Instituto de Criminalística de SP investe em forense

Aquisição de 32 kits aumentará capacidade de análise na capital e levará tecnologia para interior e Grande SP

A polícia paulista está mais bem equipada para avaliar crimes eletrônicos. Nesta quarta-feira (09/02), peritos do Instituto de Criminalística da Superintendência da Polícia Técnico-Científica de São Paulo receberam 32 kits contendo hardware e software de computação forense.

Entre compra das ferramentas, treinamento e suporte para três anos, a corporação investirá R$ 3 milhões. O processo de aquisição ocorreu por meio de licitação, vencida pela TechBiz Forense Digital, que fornece para outras corporações, como o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Foram adquiridos os softwares EnCase (que pode conduzir, sozinho, investigações em discos locais ou via rede em máquinas ligadas), FTK (analisa registros, decodifica arquivos, recupera senhas de arquivos criptografados, entre outros) e o Gargoyle Investigator (faz busca em programas mal-intencionados e fornece pistas sobre as atividades, motivos e propósitos de softwares suspeitos. Abrevia o tempo da investigação e fornece laudos periciais criminalísticos detalhados) e o hardware FRED (plataforma modular para aquisição forense em alta velocidade de discos IDE, SATA e SCSI).

A grande expectativa com essa aquisição está relacionada ao seu uso em cidades do interior e Grande São Paulo. Como explica Sérgio Kobayashi, diretor de perícia de informática do instituto, peritos da capital já vinham usando o EnCase, em sua versão anterior, há mais ou menos quatro anos. As demais ferramentas eram substituídas por versões livres baixadas da web. Então, a computação forense não é uma novidade para eles.

“Com a aquisição, melhorará a qualidade da análise e reduzirá o tempo”, pontua Kobayashi. O diretor afirmou que, atualmente, apenas a capital tem entre 300 e 400 casos para avaliar por mês, correspondendo a 70% do total no Estado. Com as novas máquinas e a expansão para outras localidades, a tendência é que a demanda aumente. “As autoridades passarão a pedir. A filosofia da operação mudará. Policiais, promotores e outras autoridades não entendem muito de tecnologia e não sabem o que pedir, ao mostrarmos as possibilidades, acreditamos que as requisições mudarão.”

Até esta quarta-feira, os casos do interior e da região metropolitana de São Paulo não eram avaliados com essas ferramentas, até pelo número pequeno de licenças que os peritos da capital tinham (apenas quatro). Assim, Kobayashi acredita que até a divisão de 70% dos casos na capital e 30% no interior e Grande São Paulo pode ser alterada. Com a disponibilidade das ferramentas, os juristas podem passar a demandarem tais análises, trazendo à tona uma estatística, então, desconhecida.

Original em: http://www.itweb.com.br/

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Incêndio destroi parte de casa e de frigorífico em Camaragibe

De acordo com a polícia, o fogo começou no estabelecimento comercial, que funciona embaixo da casa

Um incêndio destruiu parte de uma casa e do frigorífico Frango Dourado, na madrugada desta quarta-feira (09). O mercado de carne fica na avenida Belmino Correia, uma das principais do bairro de Alberto Maia, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife.

De acordo com os bombeiros, o chamado para atender a ocorrência foi feito por volta de meia-noite, por Alexsandra Medeiros, dona da casa que fica em cima do estabelecimento comercial. O fogo começou no térreo e se espalhou pelos dois andares da construção.

Os bombeiros informaram também que uma criança inalou fumaça, mas sem gravidade, e foi liberada ainda no local. Foram registrados somente danos materiais e ninguém ficou ferido.

Peritos do Instituto de Criminalística e da Defesa Civil de Pernambuco devem vistoriar o prédio nesta manhã.

Original em: http://www.jornalfloripa.com.br/

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Bombeiros prosseguem trabalhos de rescaldo na Cidade do Samba

Laudo com causas do incêndio deve ficar pronto em duas semanas

RIO – Os bombeiros prosseguem os trabalhos de rescaldo na Cidade do Samba, na Zona Portuária do Rio, onde ocorreu o incêndio que atingiu os barracões da União da Ilha, Grande Rio e Portela, na manhã de segunda-feira. Ainda há fumaça nos galpões destruídos. Dois peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli foram ontem ao local para fazer o laudo com as causas do incêndio, que deverá ficar pronto em duas semanas.

