Polícia encontra indícios de que estudante esteve no sítio de Bruno, goleiro do Flamengo

RIO – A Polícia Civil mineira encontrou nesta segunda-feira fortes indícios de que Eliza Samudio, de 25 anos, esteve no sítio do goleiro Bruno, do Flamengo, em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Eliza está desaparecida desde que saiu do Rio, entre 4 e 5 de junho, a caminho de Minas. A polícia suspeita que ela tenha sido morta pelo atleta por causa de uma briga pela paternidade de um filho do casal.

Os responsáveis pelas investigações conseguiram mandado judicial para entrar no sítio, no Condomínio Residencial Turmalina, e, segundo uma fonte que participa da investigação, encontraram uma fralda e uma passagem aérea, entre outros objetos, que foram encaminhados para perícia. Apesar de todas as testemunhas que estavam no sítio entre o início do mês até a madrugada do último sábado, quando o filho de Eliza foi encontrado em Contagem, também na Grande Belo Horizonte, terem negado que Eliza esteve no sítio, a polícia viu fortes indícios de sua presença no local.

A polícia não quis revelar a origem e o destino da passagem, nem em nome de quem ela foi expedida, mas um policial afirma que os objetos encontrados são indícios fortíssimos de que ela esteve no sítio. Na noite desta segunda-feira, peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil mineira foram ao local para aplicar o produto conhecido como luminol, que pode revelar a presença de sangue. O produto deve ser usado no Land Rover do Bruno, que foi apreendido com um amigo dele em uma blitz, dias antes do desaparecimento vir à tona. Se alguma mancha de sangue for detectada, a polícia fará exame de DNA.

A polícia conseguiu entrar no sítio no fim da tarde, e ao menos 60 pessoas participaram das buscas. Além de policiais civis e militares, no fim da tarde o Corpo de Bombeiros foi chamado ao local por causa da suspeita de que haveria um corpo em uma cisterna, mas nada havia sido encontrado até a noite.

Amigas dizem que Eliza foi a Minas

Amigas de Eliza já haviam afirmado que, na última vez em que conseguiram contato, ela estava em Minas, mas todas as testemunhas que estavam no sítio – funcionários e amigos de Bruno – negaram a presença da mulher no local.

– O Bruno não queria reconhecer paternidade (do bebê). Ao que tudo indica, ele a convidou para vir para cá. Trouxe ela para passear, para conversar. E ela desapareceu. Está desaparecida desde o dia 4 ou 5 de junho. Então, essas vertentes têm que ser investigadas e unidas uma a outra – ressalta o chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil mineira, delegado Edson Moreira.

Ele disse ainda que houve várias contradições nos depoimentos das pessoas ligadas ao goleiro, inclusive no de sua mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, que negou até a existência do bebê. A criança foi encontrada pela polícia enquanto Dayanne ainda prestava depoimento, após a confissão de um amigo do casal, segundo o qual Dayanne tirou a criança do sítio e pediu que ele a escondesse. A mulher chegou a ser presa em flagrante por subtração de menor, mas foi liberada por ordem da Justiça. Depois, ela disse que que Eliza abandonou o filho.

A delegada Alessandra Wilke afirma que também pretende ouvir o depoimento de Bruno em Contagem, mas diz que ainda não tem previsão de quando ele será intimado a depor. Segundo a delegada, ainda é necessário fazer outros levantamentos antes de marcar o interrogatório do atleta.

– O Bruno vai ser ouvido quando for oportuno para as investigações. A gente vai ouvi-lo, mas temos que ter mais elementos. Não é interessante (interrogá-lo) agora para as investigações – declarou.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Polícia indicia 3 em MT no caso de criança morta e enterrada na mata

A Polícia Civil indiciou três pessoas pela morte de uma recém-nascida e enterrada horas depois do nascimento, na comunidade de Mutuca, em Nossa Senhora Livramento. Responderão por ocultação de cadáver e a mãe da criança será responsabilizada em ato infracional de infanticídio, já que é menor de idade. Conforme Só Notícias já informou, o crime aconteceu no dia 13 deste mês. O pai da menor, Arlindo Martins dos Santos, 43 anos, a tia, Camila Antônia Pinto dos Santos, 39, e a irmã mais velha da adolescente, Angélica Pinto dos Santos, 19 anos, vão responder por ocultação de cadáver, informa a assessoria da polícia.

