Peritos devem averiguar processos da Sema

O governador Silval Barbosa solicitou a inclusão de peritos da Superintendência de Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para compor uma equipe que vai averiguar os 68 processos de Plano de Manejo Florestal Sustentável, investigados pela Polícia Federal durante a operação Jurupari.

Os processos, que se encontram sob responsabilidade da Superintendência de Gestão Florestal da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) serão encaminhados, a pedido do secretário de Meio Ambiente, Alexander Torres Maia, à Polícia Militar ainda nesta sexta-feira (28). Após isso, eles serão lacrados por peritos da Politec, e reabertos para avaliação dos documentos pelos peritos oficiais do Estado, entre eles papiloscopistas, engenheiros florestais, e outros.

O secretário de Meio Ambiente ressalta ainda que a ação será realizada com o objetivo de averiguar se houveram irregularidades durante a liberação dos Planos, e qual a abrangência caso essas se confirmem. (Com secom-MT).

Original em: http://www.gazetadigital.com.br

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Mutirão realizou coletas para exames de DNA

Coltas foram realizadas durante mutirão

Com o objetivo de aproximar a Justiça da população, mais uma etapa do projeto Mutirão da Cidadania foi realizada, na manhã da última sexta-feira (28), pela Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal). Dessa vez, a ação ocorreu no Fórum de União dos Palmares, onde foram realizadas cerca de 80 coletas de material genético para exames de DNA, além de palestra sobre violência e exploração sexual, apresentação teatral e curso de aperfeiçoamento dos servidores do Poder Judiciário.

O mutirão conta com a parceria do Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A coordenadora do projeto Cidadania e Justiça na Escola, juíza Maria de Fátima Pirauá, ressaltou a importância da inciativa no interior do Estado. “Trazer ações como essa para o município de União dos Palmares é promover cidadania à população local e aproximar a Justiça daqueles mais carentes, que muitas vezes não têm condições financeiras para arcar com o deslocamento para capital”, avaliou.

Durante o programa, servidores de várias comarcas do Estado participaram do Curso de Atualização em Processo Penal, ministrado pelo professor Fernando Muniz Falcão. A abertura do curso contou com a presença do coordenador de cursos para servidores e funcionários da Justiça, juiz João Dirceu Soares Moraes. “O curso de atualização é de extrema importância para os servidores do Poder Judiciário, uma vez que contribuirá na progressão da carreira de cada um deles”, lembrou.

Dando prosseguimento às atividades, o grupo teatral “Sal Produções” se apresentou na Escola Municipal Salomé da Rocha Barros. “A iniciativa foi possível graças ao apoio da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, que sugeriu a realização de mais dez apresentações, previstas para acontecer na capital e em outras cidades do interior do Estado”, informou a gerente do projeto Justiça e Cidadania na Escola, Ana Valéria.

Ainda dentro da programação do evento, professores e pais de alunos da Escola Municipal Padre Donald puderam assistir à palestra sobre violência e exploração sexual contra crianças e adolescentes, ministrada pelas educadoras sociais do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas), Regina Sorrentino e Luciléia Poliana.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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‘Mesa em que bebê morreu no parto tinha desgaste’, diz delegada

Peritos analisaram equipamento e disseram que parafusos estavam gastos.
Mãe prestou depoimento e disse à polícia que parto terminou no chão.

A mesa de cirurgia que quebrou durante o parto, no domingo (23), e provocou a morte do bebê João Henrique logo após o nascimento, estava com desgaste. A informação é da delegada Eliana Barbosa, responsável pelo caso, depois de ouvir relato preliminar dos peritos do Instituto de Criminalística (IC). O acidente ocorreu no Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro (BA).

“O material foi analisado ainda no hospital e a fadiga dos parafusos era evidente. De qualquer forma, enviamos o equipamento para uma empresa especializada em perícia de metais, em Salvador”, disse a delegada.

Segundo informações da diretoria médica do hospital, a mesa de cirurgia quebrou durante o parto, derrubando a mãe, Alcione Teixeira Santos, 28 anos, e o recém-nascido no chão. A criança foi sepultada nesta segunda-feira (24), no Cemitério de Pindorama, na cidade. A mãe recebeu alta nesta terça-feira (25) e não chegou a acompanhar o enterro do filho. O atestado de óbito da criança foi emitido nesta quarta-feira (26), após pedido da advogada da família, Angélica Marssaro.

