Telecentro coloca serviços virtuais à disposição dos agentes de Segurança

Acesso gratuito à Internet e espaço para realização de cursos à distância, entre outros serviços, são atividades oferecidas aos agentes do Sistema Integrado de Segurança Pública do Pará pelo Telecentro. Sala de aula virtual voltada ao aprimoramento profissional, sob coordenação da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Publica), do Ministério da Justiça, o espaço está disponível para prestar orientações sobre inscrições para cursos e até palestras através de videoconferência.

No Pará, existem 11 Telecentros. A Polícia Civil dispõe de três Telecentros localizados na Delegacia-Geral, em Belém; e nas sedes das Superintendências Regionais de Altamira e de Paragominas. Na sede do Complexo da Polícia Civil, o Telecentro contra com uma sala de aula e outra de videoconferência. Além dos cursos, o Telecentro de Belém está disponível aos policiais interessados nos treinamentos de local de crime, isolamento e preservação, investigação criminal e representação facial humana (Retrato-Falado).

No Brasil, o governo federal já inaugurou mais de 270 Telecentros nas capitais e principais municípios. Em Belém, o Telecentro é coordenado pelo papiloscopista José Carlos Silveira, desde o início do mês de março. Segundo ele, o próximo ciclo de cursos à distância terá inscrições abertas entre os dias 07 e 11 de maio com um total de 200 mil vagas em todo o Brasil.

Silveira lembra que, a partir desde mês, os agentes já podem requisitar o benefício do Bolsa-Formação, que dá direito ao recebimento de 400 reais, durante doze meses, aos servidores com até 1.700 reais de salário bruto. O Telecentro de Belém funciona de segunda à quinta-feira, de 14h às 20h, e na sexta-feira de 8h às 14h, na sede do Complexo da Polícia Civil, bloco B, próximo à Diretoria de Identificação, na avenida Magalhães Barata, 209, bairro de Nazaré. Contato através do endereço eletrônico telecentrobelem@gmail.com.

Original em: http://www.agenciapara.com.br

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RS prorroga contrato emergencial de 14 servidores do IGP

Foi assinado pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul a prorrogação do contrato de 14 servidores para atuarem no Instituto-Geral de Perícias (IGP). Os servidores desempenharão funções nas áreas de perícia criminal como médico legista e auxiliar de perícia.

Para o secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, o ato da governadora Yeda Crusius vem ao encontro da busca permanente do Estado de qualificar o atendimento pericial no Rio Grande do Sul, fortalecendo a segurança pública do cidadão. “Os contratos terão duração de um ano, enquanto, nesse período, capacitamo-nos para realizar concursos que permitirão o preenchimento das vagas de forma permanente”, disse.

A governadora destacou o objetivo do Estado em dar condições estruturais aos servidores, na busca de um serviço público cada vez mais eficiente e qualificado ao cidadão. “Estamos construindo um Estado que respeita o contribuinte, que gasta bem o dinheiro público e que prioriza a qualidade de vida dos gaúchos. A Segurança Pública está entre as prioridades do Governo e os resultados já estão surgindo”, observou Yeda.

Original em: http://www.jornalagora.com.br

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Investigação da moto vai para outra delegacia

A investigação sobre a motocicleta comprada por Adriano e que foi registrada em nome da mãe de um traficante não ficará mais a cargo da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), como requereu o Ministério Público anteontem. Como já havia um inquérito de tráfico e associação para o tráfico na 22ªDP (Penha), tudo agora ficará concentrado na delegacia distrital.

Conforme O DIA revelou na última terça-feira, o Imperador comprou uma moto Hornet 600 preta, em 14 de julho de 2008, e o emplacamento foi feito em nome da mãe do chefe do tráfico da Chatuba, Paulo Rogério de Souza Paz, o Mica.

O curioso é que a Dcod já havia começado a fazer a investigação e se preparava para intimar Adriano, Marlene Pereira de Souza, a mãe de Mica, e funcionários da concessionária de Vicente de Carvalho, onde a moto foi comprada por R$ 35 mil.

O jogador iria à delegacia no próximo dia 26. Mas, no fim da manhã, a Chefia de Polícia Civil deu ordem para transferir toda a investigação para a delegacia da área onde fica a favela.