Conforme as investigações, a adolescente D.P.S, 17 anos, deu à luz uma menina no dia 13, à tarde. Ela contou que a criança nasceu de parto natural ocorrido no meio do mato, próximo à casa da família e que estava com quase nove meses de gestação. Disse também que a criança começou a chorar e teria colocado um pedaço de pano em sua boca para abafar o choro. A recém-nascida morreu asfixiada e cerca de 4 a 5 horas depois foi enterrada no meio do mato.

A menor contou também que seu pai não sabia que ela estava grávida e que teria escondido à gestão por medo do pai. Achava ele não lhe daria apoio e nem suporte na criação da filha, já que este seria seu segundo filho.

O namorado da adolescente foi localizado e prestou esclarecimentos para a polícia. A menor isentou o namorado de qualquer responsabilidade na morte da criança. Disse que agiu de forma voluntária e que teve ajuda dos familiares apenas para esconder o corpo.

O delegado Adalberto Antonio de Oliveira informou que a mãe poderá pegar pena socioeducativa de internação. Segundo ele, o inquérito policial de ocultação de cadáver e o ato infracional da menor aguardam o recebimento dos laudos de necropsia e local de crime para serem encaminhados à Justiça.

Original em: http://www.sonoticias.com.br

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Reconstituição de morte de advogada em SP fica para 2º quinzena de julho

Um mês após o desaparecimento da advogada Mércia Nakashima, 28, a perícia avalia a melhor data para fazer a reconstituição do dia em que o carro foi jogado na represa de Nazaré Paulista (a 64 km de São Paulo). O corpo dela foi encontrado no dia 11 de junho.

De acordo com o perito Renato Pattoli, do IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo, a reconstituição será feita a partir da segunda quinzena de julho. “Eu preciso olhar o mapa lunar e fazer os cálculos para ter as mesmas condições de luz que a testemunha relatou”, disse.

Além da mesma fase da lua, que deve ser quarto crescente — pois ilumina de maneira diferenciada de acordo com a época do mês–, outros elementos importantes devem ser levados em consideração, como os cálculos náuticos, condições climáticas e horário aproximado ao informado, para ter a mesma visão do pescador. “Com chuva não é possível fazer a reconstituição”, afirma Pattoli.

O procedimento que deveria ter sido feito ontem (29) foi desmarcado devido ao excesso de trabalho da perícia no caso.

Apesar da testemunha ter afirmado que ouvido gritos antes do veículo afundar na represa, ainda não sabe se advogada estava viva quando o carro foi jogado. Os médicos do IML (Instituto Médico Legal) não determinaram a causa da morte e o dia exato que o crime ocorreu.

Segundo a polícia, Mizael Bispo de Souza, 40, é o principal suspeito de matar a ex-namorada. Policiais encontraram em sua casa sapatos sujos de terra que estão sendo periciados.

Para o perito, com o resultado do laboratório será possível afirmar com 100% de certeza se Mizael esteve na represa. “Uma análise química da terra não resolve, me interessa a fase biológica. É uma coisa precisa, não tem como errar”.

O pescador contou à polícia que viu o suspeito fugir por um matagal ao lado da represa. Por isso foram recolhidos tecidos presos em uma cerca, que podem ser o mesmo de uma camisa encontrada rasgada na casa de Mizael.

A perícia também vai analisar se o sapato foi usado para pular a cerca. “Eu preciso fazer uma análise metalográfica do solado do sapato dele, para saber se ele apoiou o pé na cerca para pular”, diz Pattoli.