Em entrevista à TV Bahia, Alcione contou o que aconteceu na sala de cirurgia. “Já fui com a bolsa rompida e sentindo um pouco de dor. Vieram duas enfermeiras e mandaram eu ir fazendo força. Eu fazia força e nada da cabeça do menino. Elas sugeriram me levar para a mesa do parto…. Eu segurei nos ferros e ia fazendo a força e nada. Foi quando o médico chegou e comentou: ‘essa mesa não vai aguentar’. E me deixou ali, não fez nada. Foi na hora que a maca arriou. O menino ainda estava dentro de mim. Eles fizeram meu parto no chão. Eu não vi minha criança. Não sei nem a cor do meu filho. Se é moreno, ou se é branco”, contou a mãe. O médico negou ter feito qualquer comentário sobre as condições da maca.

Eliana ouviu o depoimento de Alcione na manhã desta quarta-feira. “Ela nos relatou que caiu no chão quando apenas a cabeça do filho tinha saído e o resto do corpo da criança ainda estava dentro dela. O parto foi concluído quando a mãe estava no chão. A mãe nos disse ainda que não chegou a ver o rosto do filho, apesar de ter pedido para vê-lo”, afirmou a delegada.

Bebê morreu em acidente em sala de cirurgia em Porto Seguro

O médico responsável pelo parto, a enfermeira chefe, a responsável pela administração do hospital – que é terceirizada, e o técnico de manutenção do hospital foram à delegacia na tarde desta quarta-feira, mas serão ouvidos formalmente na segunda-feira (31). “O médico me disse hoje que as informações do pré-natal davam conta de que a criança tinha perto de 4,6 quilos e que o acidente aconteceu quando ele fazia a manobra para retirar os ombros da criança”, disse Eliana.

Em nota, o hospital informou que Alcione entrou em trabalho de parto às 6h e o nascimento de João Henrique ocorreu às 15h30, de parto normal. Ainda de acordo com o documento, por conta da queda, a mãe sofreu traumatismo na região do púbis e na perna direita, e o recém-nascido morreu por conta do acidente.

A sobrinha de Alcione, Deiriane Rodrigues, 20 anos, que ficou como acompanhante dela no hospital na segunda-feira (24), disse ao G1 que o médico responsável pelo parto visitou a tia para tentar explicar o ocorrido na sala de cirurgia. “O médico disse para minha tia que a mesa estava em ordem, mas minha tia disse que lembra de ter ouvido o médico falar para ela, antes do parto, que a mesa não iria aguentar a realização do parto”. O médico teria negado essa versão para a delegada.

Ainda de acordo com Deiriane, durante a visita, o médico ainda teria feito piada com o peso de Alcione. “Ele teve coragem de falar que minha tia estava acima do peso. Isso a deixou mais abalada ainda. Minha tia não teve coragem de olhar para a cara do médico. Ela não quis nem conversar com ele de tão abalada que ficou.”

Original em: http://g1.globo.com

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Corpos de irmãs mortas no Lago Paranoá são enterrados no Distrito Federal

BRASÍLIA – Os corpos das irmãs Liliane e Juliana Queiroz de Lira, que morreram em naufrágio de lancha no Lago Paranoá, em Brasília, não foram velados antes do enterro nesta quarta-feira. A mãe e a irmã mais nova das vítimas vieram da Bahia para acompanhar o enterro. Parentes e amigos se emocionaram, ainda chocados com a tragédia.

– Perder duas sobrinhas de uma vez só, estou muito revoltada com isso – afirmou uma tia das vítimas, Nilza Silva.

Rita de Cássia Queiroz, que estava na lancha junto com as irmãs, teve de ser atendida pelo Corpo de Bombeiros.

O dono da lancha, José da Rocha Costa Júnior, foi indiciado por homicídio culposo. Para a polícia, ele não exigiu que as vítimas usassem colete salva vidas e permitiu a superlotação da lancha.

Por telefone, ele disse que o naufrágio aconteceu rápido e não foi possível ajudar as irmãs que não sabiam nadar. Ele negou que tenha feito manobras arriscadas.

