Nova perícia no parque. Intimações devem sair na segunda-feira

Dois peritos do Instituto de Criminalística (IC) voltaram ao Mirabilândia Park na manhã de hoje. Por volta das 7h30, o perito Sérgio Almeida (engenheiro eletricista) e um colega especializado em engenharia mecânica estiveram no parque para tentar analisar as causas do problema envolvendo o brinquedo Move It na última quarta-feira, deixando 23 pessoas presas após uma pane elétrica.

Segundo a assessoria do Mirabilândia, os técnicos estiveram no local por menos de uma hora e tiveram acesso ao manual do brinquedo. O laudo completo com as causas do problema deve sair em 8 dias.

Nessa segunda-feira, o delegado Jorge Ferreira, da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), vai começar a enviar as intimações para que os responsáveis pelo parque comecem a depor. Na lista do delegado, estão o administrador do Mirabilândia Antônio Peixoto, seu auxiliar, o responsável pela área do parque, o encarregado da energia e o da segurança.

Da Redação do DIARIO DE PERNAMBUCO

Original em: http://www.pernambuco.com/

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Instituto de Criminalística deve concluir perícia em brinquedo

Deve ser concluída na manhã de hoje a perícia no brinquedo Move It, do Mirabilândia Park, que parou por cerca de duas horas na noite da última quarta-feira, após sofrer uma pane no sistema elétrico, deixando 23 pessoas presas, entre elas crianças e adolescentes. Ontem, dois peritos criminais, um deles com formação em engenharia elétrica, examinaram o equipamento. Hoje, será a vez de um especialista em mecânica analisar o brinquedo. O IC deve apresentar o resultado da perícia dentro de 10 dias.

O perito criminal Sérgio Almeida, que é engenheiro eletricista, esteve no parque duas vezes ontem. Pela manhã, ele examinou toda a fiação elétrica do brinquedo e, à tarde, fez testes com a atração ligada. Almeida solicitou à direção do Mirabilândia, o manual de instrução do Move It. A empresa forneceu o documento, que é escrito em inglês e por isso precisará ser traduzido. Sérgio Almeida informou ainda que após a última avaliação a ser realizada na manhã de hoje, a atração poderá ser liberada. Desde a noite da última quarta-feira, quando parou por conta de problemas na parte elétrica, o equipamento está em manutenção. Ontem, por medida de segurança, uma vez que o parque está aberto ao público, a direção do Mirabilândia mandou isolar a área onde o Move It está instalado

A Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA) já ouviu o depoimento de seis adolescentes que brincavam na atração na hora da pane. Na próxima terça-feira, o delegado Jorge Ferreira deverá interrogar a direção do Mirabilândia, além do mecânico, eletricista e o supervisor do parque. Segundo o delegado, as vítimas que prestaram depoimento ontem relataram a mesma história das demais. “Os adolescentes falaram que o brinquedo parou e depois ficou piscando as luzes e voltou a posição inicial, mas ninguém pode sair porque o cinto de segurança não destravava”, disse. As pessoas relataram que ficaram quase duas horas para serem liberadas.

A assessoria de imprensa do Mirabilândia informou que o procedimento padrão de emergênciafoi tomado logo após a detecção da pane no sistema elétrico. Inicialmente, dois eletricistas do parque foram acionados para tentar religar a energia da atração, em seguida, tentaram ativar duas baterias. Como os dois procedimentos não funcionaram, eles tiveram que abrir as travas manualmente. O processo demorou cerca de dez minutos, como 23 das 24 cadeiras ocupadas, eles levaram quase duas horas para soltar as pessoas.

Da Redação do DIARIO DE PERNAMBUCO

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Bruno e Eliza: sangue encontrado no colchão do sítio não é de Samudio


O laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais apontou que não é de Eliza Samudio o sangue encontrado em um colchão de um quarto do sítio do goleiro Bruno Souza. De acordo com o exame, a substância sanguínea é de uma mulher, mas o mapeamento do DNA não é o mesmo da modelo paranaense. Segundo as investigações, ela foi assassinada em 9 de junho.

A polícia encontrou o sangue na Casa de Campo Família Souza, propriedade do jogador do Flamengo no condomínio Turmalina, em Esmeraldas, no dia 13 de julho. Na ocasião, os agentes faziam buscas no local pela segunda vez, pois já haviam coletado material na casa em 27 de junho, no início da investigação.

O resultado causou um clima de decepção entre os policiais que trabalham no caso. Para o chefe do Departamento de Investigações (DI), Edson Moreira, o sangue pode ser sido “plantado” no quarto para atrapalhar o trabalho da polícia mineira. Internamente, o delegado comentou que contava com a compatibilidade do DNA para fortalecer o depoimento de um dos presos. Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, disse à polícia que Eliza, ferida, ficou cinco dias trancada em um quarto do sítio, de onde teria sido tirada para ser morta.

— Na primeira busca feita no sítio, não foi vista a substância. Na segunda, já encontramos essa, que foi analisada. No período em que ficamos sem ir à casa, o sangue pode ter sido colocado lá para atrapalhar o nosso inquérito — ponderou Moreira.

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