O pescador, principal testemunha, irá participar da reconstituição.

Caso

A advogada estava desaparecida desde 23 de maio, quando foi vista pela última vez quando deixava a casa da avó, em Guarulhos (Grande SP). O ex-namorado dela nega qualquer envolvimento no sumiço, mas, para a polícia, ele continua como principal suspeito.

O relatório das ligações dos três celulares de Mércia apontou que a última ligação recebida por ela no dia do seu desaparecimento foi de Souza, às 14h30 do dia 23. Segundo o delegado, essa foi a chamada que os familiares de Mércia viram que ela recebeu e não atendeu.

O rastreamento do carro de Souza apontou que ele passou pela região próxima a casa da avó de Mércia –onde ela foi vista pela última vez– na tarde de domingo (23). Em depoimento, o advogado afirmou que passou na casa de um amigo que mora por lá, mas ele não estava e que passou a tarde com uma garota de programa.

Original em: http://www.expressomt.com.br

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PF cria banco de dados que identifica origem e rota do tráfico

A Polícia Federal (PF) está criando um banco de dados para identificar o perfil químico das drogas apreendidas no país e, assim, apontar sua origem e a rota pela qual passaram até chegar no local onde são comercializadas. A vantagem ao identificar as semelhanças químicas entre uma droga apreendida numa região e outra, apreendida em local totalmente diferente, é que os investigadores podem indicar se há formação de quadrilha, o que pode resultar no aumento da pena caso os traficantes sejam condenados.

À Agência Brasil, o chefe do setor de Perícias de Química Forense, Adriano Maldaner, disse que, além disso, as informações que são obtidas por meio dessa técnica podem contribuir para a melhor aplicação dos recursos destinados às politicas de enfrentamento às drogas. “Dependendo da situação, isso [a semelhança química na composição de drogas oriundas de diferentes apreensões] pode indicar que se trata de uma quadrilha, como foi em um caso envolvendo parentes presos em diferentes estados, que armazenavam drogas bastante similares em suas casas”, explicou.

Denominado Projeto Pequi – uma abreviação para perfil químico da droga – o banco de dados agrupa informações sobre as características de drogas apreendidas em diferentes localidades. Em função dos aspectos químicos das substâncias, os peritos criminais poderão afirmar “com alto nível de acerto” o país de origem e, em função das misturas acrescidas à droga, indicar possíveis rotas utilizadas pelos traficantes.

“Ao contrário do que muitas pessoas pensam, drogas de um mesmo tipo são muito diferentes entre si, quando produzidas em diferentes regiões. E, quando são parecidas, são realmente muito parecidas. Isso nos permite afirmar, com um alto nível de acerto, se elas são de uma mesma origem”, disse Maldaner.

De acordo com o perito da PF, essas características abrangem pequenos resíduos de substâncias que vêm da planta e que não são retirados durante o refino. “Assim como a cultura de café ou a de uva influencia nos cafezinhos ou nos vinhos que são consumidos, diferentes culturas da planta de coca produzem diferentes quantidades de determinadas substâncias e elas podem ser identificadas por meio de exames laboratoriais”, acrescentou.

Com análises assim, foi possível para a PF concluir, por exemplo, que três apreensões realizadas em diferentes regiões do país tinham a mesma origem, numa operação deflagrada no ano passado. “Em 2009, ligamos uma apreensão de 200 quilos de cocaína, feita em Fortaleza, com uma de 50 quilos em Marabá [no Pará] e, ainda, com outra apreensão de 1 quilo em Goiânia”, relatou. “Além de apontarmos conexões por meio de telefonemas, extratos bancários ou por negócios, e de provarmos que há ligações pessoais entre acusados, podemos acrescentar que existe, entre essas pessoas, também uma conexão de drogas [objeto de tráfico], caso elas [as drogas] apresentem um mesmo perfil químico.”