As três escolas que sofreram perdas por causa do incêndio não serão julgadas durante os desfiles este ano, e nenhuma escola do grupo especial será rebaixada. As medidas foram decididas durante reunião ocorrida no início da noite entre os presidentes das 12 escolas de samba do grupo especial, que compõem a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), no Rio.

Portela, Grande Rio e União da Ilha do Governador tiveram seus barracões destruídos, assim como a própria Liesa, que mantinha um galpão na Cidade do Samba.Também foi decidido que haverá uma alteração no cronograma dos desfiles.

A Portela, que desfilaria na segunda-feira, vai desfilar no domingo, enquanto a Mocidade Independente de Padre Miguel passa a desfilar na segunda-feira. A escola vencedora do grupo de acesso em 2011 deve subir automaticamente para o grupo especial em 2012, que, desse modo, contará com 13 escolas. Duas delas serão rebaixadas para o grupo de acesso, fazendo com que a quantidade de agremiações volte a ser de 12, em 2013.

Após a reunião, os presidentes das agremiações foram ao encontro do prefeito do Rio, Eduardo Paes, que ratificou as decisões da Liesa e garantiu que as três escolas que tiveram seus barracões queimados irão desfilar.

“A cena mais emocionante desse Carnaval vai ser quando essas três escolas afetadas desfilarem”, afirmou o prefeito. “Eu quero tranquilizar os turistas que o Rio de Janeiro vai fazer um grande Carnaval”, afirmou Eduardo Paes.

Quanto aos ingressos, eles não poderão ser trocados, mas haverá devolução do dinheiro. “Eu não teria, neste momento, como dar nenhum suporte aos torcedores. Como todos os ingressos já estão esgotados, o que podemos fazer é a devolução do dinheiro dos ingressos”, afirmou o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira.

De acordo com Castanheira, haverá um remanejamento dos barracões na Cidade do Samba. A União da Ilha cedeu o barracão 7 para a Grande Rio. A Portela foi para a tenda central e a União da Ilha ficou com uma estrutura de aproximadamente 80 m² em frente ao complexo.

Ele acrescentou que todos os eventos que aconteceriam este mês na Cidade do Samba foram cancelados. “Todo o espaço ali agora usaremos em prol das escolas afetadas”, disse.

Além do prefeito do Rio e do presidente da Liesa, participaram desta reunião os presidentes das escolas de samba mais afetadas pelo incêndio: Helinho de Oliveira, da Grande Rio; Ney Filardes, da União da Ilha e Nilo Figueiredo, da Portela.

Original em: http://www.jb.com.br

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Polícia Civil faz perícia para identificar causa do incêndio na Cidade do Samba

RIO DE JANEIRO – O delegado titular da 4ª DP (Praça da República), Daniel Mayr da Costa, que está à frente da investigação do incêndio na Cidade do Samba afirmou que tudo indica que o fogo não foi intencional.
Técnicos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) estão no local há cerca de uma hora e meia fazendo os trabalhos de perícia.
“Não tivemos qualquer informação, indício ou denúncia que indicasse incêndio criminoso – disse o delegado. Para ele, o importante agora é aguardar o laudo pericial do ICCE, que será determinante para saber o que provocou o incêndio”.