“Vamos começar a fazer algumas diligências e, depois, intimar o Adriano para depor. Mas isso, com certeza, não vai acontecer esta semana”, explicou o delegado titular da 22ªDP, Jader Amaral.

Além da associação para o tráfico, a polícia quer investigar se a moto pode ter sido fruto de lavagem de dinheiro.
Além da moto preta, no mesmo dia em que a mãe de Mica recebeu o veículo, Adriano comprou também uma Hornet vermelha por R$ 37 mil.

Em 29 de abril do ano passado, a moto foi vendida e, um mês mais tarde, em maio, foi revendida. O último comprador sofreu um assalto em 2 de julho e levou dois tiros. A moto jamais foi recuperada.

Ainda assim, em 23 de setembro de 2009, Adriano fez um registro de apropriação indébita na Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) contra um ex-amigo identificado somente como Marcos.

Apesar de a assinatura estar no documento de compra e venda do Detran-RJ, o jogador alegou jamais ter assinado nada e, por isso, prestou a queixa.

Agora, o órgão está fazendo uma investigação para saber as circunstâncias da transferência do veículo, mas só mesmo uma perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) poderá dizer se a assinatura do craque foi falsificada.

Ontem, em Porto Alegre, antes do embarque da delegação para Santiago, no Chile, onde o Flamengo jogou contra a Universidad do Chile pela Copa Libertadores, o craque não quis comentar o caso. O departamento jurídico do clube avisou que só irá se manifestar depois que conversar com Adriano.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Governador de GO anuncia 1.267 vagas em concurso da polícia

Certames preveem 1.045 oportunidades na PM e 222 na Técnico-Científica. Edital aponta salários entre R$ 2,7 mil e R$ 3 mil. Inscrições já estão abertas

O governador Alcides Rodrigues e os secretários de Ciência e Tecnologia, Joel Sant’Anna, e da Segurança Pública, Ernesto Roller, anunciaram ontem a publicação dos editais e início das inscrições para os concursos da Polícia Técnico-Científica e Polícia Militar de Goiás. Os dois concursos preveem 1.267 vagas, sendo 1045 na Polícia Militar (1.000 soldados e 45 cadetes) e 222 na Polícia Técnico-Científica.
O secretário de Ciência e Tecnologia, Joel Sant’Anna Braga Filho, destacou que só nos últimos meses o governo de Goiás realizou sete concursos para a área de segurança pública, todos coordenados pela Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec). Os primeiros realizados foram os da Polícia Civil, para delegado, escrivão e agente de polícia. Em seguida, vieram os de agente prisional do Sistema de Execução Penal, Corpo de Bombeiros e, agora, os dois novos.
Para o governador Alcides Rodrigues, os certames lançados vão representar bases mais sólidas para a segurança da população. E reforçou que o concurso é o critério mais democrático para cumprir este compromisso com a sociedade goiana. “Tudo isso foi possível graças ao resgate de um compromisso com a sociedade”, observou.
O secretário da Segurança Pública, Ernesto Roller, reconheceu o trabalho da Sectec, afirmando que a realização dos concursos é um momento histórico no atendimento aos anseios de todos.

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Concurso da PM oferece 1.000 vagas para soldados, com salários de R$ 2.711,00 e 45 vagas para cadetes, com subsídios de R$ 3.000,00. Para as duas categorias é exigida formação em curso superior. As inscrições serão feitas pelo site www.funcab.org e vão até o dia 21 de abril, sendo R$ 75 para soldados e R$ 100 para cadetes.
O concurso da Polícia Técnico-Científica é para cadastro de reserva, prevendo 222 vagas divididas entre os cargos de perito criminal, médico-legista, papiloscopista policial, auxiliar de autópsia, auxiliar de laboratório criminalístico e fotógrafo criminalístico. Subsídios são de R$ 5.214,00 para perito criminal e médico-legista e R$ 2.711,00 para os demais cargos. As inscrições serão feitas até 4 de abril no site www.universa.org.br, com valores de: R$ 95,00 nos cargos de perito e médico (nível superior), R$ 70,00 no cargo de papiloscopista (nível superior) e R$ 55,00 nos demais cargos (nível fundamental).

