São Lucas abre Pós Graduação em Perícia Criminal

A Faculdade São Lucas está com inscrições abertas para o curso de Pós Graduação em Perícia Criminal, voltado aos profissionais com nível superior em qualquer área de concentração que exerçam ou pretendam exercer atividades na Perícia Criminal, tais como Peritos Criminais, Advogados, Médicos Legistas, Peritos Judiciais, Magistrados, Promotores de Justiça, Procuradores de Justiça, Delegados de Polícia, Policiais Militares, Policiais Civis, Policiais Federais, Militares das Forças Armadas, Bombeiros, Arquitetos, Engenheiros, e outros profissionais com curso superior e alunos do último período de curso de graduação reconhecido pelo MEC. O objetivo é capacitar profissionais atuantes na área ou que nela pretendem ingressar dentro das exigências atuais do mercado de trabalho em Perícia Criminal, quanto aos conhecimentos necessários para dar sustentação quando de sua utilização na elaboração de laudo pericial.
Com a duração de 20 meses, o curso de Pós Graduação em Perícia Criminal oferecido pela Faculdade São Lucas tem conteúdo programático que inclui as disciplinas Fundamentos de Perícia e Comportamento Criminal, Criminalística, Estrutura Legal-Processual da Prova Pericial, Fundamentos de Perícia Contábil na Criminalística, Documentoscopia, Análise e Identificação através da voz, Fotografia Pericial, Introdução à Medicina Legal, Identificação Médico Legal, Odontologia Legal, Fundamentos de Perícia Ambiental, Licenciamento Ambiental para Construção Civil e Pericia Ambiental,            Perícia Papiloscópica e Reprodução Facial Humana, Acidente de Trânsito, Biologia forense, Química Forense, Engenharia Legal e Perícias em Edificações.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (69) 3211-8043.

Original em: http://www.rondoniaovivo.com

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Projeto amplia lista de profissionais autorizados a portar arma

Os integrantes das carreiras funcionais de Institutos de Criminalística, Identificação e Medicina Legal poderão ser autorizados a portar arma de fogo fornecida pela instituição onde trabalham, mesmo fora de serviço, obedecido o regulamento concernente a isso. A previsão consta de projeto (PLS 451/09) em que a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) busca dar as esses servidores condições de trabalho semelhantes às dos quadros das polícias civis. A proposta integra a pauta da reunião desta quarta-feira (24) da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Conforme explica a autora do texto, o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) permite o porte de arma para os peritos das polícias civis dos estados, não levando em conta o fato de que, em mais de 18 estados, os órgãos periciais estão desvinculados da estrutura de Polícia Civil.

Dessa forma, constata ela, o Estatuto do Desarmamento deixou em posição desigual peritos criminais, médicos legistas e papiloscopistas das unidades da federação que se encontram organizados em carreira própria e autônoma em relação às polícias civis.

– Urge, assim, regulamentar a permissão do porte de arma de fogo para os integrantes dessas carreiras. […] Uma vez que referidos servidores desempenham as mesmas atividades, independentemente do lugar onde trabalham, não se justifica o tratamento diferenciado pelo simples fato de integrarem carreira diversa da polícia civil.

Favorável ao projeto, o relator, senador Wellington Salgado (PMDB-MG), afirma, em seu relatório, que o perito criminal estuda o objeto do delito, refaz o mecanismo do crime, examina o local onde ocorreu e efetua exames laboratoriais, entre outras providências. É uma categoria profissional, portanto, que integra os órgãos de segurança, em sua atividade investigativo-científica.

– Nessa atividade de natureza estritamente pericial, é praticamente nula a existência de armamento pesado, como fuzis e submetralhadoras. Entretanto, como se trata de cargos de natureza policial, sujeitos a trabalhos em locais de crime de variada periculosidade e com deslocamento feito em viaturas devidamente caracterizadas, a maioria dos peritos precisa prover-se de pistolas, revólveres ou espingardas – alega o relator.

Para Wellington Salgado, permitir a todos os peritos criminais, médicos legistas e papiloscopistas o porte de arma de fogo é respeitar o princípio da igualdade em relação às polícias civis. Se aprovado na CCJ, o projeto seguirá para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), onde será deliberado em decisão terminativa.

