Seminário dos peritos oficias de MS acontece na próxima sexta-feira

No período da tarde, às 14 horas, a palestra ministrada será sobre “Estatística de causa determinante de acidente de tráfego”, com o perito criminal Emerson Lopes dos Reis.

A Associação dos Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul (APO-MS) realiza no próximo dia 3 o XI Seminário Regional dos Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul. O evento tem o apoio do governo estadual e acontecerá no auditório da OAB-MS, na avenida Mato Grosso.

A abertura oficial do evento será às 9 horas com pronunciamentos das autoridades presentes. Às 10h30, os participantes acompanham a palestra “Interação Perícia e Judiciário – Estudo de Caso”.

“Este é um evento já tradicional. Todos os anos comemoramos o Dia do Perito Criminal (4 de dezembro) com este seminário seguido de uma confraternização”, disse o presidente da APO-MS, perito criminal Sávio Ribas.

“Queremos dar enfoque este ano ao trabalho do perito local. Mas o objetivo principal é proporcionar aos peritos criminais e médicos-legistas uma atualização nas suas respectivas áreas, com a discussão das novas tecnologias empregadas e o trabalho realizado ao longo do ano, além de troca de experiências entre todos os profissionais que sempre trabalham em conjunto”, explica Ribas.

No período da tarde, às 14 horas, a palestra ministrada será sobre “Estatística de causa determinante de acidente de tráfego”, com o perito criminal Emerson Lopes dos Reis. Em seguida, às 14h40, os peritos criminais Federais Pedro Monteiro da Silva Eleutério e Matheus de Castro Polastro proferem a palestra “Identificação de arquivos de pornografia infanto-juvenil no local de crime”.

Às 16h15 os participantes conferem a palestra “Metrologia Forense”, apresentada pelos peritos criminais Nelson Firmino e Marianna Melo. Haverá ainda, às 16h45, palestra sobre “Análise Gráfica de Desastre de Trânsito”, a ser ministrada pelos peritos criminais Amilcar da Serra e Silva Neto e Roberval Wengenroth Silva Filho e, por último, às 17h15, uma apresentação da perita Criminal Melisa Porto Tronchini sobre “Cadeia de Custódia da Prova Pericial”.

Original em: http://www.portalms.com.br

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Polícia busca em São Paulo ossadas de presos políticos

Começa escavação em ala clandestina localizada no cemitério Vila Formosa, situado na zona leste da capital paulista

Começou nesta segunda-feira o trabalho de escavação do ossário clandestino do Cemitério Vila Formosa, zona leste da capital paulista. Investigações preliminares mostraram que pode haver, no local, restos mortais de pelo menos dez presos políticos do período da ditadura.

O trabalho está sendo conduzido na presença de representantes do Ministério Público Federal de São Paulo, da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal e do Instituto Médico-Legal (IML) de São Paulo.

Segundo o procurador regional da República, Marlon Alberto Weichert, o trabalho deve estender-se até sexta-feira (3), com a escavação de duas áreas distintas: a primeira, embaixo de um canteiro onde havia um letreiro do cemitério e a segunda, em uma quadra onde há registros do sepultamento de Virgílio Gomes da Silva e Sérgio Corrêa.

“De acordo com relatos, esta primeira área pode ser uma vala clandestina onde foram depositados, nos anos 70, ossos retirados de valas aqui do cemitério e não há registros disso nos livros oficiais. É uma possibilidade, tendo em vista a data, e que coincide com a vala clandestina do Cemitério de Perus, já que o Cemitério Vila Formosa foi também um destinatário de corpos de desaparecidos políticos”.

Os trabalhos visam à confirmação dessa vala, a definição da data exata da existência do ossário, a verificação do estado das ossadas e como estão acondicionadas. No caso da segunda área, ainda é preciso terminar um levantamento que definirá a contagem das sepulturas e, possivelmente, terá que ser feita a exumação dos restos mortais. “É imprevisível quanto tempo demoraremos para fazer a identificação das ossadas porque dependemos de saber qual a condição desses ossos, se vai ser possível fazer a comparação e extrair DNA para confrontação”.

A localização das ossadas foi feita com equipamento de radar de solo, na primeira quinzena deste mês. Se confirmada a existência dos ossos, o material será encaminhado à Polícia Federal (PF) para que sejam feitos os exames de medição, para estabelecer o perfil da pessoa e de DNA, para identificá-la. Os trabalhos de identificação serão feitos no IML de São Paulo e, em seguida, o material será levado, para confronto de dados, ao Instituto Nacional de Criminalística da PF, em Brasília.