O tenente-coronel Alexandre Rocha, relações públicas do Corpo de Bombeiros do Rio, afirmou que o incêndio na Cidade do Samba, no bairro da Gamboa, Zona Portuária da cidade, já está controlado. Agora, os bombeiros seguem com o trabalho de rescaldo para identificar e debelar qualquer foco de incêndio no interior dos galpões.
Oitenta homens e 20 viaturas do Quartel Central do Corpo de Bombeiros (CBMERJ) e de outros seis quartéis que estão dando apoio continuam no local desde a manhã desta segunda-feira (7/2), quando três barracões das escolas de samba – Portela, Grande Rio e União da Ilha – foram atingidos pelas chamas.
Uma única vítima do incêndio que inalou fumaça no interior da Cidade do Samba foi atendida em uma ambulância por médicos do Corpo de Bombeiros, mas logo dispensado.
O Corpo de Bombeiros concluiu no inicio desta tarde o trabalho de rescaldo repassando o local à Defesa Civil do Município do Rio. Depois de avaliar a estrutura do edifício, o ICCE pôde dar início à perícia criminal para apontar as causas do incêndio.

Original em: http://www.oreporter.com

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Alagoas desenvolve projeto para Complexo de Perícias Forenses

Instituto Médico Legal, primeiro edifício do conjunto a ser construído, terá blocos independentes com uso de cobogós e jardins internos

Edifício terá somente dois acessos: um público e um para funcionários

O Instituto Médico Legal de Alagoas (IML-AL) já tem projeto para sua nova sede. O edifício fará parte do Complexo de Perícias Forenses (CPFor), juntamente com o Instituto de Criminalística e o novo Instituto de Identificação, que serão instalados em terreno de 31 mil m² na região do Tabuleiro do Martins, próximo ao Distrito Industrial de Maceió. O conjunto terá 4,3 mil m² de área construída.

O projeto já foi encaminhado à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) e agora aguarda o processo licitatório que, segundo a Secretaria de Estado da Defesa Social de Alagoas, deve acontecer em cerca de dois meses. A estimativa é que a obra custe R$ 4 milhões.

De acordo com o arquiteto Roberto Canavarro, do Serviço de Engenharia do Estado de Alagoas (Serveal), o edifício do IML terá uma característica mais “brasileira”, com o uso de grandes beirais e cobogós na fachada.

O edifício do IML contará somente com dois acessos: um público e outro para funcionários. As atividades serão distribuídas em blocos independentes, que abrigarão biblioteca, um pavilhão formado por cinco laboratórios, sala jurídica, templo ecumênico, sala de imprensa, cartório e um auditório de 60 lugares, além de um espaço exclusivo para o ministério público.

Blocos independentes formam complexo do IML

Como o projeto também requer a construção de uma área sigilosa, sem que seja possível a visualização externa do que acontece no edifício, grandes pátios e jardins internos deverão compensar a sensação de desconforto causada pelo fechamento do edifício.

O prédio será construído em concreto armado, com cobertura de telhas sanduíche. Segundo Canavarro, ainda são necessários estudos para decidir quais materiais serão utilizados em algumas áreas de laboratórios e de conservação de evidências, como, por exemplo, a central de custódia, que será construída no subsolo do edifício.

A construção vai substituir o IML-AL, que já está obsoleto em relação aos IMLs do resto do país. Segundo Canavarro, antes de ser feito o projeto do complexo foram visitados os IMLs de Recife, Fortaleza e do Rio de Janeiro. Também foram realizadas coletas de informações em Macapá e Goiânia. Ainda deverá ser realizado um estudo de impacto ambiental, levando em conta a questão da exaustão de gases e a destinação dos dejetos.

 

Original em: http://www.piniweb.com.br

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MPE ajuíza ação para Governo do Estado construir sede do Instituto de Criminalística

A precariedade das instalações do Instituto de Criminalística do Estado motivou o Ministério Público de Roraima a ajuizar ação civil pública com antecipação de tutela contra o governo pedindo a construção de uma sede própria com laboratório específico em que se possam fazer todos os exames periciais.

Conforme a ação, proposta pelas Promotorias do Patrimônio Público e Criminal, o Estado não dispõe de estrutura física, equipamentos para realizar exames em substâncias entorpecentes, viaturas para atender as demandas de exames periciais e peritos para fazer o trabalho em tempo hábil.

Em 2008, foi firmado convênio entre o Governo de Roraima e o Instituto Nacional de Criminalística (INC) em Brasília com a finalidade de sanar o problema, mas foi interrompido no ano seguinte com a expiração do prazo do acordo.