Com o Projeto Pequi, a expectativa da PF é implementar – de forma descentralizada e paralelamente ao Instituto Nacional de Criminalística – metodologias de identificação da origem geográfica das drogas nas capitais de todos os estados.

Original em: http://www.clickpb.com.br

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Vigia é morto na frente da filha de 3 anos

Para a família, Hamilton Cunha Monteiro, de 25 anos, residente na rua São Benedito na Agrovila São Pedro, em Marituba, era um simples vigia que trabalhava em Belém para um homem que não souberam identificar. Para outros, Hamilton era mototaxista. O certo é que mataram o rapaz com quatro tiros quando ele se preparava para dormir com a esposa e a filha de três anos, poupadas pelos criminosos.

O DIÁRIO conversou com muitas pessoas vizinhas da vítima. Um homem que não quis se identificar informou que os assassinos surgiram de uma estrada escura que dá acesso à invasão Che Guevara e foram até a casa de um homem conhecido como “Louro”, que estava em frente à residência sendo manietado e levado como refém até a casa de Hamilton. Enquanto um dos criminosos mantinha sob mira de uma arma o vizinho “Louro”, o outro foi chamar por Hamilton, se fazendo passar pelo vizinho.

A esposa da vitima, Alzirene Soares, desconfiou da voz do vizinho e disse que iria acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Ciente de que ninguém abriria a porta da casa, o bandido a derrubou com um chute, dando tempo somente de Hamilton Cunha jogar a filha para o lado e ser protegida pela esposa. Foi quando recebeu os quatro tiros à queima-roupa e morreu ali mesmo, diante da esposa e da filha de apenas três anos.

Os policiais civis da Divisão de Homicídios, sob o comando do delegado Adelino Serra, estiveram na casa de Hamilton fazendo levantamento de local de crime e as investigações se aprofundaram através de relatos de testemunhas, de que Hamilton poderia estar envolvido com tráfico de drogas. Segundo um popular, um dos irmãos da vítima o teria advertido para “acabar com este negócio”. Porém, devido à lei do silêncio em crimes desta natureza, companheira inseparável da impunidade, não foi informado o que seria o “negócio” citado pelo irmão.

O assassino e seus comparsas fugiram pelo mesmo local que chegaram e ainda deram força do poder de fogo que tinham disparando várias vezes contra as casas da agrovila São Pedro, para afastar possíveis curiosos. A tia do rapaz executado disse ao delegado Adelino Serra que soube da morte do sobrinho pelo telefone e, quando chegou, ele estava envolto em um lençol e a cama estava com uma grande poça de sangue.

A esposa de Hamilton, que estava com ele na casa de apenas um cômodo, disse que não poderia descrever o assassino, dificultando ainda mais o serviço da polícia quanto a uma possível confecção de retrato-falado.

Original em: http://www.diariodopara.com.br

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Polícia já estuda criação de um ”batalhão do ruído”

Ideia foi discutida com a Prefeitura e prevê, entre outras coisas, a aplicação de multas contra infratores no momento do flagrante

Um batalhão de policiais militares equipados com decibelímetros pode ajudar a resolver o problema do barulho em São Paulo. Eles flagrariam os infratores e aplicariam a multa na hora, com base no Código de Trânsito Brasileiro ou na legislação municipal que regula a poluição sonora. A medida ainda é apenas uma ideia, mas já foi discutida pelo Comando da Polícia Militar com a Prefeitura. O modelo a ser seguido seria o do policiamento de trânsito ou o da repressão aos camelôs ilegais.

A PM aguarda a homologação pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) de decibelímetros para passar a multar já os carros que fazem muito barulho. Nesse caso, a medida atingiria em cheio quem para o veículo na rua, abre as portas e liga o som no último volume. Esse costume é motivo de 35,5% das reclamações por barulho feitas ao 190.