Segundo a procuradora regional da República de São Paulo, Eugênia Gonzaga, a busca no Cemitério Vila Formosa poderá ser mais fácil, já que, ali, há uma câmara subterrânea com paredes de concreto de aproximadamente 9 metros quadrados. Ela acredita que haja muitas ossadas no local e, mesmo que não seja possível identificar de quem são, o trabalho terá valido a pena. “Mesmo que seja impossível identificar uma única ossada, vai ser possível cobrar as autoridades responsáveis para que façam um memorial e que fique registrado que este é o local onde estão repousando essas pessoas”.

Para a viúva de Virgílio Gomes da Silva, Ilda Martins da Silva, ainda que os ossos não sejam identificados, é preciso fazer um monumento em homenagem a todos os que morreram no período da ditadura. “Todos eles merecem nossa homenagem porque lutaram. É o início de um conforto, mas nunca será. Conforto seria se ele estivesse vivo, mas saber que podemos ter um lugar onde pôr uma flor, queimar uma vela, vir fazer uma homenagem qualquer é uma esperança. São 41 anos de espera”.

A coordenadora-geral de Combate à Tortura da Secretaria de Direitos Humanos, Maria Auxiliadora Arantes, disse que as buscas no Cemitério Vila Formosa mostram a vontade de promover uma mudança e resgatar a verdade dos fatos ocorridos na ditadura. “Esse acontecimento aqui, hoje, abre o caminho para que ações como esta possam ocorrer em outros sítios onde se supõe que estejam enterrados nossos desaparecidos políticos”.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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SP: peritos iniciam escavações em possível vala comum da ditadura

 

Trabalho de escavação vai se estender durante a semana e conta com a ajuda de funcionários da Prefeitura

Começou na manhã desta segunda-feira (29) a escavação no cemitério Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, para a identificação de uma vala comum que pode ter sido usada como cemitério clandestino de desaparecidos políticos durante a ditadura militar. Os trabalhos de representantes do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) e da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) – ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Instituto Nacional de Criminalística do Departamento de Polícia Federal e do Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo – devem prosseguir por toda a semana.

 

Uma análise realizada com base nos dados preliminares coletados com a ajuda de um radar de penetração no solo (GPR), desde o dia 8 de novembro, conseguiu identificar uma câmara subterrânea com paredes de concreto no local. Segundo os procuradores-gerais da República, Eugênia Gonzaga e Marlon Alberto Weichert, os primeiros trabalhos serão para confirmar a existência da vala e só depois, se for encontrada alguma ossada, será feita a exumação e tentativa de identificação dos restos mortais de pelo menos dez desaparecidos políticos.

“Por mais que seja difícil esse trabalho, já é um avanço. É possível pelo menos para que se faça o memorial e que seja registrado que este aqui é o local onde estão repousando essas pessoas”, disse a procuradora Eugênia Gonzaga.

Primeiro desaparecido político
Outra frente do trabalho se concentrará na busca do corpo de Virgílio Gomes da Silva, conhecido como Jonas. Ele era militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN) e teria sido torturado e morto após participar da operação que sequestrou o embaixador americano Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969. Não há registros oficiais sobre a morte de Virgílio, considerado o primeiro desaparecido político brasileiro.

Para a viúva do militante, Ilda Martins da Silva, 79 anos, que acompanhou o início dos trabalhos dos peritos na manhã desta segunda-feira (29), a construção de um memorial já seria um sinal de reconhecimento oficial. “Mesmo que a gente não localize os ossos, nossa expectativa é que seja construído o memorial. Será importante para todas as famílias dos desaparecidos políticos”, disse Ilda. “Consolo a gente nunca vai ter. O que a gente quer é um lugar para levar uma flor, para fazer uma homenagem”.

O trabalho de escavação deve se estender até a próxima sexta-feira (3) e conta com a ajuda de funcionários da prefeitura. Nesta segunda-feira, as escavações devem seguir até às 17h. Na terça-feira (30), as atividades serão retomadas por volta das 9h no mesmo local.

