Curto causou explosão de bueiro que feriu turistas, diz laudo

O laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) concluiu que a explosão em um bueiro que atingiu um casal de americanos em junho foi causado por um curto-circuito em um transformador da empresa de energia Light.

Segundo o delegado da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo, Fernando Reis, o curto-circuito gerou uma faísca que encontrou um ambiente cheio de gás. Porém, o laudo do ICCE não é conclusivo quanto à origem do gás. O transformador da Light é fechado, e a única via de comunicação existente é por tubos de ventilação.

Procurada, a empresa Light disse em nota apenas que “está tomando conhecimento do conteúdo do laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli”.

A companhia distribuidora de gás do Rio, CEG, diz que o acidente não está relacionado com a presença de gás natural.

Segundo a polícia, já foi solicitado à CEG relatórios da manutenção da tubulação que fica próxima à câmara subterrânea da Light. Ainda de acordo com a polícia, há a necessidade destes laudos complementares para esclarecer a questão da explosão.

Com informações de JB Online
Original em: http://noticias.terra.com.br/

GD Star Rating
loading...

Tecnologia torna cada vez mais difícil a vida de criminosos

Modernas tecnologias de investigação e resgate tornaram muito difícil alguém sumir do mapa, intencionalmente ou não.

Esta poderia ser a cena de um crime, analisada em detalhes, com seus personagens. Mas aqui é todo mundo inocente.

O trabalho da nossa equipe de televisão foi registrado por um scanner da Policia Civil do Distrito Federal. Ele ajuda nas investigações de acidentes, a desvendar crimes, rastreia tudo que existe no ambiente, ate 78 metros de distância.

Depois de rastrear, ele recria tudo no computador, com precisão milimétrica. “E com a vantagem de ele te dar a possibilidade de você fazer qualquer levantamento de dados, qualquer medida, a qualquer momento, a qualquer hora. Então nada se perdia, era uma reconstituição perfeita de uma cena de crime”, explica o diretor do Instituto de Criminalística do Distrito Federal. Celso Neneve.

Funciona assim: o scanner projeta um raio laser no ambiente e quando encontra um objeto pelo caminho registra automaticamente essa distância. A varredura é completa, porque ele gira na vertical, enquanto a base do aparelho na horizontal. Nada escapa do laser e da câmera fotográfica acoplada a ele.

“A perícia tende a ficar cada vez mais especializada e as pessoas terem treinamentos específicos para fazer o que elas fazem melhor”, afirma o perito criminal, Welson Yen.

Veja o caso de um assalto. A perícia da Polícia Federal escaneou a agência lotérica, comparou com o espaço que o criminoso ocupava na imagem da câmera de segurança e conseguiu descobrir a altura do ladrão. Uma informação fundamental para evitar que um inocente fosse em cana.

“O trabalho da perícia não é acusar, é falar a verdade com base nos elementos materiais”, diz o perito criminal federal, Carlos Eduardo Palhares.

E quando só o scanner não é suficiente? Será que um criminoso pode escapar? “É muito difícil uma pessoa ir até um local, cometer um crime, e não deixar ao menos um pouco do seu DNA”.

E mesmo quem não sai de casa para cometer um crime pode ser pego. Basta gravar uma conversa do suspeito para saber se foi ou se não foi ele que aplicou o golpe do falso sequestro.

No laboratório de áudio da Polícia Federal, é feita uma espécie de tira-teima com o grampo telefônico.

“Essa primeira amplificação esta relacionada com o grau de abertura da boca, e a segunda com o grau de anterioridade, a posição da língua no seu eixo horizontal. Eu permito sim, afirmar categoricamente se a voz pertence ou não aquele indivíduo”, explica o perito criminal federal, Luiz André da Costa Morisson.

Cerca de mil peritos trabalham no Instituto de Criminalística, em São Paulo. Eles recebem por ano 620 mil casos, mais de três milhões de peças são analisadas.

