SP: Polícia Militar descobre laboratório de refino de drogas

Uma denúncia anônima levou ao descobrimento de um laboratório de refino de drogas no início da tarde desta segunda-feira, na zona sul de São Paulo. A operação foi comandada pelo 3° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano.

No local, um barraco na rua João Antônio Sobrinho, na Vila Babilônia, foram encontrados diversos tipos de drogas, rádios comunicadores e balanças de precisão.

Segundo a PM, foram apreendidos 794 pinos de cocaína, 1,5 tijolo de maconha, 0,5 Kg de cocaína, 660 pedras de haxixe, 50 invólucros de maconha e 316 lança-perfumes. O material foi encaminhado para a 35ª Delegacia de Polícia Civil e, posteriormente, para o Instituto de Criminalística, para perícia.

A porta do barraco estava aberta, para a Polícia é um sinal de que os traficantes deixaram o local minutos antes da chegada dos agentes. Ninguém foi preso até o momento.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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GM conhecia defeito do Vectra antes das explosões, mas não fez recall

A Associação Brasileira de Consumidores Automotivos (ABCAuto) teve acesso a um documento de circulação interna da General Motors Brasil (GMB) sobre as explosões de Vectras, que ocasionaram a morte de 24 pessoas de 1999, sendo sete delas de Mato Grosso. Com este documento, o assessor jurídico da ABCAuto, advogado André Paiva Pinto, espera enfim obrigar a GM a realizar um recall nessa linha de veículos.

De acordo com o advogado, a montadora se omitiu ao conhecer a causa das explosões, tendo tido a possibilidade de evitar todas as mortes. “E o pior, eles (GM) ainda se negam a admitir o erro”, bradou o jurista, durante coletiva à imprensa nesta segunda-feira (15). “Queremos que a General Motors realize um recall, para corrigir o problema com o Vectra e poupe a vida de mais consumidores”.

Outro motivo de revolta ao advogado é que a mesma GM já realizou recall de mais de 1,5 milhão de veículos no Canadá por apresentarem baixo risco de incêndio, além de, em outra ocasião, realizar o mesmo procedimento na Austrália. “Queremos saber por que eles nos desrespeitam, esquecem os consumidores brasileiros, mas fazem certo lá fora”.

O Boletim e as medidas

O documento trata-se de um boletim de informação técnica datado de fevereiro de 1998, o qual fala sobre um problema no chicote da bomba de combustível do Vectra. A peça, em decorrência do comprimento dos cabos e do balanço do comburente, pode tocar os terminais elétricos, provocando o derretimento da proteção e, consequentemente, falha.

De acordo com o boletim, a recomendação era que caso os veículos Vectra, anteriores a série WWB539252, dessem entrada na concessionária ou oficina autorizada com problema de queima de fusível da bomba de combustível, o chicote deveria ser verificado.

Os modelos posteriores ao citado passaram a ser produzidos com o chicote preso por uma presilha plástica. A intenção da alteração é evitar o contato dos cabos com os terminais elétricos da bomba de combustível. “É absurdo que um veículo tenha problemas de curto circuito dentro do tanque de combustível”, disse o assessor jurídico da ABCauto.

O boletim foi conseguido junto ao Ministério Público de São Paulo, que o possui em decorrência das ações movidas contra a montadora. Inclusive, André questiona porque o MP não solicitou um recall da GM. “Eles terão de se explicar”.

Segundo André, o boletim é a prova judicial da omissão da General Motors, a qual detinha o conhecimento do problema e nada fez para evitar a morte dos consumidores. “E até hoje a GM se nega a dar explicações, negam os fatos, além de terem omitido esse fato (o boletim)”, acusou Paiva Pinto.

Atualmente, esse documento está em mãos do presidente do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alfredo Peres, que estuda o caso par avaliar as medidas administrativas passíveis de serem tomadas. Um relatório de todos os acidentes e vítimas reunidos pela associação foi entregue a cada deputado federal membro da comissão permanente de defesa ao consumidor.

André também aconselha a cada pessoa lesada pela montadora a acionar a justiça em busca de uma indenização. O próprio advoga em favor da família das primeiras vítimas fatais das explosões de Vectra em Mato Grosso, a qual, mais tarde, viria a fundar a ABCauto.

Os casos de MT

No fatídico dia de 17 de agosto de 1999, Heronides Araújo, 89, sua esposa, Ítala Pedemonte Araújo,86, seu filho Antônio Salvino Pedemonte Araújo, 49, e sua enfermeira Maria Dometilda Pinto Gusmão, sem idade divulgada, voltavam para Barra do Garças (509 quilômetros de Cuiabá), depois de visitar o filho Heronides Araújo Fillho, 70. A comitiva jamais chegou ao destino.

Na BR 070, próximo ao município de General Carneiro, o Vectra JYY 1481, modelo 1998-1999, com sete meses de uso, utilizado para o retorno a cidade onde residiam, explodiu e matou todos os ocupantes do carro. Antonio e Ítala ainda conseguiram saltar do automóvel, porém com o corpo envolvido em chamas, morreram em meio à pista.

A enfermeira, pela forma na qual o corpo foi encontrado, parece ter tentado fazer o mesmo, mas sem sucesso, veio a óbito dentro do veículo. Apenas Heronides Araújo morreu aparentemente sem reação, provavelmente pela falta de forças ocasionada pela idade e falta de saúde.

Heronides Filho conta ter ficado espantado com o acidente e queria saber o motivo da explosão. Segundo ele, a GM “sumiu com o carro, após levá-lo para o pátio da montadora em Barra do Garças”, e alegou que a explosão foi causada por uma peça de caminhão perdida no meio da estrada. Isso, no entanto, foi desmentido pela pericia criminal, a qual, por diversos motivos, descartou essa hipótese por completo.

