Advogado contrata perícia paralela para o caso Bruno

BELO HORIZONTE – O advogado Marco Antônio Siqueira, que defende Sérgio Rosa Sales Camelo, primo de Bruno, informou que está contratando o serviço de profissionais para que façam uma perícia paralela à da Polícia mineira. Ele disse que quem conduzirá a investigação paralela será o perito criminal aposentado Willer Vidigal.

O delegado aposentado Ailton Siqueira também participará do grupo de perícia extra-oficial. O objetivo do trabalho é tirar seu cliente da posição de suspeito no caso do sumiço de Eliza Samudio para a de testemunha.

– Na semana que vem já deveremos perícias concluídas no inquérito. Há informação segura de que Sérgio não entrou no sitio do Bruno. Vou aguardar que a polícia o trata como testemunha e o liberte – disse Siqueira

Original em:  http://oglobo.globo.com

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Peritos da PF realizam varredura em avião da Air France suspeito de carregar uma bomba

RIO – Peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Federal e agentes do esquadrão antibomba estão neste momento realizando uma varredura num avião da Air France, no Aeroporto Internacional do Guararapes Gilberto Freyre, em Recife, em busca de uma suposta bomba.

A suspeita foi disparada depois que uma mulher, não identificada, ligou para a torre de controle avisando de que o avião levaria um artefato.

Segundo fontes da Polícia Federal, até o momento nenhuma bomba foi encontrada. Vários policiais estão no aeroporto e no interior da aeronave. O avião foi deslocado para uma área remota.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Caso Bruno: Novas técnicas podem definir condenação

Aliadas aos depoimentos, elas podem ser suficientes para reconstituir o que aconteceu e apontar a autoria do assassinato

Mesmo sem o corpo da vítima nem a preservação do local do crime, o assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, principal suspeito do caso, pode acabar em condenação. Novas técnicas de investigação – e depoimentos colhidos pela polícia mineira – podem ser suficientes para reconstituir o que aconteceu e apontar a autoria do assassinato.

“Uma investigação precisa seguir um raciocínio lógico a partir das evidências encontradas. O desafio da polícia passa então a ser a definição da autoria, motivo e circunstâncias. Sempre baseada em provas subjetivas e objetivas”, afirma o diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo.

No quebra-cabeça de Minas, as provas subjetivas são os depoimentos. Dois deles, dados por primos do goleiro, apontaram o local do crime, definiram trajetos, datas e carros usados pelo grupo. Versões que precisam ser sustentadas pelas provas objetivas. Nesse ponto, avanços tecnológicos e novas técnicas da medicina legal fazem a diferença. “Luzes e reagentes que fazem aparecer vestígios e manchas invisíveis a olho nu, além de testes laboratoriais de DNA e informações fornecidas pelo celular estão entre os avanços”, diz a perita Rosângela Monteiro, do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do Instituto de Criminalística.

Provas objetivas já começaram a surgir. Na perícia mais determinante, a feita na Range Rover do goleiro, as manchas de sangue eram evidentes. “Macroscopicamente, ou seja, a olho nu, você via que havia manchas de sangue no carro”, diz o diretor do Instituto de Criminalística mineiro, Sérgio Ribeiro. Um exame de DNA apontou que o sangue era de Eliza. O reagente luminol ajudou a polícia a encontrar vestígios de sangue no porta-malas do Citroën usado pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, acusado de executar Eliza.

No local do crime, no sítio de Bruno – onde Eliza ficou por quatro dias –, nos carros usados para transportar a vítima, luzes forenses podem ajudar a identificar os mínimos vestígios, como fios de cabelo, fibras de roupa, impressões digitais, capazes de confirmar ou derrubar versões. “O que ocorre na casa dele é que o piso é de um material impermeável, que não tem porosidade para a penetração do sangue”, explica o diretor do IC.

As estações rádio-base de celular podem fornecer horário e por onde passaram os investigados. A polícia já sabe que Eliza estava na região metropolitana de Belo Horizonte quando telefonou para uma amiga, no dia 9 de junho, data em que teria sido morta.

Original em: http://www.estadao.com.br/

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Perícia confirma versão do Bope sobre furadeira

O comandante do Bope, tenente coronel Paulo Henrique Azevedo Moraes, quando tentou mostrar a semelhança entre a furadeira a submetralhadora

RIO – A polícia divulgou nesta quinta-feira o laudo sobre o caso do policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) que matou um homem, no Morro do Andaraí, em maio, por confundir uma furadeira que o supervisor de vendas Hélio Ribeiro usava com uma arma. O laudo dos peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) afirma que “nas circunstâncias em que ocorreu o evento, era possível o policial ter confundido a furadeira de cor escura empunhada com uma arma de fogo”.

O laudo diz ainda, segundo o site G1, que, pela “influência dos raios solares”, e distância seria possível o policial ter percebido apenas uma “silhueta do objeto”. Os peritos disseram ainda que vasos de plantas do “tipo xaxim”, que estavam pendurados no terraço de Hélio, teriam bloqueado a luminosidade no local e contribuído para a confusão.

Segundo a família de Hélio, o policial atirou sem falar nada. Já a PM deu outra versão. De acordo com o capitão Ivan Blaz, do Bope, foi dado um grito de alerta para o morador, que fez um movimento brusco, levando o policial a fazer o disparo.

Original em: http://oglobo.globo.com

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