O perito criminal, Luiz Mantecca Neto, é o homem do dinheiro por aqui. Coloca uma nota falsa na mão dele para você ver o que acontece. “Essa está muito ruim, muito mal feita mesmo”, comenta

Na nota verdadeira: o brasão da República. Na nota falsa: nada além de um borrão. “Você tendo um equipamento de ponta, consegue visualizar com mais rapidez e fica evidente quando você mostra uma imagem no laudo”.

A prova de que nem tudo que reluz é ouro está em uma pedra que era vendida nas ruas de São Paulo como diamante. O perito pesa, mede e, por fim, coloca sob uma luz ultravioleta.

“Agora eu vou colocar o diamante e vocês vão ver que ele emite uma luz”, explica Luiz Mantecca. A esmeralda é fruto de um crime de estelionato. Alguém acreditou que era uma esmeralda pura, mas ela não é. Não deixa de ser esmeralda, mas tem baixíssimo valor comercial por causa de manchas negras.

É tanto trabalho no Instituto de Criminalística de São Paulo que o órgão vai receber um sistema de identificação inédito no país. Toda prova terá uma etiqueta eletrônica. Cada vez que ela sair do arquivo, ou de qualquer laboratório, e passar pelo detector, uma central virtual vai registrar para onde foi o material e com quem.

É o Exército brasileiro monitorando terroristas em Minas Gerais? É o Mineirão na mira de inimigos? Nada disso. O helicóptero de resgate equipado com a câmera mais moderna do país com um super zoom e sensor de calor.

As imagens feitas pela câmera do helicóptero são transmitidas e chegam em tempo real. Assim que estiver monitorando a operação tem uma visão melhor para poder acionar as equipes de terra.

A equipe do Jornal da Globo conseguiu se infiltrar para acompanhar um exercício do Corpo de Bombeiros de Minas. A missão: encontrar dois rapazes no meio da mata, em Belo Horizonte.

O cenário noturno é assustador e nada dos perdidos na selva. Quando a gente olha para baixo, não existe referência, é um breu danado. No local existem vários pontos de calor.

A demora na caça aos perdidos começa a dar certa ansiedade na nossa equipe de reportagem. Em baixo, o carro dos Bombeiros aparece para socorrer os rapazes. Mais uma história de sucesso para a gente contar.

Original em: http://www.jornalfloripa.com.br/

GD Star Rating
loading...

Duplo homicídio em Nova Alvorada do Sul

A polícia de Nova Alvorada do Sul registrou na noite desta quinta-feira dois homicídios ocorridos quase que simultaneamente. A primeira ocorrência foi por volta das 15h45 na vila Maria de Lourdes e teve como vítima Igor Alexandro Gregório, de 23 anos. Segundo informações, ele estava em uma boate localizada em frente à sua residência. Segundo relatos da esposa de Igor Gregório, ele estava no bar quando houve uma discussão entre ele e outro homem. O acusado teria, então, sacado uma arma e disparado vários tiros contra a vítima, que correu. Ainda assim ele foi atingido por vários tiros, sendo dois nas costas e um na cabeça. Ele caiu morto a poucos metros do local. Após os disparos, o assassino fugiu tomando rumo ignorado. Uma equipe da Polícia Militar investigava o local, quando recebeu uma ligação informando sobre a ocorrência de outro homicídio, desta vez em frente ao condomínio Ouro Verde, localizado na rua Elízio Ferraz Rodrigues, também em Nova Alvorada do Sul. No local, os policiais constataram a morte de Michele Marlin Lopes, de 18 anos. Ela foi morta com um tiro no olho esquerdo quando estava em frente ao condomínio. O crime ocorreu por volta das 16h20. A polícia investiga os dois homicídios. A perícia foi feita pelo perito criminal André Kyioshi, do Instituto de Criminalística de Mato Grosso do Sul. Os corpos foram encaminhados ao IML de Dourados.

Original em: http://www.fatimanews.com.br/

GD Star Rating
loading...