Baseado nisso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou a empresa a pagar uma indenização de R$ 200 mil a cada autor do processo contra a montadora – 12 no total. No entanto, o recall, após recurso, não foi decretado. “Fica a sensação de impunidade. Os grandes grupos vêm e fazem o que querem e ficamos impotentes”, disse Heronides Filho. “Queremos um recall. É para evitar que outros percam a família dessa forma estúpida, todos carbonizados”, lamentou.

Outro caso, desta vez em Poconé (104 quilômetros de Cuiabá), resultou na morte de três pessoas. Na ocasião o modelo que explodiu era de 1997, porém André Paiva Pinto garante: “Os novos também pegam fogo. Em Jauru, um Vectra hatch do ex-verador Antonio Boro também pegou fogo”.

Original em: http://www.olhardireto.com.br

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Filme do Instituto de Criminalística será usado pela promotoria no caso Nardoni

Um vídeo que foi elaborado pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil a partir dos peritos vai ser usado pela promotoria para sustentar a acusação contra o casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá. Eles são acusado de jogar a menina Isabella pela janela do apartamento, em São Paulo. O julgamento terá início na próxima segunda-feira, no Fórum de Santana, na Zona Norte.

O advogado de defesa do casal Nardoni questiona o trabalho da Polícia Científica e também vai usar isso no tribunal.

“A perícia não pode trabalhar para montar uma história que a polícia não conseguiu montar. E neste caso eu não tenho dúvida que isso foi feito: a perícia trabalhou em função da polícia”, afirmou o advogado Roberto Podval.

Isabella Nardoni tinha 5 anos quando foi supostamente jogada do apartamento onde o pai, Alexandre Nardoni, morava. Ele e a madrasta da menina alegam que uma terceira pessoa teria entrado no apartamento e jogado Isabella.

Original em: http://www.sidneyrezende.com

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PM coloca mais um traficante na cadeia

A Polícia Militar de Itupeva recebeu mais uma denúncia anônima, que informava a prática de tráfico de entorpecentes no Portal de Santa-Fé, em um tradicional ponto de drogas local.

De imediato o soldado Lazzarini, que desempenha função de controlador de base 190, deslocou para o local duas viaturas, ocupadas pelos soldados Flávia, Coelho e Ivan, sob o comando do cabo Rui.

Logo que adentraram a rua Luciano Mantovaneli, esquina com a rua Candido Narciso, os militares lograram êxito em deter João Bosco, morador da Estrada do Pica-pau Amarelo, na Fazenda Santa Júlia, que ao avistar a viatura dispensou no chão um embrulho com 19 ‘tubetes’ com cocaína. Com o acusado os policiais encontraram
R$ 240,00 que seriam provenientes do tráfico de drogas.

Levado à delegacia de Polícia, João Bosco confessou ao escrivão Nilo que comercializava entorpecente e que aquele era o primeiro dia que trabalhava vendendo drogas no bairro.

O Delegado Titular de Polícia, Rafael Antonio Casarin Penha, ratificou a voz de prisão em flagrante e determinou a recolha do acusado à Cadeia Pública de Jundiaí, onde permanecerá à disposição da justiça. A droga e dinheiro foram aprendidos e encaminhados ao IC (Instituto de Criminalística de Jundiaí).

Original em: http://www.jornaldeitupeva.com.br

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Dois homens são presos com 25 porções de cocaína no Guará

Dois homens foram presos com 25 porções de cocaína no Guará II, por volta das 2h desta segunda-feira (15/3). Policiais Militares patrulhavam a QE 15 da cidade quando avistaram os suspeitos com uma lanterna procurando por algo debaixo de um carro.

Os PMs abordaram Keith Richard Gomes de Paula e José Jhonatan Ferreira Oliveira, ambos com 21 anos. Durante a revista foi encontrado um relógio de pulso, R$ 42,50 e a cocaína – que estava embalada em papelotes prontos para comercialização.

Ambos os autores foram levado à 4ª Delegacia de Polícia (Guará) e autuados por tráfico de drogas. A cocaína passará por perícia no Instituto de Criminalística (IC) e os acusados aguardam julgamento no cárcere do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Caso sejam condenados, eles podem pegar de cinco a 15 anos de reclusão.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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PM de Rio Claro descobre golpe em caixas eletrônicos do banco Itaú

Uma cliente efetuou um depósito, o recibo não foi emitido, ela percebeu algo errado e acionou a polícia. Os policiais apreenderam os equipamentos que estavam instalados em seis caixas da agência.

Os policiais militares Honorato e Da Cruz atenderam as 12h00 de ontem, ocorrência de apreensão de objeto no interior de caixas eletrônicos da agência do banco Itaú, localizada na Rua 3 com a Avenida 1, região central de Rio Claro. Uma cliente efetuou um depósito em um dos caixas, o recibo não foi emitido e ao notar que algo estava errado, chamou a polícia. No local os policiais apreenderam seis equipamentos feitos em metal, que eram colocados no orifício da máquina, onde os clientes colocavam o envelope com o dinheiro (ver foto). O envelope ficava preso em duas linhas feitas com fio dental e posteriormente eram retirados pelos golpistas. Além dos equipamentos, os policiais apreenderam três envelopes com dinheiro que já estavam retidos pelos equipamentos. Os objetos foram periciados por peritos do I.C.– Instituto de Criminalística–, e apresentados para o delegado plantonista. Os envelopes com dinheiro também foram apreendidos. Os policiais não conseguiram contato com a gerência da agência.

Original em: http://www.canalrioclaro.com.br

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