Segurança do PR recebeu R$ 20 milhões em repasses federais nos dois últimos anos

Curitiba, 23-02-10 - SESP - O secretário da Segurança Luiz Fernando Delazari, fala durante a Escola de Governo

O secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, apresentou, nesta terça-feira (23), na Escola de Governo, breve relatório sobre os recursos federais obtidos, na área, em 2008 e 2009. Nesses dois anos, foram recebidos R$ 20.027.015,97, o que, segundo Delazari, é pouco significativo se comparado aos investimentos do Governo do Estado em segurança.

“Temos uma relação muito importante com o governo federal, tanto que o Paraná é um Estado muito elogiado e tido como exemplo, principalmente na área de policiamento comunitário que é uma das principais bandeiras deste governo”, afirmou.

O secretário citou a parceria com a Polícia Federal para obtenção de recursos e lembrou que o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça (MJ) é o órgão responsável por contemplar os Estados com verbas federais. Essa verba é obtida por convênios e doações, a partir de projetos enviados pelos órgãos de segurança estaduais. Em 2009, o principal repasse federal foi para compra de um helicóptero, destinado ao policiamento aéreo.

Em 2008, o Paraná recebeu R$ 9.737.607,00, se contados os repasses por meio de convênio e doações do MJ. Com a verba doada pelo MJ, foram compradas viaturas, ônibus, micro-ônibus, furgão e outros equipamentos destinados à segurança. Do total da verba, R$ 7.356.499,00 foi recebida por meio de convênio. Esse valor foi aplicado em projetos destinados a reaparelhar o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal, entre outras unidades.

No ano passado, a principal aquisição com recurso federal foi um helicóptero, contemplada através do envio do projeto “Implantação do Serviço Aeropolicial do Paraná”. A licitação para a compra da aeronave deve acontecer até o mês que vem. Com o mesmo recurso de R$ 9.103.011,00, foi aprovado o projeto de reaparelhamento do Corpo de Bombeiros do Paraná. Também foram doados 145 conjuntos de bafômetros, 100 coletes balísticos e duas impressoras, no valor de R$ 1,1 milhão.

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Blitz do Detran não parou médico

Ortopedista confirmou que faltou ao plantão e que havia ingerido bebida alcoólica

Um simples teste de bafômetro e o acidente de trânsito que matou a ambientalista Ludmila Mirelle Inácio da Silva, 27 anos, no Complexo de Salgadinho, em Olinda, poderia ter sido evitado. A Polícia Civil revelou, ontem, que o carro Corolla onde a vítima estava junto com o ortopedista Homero Rodrigues da Silva Neto, 39, na madrugada do dia 2 de fevereiro, foi parado em uma blitz de trânsito na beira-mar, naquela cidade, e mesmo assim o médico não foi submetido ao teste para detectar o teor alcoólico no sangue. Nessa ocasião, Homero Rodrigues já havia ingerido álcool. A revelação foi feita, ontem à tarde, pelo próprio ortopedista no primeiro depoimento que prestou à polícia depois de receber alta, na sexta-feira pré-carnavalesca. Ele confirmou ter ingerido duas doses de uísque e ter tomado cerveja.

O delegado do Varadouro, Erivaldo Guerra, responsável pelo inquérito que apura o acidente, disse que o veículo foi interceptado por volta de 1h da madrugada, quando o ortopedista dirigia no sentido Recife/Olinda. “Eledisse que se identificou como médico, que estava cansado e em nenhum momento foi chamado a usar o bafômetro”, comentou o policial. Nesse momento, além do casal, também estava no carro um homem identificado apenas como Dodô. Ele conheceu Homero Rodrigues em um bar no Recife Antigo e juntos seguiram para Olinda, onde encontraram Ludmila, em um outro bar, na Rua do Amparo. A abordagem da blitz do Departamento de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) somente aconteceu quando os três seguiam para um terceiro bar, também naquela cidade. “Na blitz, a polícia constatou que ele tinha condições de dirigir e por isso não usou o bafômetro”, disse o advogado do médico, Luiz Cláudio Farina. Ludmila assumiu o volante do carro quando o casal foi deixar o amigo nos Aflitos, no Recife. Na volta, no sentido Recife/Olinda, ela perdeu o controle do veículo e capotou parando no Espaço Ciência, por volta das 4h30 da madrugada.