Atualmente, essa fiscalização é feita pelo Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que nos últimos dois anos recebeu 75,7 mil chamados e atendeu 69 mil reclamações. Mas, como os fiscais da Prefeitura nem sempre vão na hora verificar barulho, a reclamação sobra para a PM, que só em 2009 teve de atender 255.646 casos.

Ocorrências. Após o chamado, costuma existir uma espera – emergências têm prioridade e os PMs só vão atrás do barulho quando não há nada mais importante para atender. Além disso, a maioria das queixas não dá em nada. Isso porque os incomodados teriam de ir até a delegacia registrar a reclamação, na frente do vizinho barulhento, para existir algum tipo de punição. Mas, como a maioria não quer prestar queixa na delegacia, sobra à PM pouca coisa para fazer além de pedir para abaixar o som. Em apenas 649 casos dos 255 mil atendidos em 2009 pela PM – 0,25% do total -, a vítima do barulho foi à delegacia.

Além de não querer ser o chato da vizinhança nem sofrer represálias, a vítima de barulho tem outra razão para não aparecer: a pena é ínfima. Quando é possível comprovar a infração, o acusado costuma ter o processo suspenso em troca de cestas básicas. “Mas é preciso também dizer que há os que reclamam de barulho até de fogos de artifício no ano-novo”, diz o major, referindo-se aos exageros.

A quantidade de chamados para casos não graves deixa o 190 tão atarefado que a PM estuda a criação de um novo número só para atendê-los. Seria uma espécie de 190 do que não é urgente, como discussões de vizinhos, brigas de marido e mulher, barulho, perda de documento, furto etc. A ideia é que o atual 190 atenda só emergências, como ocorre com o 911 nos Estados Unidos. “Há quem, na melhor das intenções, ligue para o 190 para desejar Feliz Natal. Nós agradecemos, mas esta não é chamada de emergência”, disse o major.

O 190 atende 35 mil chamados diários em média de segunda a quinta – e cerca de 30 mil nos fins de semana. O chamado auxílio ao público – informações, por exemplo – representa cerca de 20 mil deles. Trotes chegam a 5 mil por dia e 6,9 mil telefonemas durante a semana provocam o envio de viatura da PM a um local de crime ou contravenção. De sexta a domingo esse número cai para 5,5 mil.

Original em: http://www.estadao.com.br

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Univates: Segurança pública será tema do IV Seminário da Brigada Militar no Vale do Taquari

Discutir temas jurídicos de relevância para a atuação policial, com foco na segurança pública é a proposta do IV Seminário da Brigada Militar no Vale do Taquari, que ocorre dias 21 e 22 de junho, no auditório do Prédio 7 da Univates. Dirigido a acadêmicos de Direito, operadores jurídicos, policiais, gestores públicos municipais e comunidade em geral, o evento tem entrada franca.
Os participantes que desejarem certificado devem se inscrever no Setor de Atendimento ao Aluno – Prédio 9, e efetuar o pagamento da taxa no valor de R$ 5,00. O Seminário é uma promoção da Brigada Militar – CRPO/VT e do Curso de Direito da Univates. Mais informações no site www.univates.br ou pelo 0800 7 07 08 09.