Como medida paliativa, o Estado renovou convênio com o INC, que garantia apenas a utilização de seu espaço e equipamentos. A manobra, exigia o envio periódico de um perito transportando as amostras para Brasília a fim de realizar os exames.

Conforme explicou o promotor de Justiça da 3ª Criminal, Anedilson Nunes, a ausência do funcionamento do Instituto de Criminalística do Estado gera dano social sem precedentes, tendo em vista que provas periciais como o exame de corpo de delito, por exemplo, são fundamentais para a constituição de materialidade e autoria dos crimes.

“A parte criminal só funciona a contento com prova material e perícia. Uma vez comprometidas as perícias, todo o trabalho que começou lá na polícia e que deveria chegar a uma prestação jurisdicional com a condenação dos criminosos, deixa a desejar”, observou Anedilson, ao acrescentar que a falha “na maioria das vezes, chega a absolver o acusado por falta de materialidade”

Em Roraima, segundo o promotor, o problema é recorrente. “Principalmente com relação a tóxico. Os materiais são enviados a Brasília para fazer o exame de constatação e saber se a matéria é ou não droga. Isso compromete sensivelmente o trabalho do Judiciário, do MP e a da própria polícia”, disse referindo-se a demora em realizar a perícia.

Relatório feito pela direção do Instituto de Criminalística de Roraima, em 2009, informava que as condições do alojamento dos plantonistas eram precárias e as obras inacabadas fragilizavam a segurança do local. Também foi relatado que apenas quatro veículos eram utilizados para atender a demanda da capital e do interior do Estado, revelando a total falta de estrutura para realizar os procedimentos exigidos por um órgão de perícia.

Diante do fato, o Ministério Público de Roraima ajuizou ação civil pública com antecipação de tutela pedindo à Justiça condenação do Estado para que construa sede própria do Instituto de Criminalística. Deve ainda adquirir quatro veículos para atender a demanda de perícia no interior
além de realizar concurso público para contratação de novos peritos.

Pelo não cumprimento, o Ministério Público pede a condenação do Estado a pagar multa diária no valor de R$ 10 mil, conforme prazos previstos na ação civil pública.

Original em: http://www.bvnews.com.br

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Tecnologia ajuda no trabalho de investigação criminal da Polícia Civil

Muito além dos seriados de investigação que fazem sucesso na televisão, a Polícia Civil tem utilizado novas técnicas de apuração que auxiliam no trabalho e permitem, com maior exatidão, o esclarecimento de crimes. De acordo com o delegado titular da 93ª DP de Volta Redonda, Alexandre Leite, a parceria com o Instituto de Identificação Félix Pacheco (IFP) e o Instituto de Criminalística Carlos Éboni (ICCE) tem garantido bons resultados nas investigações.

Segundo Leite, a resolução do assassinato de Moacyr Cardoso Ferreira, de 30 anos, ocorrido em abril de 2008, foi possível após o trabalho o integrado entre a DP de Volta Redonda e o ICCE. Ele informou que o corpo foi encontrado com diversas perfurações provenientes de tiros, boiando no Rio Paraíba do Sul.

Conforme disse o delegado, o crime foi solucionado depois de que o policial atentou para alguns detalhes desconsiderados na época da investigação. Somado a isto foi solicitado um exame de balística.

Ele destacou que a utilização de recursos tecnológicos confere maior credibilidade às investigações, sendo a prova material uma ferramenta para que os resultados das apurações não sejam facilmente refutados pelos advogados dos acusados.

– Estes recursos tecnológicos são ferramentas importantes para a polícia na investigação, pois significam mais uma possibilidade de comprovação dos fatos. Se a apuração não for realizada de maneira minuciosa tem-se o risco de que o autor do crime seja absorvido. Desta forma, todo o trabalho feito será em vão – disse.

Segundo Leite, esses recursos técnicos são fundamentais para comprovar ou contradizer a fala de testemunhas ou o depoimento do próprio suspeito.

