o Ministério Público apresentou a denúncia acatada pela Justiça.

Durante as investigações, o caso quase sofreu uma reviravolta. Em junho, o vigia Paulo Delci Unfried, de 32 anos, foi preso sob acusação de atentado violento ao pudor contra outra moradora do litoral paranaense. Com ele, a polícia encontrou uma arma que, confrontada com os exames de balísticas realizados em Del Corso, apontou-a como sendo a utilizada no crime.

Indiciado em cinco inquéritos por assalto e estupro, ele chegou a confessar a autoria de mais este crime, mas perante o juiz voltou atrás, alegando que tinha sido torturado. Unfried disse que tinha emprestado a arma, embora não se lembrasse do nome completo da pessoa. Ele foi libertado a pedido do Ministério Público.

Original em: http://www.estadao.com.br

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