Histórico
Segundo a Procuradoria Geral da República, mais de 450 pessoas foram mortas ou desapareceram durante o período do último regime militar no Brasil (1964-1985). Até a construção do Cemitério de Perus, os cadáveres dos militantes políticos eram enterrados em outros cemitérios públicos, sendo o mais conhecido o da Vila Formosa, na zona leste da capital paulista.

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal de São Paulo, instituída após a abertura da vala do Cemitério de Perus, em 1990, apurou que o Cemitério da Vila Formosa também passou por um processo de descaracterização, em 1975, na mesma época em que foram concluídas as ações de ocultação de cadáveres em Perus (exumações em massa e transferência para vala comum). Tais alterações foram realizadas sem projeto formal de reforma, registro ou cautela em preservar a possibilidade de futura localização de sepulturas.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Adolescente tem queda misteriosa

 

A vítima participava de um churrasco no térreo; imagens do circuito de segurança serão analisadas

O Edifício Dunhill passará por perícia para identificar se a queda do estudante J.V.L., 16, foi acidental ou intencional. O adolescente caiu do 4º andar do prédio de alto padrão, localizado na avenida Ipiranga, em Cuiabá, durante uma festa entre amigos na madrugada de ontem, logo após a meia-noite. A Polícia Civil, que investiga o caso, já pediu que a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) preserve o local e faça os procedimentos de análise.

 

Logo após o acidente testemunhas informaram à Polícia Militar que a vítima e os amigos participavam de um churrasco no térreo do prédio, quando o adolescente subiu em um dos apartamentos sem que ninguém visse e caiu em cima de uma estrutura metálica coberta por vidro. O estudante teve politraumatismos e sofreu várias escoriações pelo corpo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e esteve no local para socorrer a vítima, encaminhada inicialmente para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), onde recebeu os primeiros cuidados médicos. O estudante foi transferido horas depois para o Hospital Santa Rosa, que informará o quadro de saúde do adolescente somente nesta segunda-feira (29).

A família de J.V.L. passou a tarde no hospital, mas não quis comentar o ocorrido. Um amigo dos pais do rapaz informou que eles estão bastante abalados e passaram o dia rezando pela melhora do estudante, que está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Embora o Boletim de Ocorrência da PM tenha sido registrado como tentativa de suicídio, a Polícia Civil terá outras linhas de investigação para averiguar se alguém teria empurrado o jovem do prédio. As imagens do circuito de segurança do Dunhill, verificadas na noite da queda, não mostraram nenhum fato comprometedor ou revelador, mas passarão por nova avaliação policial.

Procurados pela imprensa os porteiros do prédio onde ocorreu a queda informaram que não estavam autorizados a comentar o assunto e afirmaram “não saber de nada”. Somente o síndico comentaria o ocorrido, mas ele não estava no local.

J.V.L. é estudante do segundo ano do ensino médio em uma escola particular de Cuiabá.

Original em: http://www.gazetadigital.com.br

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Setor de Perícias recebe novos equipamentos

O Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística (IC), de Campo Grande, está recebendo novos equipamentos para a realização de perícia de locais de crimes. A medida, além de representar avanço em matéria de tecnologia, eleva a qualidade das investigações, uma vez que possibilita maior profundidade na análise das cenas de delitos.

De acordo com informações da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, foram adquiridos um detector de metal, uma trena com roda, duas trenas laser, três Sistemas de Posicionamento Global (GPS) e quatro detectores de gás. “Este tipo de tecnologia proporciona um avanço enorme para a perícia em locais de crime porque possibilita uma varredura completa de vestígios que não são visíveis a olho nu e dificilmente seriam encontrados em uma análise comum”, avalia o perito criminal Emerson Lopes dos Reis.

O profissional também explica a funcionalidade dos novos equipamentos de trabalho. “O detector de metais, por exemplo, é um equipamento de ponta sensível a qualquer vestígio que possa auxiliar na perícia de local de crime”, diz.

Ainda segundo o perito, o detector emite um sinal sonoro para apontar mesmo pequenos fragmentos de bala enterrados no solo. “E ainda mostra a profundidade em que o projétil está”, conta. Para Emerson, uma das características mais importantes do novo equipamento é a possibilidade de utilizar até em lugares abertos, onde há grandes possibilidades de um projétil transfixar um corpo e se perder.