PROGRAMAÇÃO

21 de junho
9h – Abertura
9h30min – 1ª Palestra: O estudo de impacto na ordem pública como instrumento de gestão de riscos na segurança pública.
– Palestrante: Coronel Hildebrando Antônio Sanfelice, Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar.
– Debatedor: Tenente-Coronel Antônio Scussel, Comandante Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Taquari.
– Mediador: Major Álvaro de Medeiros ? Chefe da Seção de Recursos Humanos do CRPO-VT.
12h – Intervalo para Almoço
14h – 2ª Palestra: Providências de isolamento e preservação de local de crime pela Brigada Militar: a que e a quem se destinam?
– Palestrante: Major Marcus Vinícius Gonçalves de Oliveira, Adjunto de Operações do Estado-Maior da BM.
– Debatedor: Delegado José Romaci Reis, titular da Delegacia de Polícia Civil de Lajeado.
– Mediador: Dr. Ney Santos Arruda, Advogado, Presidente da 4ª Câmara de Julgadores do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/RS.
15h45min – Intervalo
16h – 3ª Palestra: Fiscalização de materiais explosivos: atribuições e procedimentos.
– Palestrante: Capitão de Infantaria Claírton Goeltzer, Chefe da Seção de Fiscalização de Produtos Controlados do 7º Batalhão de Infantaria Blindada.
– Debatedor: Major César Augusto Pereira da Silva, Comandante do 22º BPM.
– Mediadora: Major Nádia Rodrigues Silveira Gehrard, Comandante do 40º BPM.
18h – Intervalo
19h – 4ª Palestra: Natureza jurídica da lavratura do auto de prisão em flagrante delito.
– Palestrante: Tenente-Coronel da Reserva Nélton Henrique Monteiro Ledur, Vice-Presidente do Montepio MBM Previdência e Seguros.
– Debatedor: Dr. Éderson Luciano Maia Vieira, Promotor de Justiça Criminal da Comarca de Lajeado.
– Mediador: Tenente-Coronel Antônio Scussel, Comandante Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Taquari.

22 de junho
8h30min – 5ª Palestra: A função de preservação da ordem pública e a segurança bancária: alcance das atribuições da Polícia Militar no exercício do poder de polícia.
– Palestrante: Major Carlos Adriano Klafke dos Santos, Chefe da Seção de Inteligência do CPM.
– Debatedor: Dr. André Prediger, Promotor de Justiça da Comarca de Encantado.
– Mediador: Major Paulo Rogério Farias Medeiros, Chefe do Estado-Maior do CRPO-VT.
10h15min – Intervalo
10h30min – 6ª Palestra: O teste do etilômetro como prova pericial válida, em caso de crime de embriaguez ao volante.
– Palestrante: Dra. Caren Letícia Castro Pereira, Juíza de Direito da 1ª Vara Judicial de Encantado.
– Debatedor: Tenente-Coronel João Gilberto Fritz, Subcorregedor-Geral da Brigada Militar.
– Mediador: Inspetor Rodrigo Costa Rodrigues, Chefe do Posto da Polícia Rodoviária Federal de Gravataí.
12h – Intervalo para Almoço
14h – 7ª Palestra: O modelo de gestão da Brigada Militar com vistas à Copa de 2014.
– Palestrante: Tenente-Coronel Kléber Roberto de Lima Senisse, Chefe da Seção de Logística, Patrimônio e Orçamento do Estado-Maior da Brigada Militar.
– Debatedor: Tenente-Coronel Eduardo Passos Mereb, Comandante do 3º BPAT.
– Mediador: Major Haroldo Édison Knebel, Chefe da Seção de Logística, Patrimônio e Orçamento do CRPO-VT.
15h45min – Intervalo
16h – 8ª Palestra: Atuação da segurança privada informal: proteção ou constrangimento? Instrumentos legais de controle.
– Palestrante: Major Jorge Alberto Alvorcem Pinto, Chefe da Seção de Registro e Licenciamento do GSVG.
– Debatedor: Dr. Carlos Augusto Fiorioli, Promotor de Justiça de Defesa da Cidadania da Comarca de Lajeado.
– Mediador: Major Vinícius Renner Galvani, Chefe da Seção de Inteligência do CRPO-VT.
18h – Intervalo
19h – 9ª Palestra: A Lei nº 4.898/65 e a legislação penal militar: (in)compatibilidade(s) e prevalência.
– Palestrante: Dr. Sérgio Luiz Nasi, Procurador de Justiça.
– Debatedor: Dr. Pedro Rui da Fontoura Porto, Promotor de Justiça Criminal da Comarca de Lajeado.
– Mediador: Tenente-Coronel Antônio Scussel, Comandante Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Taquari.