Original em: http://site.dm.com.br/noticias

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Polícia prende suspeito de atirar em turista alemã em PE

Um dia depois de a sogra da turista alemã Jennifer Kloker ser presa no Recife, a Polícia Civil de Pernambuco prendeu nesta quarta-feira o quarto suspeito de ter participado do assassinato da alemã. A. N. S., 35 anos, é apontado como o homem que fez os disparos que mataram Jennifer. O suspeito foi preso nesta tarde no bairro do Curado, zona oeste do Recife.

A polícia procurava pelo homem desde terça-feira, quando foi solicitada a prisão. Membros do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) executaram um mandado de busca e apreensão no apartamento do suspeito, à procura da arma do crime.

Com a prisão do quarto envolvido, a polícia acredita estar perto do fim do inquérito. Jennifer Kloker foi morta em São Lourenço da Mata, na terça-feira de Carnaval. Estava em companhia do filho de 3 anos, do marido e dos sogros. Os três disseram que foram vítimas de um latrocínio (assalto seguido de morte).

A versão ficou fragilizada depois de contradições nos depoimentos dos familiares. Os três informaram um percurso diferente do verificado através do GPS do carro alugado. A prisão do viúvo e o sogro da alemã foi feita em 23 de fevereiro, após um exame do Instituto de Criminalística apontar a presença de pólvora nas mãos da dupla.

Na segunda-feira, um presidiário que cumpre pena em regime semiaberto se apresentou à polícia e disse que a sogra da turista pagou R$ 20 mil para que ele assumisse a autoria do crime. Ele disse que foi orientado por um advogado a como sustentar sua versão. O advogado negou ter feito tais instruções.

Transferência
Delma Freire, sogra da vítima, foi transferida na noite desta quarta-feira para a Colônia Feminina do Bom Pastor, no Recife. Antes de seguir para a penitenciária, ela fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Allison Jerrar só deve ser ouvido na próxima audiência

Recomeçou às 15h, na 2ª Vara do Júri da Capital, no Fórum Rodolfo Aureliano, na Joana Bezerra, a audiência de instrução e julgamento sobre o acidente de trânsito que vitimou a técnica em enfermagem Aurinete Gomes Lima dos Santos, 33 anos, em dezembro de 2008. O crime, que teve ampla repercussão, envolveu o empresário Allison Jerrar Zacarias dos Santos, 22, que foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio doloso (com intenção de matar) e tentativa de homicídio. Allison, que deveria ser ouvido hoje, deverá falar em outra audiência.

Ainda hoje, o juiz Sylvio Paz deve ouvir quatro testemunhas de acusação. Segundo informações do Tribunal de Justiça, será remarcada uma nova audiência quando serão ouvidas mais duas testemunhas de acusação e oito de defesa e apresentadas as alegações finais. Somente depois disso é que o juiz vai dar sua sentença sobre o caso. Uma ata será publicada ao final da audiência de hoje.

Um dos advogados de defesa, Carlos Gil Rodrigues, disse esta manhã ter a certeza de que o cliente será inocentado, uma vez que a perícia do Instituto de Criminalística (IC) apontou que o sinal estaria fechado para Wellington Dias, viúvo da vítima, que dirigia o veículo.

Pela manhã, o juiz da 2ª vara do Tribunal de Júri ouviu o testemunho de quatro peritos da Polícia Federal (PF) que defenderam os argumentos que apontaram a culpabilidade de Allison no acidente. Em seguida, eles entregaram novos documentos ao juiz e a ambas as partes para dizimar dúvidas que teriam surgido ao longo do processo, No entanto, o teor do material não foi revelado. Agora, acusação e defesa terão à vista da documentação para então se pronunciarem a respeito.

Esta foi a segunda audiência do caso. A primeira aconteceu em outubro de 2009, quando foram ouvidos os peritos do IC. A próxima audiência ainda não tem data marcada. Ao final, o juiz pode se pronunciar de acordo com a denúncia do Ministério Público (MPPE), acusando Allison por dolo eventual e levando o réu para tribunal do júri popular; desclassificar a denúncia e classificar o crime como homicídio culposo, levando o caso para qualquer vara criminal; ou ainda chegar á conclusão de que Allison não cometeu o crime.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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