A assessoria de imprensa do Detran-Pe informou ontem que vai investigar se houve blitz, a localização e o horário da operação e as placas dos carros abordados. Pela nova Lei 11.705, caso o médico tivesse sido flagrado excedendo o limite de 0,2 grama de álcool por litro de sangue pagaria multa de R$ 957, perderia a carteira de motorista por um ano e ainda teria o o carro apreendido. Para alcançar o valor limite, basta beber uma única lata de cerveja ou uma taça de vinho. Quem for apanhado pelos bafômetros com mais de 0,6 grama de álcool por litro de sangue (equivalente a três latas de cerveja) pode ser preso. Apesar de o motorista poder se recusar a fazer o teste, o condutor pode sofrer a mesma punição destinada a pessoas comprovadamente alcoolizadas.

Mesmo que seja comprovada a situação, o médico não pode mais ser punido por dirigir embriagado porque ele não foi submetido a exame de alcoolemia. O Instituto de Criminalística (IC) concluiu que no momento do acidente Ludmila dirigia altamente embriagada. Também foi constatado que o pó encontrado no veículo, 2,26 gramas, era cocaína. Ontem, o médico disse que não sabiaa quem pertencia a droga. Além do entorpecente, foram encontradas no carro uma garrafa de uísque vazia e duas caixas de comprimidos Viagra.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Divulgado nome do policial militar suspeito de integrar quadrilha que arromba caixas eletrônicos

Vinte e dois anos na Polícia Militar. Motorista do comandante do policiamento e mecânico dos veículos da corporação, a prisão do soldado Valdeci Truppel, 40 anos, surpreendeu os colegas do 16º Batalhão da PM de Palhoça, na Grande Florianópolis.

Ele é suspeito de fazer parte da quadrilha de arrombadores de caixas eletrônicos, presa no domingo, quando tentava furtar no Banco do Brasil de Santo Amaro da Imperatriz.

O soldado foi preso em sua oficina, no bairro Aririú, em Palhoça. Segundo a força-tarefa do Ministério Público Estadual, ele monitorava ou facilitava o acesso ao rádio de comunicação interna da PM para informar à quadrilha sobre cerco policial quando os arrombadores estivessem em ação.

— É um policial que nunca teve histórico de crime e apresentava conduta exemplar — disse nesta segunda-feira um oficial do comando do batalhão sobre a prisão do soldado.

O soldado prestaria serviços de conserto dos veículos da PM de Palhoça. Segundo o comando do 16º BPM, a empresa era de sua mulher e está credenciada para o serviço.

Preso em flagrante por formação de quadrilha, o soldado está no 4º Batalhão, em Florianópolis. A PM não informou o nome de seu advogado e disse que isso caberia aos familiares, que não foram encontrados.

Líder do grupo está foragido

Os outros cinco presos em flagrante na agência bancária são Luciano Paduano, Vilson Crescêncio e Paulo Cesar da Cruz, todos de Joinville, Rogério Cesar da Cruz e Darci Mello de Almeida, da Grande Florianópolis.

O sétimo integrante apontado como líder do bando está foragido e não teve o nome divulgado. Ele seria da Grande Florianópolis.

Paduano é o caixeiro mais conhecido. Foi preso e solto várias vezes por integrar quadrilhas de arrombadores. Os joinvilenses seriam os responsáveis pelo ataque ao banco, enquanto os comparsas da Grande Florianópolis planejavam o crime.

Em conversa com a reportagem do Diário Catarinense na Deic, no domingo, todos negaram ser integrantes da quadrilha. Três foram transferidos para prisões da Capital e apenas dois permanecem na Deic.

