Seminário dos peritos oficias de MS acontece na próxima sexta-feira

No período da tarde, às 14 horas, a palestra ministrada será sobre “Estatística de causa determinante de acidente de tráfego”, com o perito criminal Emerson Lopes dos Reis.

A Associação dos Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul (APO-MS) realiza no próximo dia 3 o XI Seminário Regional dos Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul. O evento tem o apoio do governo estadual e acontecerá no auditório da OAB-MS, na avenida Mato Grosso.

A abertura oficial do evento será às 9 horas com pronunciamentos das autoridades presentes. Às 10h30, os participantes acompanham a palestra “Interação Perícia e Judiciário – Estudo de Caso”.

“Este é um evento já tradicional. Todos os anos comemoramos o Dia do Perito Criminal (4 de dezembro) com este seminário seguido de uma confraternização”, disse o presidente da APO-MS, perito criminal Sávio Ribas.

“Queremos dar enfoque este ano ao trabalho do perito local. Mas o objetivo principal é proporcionar aos peritos criminais e médicos-legistas uma atualização nas suas respectivas áreas, com a discussão das novas tecnologias empregadas e o trabalho realizado ao longo do ano, além de troca de experiências entre todos os profissionais que sempre trabalham em conjunto”, explica Ribas.

No período da tarde, às 14 horas, a palestra ministrada será sobre “Estatística de causa determinante de acidente de tráfego”, com o perito criminal Emerson Lopes dos Reis. Em seguida, às 14h40, os peritos criminais Federais Pedro Monteiro da Silva Eleutério e Matheus de Castro Polastro proferem a palestra “Identificação de arquivos de pornografia infanto-juvenil no local de crime”.

Às 16h15 os participantes conferem a palestra “Metrologia Forense”, apresentada pelos peritos criminais Nelson Firmino e Marianna Melo. Haverá ainda, às 16h45, palestra sobre “Análise Gráfica de Desastre de Trânsito”, a ser ministrada pelos peritos criminais Amilcar da Serra e Silva Neto e Roberval Wengenroth Silva Filho e, por último, às 17h15, uma apresentação da perita Criminal Melisa Porto Tronchini sobre “Cadeia de Custódia da Prova Pericial”.

Original em: http://www.portalms.com.br

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Polícia busca em São Paulo ossadas de presos políticos

Começa escavação em ala clandestina localizada no cemitério Vila Formosa, situado na zona leste da capital paulista

Começou nesta segunda-feira o trabalho de escavação do ossário clandestino do Cemitério Vila Formosa, zona leste da capital paulista. Investigações preliminares mostraram que pode haver, no local, restos mortais de pelo menos dez presos políticos do período da ditadura.

O trabalho está sendo conduzido na presença de representantes do Ministério Público Federal de São Paulo, da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal e do Instituto Médico-Legal (IML) de São Paulo.

Segundo o procurador regional da República, Marlon Alberto Weichert, o trabalho deve estender-se até sexta-feira (3), com a escavação de duas áreas distintas: a primeira, embaixo de um canteiro onde havia um letreiro do cemitério e a segunda, em uma quadra onde há registros do sepultamento de Virgílio Gomes da Silva e Sérgio Corrêa.

“De acordo com relatos, esta primeira área pode ser uma vala clandestina onde foram depositados, nos anos 70, ossos retirados de valas aqui do cemitério e não há registros disso nos livros oficiais. É uma possibilidade, tendo em vista a data, e que coincide com a vala clandestina do Cemitério de Perus, já que o Cemitério Vila Formosa foi também um destinatário de corpos de desaparecidos políticos”.

Os trabalhos visam à confirmação dessa vala, a definição da data exata da existência do ossário, a verificação do estado das ossadas e como estão acondicionadas. No caso da segunda área, ainda é preciso terminar um levantamento que definirá a contagem das sepulturas e, possivelmente, terá que ser feita a exumação dos restos mortais. “É imprevisível quanto tempo demoraremos para fazer a identificação das ossadas porque dependemos de saber qual a condição desses ossos, se vai ser possível fazer a comparação e extrair DNA para confrontação”.