– Estava navegando em linha reta, uma marola veio de trás, inundou o barco de uma hora para outra. Em dez segundos, ele entrou em pique – disse.

Rita de Cássia, que conseguiu se salvar, disse o contrário. “

– Lembro assim, de algumas manobras que ele fez rápido e o barco estava muito lotado para ele fazer aquelas manobras – contou Rita de Cássia.

Hoje, a Polícia Civil fez mais uma perícia na embarcação, desta vez na parte mecânica da lancha. Com o material recolhido, os peritos vão reconstruir todo o cenário do acidente em computação gráfica e simular situações para saber o que fez a lancha afundar.

– Estamos escaneando o barco, vamos levar pra dentro do lago, nas coordenadas, no ponto que ele afundou e compor essa história, essa dinâmica a partir de tudo isso aí – explicou o diretor do Instituto de Criminalística, Celso Nenevê.

A Marinha também fez perícia na embarcação. O laudo deve ficar pronto em 90 dias. O inquérito administrativo da Marinha segue depois para o Tribunal Marítimo. O dono da lancha pode levar multa e ter a carteira cassada. Na Polícia Civil, o depoimento de Rita Queiroz está marcado para a tarde desta quinta-feira.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Condutor da lancha que naufragou é indiciado por homicídio culposo

Laudo preliminar da Polícia Civil mostra que a embarcação não tinha avaria no casco

Após passar por perícia da Polícia Civil no fundo do lago, a lancha foi retirada ontem pelos bombeiros. Novos testes vão avaliar se a embarcação apresenta problemas técnicos

O técnico em informática José da Rocha Costa Júnior, 33 anos, condutor da embarcação que naufragou no Lago Paranoá na madrugada do último sábado, foi indiciado ontem por homicídio culposo(1) (quando não há intenção de matar). O delegado que conduz as investigações, Silvério de Andrade, chefe da 9ª DP (Lago Norte), decidiu adiantar sua conclusão devido à combinação de três fatores: o laudo preliminar dos mergulhadores do Instituto de Criminalística da Polícia Civil, que não constatou nenhuma avaria no casco do barco; a superlotação da lancha e o fato de o piloto não orientar as pessoas que não sabiam nadar a usarem coletes salva-vidas. Pela manhã, os corpos das irmãs Juliana, 21 anos, e Liliane Queiroz de Lira, 18, foram localizados no lago. A embarcação também foi retirada. Nela, os militares recolheram uma garrafa de licor e uma lata de cerveja.

Outro fato que pode agravar a situação de Júnior são os exames de alcoolemia que serão feitos por legistas do Instituto de Medicina Legal (IML) nos cadáveres das jovens. Ao Correio, Silvério disse que o procedimento é capaz de indicar com precisão quanto de álcool elas ingeriram no momento da tragédia. “Sabendo o quanto as jovens beberam, podemos ter uma noção do quanto ele (o piloto) bebeu”, ressaltou o delegado.

Ontem, o webdesign Welvis Fernandes da Silva, 24 anos, prestou depoimento. Ele filmou a embarcação lotada momentos antes de ela afundar. Ao delegado, o jovem disse que viu, sim, algumas pessoas com garrafas e copos na mão. “O depoimento dele serviu para corroborar que havia gente consumindo bebida na embarcação”, reforçou Silvério. A irmã das vítimas, a cabeleireira Rita de Cássia Queiroz, 26 anos, iria depor ontem à tarde, mas o delegado entendeu que ela não tinha condições psicológicas de comparecer à 9ª DP.

Coletes

No barco retirado, foram encontradas uma lata de cerveja e uma garrafa de licor

Até agora, sabe-se que a lancha dispunha de cinco coletes salva-vidas. Três foram encontrados pelos bombeiros no dia do naufrágio, um outro foi entregue ontem na 9ª DP. Um coronel da PM, cujo nome não foi divulgado, disse que nadava no lago quando viu o equipamento flutuando. Já o quinto colete estava preso à lancha. Ou seja, a embarcação trafegava com seis coletes a menos, já que havia 11 pessoas a bordo — seis a mais que a capacidade da lancha, que foi periciada pela Polícia Civil no fundo do lago. “Ele (Júnior) agiu com negligência”, afirmou o delegado.

