Cunhada de alemã fica no Brasil mas não pode dar informações

Ela prestou depoimentos nesta sexta-feira, mas não pode informar nada; ela está sob proteção dos coordenadores do Programa de Proteção à Testemunha

Só terminou à noite o depoimento de Roberta Freire (foto), irmã do principal suspeito de envolvimento com a morte da turista alemã Jennifer Kloker no dia 16 de fevereiro. Os detalhes que irão ajudar na investigação, no entanto, não puderam ser divulgados à imprensa.

A respeito do sobrinho, filho da vítima, e da condição do menino aqui no Brasil, ela comentou: “Só quero o melhor pra ele. Eu só quero que ele fique com a família. Não vi ninguém ainda. Não estou em contato com ninguém. Estou protegida. Não posso falar nada. Minha vida está um inferno. Não estou tendo paz de ninguém”.

Roberta Freire está sob proteção dos coordenadores do Programa de Proteção à Testemunha.

CRIME
Pablo e Ferdinando Tonelli, ex-marido e sogro da vítima, respectivamente, estão presos, por suspeita de participar da morte de Jennifer. A prisão deles foi decretada pela comarca de São Lourenço da Mata, onde o corpo da vítima foi localizado, depois de vários indícios da investigação apontarem para uma suposta participação deles no crime: depoimentos contraditórios, presença de chumbo nas mãos de ambos apontada por perícia do Instituto de Criminalística e o fato de o percurso relatado por eles aos investigadores ter sido diferente do que foi registrado pelo GPS do carro onde estavam com a vítima.

Original em: http://pe360graus.globo.com

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