10 assaltantes arrombam agência bancária e sequestram vigilante

Assaltantes tentaram arrombar, na madrugada desta terça-feira (28), a agência do Banco do Brasil localizada no Centro do município de Limoeiro de Anadia. 

De acordo com informações do 3º Batalhão, sediado em Arapiraca, 10 homens participaram da ação, que ocorreu por volta de 1h30 da madrugada. Eles utilizaram dois veículos, além de maçaricos e máscaras, que foram deixados no local. Um vigilante particular que realiza rondas na localidade chegou a ser sequestrado pelos bandidos, mas foi liberado após a fuga. 

Uma equipe do Instituto de Criminalística (IC) está no local fazendo os levantamentos. Uma guarnição do Pelopes realizou buscas na região, mas não localizou os assaltantes. 

As imagens das câmeras localizadas na agência e no Centro da cidade serão analisadas pela policia.

Original em: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=policia&cod=2025

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Rascunho automático

Aulas terão início em fevereiro de 2011 e serão quinzenais, exceto as do curso de Perícia Criminal, que será semanal

A Estácio FIR está com inscrições abertas para pós-graduações na área de Direito. As vagas disponíveis são para os cursos de Direito Previdenciário, Perícia Criminal, Direito da Família e Sucessões, Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal e Direito e Processo do Trabalho.

As aulas terão início em fevereiro do próximo ano e serão quinzenais, exceto as do curso de Perícia Criminal, que será semanal. Mais informações sobre o processo de inscrição e os valores do curso podem ser obtidas pelo telefone: 3226-8800.

Original em: http://pe360graus.globo.com

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Polícia fará perícia em freezer que matou menina

O freezer no qual foi eletrocutada, na última terça-feira, a bebê E.F., de um ano e 10 meses, dentro de um hipermercado em Campinas, será periciado pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica. Os peritos vão tentar saber se o aparelho apresentava problemas que ocasionaram a descarga elétrica ou funcionava em perfeito estado. O corpo da vítima foi enterrado no dia seguinte da tragédia, em Pedreira.

Somente após a conclusão desse laudo técnico (que pode demorar cerca de um mês) é que a polícia poderá determinar os responsáveis pela morte da criança, concluindo o inquérito e apontando eventuais culpados. Isso porque a família da vítima alega que a menina foi eletrocutada no momento em que pôs as mãos na frente do freezer.

Original em: http://www.jornaldeitupeva.com.br

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Peritos concluem trabalhos na obra da Transnordestina

Resultado do estudo deve sair em até 60 dias; Coordenadoria da Polícia Civil informou que obras estão paralisadas por conta do recesso de fim de ano

Os peritos do Instituto de Criminalística concluíram, na noite da última quarta-feira (22), os trabalhos na pedreira, em Sertânia, Sertão do Estado, onde ocorreu uma explosão na última terça-feira, (21). O delegado responsável pelas investigações, Leonardo da Mata Gama, começou a ouvir, nesta quinta-feira (23), pessoas que trabalhavam no local no dia do acidente. “Com esses depoimentos e com o laudo da perícia, será possível esclarecer as circunstâncias do acidente”, disse.

O resultado da perícia deve sair entre 30 e 60 dias. A Coordenadoria da Polícia Civil informou que não há risco de novas explosões na pedreira e que o serviço está paralisado por conta do recesso de fim de ano.

Dos dez feridos, cinco continuam internados. Três estão em estado estável e dois estão sedados no Hospital Esperança, no Recife: Valmir dos Santos Silva e Gilvan dos Santos tiveram queimaduras pelo corpo e sofreram problemas respiratórios. As três vítimas fatais do acidente já foram enterradas.

Original em: http://pe360graus.globo.com

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Mortes em Aldeia // Notebook foi levado para perícia no IC

A polícia ainda não conseguiu descobrir se há informações relevantes no notebook de Rogério Damascena, o noivo que assassinou a noiva, um dos seus convidados e se matou na festa de comemoração do próprio casamento, em Aldeia, no último domingo. O computador tem senha. O laptop, dois celulares, a arma utilizada por Rogério e um projétil foram encaminhados ontem pela manhã ao Instituto de Criminalística (IC). Os peritos irão analisar as informações contidas no HD (disco rígido) da máquina, assim como os números das agendas dos celulares, as mensagens e as listas das últimas ligações realizadas ou recebidas. 

