Turista alemã foi morta com três tiros

A turista alemã Jennifer Marion Kloker, 23 anos, foi assassinada com três tiros, às margens da BR-408, no município de São Lourenço da Mata, Grande Recife, no dia 16 de fevereiro. Ela, o filho de 3 anos, o marido, Pablo Tonelli, o sogro, Ferdinando Tonelli, e a sogra, Delma Freire, chegaram ao Brasil vindos da província de Rimini, na Itália, em janeiro, para passar férias.

Na noite do dia 16 de fevereiro, a família foi ao Shopping Center Recife, em Boa Viagem, Zona Sul, e depois teriam ido ao Terminal Integrado de Passageiros (TIP) checar o preço de passagens de ônibus para João Pessoa, na Paraíba. Segundo relato da família, o veículo em que estavam, um Gol prata, foi abordado por dois assaltantes na BR-408 e Jennifer teria sido levada e assassinada por um dos criminosos.

Um dia depois, a polícia encontrou o corpo da turista às margens da rodovia e o veículo atrás da Delegacia de São Lourenço da Mata. Matéria publicada pelo Jornal do Commercio, no dia 20 de fevereiro, aponta que a versão apresentada pela família em depoimento à polícia foi desmontada após análise dos dados fornecidos pelo GPS (localizador via satélite) instalado no carro. Após identificar várias contradições nos depoimentos, o delegado Alfredo Jorge, responsável pelas investigações, pediu a prisão temporária de Pablo e Ferdinando. Exames residuográficos apontaram presença de chumbo na mão direita dos dois, o que significa que eles podem ter utilizado arma de fogo. Pablo e Ferdinando permanecem presos na carceragem do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

O Instituto de Criminalística apontou que a alemã levou três tiros. Uma das balas atingiu o osso esterno de Jennifer. Como o tiro não foi disparado frontalmente, a bala resvalou no osso e tomou outra trajetória. Um outro disparo atingiu a base do coração da vítima, transfixando e saindo pelas costas. O terceiro tiro acertou a veia subclávia, que passa por baixo da clavícula. Nesse caso, a bala ficou alojada na omoplata. A perícia não confirma em que ordem os tiros atingiram Jennifer.

Original em: http://jc.uol.com.br

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Quadrilha de hackers presa no Paraná usava emails para roubar senhas bancárias

SÃO PAULO – Foi presa em Cascavel, no Paraná, uma quadrilha de hackers que usava programas espiões distribuídos por email para roubar senhas de contas bancárias. Segundo o Grupo de Diligências Especiais (GDE) da Polícia Civil, os bandidos fizeram vítimas em todo o Brasil. Quatro homens e uma mulher foram presos em flagrante.

Os criminosos foram identificados, segundo a polícia, como Dyego Deleon de Aguiar Severo, 24 anos, que já tem passagens por roubo, Silas Taborda, 29, com passagem por estelionato, Claudir Schimidt, 38, com passagem por estelionato e extorsão, Devanir Soares da Silva, 25, e Francielle Inácio da Silva, 24. Eles foram indiciados por estelionato e formação de quadrilha.

De acordo com o delegado-chefe da 15.ª Subdivisão Policial, Amadeu Trevisan Araújo, eles faziam transferência bancária das contas das vítimas usando a internet.

– Ainda estamos contabilizando o valor do golpe, e acreditamos que mais vítimas devem aparecer – disse.

Com a quadrilha, foram apreendidos documentos falsos, 300 folhas de cheques, nove telefones celulares, 35 cartões de crédito e bancários, sete pendrives, cinco computadores, quatro impressoras – duas delas de alta precisão, usadas para confeccionar documentos falsos – e carimbos de cartórios públicos. Três carros também foram apreendidos.

Os computadores serão encaminhados ao Instituto de Criminalística, que irá realizar perícia.

– Nós vamos descobrir novas vítimas, que serão convocadas para prestar o depoimento. Isso irá nos ajudar a chegar ao valor roubado com o esquema – afirmou o delegado.

Segundo a polícia, a quadrilha distribuía programas de computador conhecidos como “keyloggers” escondidos em emails. Uma vez instalado, o programa armazena tudo o que a vítima digita no teclado do computador, inclusive os números de contas bancárias e suas senhas.

– Ao abrir o correio eletrônico, a vítima acabava instalando o programa sem saber. Com as informações, a quadrilha transferia dinheiro para contas bancárias dos integrantes e de terceiros – explicou o delegado.

A investigação começou quando a polícia recebeu denúncias de que o grupo clonava cheques. Eles também falsificavam documentos, usados para abrir contas em bancos onde era depositado o dinheiro roubado com o golpe.

– O esquema era sofisticado e eles tinham carimbos de cartórios públicos de várias cidades do Paraná para o reconhecimento de firma – disse o delegado.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Ossada apreendida em Mauá era do Cemitério da Saudade, em São Caetano

A Prefeitura de São Caetano informou que as duas toneladas de ossos humanos apreendidas na noite de quarta-feira em Mauá foram retiradas do Cemitério da Saudade com autorização da Justiça. A ossada foi localizada pela Polícia Militar após denúncia anônima.

Por meio de nota, a administração de São Caetano informa ter recebido no dia 11 de fevereiro uma autorização da juíza Daniela Anholeto Valbão para cremação dos ossos sem identificação existentes no ossário geral do Cemitério da Saudade. Ainda segundo a prefeitura, a limpeza do local não era feita há mais de 30 anos e sua capacidade estava esgotada.

Para efetuar a cremação, foi realizada uma licitação que teve como vencedora a empresa Boa Hora. E hoje, ainda de acordo com a nota divulgada por São Caetano, essa empresa apresentou ao município todos os documentos que comprovam a sua legitimidade para realizar o serviço.

A ossada foi localizada pela Polícia Militar por volta das 21h30 de ontem em um depósito na Rua Daniel Pedro Peralta, Bairro Sertãozinho, em Mauá. O transporte do material até o local foi feito pela empresa Tech Lix Gerenciamento Ambiental.

Os ossos estavam armazenados em sacos plásticos dentro de um contêiner e parte já estava pronta para ser incinerada. Um perito do Instituto de Criminalística participou da vistoria ao local.

Um técnico em segurança do trabalho e um vigilante que estavam no depósito foram encaminhados ao 1º DP (Distrito Policial) de Mauá para prestar depoimento.

Como não foi encontrado um recinto adequado para armazenar a ossada, ela foi mantida nas dependências da empresa, sob a responsabilidade do técnico em segurança, que se comprometeu a não dar continuidade ao processo de incineração.

Original em: http://www.dgabc.com.br

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