Original em: http://www.senado.gov.br

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Saiba quem é quem no julgamento do casal Nardoni

 

Júri popular está previsto para acontecer a partir de segunda no Forum de Santana

Ao menos 31 pessoas são consideradas peças-chave no julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella, 5 anos, em 29 de março de 2008. O júri popular, marcado para as 13h de segunda-feira, terá o depoimento de 23 testemunhas – 17 convocadas pela equipe de defesa do casal Nardoni, três compartilhadas entre os advogados e o Ministério Público e três da assistente de acusação. Confira os principais envolvidos no caso.

 

Personagens principais
Isabella Nardoni – A menina foi morta em 29 de março de 2008. Segundo as investigações, ela foi assassinada pelo pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta Anna Carolina Jatobá. A menina morava com a mãe, mas passava os fins de semana com o pai e a madrasta.

Ana Carolina Oliveira – A bancária é a mãe de Isabella e será uma das testemunhas arroladas pela acusação. Acredita na culpa do casal. Ana namorou durante três anos com Alexandre. Os dois nunca se casaram e nem moraram juntos.

Alexandre Nardoni – É o pai de Isabella e acusado da morte junto com a mulher, Anna Jatobá, com quem tem dois filhos. Formado em Direito, suspeita-se que ele tenha arremessado Isabella do 6º andar após Anna ter tentado estrangulá-la na casa dos dois. O casal se conheceu em 2002, na faculdade.

Anna Carolina Jatobá – Companheira de Alexandre, a estudante é acusada pela morte da enteada. Assim como Nardoni, está presa desde abril de 2008 no presídio de Tremembé. Conforme depoimentos de testemunhas, ela teria ciúmes da mãe de Isabella e da menina.

Antônio Nardoni – Advogado e pai de Alexandre Nardoni. Sempre disse acreditar na inocência de filho. Segundo ele, o filho assumiria o crime se tivesse cometido.

Francisco Cembranelli – No MP há mais de 20 anos, o promotor denunciou o casal. Dias após o crime, já se dizia convencido da culpa do casal na morte de Isabella. Apresentará no júri exames de DNA, uma maquete do edifício e outras “provas” técnicas.

Roberto Podval – Advogado responsável pela defesa do casal Nardoni desde abril de 2009. Comanda uma equipe com mais 14 defensores. Na sua versão, o crime teria sido cometido por uma 3ª pessoa. Utilizará o depoimento de um pedreiro que disse a um jornal que uma obra vizinha ao prédio teria sido arrombada na mesma noite.

Rogério Neres de Souza – Atuou como advogado do casal Nardoni no início do caso. No júri do Fórum de Santana, integra a lista de testemunhas convocadas pela defesa, mas os advogados desistiram.

Maurício Fossen – Juiz titular do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, presidirá a sessão do júri do casal Nardoni. Acompanha o caso desde o início – ele decretou a prisão preventiva de Anna e Alexandre em 2008 e aceitou a denúncia do MP.

Testemunhas de acusação e defesa
Renata Pontes – Delegada do 9º Distrito Policial (Carandiru) na época do crime (2008) e esteve prestes a pedir a prisão em flagrante. Pediu o indiciamento do casal. Ela é arrolada como testemunha tanto da defesa como da acusação, segundo o TJ-SP.

Rosângela Monteiro – Perita do Instituto de Criminalística arrolada para ser testemunha tanto da defesa como da acusação. É responsável pelo laudo sobre a morte da menina.

Paulo Sérgio Tieppo Alves – É médico do Instituto Médico Legal (IML) e terceira testemunha arrolada tanto pela acusação como pela defesa. Segundo o TJ-SP, analisou o corpo da menina ainda no jardim do prédio.

Testemunhas de defesa
Gabriel Santos Neto – É o pedreiro de uma obra vizinha ao edifício onde ocorreu a morte. Disse à Folha de S.Paulo que a construção teria sido arrombada na mesma noite, mas desmentiu depois. É testemunha convocada pela defesa do casal.

Rogério Pagnan – É jornalista da Folha de S.Paulo. Autor da matéria em que o pedreiro diz que a obra vizinha ao prédio teria sido arrombada. É testemunha arrolada pela defesa.

Calixto Calil Filho – Delegado titular do 9º Distrito Policial (Carandiru). Disse já nas primeiras entrevistas que suspeitava do envolvimento do casal. É testemunha arrolada pela defesa dos Nardoni.