Outro novo equipamento é o detector de gases. O aparelho, segundo o perito criminal Emerson dos Reis, tem capacidade de reconhecer cerca de 15 tipos de gases que possam estar num ambiente. “O sensor consegue captar o gás e fazer o reconhecimento da substância, emite um alarme sonoro e aponta a tipificação do gás”, esclarece. “Todos estes equipamentos representam um importante avanço tecnológico para a perícia de local de crime que vai coletar todos os vestígios para a análise continuar em laboratório”, afirma.

O investimento é realizado através de um convênio assinado entre o governo do Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. O total de recursos é de cerca de R$ 80 mil, com contrapartida de 10% do valor repassado pela administração estadual. Em cerca de 30 dias ainda deve chegar ao Estado um novo equipamento: a Fonte de Luz Forense. Conforme o perito Emerson dos Reis, o aparelho emite diversos espectros de luz capazes de reconhecer vestígios biológicos em locais de crime.

Original em: http://www.correiodoestado.com.br

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Novos equipamentos avançam em tecnologia para perícias de locais de crimes

A perícia de locais de crimes avança na tecnologia com os novos equipamentos adquiridos que elevam a qualidade das investigações proporcionando maior profundidade na análise das cenas. Os equipamentos servirão ao Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística (IC). Foram adquiridos um detector de metal, uma trena com roda, duas trenas laser, três Sistemas de Posicionamento Global (GPS) e quatro detectores de gás.

“Este tipo de tecnologia proporciona um avanço enorme para a perícia em locais de crime porque possibilita uma varredura completa de vestígios que não são visíveis a olho nu e dificilmente seriam encontrados em uma análise comum”, avalia o perito criminal Emerson Lopes dos Reis. O profissional também explica a funcionalidade dos novos equipamentos de trabalho. “O detector de metais, por exemplo, é um equipamento de ponta sensível a qualquer vestígio que possa auxiliar na perícia de local de crime”, diz.

Segundo o perito, o detector emite um sinal sonoro para apontar mesmo pequenos fragmentos de bala enterrados no solo. “E ainda mostra a profundidade em que o projétil está”, conta. Para Emerson, uma das mais importantes do novo equipamento é a possibilidade de utilizar até em lugares abertos, onde há grandes possibilidades de um projétil transfixar um corpo e se perder.

Outro novo equipamento é o detector de gases. O aparelho, segundo o perito criminal Emerson dos Reis, tem capacidade de reconhecer cerca de 15 tipos de gases que possam estar num ambiente. “O sensor consegue captar o gás e fazer o reconhecimento da substância, emite um alarme sonoro e aponta a tipificação do gás”, esclarece. “Todos estes equipamentos representam um importante avanço tecnológico para a perícia de local de crime que vai coletar todos os vestígios para a análise continuar em laboratório”, afirma.

O investimento é realizado através de um convênio assinado entre o governo do Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. O total de recursos é de cerca de R$ 80 mil, com contrapartida de 10% do valor repassado pela administração estadual.

Em cerca de 30 dias ainda deve chegar ao Estado um novo equipamento: a Fonte de Luz Forense. Conforme o perito Emerson, o aparelho emite diversos espectros de luz capazes de reconhecer vestígios biológicos em locais de crime. “São vestígios de sangue, esperma, pegadas, pequenos fios de cabelo e até impressões digitais”, diz. O equipamento chega para reforçar ainda mais a tecnologia empregada pelo Instituto de Criminalística.(Notícias MS)

Original em: http://www.capitalnews.com.br

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Peritos buscam pistas de suposto homicídio

Apesar de indícios, Novaes não descarta hipótese de suicídio

Apesar de indícios, Novaes não descarta hipótese de suicídio

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram, nessa segunda-feira à noite, no apartamento onde morava Domingos Sávio Valgueiro da Costa, 50 anos, encontrado morto na manhã do domingo, dentro da sua residência. O delegado Isaías Novaes acompanhou a equipe. Os policiais demoraram pouco mais de uma hora no local, mas não revelaram muitos detalhes sobre o trabalho investigativo que foi realizado no apartamento.

“Não descobrimos nada de extraordinário. E, por enquanto, não podemos, sequer descartar a hipótese de suicídio” afirmou o delegado, limitando-se a dizer que alguns objetos pessoais do homem, como celular e agenda, foram recolhidos pela polícia e que maiores detalhes provavelmente serão revelados somente após a conclusão das perícias.