A localização das ossadas foi feita com equipamento de radar de solo, na primeira quinzena deste mês. Se confirmada a existência dos ossos, o material será encaminhado à Polícia Federal (PF) para que sejam feitos os exames de medição, para estabelecer o perfil da pessoa e de DNA, para identificá-la. Os trabalhos de identificação serão feitos no IML de São Paulo e, em seguida, o material será levado, para confronto de dados, ao Instituto Nacional de Criminalística da PF, em Brasília.

Segundo a procuradora regional da República de São Paulo, Eugênia Gonzaga, a busca no Cemitério Vila Formosa poderá ser mais fácil, já que, ali, há uma câmara subterrânea com paredes de concreto de aproximadamente 9 metros quadrados. Ela acredita que haja muitas ossadas no local e, mesmo que não seja possível identificar de quem são, o trabalho terá valido a pena. “Mesmo que seja impossível identificar uma única ossada, vai ser possível cobrar as autoridades responsáveis para que façam um memorial e que fique registrado que este é o local onde estão repousando essas pessoas”.

Para a viúva de Virgílio Gomes da Silva, Ilda Martins da Silva, ainda que os ossos não sejam identificados, é preciso fazer um monumento em homenagem a todos os que morreram no período da ditadura. “Todos eles merecem nossa homenagem porque lutaram. É o início de um conforto, mas nunca será. Conforto seria se ele estivesse vivo, mas saber que podemos ter um lugar onde pôr uma flor, queimar uma vela, vir fazer uma homenagem qualquer é uma esperança. São 41 anos de espera”.

A coordenadora-geral de Combate à Tortura da Secretaria de Direitos Humanos, Maria Auxiliadora Arantes, disse que as buscas no Cemitério Vila Formosa mostram a vontade de promover uma mudança e resgatar a verdade dos fatos ocorridos na ditadura. “Esse acontecimento aqui, hoje, abre o caminho para que ações como esta possam ocorrer em outros sítios onde se supõe que estejam enterrados nossos desaparecidos políticos”.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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SP: peritos iniciam escavações em possível vala comum da ditadura

 

Trabalho de escavação vai se estender durante a semana e conta com a ajuda de funcionários da Prefeitura

Começou na manhã desta segunda-feira (29) a escavação no cemitério Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, para a identificação de uma vala comum que pode ter sido usada como cemitério clandestino de desaparecidos políticos durante a ditadura militar. Os trabalhos de representantes do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) e da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) – ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Instituto Nacional de Criminalística do Departamento de Polícia Federal e do Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo – devem prosseguir por toda a semana.

 

Uma análise realizada com base nos dados preliminares coletados com a ajuda de um radar de penetração no solo (GPR), desde o dia 8 de novembro, conseguiu identificar uma câmara subterrânea com paredes de concreto no local. Segundo os procuradores-gerais da República, Eugênia Gonzaga e Marlon Alberto Weichert, os primeiros trabalhos serão para confirmar a existência da vala e só depois, se for encontrada alguma ossada, será feita a exumação e tentativa de identificação dos restos mortais de pelo menos dez desaparecidos políticos.

“Por mais que seja difícil esse trabalho, já é um avanço. É possível pelo menos para que se faça o memorial e que seja registrado que este aqui é o local onde estão repousando essas pessoas”, disse a procuradora Eugênia Gonzaga.

Primeiro desaparecido político
Outra frente do trabalho se concentrará na busca do corpo de Virgílio Gomes da Silva, conhecido como Jonas. Ele era militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN) e teria sido torturado e morto após participar da operação que sequestrou o embaixador americano Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969. Não há registros oficiais sobre a morte de Virgílio, considerado o primeiro desaparecido político brasileiro.

Para a viúva do militante, Ilda Martins da Silva, 79 anos, que acompanhou o início dos trabalhos dos peritos na manhã desta segunda-feira (29), a construção de um memorial já seria um sinal de reconhecimento oficial. “Mesmo que a gente não localize os ossos, nossa expectativa é que seja construído o memorial. Será importante para todas as famílias dos desaparecidos políticos”, disse Ilda. “Consolo a gente nunca vai ter. O que a gente quer é um lugar para levar uma flor, para fazer uma homenagem”.