Geralda Afonso Fernandes – Vizinha do apartamento onde o casal morava. Disse em depoimento à polícia que ouviu uma criança gritar “para, pai” na noite do fato. É testemunha convocada pela defesa.

Luiz Alberto Spíndola de Castro – Era chefe de investigação do 9º DP naquela época. É testemunha arrolada pela defesa e coordenou os trabalhos de apuração do caso.

Theklis Caldo Katifedenios – Policial do 9ª DP que trabalhou na investigação do caso. Assim como os outros investigadores, é testemunha convocada pela defesa dos réus.

Walmir Teodoro Mendes – Também é investigador do 9º DP e trabalhava na época na equipe do delegado Calixto. É arrolado como testemunha no julgamento pela defesa.

Jair Stirbulov – Escrivão do 9º Distrito Policial que trabalhou na apuração do caso. É testemunha convocada pela defesa do casal para o julgamento.

Adriana Mendes Porusselli – Trabalhava como escrivã no 9ª DP à época da morte de Isabella. Segundo o TJ-SP, ela participou dos depoimentos de testemunhas e é arrolada para o julgamento pela defesa do casal Nardoni.

Paulo Vasan Geu – Assim como Adriana, era escrivão do 9º DP em 2008. Participou dos depoimentos e é convocada pela defesa como testemunha.

Cláudio Colomino Mercado – Conforme o TJ-SP, é agente policial e participou das investigações do caso. É testemunha arrolada pela defesa.

Carlos Penteado Cuoco – Perito do Instituto Médico Legal (IML), ele integrou a equipe que analisou o corpo da menina. É testemunha arrolada pelos advogados do casal.

Laercio de Oliveira Cesar – Também é perito do IML e analisou o corpo da menina. Laercio é testemunha convocada pela defesa.

Sérgio Vieira Ferreira – É perito do Instituto de Criminalística, segundo a Justiça paulista. É arrolado pela defesa como testemunha.

Marcia Iracema Casagrande – Assim como Sérgio, é perito do IC. É testemunha convocada pela defesa.

Mônica Miranda Catarino – Identificada pelo TJ-SP somente como perita. É testemunha arrolada pelos advogados do casal Nardoni.

Testemunha da assistência da acusação
Rosa Maria da Cunha de Oliveira – Avó materna da menina Isabella. À polícia, disse que Anna Jatobá não gostava de sua filha. É testemunha convocada pela assistente da acusação.

Luiz Carvalho – TJ-SP não informou detalhes. No entanto, segundo apurado pelo Terra, é o sargento da PM que chegou primeiro ao local do crime, quando a menina ainda estava viva. É testemunha arrolada pela assistente da acusação.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Telecentro coloca serviços virtuais à disposição dos agentes de Segurança

Acesso gratuito à Internet e espaço para realização de cursos à distância, entre outros serviços, são atividades oferecidas aos agentes do Sistema Integrado de Segurança Pública do Pará pelo Telecentro. Sala de aula virtual voltada ao aprimoramento profissional, sob coordenação da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Publica), do Ministério da Justiça, o espaço está disponível para prestar orientações sobre inscrições para cursos e até palestras através de videoconferência.

No Pará, existem 11 Telecentros. A Polícia Civil dispõe de três Telecentros localizados na Delegacia-Geral, em Belém; e nas sedes das Superintendências Regionais de Altamira e de Paragominas. Na sede do Complexo da Polícia Civil, o Telecentro contra com uma sala de aula e outra de videoconferência. Além dos cursos, o Telecentro de Belém está disponível aos policiais interessados nos treinamentos de local de crime, isolamento e preservação, investigação criminal e representação facial humana (Retrato-Falado).

No Brasil, o governo federal já inaugurou mais de 270 Telecentros nas capitais e principais municípios. Em Belém, o Telecentro é coordenado pelo papiloscopista José Carlos Silveira, desde o início do mês de março. Segundo ele, o próximo ciclo de cursos à distância terá inscrições abertas entre os dias 07 e 11 de maio com um total de 200 mil vagas em todo o Brasil.