O IML liberou os corpos das irmãs, por volta das 17h de ontem. A primeira avaliação dos peritos aponta para afogamento. As certidões de óbito, porém, não vieram com as causas das mortes. É preciso esperar até 10 dias pelo resultado do laudo cadavérico. Um outro teste, este com material retirado das vísceras suprarrenais, pode dizer se as duas gastaram o estoque de adrenalina do corpo ou seja se houve luta pela sobrevivência e durante quanto tempo. “Como os corpos ficaram três dias na água, fica difícil ter esse tipo de resposta pelo estado de decomposição”, afirmou o diretor do IML, Malthus Fonseca.

O trabalho dos peritos começou ao meio-dia. O primeiro passo foi identificar oficialmente os corpos, por meio das impressões digitais. Em seguida, os médicos fizeram exames radiográficos (para saber a situação dos ossos), ectoscópico (uma inspeção externa dos cadáveres) e interno — para identificar as condições dos órgãos e cavidades, com enfoque para o sistema respiratório. Os corpos estavam em fase enfisematosa, um período de formação de gases. “Ainda não tinham boiado porque estavam em uma profundidade muito grande (25m). Iam demorar mais um dia pra boiar”, concluiu o diretor do IML.

1 – Punição
A pena para homicídio culposo é de um a três anos. Já para o homicídio doloso (quando há a intenção de matar), o Código Penal Brasileiro prevê de 12 a 30 anos.

Resultado em até 20 dias
A perícia na lancha feita pelo Instituto de Criminalística deve ser concluída entre 15 e 20 dias. Será avaliado o sistema mecânico da embarcação, pois não está descartado que a bomba possa ter parado de funcionar, facilitando a entrada de água. O procedimento não mudará a tipificação penal no inquérito que o condutor responde, mas ajudará os investigadores a esclarecer a dinâmica da tragédia.

“A perícia agora vai mostrar os motivos do afundamento, o que nos ajudará a apontar os responsáveis”
Rogério Leite, delegado fluvial e comandante da Capitania dos Portos

O número
22 km/h

Velocidade que o condutor disse estar conduzindo a lancha no momento do acidente.
Com o lastro vazio, a embarcação pode chegar a 50km/h

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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Embarcação naufragada passa por perícia

Lancha deve ser retirada do fundo do Paranoá na manhã de hoje. Polícia Civil já começou a trabalhar para identificar as causas do naufrágio na madrugada de sábado. Buscas pelas irmãs continuam

Os dois peritos da Polícia Civil mergulharam a 25 metros de profundidade, em frente à QL 15 do Lago Norte, onde a embarcação foi localizada na tarde de ontem

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal localizaram, por volta das 14h de ontem, a lancha que naufragou na madrugada do último sábado com 11 pessoas. Uma equipe da Companhia de Salvamento Aquático da corporação encontrou a embarcação, batizada de Front Rool, a 25 metros de profundidade do Lago Paranoá, em frente à QL 15 do lago, a 1km de distância de cada uma das margens, no ponto onde teria ocorrido o acidente. Ao todo, 15 duplas dos bombeiros trabalharam das 6h às 19h em busca da embarcação e das duas irmãs desaparecidas. A lancha, no entanto, só deverá ser içada hoje.

 

Foram 58 horas de procura até encontrar a embarcação. Com o aparecimento da lancha, as buscas pelas irmãs (Liliane, 18 anos, e Juliana Queiroz de Lira, 21) devem se restringir a um raio de 100 metros do ponto onde os bombeiros encontraram o barco. Uma boia marcou o local. O comandante de Operações do Corpo de Bombeiros, coronel Rogério Soares, disse que a prioridade dos mergulhadores são as vítimas. “Acreditamos que elas estejam próximas da lancha. É questão de honra encontrar as pessoas desaparecidas”, afirmou.

O Correio acompanhou as buscas dos mergulhadores da companhia de resgate dos bombeiros. Sob o comando do marinheiro Romildo Gonçalves Rocha, 35 anos, 10 deles como profissional de navegação, a equipe da reportagem assistiu o momento exato em que os bombeiros encontraram a lancha no fundo do Lago Paranoá. Para os bombeiros, a localização do barco a motor é a chance de dar uma resposta mais rápida para aos familiares das vítimas.