O trabalho de escavação deve se estender até a próxima sexta-feira (3) e conta com a ajuda de funcionários da prefeitura. Nesta segunda-feira, as escavações devem seguir até às 17h. Na terça-feira (30), as atividades serão retomadas por volta das 9h no mesmo local.

Histórico
Segundo a Procuradoria Geral da República, mais de 450 pessoas foram mortas ou desapareceram durante o período do último regime militar no Brasil (1964-1985). Até a construção do Cemitério de Perus, os cadáveres dos militantes políticos eram enterrados em outros cemitérios públicos, sendo o mais conhecido o da Vila Formosa, na zona leste da capital paulista.

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal de São Paulo, instituída após a abertura da vala do Cemitério de Perus, em 1990, apurou que o Cemitério da Vila Formosa também passou por um processo de descaracterização, em 1975, na mesma época em que foram concluídas as ações de ocultação de cadáveres em Perus (exumações em massa e transferência para vala comum). Tais alterações foram realizadas sem projeto formal de reforma, registro ou cautela em preservar a possibilidade de futura localização de sepulturas.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Adolescente tem queda misteriosa

 

A vítima participava de um churrasco no térreo; imagens do circuito de segurança serão analisadas

O Edifício Dunhill passará por perícia para identificar se a queda do estudante J.V.L., 16, foi acidental ou intencional. O adolescente caiu do 4º andar do prédio de alto padrão, localizado na avenida Ipiranga, em Cuiabá, durante uma festa entre amigos na madrugada de ontem, logo após a meia-noite. A Polícia Civil, que investiga o caso, já pediu que a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) preserve o local e faça os procedimentos de análise.

 

Logo após o acidente testemunhas informaram à Polícia Militar que a vítima e os amigos participavam de um churrasco no térreo do prédio, quando o adolescente subiu em um dos apartamentos sem que ninguém visse e caiu em cima de uma estrutura metálica coberta por vidro. O estudante teve politraumatismos e sofreu várias escoriações pelo corpo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e esteve no local para socorrer a vítima, encaminhada inicialmente para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), onde recebeu os primeiros cuidados médicos. O estudante foi transferido horas depois para o Hospital Santa Rosa, que informará o quadro de saúde do adolescente somente nesta segunda-feira (29).

A família de J.V.L. passou a tarde no hospital, mas não quis comentar o ocorrido. Um amigo dos pais do rapaz informou que eles estão bastante abalados e passaram o dia rezando pela melhora do estudante, que está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Embora o Boletim de Ocorrência da PM tenha sido registrado como tentativa de suicídio, a Polícia Civil terá outras linhas de investigação para averiguar se alguém teria empurrado o jovem do prédio. As imagens do circuito de segurança do Dunhill, verificadas na noite da queda, não mostraram nenhum fato comprometedor ou revelador, mas passarão por nova avaliação policial.

Procurados pela imprensa os porteiros do prédio onde ocorreu a queda informaram que não estavam autorizados a comentar o assunto e afirmaram “não saber de nada”. Somente o síndico comentaria o ocorrido, mas ele não estava no local.

J.V.L. é estudante do segundo ano do ensino médio em uma escola particular de Cuiabá.

Original em: http://www.gazetadigital.com.br

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Setor de Perícias recebe novos equipamentos

O Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística (IC), de Campo Grande, está recebendo novos equipamentos para a realização de perícia de locais de crimes. A medida, além de representar avanço em matéria de tecnologia, eleva a qualidade das investigações, uma vez que possibilita maior profundidade na análise das cenas de delitos.

De acordo com informações da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, foram adquiridos um detector de metal, uma trena com roda, duas trenas laser, três Sistemas de Posicionamento Global (GPS) e quatro detectores de gás. “Este tipo de tecnologia proporciona um avanço enorme para a perícia em locais de crime porque possibilita uma varredura completa de vestígios que não são visíveis a olho nu e dificilmente seriam encontrados em uma análise comum”, avalia o perito criminal Emerson Lopes dos Reis.