Silveira lembra que, a partir desde mês, os agentes já podem requisitar o benefício do Bolsa-Formação, que dá direito ao recebimento de 400 reais, durante doze meses, aos servidores com até 1.700 reais de salário bruto. O Telecentro de Belém funciona de segunda à quinta-feira, de 14h às 20h, e na sexta-feira de 8h às 14h, na sede do Complexo da Polícia Civil, bloco B, próximo à Diretoria de Identificação, na avenida Magalhães Barata, 209, bairro de Nazaré. Contato através do endereço eletrônico telecentrobelem@gmail.com.

Original em: http://www.agenciapara.com.br

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RS prorroga contrato emergencial de 14 servidores do IGP

Foi assinado pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul a prorrogação do contrato de 14 servidores para atuarem no Instituto-Geral de Perícias (IGP). Os servidores desempenharão funções nas áreas de perícia criminal como médico legista e auxiliar de perícia.

Para o secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, o ato da governadora Yeda Crusius vem ao encontro da busca permanente do Estado de qualificar o atendimento pericial no Rio Grande do Sul, fortalecendo a segurança pública do cidadão. “Os contratos terão duração de um ano, enquanto, nesse período, capacitamo-nos para realizar concursos que permitirão o preenchimento das vagas de forma permanente”, disse.

A governadora destacou o objetivo do Estado em dar condições estruturais aos servidores, na busca de um serviço público cada vez mais eficiente e qualificado ao cidadão. “Estamos construindo um Estado que respeita o contribuinte, que gasta bem o dinheiro público e que prioriza a qualidade de vida dos gaúchos. A Segurança Pública está entre as prioridades do Governo e os resultados já estão surgindo”, observou Yeda.

Original em: http://www.jornalagora.com.br

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Investigação da moto vai para outra delegacia

A investigação sobre a motocicleta comprada por Adriano e que foi registrada em nome da mãe de um traficante não ficará mais a cargo da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), como requereu o Ministério Público anteontem. Como já havia um inquérito de tráfico e associação para o tráfico na 22ªDP (Penha), tudo agora ficará concentrado na delegacia distrital.

Conforme O DIA revelou na última terça-feira, o Imperador comprou uma moto Hornet 600 preta, em 14 de julho de 2008, e o emplacamento foi feito em nome da mãe do chefe do tráfico da Chatuba, Paulo Rogério de Souza Paz, o Mica.

O curioso é que a Dcod já havia começado a fazer a investigação e se preparava para intimar Adriano, Marlene Pereira de Souza, a mãe de Mica, e funcionários da concessionária de Vicente de Carvalho, onde a moto foi comprada por R$ 35 mil.

O jogador iria à delegacia no próximo dia 26. Mas, no fim da manhã, a Chefia de Polícia Civil deu ordem para transferir toda a investigação para a delegacia da área onde fica a favela.

“Vamos começar a fazer algumas diligências e, depois, intimar o Adriano para depor. Mas isso, com certeza, não vai acontecer esta semana”, explicou o delegado titular da 22ªDP, Jader Amaral.

Além da associação para o tráfico, a polícia quer investigar se a moto pode ter sido fruto de lavagem de dinheiro.
Além da moto preta, no mesmo dia em que a mãe de Mica recebeu o veículo, Adriano comprou também uma Hornet vermelha por R$ 37 mil.

Em 29 de abril do ano passado, a moto foi vendida e, um mês mais tarde, em maio, foi revendida. O último comprador sofreu um assalto em 2 de julho e levou dois tiros. A moto jamais foi recuperada.

Ainda assim, em 23 de setembro de 2009, Adriano fez um registro de apropriação indébita na Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) contra um ex-amigo identificado somente como Marcos.

Apesar de a assinatura estar no documento de compra e venda do Detran-RJ, o jogador alegou jamais ter assinado nada e, por isso, prestou a queixa.

Agora, o órgão está fazendo uma investigação para saber as circunstâncias da transferência do veículo, mas só mesmo uma perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) poderá dizer se a assinatura do craque foi falsificada.