Domingos Sávio, visto pela última vez no dia 27, foi encontrado dentro de um quarto, em cima da cama, com um fio elétrico enrolado no pescoço e uma facada na barriga. Segundo o perito Diego Costa, a faca utilizada no crime tinha tanto sangue que será difícil encontrar impressões digitais no objeto. “Aplicamos luminol (reagente utilizado para detectar sangue) no quarto, corredor e banheiro. No quarto, o resultado foi positivo, mas todo o material recolhido (cinco amostras) será levado para um laboratório. Depois das análises é que teremos informações mais precisas”, declarou, salientando que a perícia tanatoscópica (exame do cadáver) será fundamental para as investigações, já que o corpo foi encontrado em estágio de decomposição. “O ambiente ainda não foi limpo. Nada foi alterado no apartamento”, ressaltou o perito.

De acordo com os policiais, a irmã de Domingos Sávio que esteve no apartamento no dia em que o corpo foi encontrado não sentiu falta de nenhum objeto de valor do irmão. “O ambiente estava arrumado, objetos não estavam revirados e nem havia sinais de luta corporal”, disse Isaías Novaes.

Nesta quarta (3), a polícia deve começar a realizar as primeiras ouvidas. Quanto às imagens do sistema de segurança do prédio, estão sendo coletadas pela administração do condomínio e não há, ainda, uma previsão de quando estarão no Departamento de Homicídos e Proteção à Pessoa (DHPP), onde o caso está sendo investigado.

Original em: http://jc.uol.com.br

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Apreendeu e voltou

Segurança pública PM encontra máquina caça-níquel com inscrição do Instituto de Criminalística em bar de Ribeirão Preto

A Delegacia Seccional de Ribeirão Preto abriu investigações para apurar um eventual desvio de máquinas caça-níqueis na cidade depois que policiais militares apreenderam um equipamento, em um bar, que possuía a inscrição “IC OK”. A inscrição é usada por peritos do Instituto de Criminalística para indicar que o caça-níquel já foi periciado.

“Antes de fazermos tal afirmação, devemos ter provas que as assinalações efetuadas na máquina partiram do órgão de provas, uma vez que sequer sabemos se este é o procedimento padrão do instituto”, informou a Seccional, por meio de nota enviada pelo departamento de comunicação social.

A apreensão ocorreu em um bar localizado nos Campos Elíseos na noite de quinta-feira passada, durante uma operação feita entre a Polícia Militar e a Fiscalização Geral da Prefeitura Municipal, que tinha o objetivo de identificar eventuais irregularidades em alvarás de funcionamento nos estabelecimentos.

De acordo com informações dos policiais à delegada de plantão, Patrícia de Mariani Buldo, na caixa de madeira havia a inscrição “IC OK”, em amarelo, duas vezes. Ninguém do IC quis comentar o caso até a apuração completa da Seccional. Entretanto, conforme a reportagem apurou, todas as máquinas apreendidas e periciadas recebem a inscrição.

O dono do bar, J.G.R., 51 anos, afirmou que arrendou o estabelecimento há cerca de dois meses depois da morte do antigo dono. Ele disse que quando assumiu o local, esta e outras três máquinas, que não tinham inscrição, já estavam no local. “Eu não sabia de quem eram essas máquinas, então tive receio de tirar daqui. Eu nunca tive envolvimento com nada disso porque sei que é errado.” Segundo J.G.R., periodicamente algumas pessoas, que ele não sabe quem são, retiravam o dinheiro arrecadado dos apostadores.

De acordo com a Seccional, caso sejam comprovados falhas ou envolvimento de policiais, o caso será encaminhado para a Corregedoria da Polícia Civil.

Em operação, PM achou 5 máquinas

Em outros dois bares fiscalizados durante a operação, no bairro Quintino Facci 2, a Polícia Militar encontrou um total de cinco máquinas caça-níqueis. Nos dois estabelecimentos, os proprietários disseram que um homem, com apelido de “Japonês” ou “Alexandre”, seria o responsável pelos equipamentos e recolhia o dinheiro dos jogos. Ambos os bares estavam sem alvará e foram lacrados pela Fiscalização Geral. Em um dos bares, foram encontradas quatro máquinas pequenas com monitores soltos das bases, que têm o objetivo de driblar a fiscalização. A PM conseguiu abrir as máquinas e encontrou cerca de R$ 191 em dinheiro. Um acordo estabelecido entre a Polícia Civil, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Receita Federal e IC definiu que as máquinas caça-níqueis sejam periciadas logo que apreendidas, com o objetivo de agilizar a destinação final dos equipamentos e evitar com que lotem os distritos policiais. (GY)

O NÚMERO

R$ 191 Foram encontrados em uma das máquinas apreendidas

GABRIELA YAMADA

Original em: http://www.gazetaderibeirao.com.br

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Cadáver de mulher é violado dentro do cemitério

O corpo de uma senhora de 54 anos, sepultado na última quinta-feira, foi encontrado fora do túmulo no domingo, no Cemitério Municipal de Santo Antônio do Sudoeste, próximo à fronteira do Brasil com a Argentina.