A tecnologia usada pela quadrilha, que iria retirar dinheiro de caixa eletrônico com um minicomputador, chamou a atenção da polícia e servidores do Instituto Geral de Perícias. Para André de Farias, gerente do Instituto de Criminalística, esse tipo de prática seria inédita no Estado.

Original em: http://www.clicrbs.com.br

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Perícia não acha digitais no estilete que matou diretor do Nós do Morro

Rio – Os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli não conseguiram identificar digitais no estilete encontrado ao lado do corpo de José Frederico Canto Pinheiro, fundador e diretor do grupo teatral Nós do Morro. Segundo a Divisão de Homicídios da Capital (DH-RJ), a perícia foi prejudicada pelo sangue que estava no objeto e borrou possíveis digitais.

Fred, como era conhecido, foi encontrado morto no dia 10 de fevereiro, próximo a uma cabine da Guarda Municipal, no Horto, na Zona Sul do Rio, próximo a uma das entradas do Parque Nacional da Tijuca. Ele teve a garganta cortada por um estilete, arma branca que foi deixada ao lado do corpo. A carteira e outros objetos pessoais do diretor tambám foram encontrados na cena do crime. A morte de José Frederico é uma das primeiras a serem investigadas pela nova Delegacia de Homicídios.

A DH, localizada na Barra da Tijuca, conta com uma vasta equipe de profissionais que pretende elucidar os casos de homicídios dentro do menor prazo de tempo possível – nos padrões americanos, a referência para os inspetores da Civil, é de 48 horas.

Original em: http://odia.terra.com.br

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PM apreende 36 quilos de cocaína no aniversário do Embu

Policiais Militares da 1ª Companhia do 36º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano apreenderam, por volta das 17h30 desta quinta-feira, dia 18, aproximadamente 36 quilos de cocaína em Embu, no dia do aniversário da cidade.

Durante patrulhamento pela avenida João Paulo II, os policiais perceberam um veículo suspeito ocupado pelos dois homens. Após realizarem uma abordagem a dupla, a droga foi localizada no porta-malas.

Os policiais militares determinaram a prisão e apreenderam a droga, que foi encaminhada para perícia no Instituto de Criminalística (IC) para confirmação e pesagem. A ocorrência está sendo registrada na Delegacia de Embu.

Original em: http://www.otaboanense.com.br

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Governo anuncia mudança de horário nas provas de nível superior

O Governo do Estado em conjunto com a Comissão de Organização do Concurso Público de Mato Grosso, informa a alteração do horário de realização das provas do concurso público para os candidatos que irão concorrer aos cargos de nível superior.

O edital complementar com a alteração foi publicado no Diário Oficial de sexta-feira (19.02) e que circula nesta segunda-feira, dia 22 de fevereiro.

Os inscritos para os cargos de Delegado, Perito Criminal, Gestor e Auditor continuarão a fazer as provas nos dois períodos, sendo agora a dissertativa pela manhã, com início às 8h e a objetiva durante a tarde, com início às 14h. Ou seja, o horário agora é contrário do que seria realizado anteriormente.

Já os concorrentes aos demais cargos de Nível Superior farão as provas, objetivas, somente durante o período vespertino, com início às 14h, horário de Cuiabá.

A mudança foi simples, como afirma o secretário de administração de Estado, Geraldo de Vitto Junior. “Somente foram invertidos os horários dos candidatos que farão as provas para o nível superior”, explica.

De Vitto relata ainda que a mudança se fez necessária para garantir a tranquilidade de todos os candidatos, o que inclui a locomoção e trânsito. A grande parte dos candidatos que agora farão as provas no período da tarde terá mais tempo para se deslocar até o estabelecimento onde irão participar do concurso público.

Além do Diário Oficial, o edital complementar estará disponível para consulta no site oficial do concurso público: www.concurso.mt.gov.br e no endereço eletrônico da Sad: www.sad.mt.gov.br , a partir do dia 22 de fevereiro.

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