Ontem, em Porto Alegre, antes do embarque da delegação para Santiago, no Chile, onde o Flamengo jogou contra a Universidad do Chile pela Copa Libertadores, o craque não quis comentar o caso. O departamento jurídico do clube avisou que só irá se manifestar depois que conversar com Adriano.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Governador de GO anuncia 1.267 vagas em concurso da polícia

Certames preveem 1.045 oportunidades na PM e 222 na Técnico-Científica. Edital aponta salários entre R$ 2,7 mil e R$ 3 mil. Inscrições já estão abertas

O governador Alcides Rodrigues e os secretários de Ciência e Tecnologia, Joel Sant’Anna, e da Segurança Pública, Ernesto Roller, anunciaram ontem a publicação dos editais e início das inscrições para os concursos da Polícia Técnico-Científica e Polícia Militar de Goiás. Os dois concursos preveem 1.267 vagas, sendo 1045 na Polícia Militar (1.000 soldados e 45 cadetes) e 222 na Polícia Técnico-Científica.
O secretário de Ciência e Tecnologia, Joel Sant’Anna Braga Filho, destacou que só nos últimos meses o governo de Goiás realizou sete concursos para a área de segurança pública, todos coordenados pela Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec). Os primeiros realizados foram os da Polícia Civil, para delegado, escrivão e agente de polícia. Em seguida, vieram os de agente prisional do Sistema de Execução Penal, Corpo de Bombeiros e, agora, os dois novos.
Para o governador Alcides Rodrigues, os certames lançados vão representar bases mais sólidas para a segurança da população. E reforçou que o concurso é o critério mais democrático para cumprir este compromisso com a sociedade goiana. “Tudo isso foi possível graças ao resgate de um compromisso com a sociedade”, observou.
O secretário da Segurança Pública, Ernesto Roller, reconheceu o trabalho da Sectec, afirmando que a realização dos concursos é um momento histórico no atendimento aos anseios de todos.

Categorias

Concurso da PM oferece 1.000 vagas para soldados, com salários de R$ 2.711,00 e 45 vagas para cadetes, com subsídios de R$ 3.000,00. Para as duas categorias é exigida formação em curso superior. As inscrições serão feitas pelo site www.funcab.org e vão até o dia 21 de abril, sendo R$ 75 para soldados e R$ 100 para cadetes.
O concurso da Polícia Técnico-Científica é para cadastro de reserva, prevendo 222 vagas divididas entre os cargos de perito criminal, médico-legista, papiloscopista policial, auxiliar de autópsia, auxiliar de laboratório criminalístico e fotógrafo criminalístico. Subsídios são de R$ 5.214,00 para perito criminal e médico-legista e R$ 2.711,00 para os demais cargos. As inscrições serão feitas até 4 de abril no site www.universa.org.br, com valores de: R$ 95,00 nos cargos de perito e médico (nível superior), R$ 70,00 no cargo de papiloscopista (nível superior) e R$ 55,00 nos demais cargos (nível fundamental).

Original em: http://site.dm.com.br/noticias

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Polícia prende suspeito de atirar em turista alemã em PE

Um dia depois de a sogra da turista alemã Jennifer Kloker ser presa no Recife, a Polícia Civil de Pernambuco prendeu nesta quarta-feira o quarto suspeito de ter participado do assassinato da alemã. A. N. S., 35 anos, é apontado como o homem que fez os disparos que mataram Jennifer. O suspeito foi preso nesta tarde no bairro do Curado, zona oeste do Recife.

A polícia procurava pelo homem desde terça-feira, quando foi solicitada a prisão. Membros do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) executaram um mandado de busca e apreensão no apartamento do suspeito, à procura da arma do crime.

Com a prisão do quarto envolvido, a polícia acredita estar perto do fim do inquérito. Jennifer Kloker foi morta em São Lourenço da Mata, na terça-feira de Carnaval. Estava em companhia do filho de 3 anos, do marido e dos sogros. Os três disseram que foram vítimas de um latrocínio (assalto seguido de morte).

A versão ficou fragilizada depois de contradições nos depoimentos dos familiares. Os três informaram um percurso diferente do verificado através do GPS do carro alugado. A prisão do viúvo e o sogro da alemã foi feita em 23 de fevereiro, após um exame do Instituto de Criminalística apontar a presença de pólvora nas mãos da dupla.

Na segunda-feira, um presidiário que cumpre pena em regime semiaberto se apresentou à polícia e disse que a sogra da turista pagou R$ 20 mil para que ele assumisse a autoria do crime. Ele disse que foi orientado por um advogado a como sustentar sua versão. O advogado negou ter feito tais instruções.