A senhora foi vítima de uma parada cardíaca. Três dias depois do sepultamento, o túmulo foi violado e o corpo arrastado por cerca de quatro metros, apresentando indícios de violência sexual.

“Apenas a perícia do Instituto de Criminalística poderá revelar se houve abuso sexual, mas a vítima estava com as vestes rasgadas”, conta o delegado Carlos Tatesudi, titular da delegacia local.

O cemitério fica no alto de um morro, isolado da cidade, e não é cercado por muros ou cercas. Também não conta com nenhum guardião durante as madrugadas, e não há nenhum morador nas redondezas.

“Fica difícil de encontrar alguma testemunha, mas já fomos atrás dos possíveis autores, porque acreditamos que uma pessoa só não seria capaz de erguer sozinha a tampa da sepultura”, revela Carlos.

O delegado acredita que a intenção dos responsáveis pela violação de túmulo e vilipêndio de cadáver não era a de roubar possíveis joias, como anéis e brincos, enterradas com o corpo. “Um sujeito que faz isso é anormal”, ressalta. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a polícia a localizar algum suspeito de envolvimento no caso poderá ligar no telefone (46) 3563-1321.

Outro

O caso é muito semelhante ao de uma senhora de 74 anos, que foi enterrada em agosto também vítima de uma parada cardíaca e encontrada fora do túmulo em setembro, no Cemitério Municipal Jardim Independência, em Araucária. Também havia indício de abuso sexual.

Original em: http://www.parana-online.com.br

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Órgão anuncia 207 vagas de níveis médio e superior

Foi lançado edital de abertura de concurso da Polícia Civil do Espírito Santo (PC/ES) para o provimento de 207 vagas em cargos que exigem os níveis médio e superior.

Os cargos que serão disputados são os de delegado de polícia substituto (39), escrivão de polícia (60), médico legista (2), perito criminal (20), perito criminal especial (6), perito em telecomunicação (2), perito papiloscópico (40) e perito em fotografia criminal (15); estes dois últimos podem ser disputados por quem tem formação em qualquer área.

Para esses cargos os salários variam de R$2.510,51 a R$ 6.961,81.

Outras 23 chances estão disponíveis na função de auxiliar de perícia médico-legal, que requer o nível médio completo e carteira de habilitação na categoria B; e tem salário inicial de R$ 2.510,51.

Vale lembrar que são reservadas 5% das vagas em cada cargo para portadores de deficiência.

Como participar

As inscrições terão início as 10h de 8 de novembro, pelo site do Cespe/UnB (www.cespe.unb.br/concursos/pces2010) e vão até as 23h59 de 28 de novembro.

O Cespe disponibiliza um posto com acesso à internet na Data Control, da rua Neves Armond, nº. 535 – Sala 301 – Bento Ferreira (entre a avenida Cezar Hilal e avenida Vitória antigo Largo das Compras), em Vitória.

As taxas são de R$ 90 para nível médio e R$ 130 para nível superior. Serão aceitos pedidos de isenção daqueles que estiverem desempregados ou tenham remuneração de até três salários mínimos. O requerimento disponível no site das inscrições deve ser preenchido e entregue junto com a documentação necessária, no endereço indicado no edital ao lado.

Etapas

O concurso incluirá aprovação em diversas etapas: provas objetiva, discursiva (redação), de aptidão física, exames psicopatológicos (incluindo toxicológico), investigação social e criminal para todos os cargos. Haverá também prova de digitação apenas para escrivão e avaliação de títulos para os cargos de nível superior.

A primeira prova está marcada para 23 de janeiro de 2011, com duração de 4h30, em dois turnos, de acordo com o cargo. Os horários e locais das provas serão informados a partir de 14 de janeiro.

Maysa Correa

Original em: http://jcconcursos.uol.com.br

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