Apesar da informação inicial de que as imagens das câmeras de segurança do condomínio onde aconteceu a tragédia são escuras e de má qualidade, o delegado responsável pela apuração do caso, Igor Leite, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), fará uma análise das imagens, paralelamente à realizada por peritos do IC. A arma usada no crime foi entregue ao delegado na última quarta-feira pelo pai de Rogério, João Bosco Damascena, 59. Ele confessou que a retirou do local do crime no momento em que socorreu o filho, ainda vivo, ao hospital. A pistola calibre 380 não tem registro. 

Com a entrega da arma, falta pouco para a polícia fechar o caso. O gestor do DHPP, Joselito Kehrle, pretende finalizar o inquérito com a definição, ainda que subjetiva, já que o o assassino cometeu suicídio, da motivação dos crimes. A princípio, os depoimentos colhidos até o momento apontam para um surto psicótico provocado por ciúme patológico. O pai do noivo poderá ser indiciado pelos crimes de alteração de local de crime, porte ilegal de armas, obstrução da Justiça e falso testemunho. Caso isso aconteça, ele deverá responder em liberdade. No seu segundo depoimento, João Bosco disse que a pistola era do filho há cerca de três anos e que ele havia comprado a arma de um amigo.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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PericiaCriminal.com

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Delegado ouve prima do noivo que matou esposa durante casamento e recebe laudos do IML e ITB

O delegado do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Igor Leite, faz hoje a ouvida de uma prima de Rogério Damascena, o noivo que matou a esposa e um colega de trabalho durante a festa do próprio casamento no sábado passado, em um condomínio em Aldeia. O depoimento de Daniela Siqueira Brito está sendo ouvida na sede da delegacia, na Imbiribeira.

O delegado adiantou que já recebeu os laudos do Instituto de Medicina Legal (IML) e do Instituto Tavares Buril (ITB) e aguarda agora a perícia na arma do crime, entregue nesta quarta-feira ao Instituto de Criminalística (IC). Leite disse ainda que não vai revelar horário nem local do depoimento da mãe de Rogério. Muito abalada, ela não quer ser assediada pela imprensa.

Na noite desta quarta-feira, após entrar em contato com o advogado da família da noiva, o pai de Rogério entregou a arma do crime, mantida escondida desde a madrugada do domingo. Assustado com a repercussão do caso e com as notícias de que a polícia estava fechando o cerco, o funcionário público João Bosco Damascena contratou dois advogados, que o instruíram a entregar a pistola calibre 380.

Segundo o novo depoimento de João Bosco à polícia, o filho tinha a arma há cerca de três anos. Ele teria dito aos advogados que não sabia que o filho iria cometer os crimes. O caso ainda não foi fechado, mas a polícia acredita que Rogério Damascena sofreu um surto psicótico movido por ciúme patológico.

O Gestor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Joselito Kehrle do Amaral informou que as investigações não indicam que o noivo tenha planejado os homicídios e o suicídio com muita antecedência. O delegado acredita que Rogério tomou a decisão de cometer os crimes entre as 20h do último sábado, quando chegou na festa com a noiva, e as 2h30 do domingo, quando pegou a pistola e efetuou os disparos.

A polícia ainda não explicou por que a arma estava na caminhonete de João Bosco. O veículo estava em posse do filho desde o dia anterior à festa. Também não foi esclarecido se Rogério costumava andar com a arma no veículo.

De acordo com Joselito Kehrle, João Bosco teria dito que sabia que o filho estava vivo quando tomou a iniciativa de esconder a pistola. “Ele diz que, num ato desesperado, retirou a arma do local porque o filho poderia sobreviver”, disse o delegado. Um dos advogados de João Bosco chegou a dar a mesma versão à imprensa, mas, em seguida, os advogados disseram que o cliente achava que o filho estava morto e que a arma foi retirada no intuito de evitar uma tragédia maior.

A pistola não está registrada no nome de nenhum dos dois. Por causa do novo depoimento de João Bosco, a polícia irá realizar mais diligências e ouvidas, que podem interferir no indiciamento. Mas, em princípio, o pai do noivo deverá ser indiciado por falso testemunho, porte ilegal e obstrução da Justiça. A entrega espontânea da arma livrou João Bosco da autuação em flagrante.