Transferência
Delma Freire, sogra da vítima, foi transferida na noite desta quarta-feira para a Colônia Feminina do Bom Pastor, no Recife. Antes de seguir para a penitenciária, ela fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Allison Jerrar só deve ser ouvido na próxima audiência

Recomeçou às 15h, na 2ª Vara do Júri da Capital, no Fórum Rodolfo Aureliano, na Joana Bezerra, a audiência de instrução e julgamento sobre o acidente de trânsito que vitimou a técnica em enfermagem Aurinete Gomes Lima dos Santos, 33 anos, em dezembro de 2008. O crime, que teve ampla repercussão, envolveu o empresário Allison Jerrar Zacarias dos Santos, 22, que foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio doloso (com intenção de matar) e tentativa de homicídio. Allison, que deveria ser ouvido hoje, deverá falar em outra audiência.

Ainda hoje, o juiz Sylvio Paz deve ouvir quatro testemunhas de acusação. Segundo informações do Tribunal de Justiça, será remarcada uma nova audiência quando serão ouvidas mais duas testemunhas de acusação e oito de defesa e apresentadas as alegações finais. Somente depois disso é que o juiz vai dar sua sentença sobre o caso. Uma ata será publicada ao final da audiência de hoje.

Um dos advogados de defesa, Carlos Gil Rodrigues, disse esta manhã ter a certeza de que o cliente será inocentado, uma vez que a perícia do Instituto de Criminalística (IC) apontou que o sinal estaria fechado para Wellington Dias, viúvo da vítima, que dirigia o veículo.

Pela manhã, o juiz da 2ª vara do Tribunal de Júri ouviu o testemunho de quatro peritos da Polícia Federal (PF) que defenderam os argumentos que apontaram a culpabilidade de Allison no acidente. Em seguida, eles entregaram novos documentos ao juiz e a ambas as partes para dizimar dúvidas que teriam surgido ao longo do processo, No entanto, o teor do material não foi revelado. Agora, acusação e defesa terão à vista da documentação para então se pronunciarem a respeito.

Esta foi a segunda audiência do caso. A primeira aconteceu em outubro de 2009, quando foram ouvidos os peritos do IC. A próxima audiência ainda não tem data marcada. Ao final, o juiz pode se pronunciar de acordo com a denúncia do Ministério Público (MPPE), acusando Allison por dolo eventual e levando o réu para tribunal do júri popular; desclassificar a denúncia e classificar o crime como homicídio culposo, levando o caso para qualquer vara criminal; ou ainda chegar á conclusão de que Allison não cometeu o crime.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Audiência ouve peritos nesta quarta-feira

Acontece esta manhã a segunda audiência na Justiça sobre o acidente de trânsito que matou a técnica em enfermagem Aurinete Gomes Lima dos Santos, 33 anos, em dezembro de 2008, em Boa Viagem. O crime, que teve ampla repercussão, envolveu o empresário Allison Jerrar Zacarias dos Santos, 22, que foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio doloso (aquele que tem a intenção de matar) e tentativa de homicídio. Nesta quarta-feira, no Fórum Joana Bezerra, devem ser ouvidos os depoimentos de alguns dos peritos que atuaram no caso.

O primeiro laudo, assinado pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC), apontou o viúvo da enfermeira, Wellington Evangelista dos Santos, como responsável pelo acidente e livrou da prisão o empresário Allison Jerrar, que chegou a passar quatro noites no Cotel, em Abreu e Lima. Já na segunda perícia, assinada pela Polícia Federal (PF), Allison foi considerado culpado por ter ultrapassado sinal vermelho, no dia 13 de dezembro do ano passado, no cruzamento da Domingos Ferreira com a Ernesto de Paula Santos, em Boa Viagem. Aurinete Gomes morreu na hora e sua filha, Alba Maria, 7 anos, e o marido ficaram bastante feridos.

Ao final dessa etapa de audiências, a Justiça terá 10 dias para dizer se o réu é inocente, ou se tem indícios de culpa (de autoria e materialidade). Em casos de homicídio doloso, o juiz encaminha sua decisão para o Tribunal de Júri ou Júri popular, que deve julgar o caso em no máximo seis meses na comarca onde o crime aconteceu. No entanto, o réu pode recorrer ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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