Governo investe em prédio do Instituto de Criminalística

O Governo do Piauí investiu cerca de R$ 2,8 milhões para construção da nova sede do Instituto de Criminalística da Polícia Civil e as novas instalações do Instituto Médico Legal (IML). Os órgãos funcionarão em prédio anexo à Academia de Policia, no bairro Saci, zona Sul de Teresina.

“Estamos com licitação para comprar materiais de escritório e de informática para os espaços. As obras estão em fase de acabamento e, em breve, a transferência será realizada”, informa a coordenadora do Instituto de Criminalística, Maria dos Remédios.

As instalações garantirão mais conforto para os funcionários e auxiliarão na prática dos serviços realizados pelas repartições. Setores, que antes se amontoavam nas mesmas salas, passarão a ter estrutura específica.

“Nossa função é de tamanha importância. Trabalhamos com a formação de provas periciais, em casos de crimes, que são utilizadas como instrumento de inquéritos policiais. Por isso, precisamos de estrutura condizente e adequada a essa tarefa”, analisa Maria dos Remédios.

Original em: http://www.vooz.com.br

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Delegado responsabiliza enfermeira por aplicar vaselina em criança que morreu em SP

Ela foi indiciada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) por ter aplicado o líquido errado


O delegado José Carvalho Pinto, do 73° Distrito Policial, no Jaçanã, na zona norte de São Paulo, afirmou nesta segunda-feira que a auxiliar de enfermgem Kátia Aragaki não foi induzida ao erro. Ela foi indiciada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) por ter aplicado vaselina em uma criança de 12 anos.

— Existem protocolos para que não ocorra um erro. Ela não seguiu os protocolos. Não foi induzida ao erro, o erro foi dela — disse Pinto.
Durante seu depoimento na quinta-feira, Aragaki confessou ter aplicado vaselina líquida, ao invés de soro fisiológico, na veia de Stephanie dos Santos Teixeira, que morreu no Hospital São Luís Gonzaga no dia 4 de dezembro. Ela havia dito que foi induzida ao erro, não somente porque os frascos eram iguais, mas também porque não é comum haver vaselina líquida naquele setor do hospital.
O delegado visitou o Hospital São Luís Gonzaga na semana passada para verificar como são armazenados os frascos com medicação. Segundo ele, todos os frascos tem identificação.
— Os frascos são parecidos, mas tem o rótulo informando o que cada um contém.
Pinto afirmou que Aragaki é a única indiciada e o inquérito será finalizado assim que chegarem os dois laudos do Instituto de Criminalística (IC), uma perícia dos frascos e um laudo necroscópico. Segundo o delegado, os laudos devem ser finalizados em 15 dias.

Original em: http://www.clicrbs.com.br

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Mosca ajuda peritos a desvendar crimes

Ovos determinam hora e até o local do assassinato

Certos tipos de mosca podem ajudar peritos criminalistas a descobrirem como, quando e de que forma alguém foi assassinado. Conhecida popularmente por varejeira, a mosca Chrysomia albiceps sempre é encontrada em cadáveres. Como ela, certos tipos de insetos são atraídos por material em decomposição, característica que vem sendo usada como recurso na criminalística nos Estados Unidos e em vários países europeus – onde há bancos de dados bastante completos.

Aqui no Brasil, a pesquisadora Janyra Oliveira da Costa, do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), vem montando, desde 2005, um banco de dados de entomologia (estudo dos insetos) forense, que reúne vários tipos de análise para comparação. O objetivo dela é desenvolver um projeto parecido com o que há lá fora.

Original em: http://www.jb.com.br

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Levantamento do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal aponta uma supervalorização nos valores mínimos em licitações oficiais pelo país. Segundo a PF, a chamada referência oficial de preço usada para fazer os orçamentos das construções públicas permite que as empreiteiras cobrem do poder público quantias até 25% maiores do que o valor real. Os peritos concluíram que isso ocorre porque o valor inicial não considera os preços baixos nem os descontos que as empreiteiras obtêm nas compras de materiais em quantidade.

Nessa conta (sobrepreço de 25%) não estão casos de desvio de dinheiro, mas foram eles que motivaram a realização dos estudos. Os técnicos dizem ter descoberto notas fiscais que mostraram o custo real de serviços ou mesmo de obras inteiras inferiores ao preço de referência oficial.

A PF analisou 554 compras de materiais de construção feitas pelo poder público em 2009. Os estudos indicaram que os gastos em grandes obras poderiam ter sido feitos a preços 25% menores.

Para a PF, ignorar essas condições contraria até a lógica do consumidor comum: a de comprar em maior quantidade por um preço menor.

Em só uma das grandes obras de infraestrutura investigadas a quantia correspondente à margem oculta chegou a R$ 35 milhões –valor equivalente a pouco mais de 10% do valor da obra, contratada por R$ 300 milhões.

Segundo um dos trabalhos, “essa margem oculta pode ser uma das fontes de financiamento de organizações criminosas, tendo em vista que a PF já demonstrou a existência de corrupção” mesmo em obras com padrões oficiais.

A definição do preço de referência tem como base uma pesquisa mensal de preços apurados pelo IBGE. O problema, segundo os peritos, é que a fixação dos valores mínimos das concorrências públicas é feito com base em preços médios, e não nos mais baixos.

Os levantamentos não citam as obras nem as empresas investigadas. De acordo com a Polícia Federal, a divulgação poderia atrapalhar as apurações.

Original em: http://www.agora.uol.com.br

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