Original em: http://www.pernambuco.com

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Pescador que teve filhas com a filha é condenado a 63 anos de prisão

Exames de DNA comprovaram que pescador é pai dos 'filhos-netos' (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Exames de DNA comprovaram que pescador é pai dos 'filhos-netos' (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Foi condenado a 63 anos de prisão o pescador e lavrador José Agostinho Bispo Pereira, acusado de ter abusado sexualmente de suas duas filhas no interior do Maranhão. O julgamento foi conduzido pelo juiz Anderson Sobral de Azevedo, da 1ª Vara da Comarca de Pinheiro (MA).
Segundo o Tribunal de Justiça do estado, a condenação aconteceu no dia 16 de dezembro. Como se trata de decisão em primeira instância, cabe recurso ao réu, que está preso em Pinheiro.
A delegada da cidade, Laura Barbosa, informou que ele recebeu duas vezes a pena de 14 anos pelo estupro de cada uma das filhas, e duas vezes a pena de 17 anos e seis meses pelo abuso de duas filhas-netas, totalizando os 63 anos.
A delegada acredita que o réu, que atualmente tem 55 anos, deve cumprir pelos menos 20 anos em reclusão.

Entenda o caso

O pescador foi preso no dia 8 de junho por manter a filha de 28 anos em cárcere privado, em uma casa de dois cômodos no povoado de Extremo, em Pinheiro (MA). No local, só é possível chegar usando canoas. O caso foi descoberto após denúncia anônima feita durante uma passeata contra a pedofilia, na capital maranhense, no fim de maio deste ano.
Exames de DNA comprovaram que Pereira é pai de sete “filhos-netos” que teve com a filha de 28 anos. A delegada Laura Melo Barbosa informou que o pescador ainda é pai do filho da filha mais velha, de 31 anos.

Todas as crianças estavam com cabelo repleto de piolhos quando foram encontradas e apresentaram sinais de desnutrição. Uma delas é portadora de deficiência auditiva e nunca havia tido acompanhamento médico.
Segundo a delegada Laura Melo Barbosa, ele responde pelos crimes de estupro de vulnerável, abandono material, abandono intelectual, maus-tratos e cárcere privado.
De acordo com a investigação, o pescador estuprou uma das duas “filhas-netas”. A vítima, de 5 anos, teve rompimento parcial do hímen, laceração da mucosa genital e apresentava discreto sangramento, segundo laudo pericial. Outra “filha-neta” examinada, de 8 anos, teria dito à polícia que sofreu abuso sexual, mas o laudo não revelou lesões no corpo dela.

Original em: http://g1.globo.com/

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Análise grafotécnica indica que bilhetes suicidas foram escrito pela adolescente

Laudo é divulgado, mas não é conclusivo sobre a causa da morte da menina de Cafelândia; para delegado do caso, ela se matou

Análise grafotécnica de bilhetes deixados por Larissa Kondo, adolescente de Cafelândia de 15 anos que morreu após apanhar dos pais, confirmaram que a letra é mesmo da menina. A ifnformação foi passada ao BOM DIA pelo delegado Adílson Carlos Vicentini Batanero, titular da delegacia de Cafelândia e que acompanha o caso.

Nestes bilhetes, ela culpa o pai pelos problemas enfrentados por ela [ele era muito severo em relação aos namoros da garota], perdoa a mãe, além de dizer adeus à alguns amigos.

“Para mim, foi suicídio”, disse o delegado ao BOM DIA.

Laudo
Saiu nesta quarta-feira o laudo que indicaria a causa da morte de Larissa Kondo.

Segundo o delegado Adílson Carlos Vicentini Batanero, o laudo não traz informações conclusivas. O IML de Bauru não enviou amostra do estomâgo de Larissa, tornando impossível comprovar se ela ingeriu algum tipo de veneno ou substância que a teria levado a morte.

O caso
Larissa Rafaela Kondo de Lima morreu no dia 24 de novembro. No dia da morte o pai da menina José Carlos de Lima, 42, foi preso por lesão corporal seguida de morte, mas foi liberado em seguida.

No dia 26 de novembro, a promotora Vivien Félix Bueno de Góis, pediu a justiça que a mãe de Larissa Márcia Kondo de Lima, 38 anos, também respondesse pela morte da menina. No mesmo dia, a justiça acatou outro pedido do Ministério Público que o caso fosse investigado como homicídio doloso e não como lesão corporal seguida de morte, como ententeu a Polícia Civil.

Pai e mãe de Larissa Kondo seguem em liberdade.

O Ministério Público informou que aguarda os autos do inquérito para decidir sobre possíveis ações. O MP informou ainda que não tem conhecimento do laudo.

Kelli Franco
Agência BOM DIA

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A Polícia, o Estado e a ordem pública.

A polícia está dentre todas as instituições públicas como a mais exigida, a mais observada pela população. A questão de ser o policial o real protetor do povo e da ordem pública, o guardião das leis penais, faz com que a comunidade acompanhe todos os seus passos e lhe cobre sempre e efetivamente, além do destemor, ações condignas e leais provindas dos seus atos.