Original em: http://www.universia.com.br

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Secretário de Segurança do PR anuncia aumento de efetivo até o fim do ano

O secretário de Segurança Pública, coronel Aramis Linhares Serpa, anunciou nesta quinta-feira (17), em Cascavel, aumento do efetivo policial em todo o Estado e compra de novos veículos para as polícias. Ele visitou as instalações da 15.ª Subdivisão Policial, do Instituto Médico Legal, do Instituto de Criminalística, do Instituto de Identificação e da Delegacia da Mulher.

Na 15.ª Subdivisão Policial, Serpa foi recebido pelo delegado-chefe Amadeu Trevisan Araújo, pelo chefe da Divisão Policial do Interior, Luis Alberto Cartaxo, pelo delegado-chefe da Polícia Civil, Jorge Azôr Pinto, e pelo delegado Julio Reis, do Departamento Estadual de Narcóticos (Denarc). “A Secretaria da Segurança está fazendo todos os esforços para combater a criminalidade na região. Temos feito estudos e ações que realmente coíbem a ação dos criminosos”, disse Serpa.

Cascavel receberá mais policiais civis até o fim do ano. “Os 500 contratados no concurso realizado em março e, que estão em treinamento na Escola Superior da Polícia Civil, serão distribuídos conforme a necessidade de cada subdivisão”. Ele também anunciou a autorização do governador Orlando Pessuti para contratação de mais delegados. “Esses delegados passaram no concurso realizado em 2009 e vão reforçar o quadro da Polícia Civil”.

Para o chefe da 1.ª Subdivisão Policial, Amadeu Trevisan Araújo, a presença do secretário em Cascavel foi estímulo aos policiais. “Nesses cinco anos à frente da subdivisão, esta é a primeira vez que o secretário faz uma visita à unidade”. Araújo disse ainda, que a presença de Serpa demonstra preocupação com os problemas da região.

No Instituto de Criminalística, Serpa foi recebido pelo perito Rodrigo Guerra, pela assistente Jane Gomes e pelo desenhista José Luiz Gandoski. No Instituto de Criminalística, o secretário foi recebido pela chefe regional, Ana Gladis, e pelo perito Edson Costa. No IML, o coronel foi recebido pelo chefe do Instituto, Juari Carvalho e na Delegacia da Mulher, pela delegada adjunta Erlina Paula Tapie Martins. “Fiquei feliz em ver que Cascavel e região estão bem servidas e com boa estrutura das unidades da Polícia Civil e com a conclusão do processo seletivo em julho, novos policias estarão assumindo funções na região”, afirmou o secretário.

Original em: http://www.aen.pr.gov.br

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Pescador diz ter visto homem empurrando carro de advogada em SP

A Polícia Civil de São Paulo colheu nesta segunda-feira o depoimento do pescador que afirma ter visto o carro da advogada Mércia Nakashima, 28 anos, encontrada morta na última sexta-feira (11), ser jogado em uma represa em Nazaré Paulista, no interior do Estado.

O pescador disse à polícia que viu o carro chegar por uma ladeira que dá acesso à represa e em seguida ouviu o grito de uma mulher bastante desesperada. Ele também afirmou que viu um homem de estatura de média a alta sair pela porta do lado do motorista e dar uma volta no veículo, antes de empurrar o carro para dentro da água. A cena foi presenciada pela testemunha enquanto ele pescava na margem da represa, por volta das 19h30 do dia 23 de maio.

O homem afirmou que só prestou depoimento depois de pedidos insistentes da família de Mércia, já que está com medo de sofrer represálias. Por isso, ele foi colocado pela polícia no serviço de proteção à testemunha.

O diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Antonio Olim, afirmou depois do depoimento que tudo indica que a advogada morreu no último dia 23, mesma data do desaparecimento.

Perícia – Mais cedo, a perícia que seria realizada no carro de Mércia foi adiada. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o veículo permanece molhado e isso poderia prejudicar os trabalhos.