Antes de achar a lancha, grupos com dois nadadores e dois mergulhadores tinham procurado por quatro quadrantes divididos pelo Corpo de Bombeiros. A visibilidade era ruim. “Batemos na popa da lancha e demos sinal pela corda aos bombeiros que estavam em cima”, contou o sargento Danilo Brites, que encontrou a embarcação ao mergulhar com o cabo Vilson Coutrim. Os bombeiros fizeram imagens da embarcação no fundo do lago.

Os dois sonares (dispositivos de detecção, escuta e comunicação submarina por radar), que vieram emprestados da Universidade de Brasília (UnB) e do Rio de Janeiro, nem chegaram a ser utilizados para detectar o local do naufrágio.

Perícia

Policiais civis no lago: eles estão dando apoio ao trabalho de investigação do acidente

Dois mergulhadores da Polícia Civil(1) trabalharam na perícia, das 16h às 18h30. De acordo com o diretor do Instituto de Criminalística, Celso Nenevê, agentes iniciaram as investigações dentro do lago, para garantir uma maior precisão do que aconteceu na madrugada de sábado. “Muitas das respostas do naufrágio estão no barco. É preciso saber de quem foi a responsabilidade, se houve negligência, se foi doloso ou culposo”, explicou.

O trabalho impossibilitou que o Corpo de Bombeiros retirasse a lancha do fundo do lago. Segundo o coronel Rogério Soares, o resgate da embarcação deve durar cerca de 2h e precisa ser feito em um horário de maior claridade. A expectativa é que ela seja retirada até as 10h de hoje. As buscas pelas irmãs prosseguiram durante toda a noite. Pelo menos seis mergulhadores percorreram a superfície do Paranoá.

O comandante da Marinha, Rogério Leite, disse ontem que “a fiscalização do lago é satisfatória”. Segundo ele, são 300 embarcações por fim de semana e uma média de dois acidentes por ano. “Nenhuma fiscalização é onipresente. Vamos unificar o atendimento com o Corpo de Bombeiros. Estudamos implantar uma forma de o 190 repassar denúncias também à Marinha. Temos gente o suficiente para fiscalizar o lago e fazemos isso todo final de semana”, disse.

1 – Especialistas
O Instituto de Criminalística da Polícia Civil do DF é o único no Brasil que conta com mergulhadores para realizar esse tipo de investigação. No caso do Front Rool, foi realizada uma perícia no local, mas a embarcação será periciada novamente, após resgatada. Seis mergulhadores da PCDF filmaram e fotografaram o local onde a lancha afundou.

O que diz a lei
A Lei Federal nº 11.705, a lei seca, entrou em vigor em 20 de junho de 2008. A legislação fixou tolerância zero à combinação álcool e volante e tornou mais rígidas as punições para os infratores. O motorista flagrado com até 0,29 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões é punido com multa de R$ 957 e responde a processo administrativo de suspensão da carteira por um ano. Quem é pego com índice igual ou superior a 0,30 miligrama de álcool por litro de ar, paga a multa, responde ao processo de suspensão da CNH e é preso. Neste caso, só é liberado após pagamento de fiança que varia de R$ 600 a R$ 2 mil e responde pelo crime de dirigir alcoolizado. Na Justiça, quem é réu primário pode fazer acordo para ter o processo suspenso por dois anos, desde que cumpra as exigências do juiz. Geralmente, a pessoa é obrigada a pagar cestas básicas e a prestar serviço em hospitais.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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Governo AC empossa quatro novos peritos criminais

Ingresso dos profissionais faz parte do pacote lançado pelo Governo, em setembro do ano passado, para fortalecer a parte científica da polícia

Mais quatro peritos criminais tomaram posse nesta segunda-feira, 24, para reforçar a área de pesquisa científica da Polícia Civil. São peritos especializados em bioquímica, química e engenharia elétrica.

A posse dos novos peritos ocorreu na sede do Departamento de Polícia Técnico-Cientifica (DPTC) e contou com a presença do diretor-geral da Polícia Civil, Emylson Farias, do corregedor-geral, André Monteiro, do gerente do DPTC, Jessélio Advincola, do diretor do IML, Ruy Charles, e do gerente do Instituto de Criminalística, Arynaldo Oliveira.