É bom frisar que quando os agentes encarregados de manter a lei e a ordem descambam para a arbitrariedade e para o comportamento desregrado, instalam inconscientemente o risco de instabilidade do Estado, periclitando suas instituições.

Assim, se alguma margem de desvio no universo formal   compromete a normalidade da rotina de funcionamento do Estado, os contextos  de grave disparidade entre desempenho ideal e real das polícias podem alcançar efeitos devastadores de controle na dinâmica de legitimação da ordem pública.

Todos podem observar que o trabalho do policial é árduo, perigoso, estressante e ineficiente financeiramente, por isso, exige prudência, perseverança, amor a profissão e capacidade de concentração aguçada com equilíbrio e razoabilidade nos seus atos para que não ocorram os irreparáveis deslizes.

As ações e os atos vergonhosos e criminosos praticados por aquele cidadão que se acha e se diz policia, mas que na verdade é falso policial, bandido disfarçado de polícia, travestido de polícia, além de abrir chagas no seio da instituição policial é, sem sombras de dúvidas, o mais sério e grave problema existente no âmbito interno da nossa segurança pública.

Em verdade o travestido de polícia está na força pública para extorquir, roubar, matar, prevaricar e sempre se proteger atrás do seu distintivo, fazendo dos bons o seu escudo e dividindo com os honestos as críticas pelos seus atos insanos.

Antes de ferir o patrimônio público ou particular, a corrupção policial degrada os seus valores íntimos, desvirtua a sua nobre missão, relativiza o costume e a cultura da sua própria moral e o pior, torna negativo o conceito público da nossa instituição que sempre generaliza e põe todos os policiais na mesma vala até mesmo como se fossemos componentes do submundo da sociedade.

Assim, o bom policial, o digno e leal policial, aquele que veste a camisa da polícia, aquele que verdadeiramente se veste completo de polícia e disso tem orgulho, paga perante o conceito depreciativo do nosso povo, pelos atos insanos do falso policial, pelos atos criminosos do travestido de polícia.

É preciso pois, acabar com essa situação para expurgar  constantemente e sempre o incomodo falso policial do nosso meio, entretanto, para que a depuração e a autodepuração sejam trilhadas fortemente, é necessário principalmente, que se reformem as leis administrativas e penais em desfavor desses infratores, transformando os seus respectivos procedimentos em atos mais ágeis e menos burocráticos, aplicando-se punições rápidas e justas quando das suas culpabilidades, sem esquecer que os bons policiais também devem mirar as suas próprias fileiras, expondo e ajudando a purgar as feridas causadas pelo travestido de polícia.

Noutro ponto crucial que atinge em cheio o verdadeiro policial, assistimos de uma maneira ampla os nossos salários sendo sucateados e achatados em quase todos os Estados da nação, enquanto a corrupção dos travestidos de polícia continua tendo esta razão como causa principal dos seus insanos atos.

Assistimos igualmente ao longo dos tempos os nossos leais e bravos policiais sempre desvalorizados e humilhados pelo poder público, até mesmo tendo que residir com as suas famílias no mesmo ambiente dos fortes traficantes de drogas ou bandidos outros que comandam as diversas áreas periféricas das cidades.

A PEC 300  que busca dentre outros o piso salarial nacional, um salário digno para a polícia se arrasta a passos de bicho-preguiça, sempre procrastinada, sem solução adequada ou aprovação no Congresso  e até com proposta de inviabilização ou mesmo implosão de vez pelos mesmos deputados federais que recentemente, mesmo a contragosto da população, em velocidade de  guepardo aumentaram estupidamente os seus próprios salários, é o exemplo vivo de que o poder público parece pretender continuar com uma polícia fraca, desvalorizada, desmotivada, desacreditada, submissa, esvaziada, humilhada, falida e até corrupta.

Repensar esses conceitos é dever do Estado para resgatar a real razão do que vem a ser polícia na pura expressão da palavra para propor o verdadeiro bem estar da coletividade que clama por uma melhor segurança pública, uma segurança pública de excelência que só pode ser alcançada com uma forte e decente polícia.

Caso contrário, mobilizações nacionais serão inevitáveis trazendo o próprio mal estar para a nação brasileira que já está saturada de tanta violência e aumento de criminalidade em todo canto do país.

 

Autor: Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) – archimedesmarques@infonet.com.brarchimedes-marques@bol.com.brarchimedesmelo@bol.com.br

Recebido por email.

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