O profissional também explica a funcionalidade dos novos equipamentos de trabalho. “O detector de metais, por exemplo, é um equipamento de ponta sensível a qualquer vestígio que possa auxiliar na perícia de local de crime”, diz.

Ainda segundo o perito, o detector emite um sinal sonoro para apontar mesmo pequenos fragmentos de bala enterrados no solo. “E ainda mostra a profundidade em que o projétil está”, conta. Para Emerson, uma das características mais importantes do novo equipamento é a possibilidade de utilizar até em lugares abertos, onde há grandes possibilidades de um projétil transfixar um corpo e se perder.

Outro novo equipamento é o detector de gases. O aparelho, segundo o perito criminal Emerson dos Reis, tem capacidade de reconhecer cerca de 15 tipos de gases que possam estar num ambiente. “O sensor consegue captar o gás e fazer o reconhecimento da substância, emite um alarme sonoro e aponta a tipificação do gás”, esclarece. “Todos estes equipamentos representam um importante avanço tecnológico para a perícia de local de crime que vai coletar todos os vestígios para a análise continuar em laboratório”, afirma.

O investimento é realizado através de um convênio assinado entre o governo do Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. O total de recursos é de cerca de R$ 80 mil, com contrapartida de 10% do valor repassado pela administração estadual. Em cerca de 30 dias ainda deve chegar ao Estado um novo equipamento: a Fonte de Luz Forense. Conforme o perito Emerson dos Reis, o aparelho emite diversos espectros de luz capazes de reconhecer vestígios biológicos em locais de crime.

Original em: http://www.correiodoestado.com.br

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Novos equipamentos avançam em tecnologia para perícias de locais de crimes

A perícia de locais de crimes avança na tecnologia com os novos equipamentos adquiridos que elevam a qualidade das investigações proporcionando maior profundidade na análise das cenas. Os equipamentos servirão ao Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística (IC). Foram adquiridos um detector de metal, uma trena com roda, duas trenas laser, três Sistemas de Posicionamento Global (GPS) e quatro detectores de gás.

“Este tipo de tecnologia proporciona um avanço enorme para a perícia em locais de crime porque possibilita uma varredura completa de vestígios que não são visíveis a olho nu e dificilmente seriam encontrados em uma análise comum”, avalia o perito criminal Emerson Lopes dos Reis. O profissional também explica a funcionalidade dos novos equipamentos de trabalho. “O detector de metais, por exemplo, é um equipamento de ponta sensível a qualquer vestígio que possa auxiliar na perícia de local de crime”, diz.

Segundo o perito, o detector emite um sinal sonoro para apontar mesmo pequenos fragmentos de bala enterrados no solo. “E ainda mostra a profundidade em que o projétil está”, conta. Para Emerson, uma das mais importantes do novo equipamento é a possibilidade de utilizar até em lugares abertos, onde há grandes possibilidades de um projétil transfixar um corpo e se perder.

Outro novo equipamento é o detector de gases. O aparelho, segundo o perito criminal Emerson dos Reis, tem capacidade de reconhecer cerca de 15 tipos de gases que possam estar num ambiente. “O sensor consegue captar o gás e fazer o reconhecimento da substância, emite um alarme sonoro e aponta a tipificação do gás”, esclarece. “Todos estes equipamentos representam um importante avanço tecnológico para a perícia de local de crime que vai coletar todos os vestígios para a análise continuar em laboratório”, afirma.

O investimento é realizado através de um convênio assinado entre o governo do Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. O total de recursos é de cerca de R$ 80 mil, com contrapartida de 10% do valor repassado pela administração estadual.

Em cerca de 30 dias ainda deve chegar ao Estado um novo equipamento: a Fonte de Luz Forense. Conforme o perito Emerson, o aparelho emite diversos espectros de luz capazes de reconhecer vestígios biológicos em locais de crime. “São vestígios de sangue, esperma, pegadas, pequenos fios de cabelo e até impressões digitais”, diz. O equipamento chega para reforçar ainda mais a tecnologia empregada pelo Instituto de Criminalística.(Notícias MS)

Original em: http://www.capitalnews.com.br

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