IC: loja que explodiu em SP era fábrica clandestina de fogos

Equipes utilizam retroescavadeira para retirar os destroços

Laudo do Instituto de Criminalística (IC) sobre explosão em uma loja de fogos de artifício em Santo André (ABC paulista), em setembro do ano passado, indicou que o imóvel funcionava como uma fábrica clandestina de fogos. O IC afirma que o acidente que deixou dois mortos e feriu 12 pessoas “se originou de pólvora branca em sua maior parte” – esse produto é matéria-prima para fabricação de produtos pirotécnicos. O dono do estabelecimento nega que o local funcionasse como fábrica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com o jornal, os peritos não conseguiram definir a quantidade de pólvora branca que estaria estocada na loja de Sandro Luiz Castellani. Ainda segundo a reportagem, indícios importantes acabaram sendo perdidos porque o local teve de ser revirado pelos Bombeiros, que buscavam sobreviventes. O jornal afirma também que o laudo não consegue determinar a causa exata da explosão, mas considera plausível a versão do dono do local, que diz que estava consertando uma antena de rádio amador quando encostou o objeto na rede elétrica, o choque então teria causado com que o aparelho receptor do sinal entrasse em curto-circuito e iniciasse o fogo.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Mãe de jogador morto questiona negligência de responsáveis pela manutenção do ginásio

Cerca de 450 pessoas compareceram ao enterro do atleta em Foz do Iguaçu

Robson Rocha Costa, o jogador de futsal morto no último domingo (7), foi enterrado na manhã desta segunda-feira (8) em Foz do Iguaçu (Paraná), terra natal do jogador, no Cemitério São João Batista. Segundo familiares presentes no local, cerca de 450 pessoas compareceram ao funeral, todos muito consternados com o acidente. Robson Rocha Costa tentava dar um carrinho no adversário quando um pedaço do piso se soltou, entrou pela coxa e atingiu o intestino do atleta. Ele chegou a ser socorrido e operado, mas morreu em decorrência de uma hemorragia.

Muito abalada, Santa Marli Costa, mãe do atleta, disse que não estava presente no ginásio na hora do ocorrido e chegou ao local somente três horas depois. Ela agradeceu o apoio dos amigos e da população e confessou que ainda não foi atrás de questões legais com a intenção de punir possíveis responsáveis. 

– Acabei de enterrar meu filho. Como mãe, eu quero responsabilizar quem liberou a quadra para que o jogo fosse feito lá. Pode ser que não, mas acho difícil que ela estivesse em condições de jogo. Não é possível que o peso do tênis possa fazer uma tábua se soltar. 

Porém, de acordo com informações da encarregada pela abertura do inquerito que investiga o caso, a delegada Maria Nysa Moreira Nanni, será muito difícil responsabilizar alguém criminalmente pela morte. Mesmo que seja comprovada a falta de manutenção do ginásio e a má conservação do piso, não é possível ligar isso diretamente ao ocorrido 

O jogo, no ginásio Joaquim Prestes, era contra o Palmeiras/Jundiaí- SP, pela segunda rodada da Copa Guarapuava 200 anos. Robson defendia as cores do Clube Atlético Deportivo. A quadra foi interditada pela polícia e o local será examinado pelo Instituto de Criminalística de Guarapuava.

Original em: http://esportes.r7.com

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Laudo diz que loja que causou explosão em Santo André, no ABC, fabricava fogos de artifício

SÃO PAULO – Um laudo do Instituto de Criminalística (IC) apontou uma grande quantidade de pólvora branca no imóvel que causou uma grande explosão na Rua Américo Guazelli, no bairro Silveira, em Santo André, no ABC paulista, no fim de setembro de 2009. Na explosão, 2 pessoas morreram, 12 ficaram feridas e pelo menos 25 casas foram atingidas, além de vários veículos.

Cinco meses depois do acidente, o laudo foi entregue ao Ministério Público. Técnicos do IC analisaram fotos e imagens da explosão e concluíram que na loja de fogos de artifício que provocou o acidente o material também era fabricado, por conta da grande quantidade de pólvora branca, material mais barato e mais utilizado na fabricação desses produtos.

– Se apurou que no local havia pólvora branca, o que não é comum. Pode se deduzir que havia nesse imóvel uma fábrica que não tinha alvará de funcionamento – diz o promotor Roberto Wider.

Sandro Luis Castelani, o dono do comércio, na época do acidente, negou que fabricava fogos de artifício.

Original em: http://oglobo.globo.com

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