Peritos do IC (Instituto de Criminalística) localizaram no carro uma mancha semelhante a esperma, que pode ajudar na elucidação do crime. De acordo com o perito Renato Pattoli, a mancha foi idetificada do lado direito do banco do motorista do Honda Fit, durante exame superficial realizado na sexta-feira, e ainda é cedo para dizer se é ou não humana. O material será submetido a novos exames para determinar se poderia pertencer a alguém suspeito pela morte de Mércia.

Resultados de exames preliminares feitos pelo IML (Instituto Médico Legal) apontam que Mércia sofreu fratura no maxilar. O laudo completo deve ser divulgado somente daqui a um mês.

Suspeito – O advogado de Mizael Bispo de Souza, 40 anos, principal suspeito do crime, afirmou que seu cliente declarou à polícia que a advogada tinha recebido ameaças de um suposto cliente insatisfeito com o resultado de uma causa trabalhista. De acordo com Samir Haddad Júnior, as ameaças, supostamente recebidas por Mércia no ano passado, fizeram com que Souza buscasse a ex-namorada no trabalho por três vezes, já que ela estava amedrontada.

Haddad Júnior disse, ainda, que tentará marcar uma audiência com representantes da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo) para relatar as ameaças.

Na sexta-feira, a polícia realizou uma operação de busca e apreensão na casa de Souza e apreendeu uma camisa rasgada e um sapato sujo de terra.

Original em: http://www.dgabc.com.br

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Londrina terá novos prédios para o Instituto de Criminalística e IML

O secretário da Segurança Pública, coronel Aramis Linhares Serpa, sobrevoou Londrina, nesta quarta-feira (9). Serpa conheceu os terrenos que serão doados pela prefeitura para construção das sedes próprias do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico-Legal. As duas unidades funcionam, em Londrina, em imóveis alugados.

Serpa aproveitou o voo para observar as áreas de risco, que têm operações especiais das polícias Militar e Civil. “Temos investido recursos humanos e financeiros no combate à criminalidade, principalmente nos grandes centros urbanos, como Londrina”, disse o coronel. Entre os investimentos está a aquisição de um helicóptero, que permite atendimento mais ágil às ocorrências policias e é usado em várias cidades. Na terça-feira (8), a aeronave ajudou na perseguição a um veículo tomado de assalto e obteve êxito na recuperação do carro.

Sobre as futuras sedes do IML e Instituto de Criminalística, Serpa disse que essas obras são avanços para Londrina. “Os investimentos vão permitir melhor atendimento à população de Londrina e região”. O terreno para o Instituto de Criminalística, de 6 mil metros quadrados, fica na Zona Sul, próximo ao 5.º Batalhão da Polícia Militar.

“O termo de doação do terreno para o Estado será enviado em breve para a Câmara de Londrina”, diz o chefe-adjunto do Instituto de Criminalística em Londrina, Luis Noboru Marukawa. “Quando o terreno for do Estado, solicitaremos recursos do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, do Ministério da Justiça) para as obras.”

A futura sede terá laboratórios de química, genética, informática, fonética, documentoscopia, balística, engenharia legal, localística, microanálises, e de engenharia legal. “Faremos atendimento das regiões Norte e Noroeste, que hoje são atendidas pela sede em Curitiba”, disse o chefe-adjunto.

IML – O terreno onde será construído o novo Instituto Médico-Legal tem 3 mil metros quadrados, está localizado na Avenida 10 de Dezembro, na Zona Leste, e também foi doado pela prefeitura. “O projeto arquitetônico está pronto e agora tramita na Secretaria Estadual de Obras Públicas”, disse o chefe do IML de Londrina, Fernando Piccinin. A nova sede terá 1,5 mil metros quadrados e o projeto está estimado em R$ 3 milhões. “Atendemos Londrina e outros 120 municípios da região e a atual sede, com 600 metros quadrados, não comporta os mais de 4 mil atendimentos mensais que fazemos”.

Original em: http://www.aen.pr.gov.br

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