O ingresso dos novos peritos faz parte do pacote lançado pelo Governo, em setembro do ano passado, para fortalecer a parte científica dos trabalhos do DPTC. Em sete meses, o Governo contratou 14 profissionais da área, cinco dos quais estão em Sena Madureira, Brasileia e Cruzeiro do Sul, onde havia deficiência de mão-de-obra qualificada. Cruzeiro do Sul, por exemplo, tinha apenas um perito.

Para o gerente-geral do Departamento de Polícia Técnico-Cientifica (DPTC), Jessélio Advincola, o Governo pretende contratar mais seis peritos, que estão com o curso de formação concluído. “A proposta é ampliar cada vez mais as ações, da perícia técnica em todo o Estado”, destacou.

Para o diretor Emylson Farias, a contração dos novos peritos vai desafogar a demanda das perícias, além de melhorar a qualidade dos serviços periciais. “Isso mostra mais uma vez o esforço do Governo de dotar as instituições de mão-de-obra qualificada e com isso ampliar e melhorar a prestação de serviço ao cidadão. Os investimentos no setor vão possibilitar alcançarmos o sonho de ter aqui no Estado laboratórios de DNA, toxicologia, química, balística e documentoscopia”, destacou.
“Ingressamos em uma área técnico-cientifica da Polícia Civil do Acre para somarmos. Percebemos que o Estado tem investido de forma substancial, por isso temos o compromisso de atendermos bem a população”, disse o perito criminal Leonardo Kasakoff, especialista em química. Os demais empossados são Bruno Lustoza (engenharia elétrica), Giulliano Cezarotto (bioquímico) e Evis da Silva.

Original em: http://www.agencia.ac.gov.br

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PI: Governador Wilson Martins visita obras do IML e Instituto de Criminalística

O governador Wilson Martins visitou, na manhã desta segunda-feira, 24, as obras de construção do Instituto de Medicina Legal (IML) e do Instituto de Criminalística. Acompanhado de autoridades e lideranças políticas, o governador anunciou que até o final desse mês as duas obras serão inauguradas.

Durante a visita, o governador conheceu todas as dependências do local que funcionará em um amplo terreno no bairro Saci, zona Sul de Teresina. “Essas são duas obras de extrema importância para o Piauí. Tanto na área da saúde como na área da segurança pública. Estamos vendo aqui uma obra fantástica com recursos e equipamentos já garantidos e assegurados. Ao todo, iremos investir cerca de R$ 8 milhões nas obras”, revelou.

As duas obras estão sendo construídas através de um convênio firmado entre o Governo do Estado, o Senasp e o Ministério da Justiça. Só no IML, que terá uma área de 1.311.76 m², serão aplicados R$ 2.830.176,43; R$ 1.629,495,83, recursos da União, e R$ 1.200.680,70, como contrapartida do Governo do Estado. O prédio já está 50% concluído.

No Instituto de Criminalística, que terá uma área de 1.009,87 m², estão sendo investidos recursos também do Governo do Estado e da União. Ao todo, a obra que já está 70% concluída, foi orçada em R$ 1.335.862,36; R$ 944.504,17 são recursos federais e R$ 391.358,19 são recursos do Estado.

De acordo com o engenheiro da Secretaria da Segurança, José Raimundo, essa será uma das mais modernas e importantes obras do Estado. “Visitamos obras como esta em vários estados e nenhuma se compara a do Piauí. Teremos aqui um Instituto completo e referência no Nordeste. Toda a estrutura é moderna e os equipamentos são de ponta”, garantiu.

O Instituto de Criminalística irá dispor de laboratórios de bio-física e química, de DNA, balística, de vistoria de carro e plantão específico contínuo. Já o IML será composto de áreas para o tratamento de resíduos sólidos, líquidos, Raio X, necrotério, além de vários laboratórios divididos e diferenciados para homem e mulher.

Original em: http://www.tvcanal13.com.br

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Identificado mecanismo que faz baterias pegarem fogo

Além da facilidade de observação, a técnica permite monitorar a bateria intacta e em condições reais de operação.

Por que as baterias explodem

Cientistas na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirmam ter descoberto uma explicação para a explosão das baterias de celulares e notebooks.

