Crack vendido no sul de Minas tem até veneno de rato

Uma análise feita por peritos do Instituto de Criminalística revelou que o crack vendido no Sul de Minas contem substâncias como veneno de rato, água de bateria, remédio parara emagrecer e até produtos usados na fabricação de pão de queijo. Em alguns casos foram encontrados também produtos como sabão em pó e fermento ácido bórico. As misturas são tão frequentes que há pedras de crack que chegam a ficar coloridas. O Instituto de Criminalística realiza os exames nas substâncias apreendidas para certificar-se se são ilícitas ou não. De acordo com os peritos, algumas amostras apresentaram 60% da droga e o restante de materiais que foram misturados a droga. Alguns produtos “nem são identificados”. Os traficantes acrescentam outros materiais para aumentar a quantidade da droga e, consequentemente, os lucros. No submundo do tráfico, a medida é conhecida como “batizado”. “A mistura desenfreada de substâncias químicas torna o entorpecente vendido ao usuário cada vez mais nocivo a saúde”, informaram os peritos do instituto.

Cidade Polo

Alfenas tem sido uma das cidades que mais dissemina drogas na região. São constantes as apreensões de crack e a prisão de suspeitos de tráfico que vem até a cidade buscar os entorpecentes. 

Segundo fontes policias, a maior parte da droga que vem para Alfenas chega de Ribeirão Preto (SP). “Os manos de Ribeirão”, como são conhecidos no mundo do crime os traficantes daquela cidade paulista, seriam ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) com “células” em Alfenas. “Células” são pequenos núcleos ou representantes da facção criminosa.

Original em: http://www.correiodoslagos.com.br

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Pistolas usadas no confronto entre policiais são encaminhadas para Brasília

As pistolas utilizadas no confronto entre policiais civis e federais, na última quarta-feira, no Curado, foram encaminhadas, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. Também seguiu o exame residuográfico realizado nos policiais e que pode identificar quais deles atiraram durante o tiroteio, que terminou com a morte do policial federal Jorge Washington Cavalcanti de Albuquerque. 

O delegado da Polícia Civil Marcelo Ferraz e um agente, que participaram do tiroteio e ainda não prestaram depoimento, deveriam ter sido ouvidos hoje, na Polícia Federal, mas o procedimento foi adiado. Renato Cintra, delegado federal responsável pelo caso, preferiu aproveitar o dia para conversar com os peritos.
Após o depoimento dos dois, Cintra deve aguardar apenas o resultado das perícias para concluir o inquérito. De acordo com o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro, as ouvidas serão realizadas ainda esta semana.

Em relação ao motobói que passava no momento da troca de tiros e chegou a ser levado à delegacia pela Polícia Militar como possível suspeito, Santoro afirmou que não será necessária a ouvida dele. Isso porque, as declarações do motobói dadas ao Jornal do Commercio, segundo o assessor, já haviam sido confirmadas pelos policiais.

Na tarde de hoje, o agente federal Silvio Romero Moury Fernandes dos Santos, ferido no tiroteio, recebeu alta do Hospital Alfa, em Boa Viagem, onde estava internado desde a quarta-feira.

Moury Fernandes foi baleado no abdome durante o confronto com agentes da Polícia Civil, na BR-232, no Curado. Ele já prestou depoimento e vai continuar se recuperando do ferimento em casa.

Ao ser ouvido, o sobrevivente afirmou que os policiais civis teriam atirado primeiro. Já os agentes da Polícia Civil ouvidos dizem que os federais desceram do carro atirando.

O confronto aconteceu quando equipes das duas polícias estavam atrás do mesmo alvo: um traficante que levava um carregamento de pasta-base de cocaína. Os federais já estavam com o traficante e tentavam prender o receptador da droga. Já os civis faziam campana na BR-232, local da entrega do entorpecente.

Original em: http://jc.uol.com.br

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SP: secretário mantém chefes das polícias Militar e Científica

O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, anunciou nesta segunda-feira que o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo, e o superintendente da Polícia Técnico-Científica, Celso Perioli, permanecerão nos cargo no governo de Geraldo Alckmin.

O coronel Álvaro Camilo, 49 anos, comanda a PM há um ano e nove meses. Na corporação desde 1979, Camilo já atuou na análise de estatísticas criminais e planejamento da secretaria de Segurança Pública, na assessoria do Comando Geral e no Comando de Policiamento de Área Metropolitano 1.

Já o perito criminal Celso Perioli, 58 anos, começou sua carreira na polícia em 1975 e comanda a Polícia Técnico-Científica desde sua criação, em 1998. Ele também foi nomeado para o Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), no biênio 2010-2012, para presidir o Conselho de Dirigentes dos Órgãos Periciais do Brasil.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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AL: incêndio em galpão de donativos foi criminoso, diz laudo

Um relatório do Instituto de Criminalística (IC), divulgado no início da noite desta segunda-feira, aponta que o incêndio em um galpão de donativos para as vítimas das enchentes em Alagoas foi criminoso e provocado por uma pessoa que possivelmente foi flagrada por câmeras de segurança de uma empresa próxima ao galpão, localizado no bairro de Jaraguá, em Maceió.
“Esta pessoa possivelmente provocou o incêndio. Ela passava próximo ao galpão, quando as câmeras registraram a sua presença. Ainda não sabemos o que foi usado para provocar as chamas”, disse o diretor do IC, Severino Lira. O suspeito ainda não foi identificado.
Segundo o chefe de operações do 2º Distrito Policial, Denilson Ferro, não há dúvidas de que o incêndio foi criminoso. “Ainda não temos, porém, os suspeitos desta ação”, disse Ferro.
O incêndio no galpão de donativos aconteceu no dia 28 de dezembro e destruiu 20 t de donativos, além de barracas que serviriam para abrigar famílias que perderam as suas casas.

 

ODILON RIOS
Original em: http://noticias.terra.com.br

 

 

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