Depois de desenvolverem uma maneira simples e precisa de “ver” a química em ação dentro de uma bateria de íons de lítio, eles descobriram que os curto-circuitos são produzidos pela geração de uma estrutura filamentosa conhecida como dendrito.

Dendritos

As baterias de íons de lítio são as mais eficientes disponíveis comercialmente, e são as grandes responsáveis pela viabilização dos telefones celulares e de todos os demais dispositivos eletrônicos móveis.

Mas elas têm uma deficiência séria: ao longo de vários ciclos de carga e descarga, particularmente se as baterias forem carregadas rapidamente, começam a se formar minúsculas fibras de lítio, conhecidas como dendritos.

Formando-se sobre os ânodos de carbono, essas fibras de lítio podem causar curto-circuitos, fazendo com que a bateria superaqueça rapidamente e pegue fogo.

Os cientistas conhecem os dendritos há bastante tempo, e vinham usando modelos teóricos e ópticos, além de microscopia eletrônica de varredura, para estudar sua formação. Mas ninguém até agora havia encontrado uma maneira de quantificar os dendritos formados no interior da bateria.

Como são microscópicos, é difícil rastrear sua formação, e não era possível responsabilizá-los pelas explosões.

Química em ação

Coordenados pela professora Clare Grey, Rangeet Bhattacharyya e seus colegas descobriram que a ressonância magnética nuclear, a mesma usada em exames médicos, permite ver a química em ação dentro de uma minúscula bateria de lítio.

Para passar pelo exame, a bateria, com apenas 1 centímetro de bateria, foi posta dentro de um saco de alumínio, daqueles usados para embalar café a vácuo.

Além da facilidade de observação, a técnica permite a observação da bateria intacta e em condições reais de operação.

“Nosso novo método vai permitir que os pesquisadores identifiquem que condições levam à formação dos dendritos e identificar rapidamente meios de prevenir o problema,” dizem os pesquisadores.

Baterias do futuro

Ao permitir estudar como estas baterias se comportam em condições diferentes de operação, a ressonância magnética nuclear poderá ajudar os pesquisadores a resolver os problemas de segurança das baterias.

“Essas fibras mortas de lítio têm sido um obstáculo significativo à comercialização de uma nova geração de baterias de maior capacidade que usam o lítio metálico como anodo, em vez do carvão utilizado hoje,” escrevem os pesquisadores em um artigo publicado na revista Nature Materials.

Essas baterias de lítio com maior densidade de carga são a grande promessa para a utilização em veículos híbridos e elétricos.

Mas nenhuma autoridade aprovaria o uso em automóveis de baterias que não passem por todos os testes antichama e que comprovem totalmente à prova de explosões – veja mais na reportagem O que vai alimentar os carros do futuro?.

Outras alternativas atualmente sendo pesquisadas são as baterias que poderão ser reabastecidas com carga, em vez de ficarem recarregando na tomada, baterias de ar-silício ou mesmo baterias nucleares miniaturizadas.

Original em: http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Química Industrial da Unisc realiza Semana Acadêmica em RS

Os avanços tecnológicos e o mercado de trabalho na área da Química Industrial serão os temas abordados na 14ª Semana Acadêmica do curso. A abertura dos trabalhos está prevista para o dia 24 de maio, às 19 horas, no anfiteatro do bloco 18 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), com a palestra Química Forense, ministrada pelo professor da Ufrgs, Valter Stefani.

Durante a semana os estudantes poderão participar de discussões em mesa-redonda e assembléia sobre a importância do empreendedorismo na área, além de minicursos que abordarão diversos temas: infravermelho, microbilogia básica, tratamento de águas, reciclagem de plásticos, entre outros. O encerramento das atividades será na sexta-feira, 28 de maio, às 19 horas, na sala 5322, com a palestra do professor Valeriano Corbellini, Química Medicinal.

Os estudantes interessados devem fazer a inscrição até o dia 24 de maio na Secretaria de Pós-graduação e Extensão (sala 110), no bloco 1, mediante o pagamento da taxa de R$ 5,00, para quem quiser obter certificado. A programação completa pode ser conferida no site da Unisc (www.unisc.br) ou na coordenação do curso de Química Industrial no bloco 12. Mais informações pelos fones (51) 3717-7390 ou 3717-7343.

Original em: http://www.gaz.com.br

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