– Atualmente os inquéritos não são constituídos apenas de depoimentos testemunhais. O uso de tecnologias modernas ajuda a esclarecer e comprovar se o que está sendo dito é verdade – afirmou.

O delegado ressaltou que algumas pessoas questionam a demora para a resolução de alguns casos. Ele lembrou que diversos fatores interferem no desenvolvimento da investigação.

– Há casos em que a pessoa foi encontrada dias depois do ocorrido e sem que haja qualquer testemunha. Uma vez, por exemplo, recolhemos um corpo que estava boiando no Paraíba. Não havia quem tivesse testemunhado o crime e ninguém registrou o desaparecimento do indivíduo. Uma investigação dessa forma é mais difícil porque a polícia não tem nenhuma informação como ponto de partida – esclareceu.

Conforme explicou Leite, a comprovação de quem teria sido o responsável pelo assassinato de Moacyr foi possível após serem cruzados os dados do projétil encontrado na vítima com a arma do suspeito. Ele lembra que o recurso balístico já era usado pela polícia: o diferencial foram os novos equipamentos adquiridos – mais modernos -, que permitem maior precisão. Atualmente, o tempo de espera para que a delegacia receba o laudo do material enviado para o ICCE, no Rio de Janeiro, tem sido de até quatro meses, lembrando que o Instituto atende a todas os municípios do estado.

– A perícia realizada na capital fez uma comparação das ranhuras da raia da arma, uma espécie de digital do projétil. Os técnicos atiraram em uma superfície específica com a suposta arma do crime e fizeram no microscópio a superposição da imagem produzida com a encontrada no corpo. A comparação apontou que ambas as balas tiveram a mesma origem – explicou.

Outros recursos destacados pelo delegado foram o uso do luminol (substância que permite verificar se há sangue no local mesmo depois que o ambiente ou objeto tenha sido lavado) e o serviço móvel de papiloscopista, com policiais especializados em trabalhar com a identificação humana (como a verificação de impressão digital).

– Esses recursos permitem colocar o suspeito na cena do crime. Se a impressão encontrada tiver 13 pontos coincidentes com o suspeito, o fragmento digital já é considerado suficiente para identificação. Além dessas técnicas outros recursos também são utilizados, mas por questão de segurança preferimos não divulgar. O importante é que as pessoas saibam que estamos trabalhando da melhor maneira para elucidar os crimes ocorridos – finalizou Leite.

Talita Ribeiro – Volta Redonda

Original em: http://diariodovale.uol.com.br/

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Novas viaturas para o IC e PM

A central de perícias de Pernambuco viveu um dia atípico, na tarde de ontem. Na última semana sob a gestão de Roberto Nunes, o Instituto de Criminalística recebeu dez novas viaturas, provenientes de um investimento de R$ 1,5 milhões do governo do estado, inaugurou o laboratório de informática e a nova coordenação de plantão climatizada e com acesso à internet. Na ocasião, também foram entregues 18 viaturas para a Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (Ciosac), da Polícia Militar de Pernambuco.

As viaturas do IC serão descentralizadas. Duas serão enviadas para Petrolina, duas para Caruaru, uma para Salgueiro e das cinco que ficarão na capital, quatro serão usadas no plantão e uma será exclusiva para viagens e reprodução simulada (reconstituição de crimes). De acordo com o gestor do órgão, o número ainda não é o suficiente, mas encerra com chave de ouro o ciclo de ações de benfeitorias iniciadas no último ano. ´Para o interior, o que temos é suficiente, mas para a capital aindaprecisaríamos de mais duas. Mesmo assim, no momento está ótimo, e sabemos que quando houver a expansão das nossas unidades o instituto vai ser ainda mais beneficiado`, comemorou o Nunes. As S-10, com tração 4×4, também serão distribuídas regionalmente no Ciosac. As caminhonetes foram alugadas por três anos.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br/

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Perícia Criminal recebe equipamentos da Fibria

 

Funcionários da Perícia recebem equipamentos da Fibria

Funcionários da Perícia recebem equipamentos da Fibria

 

Representantes da empresa Fibria realizaram a doação de equipamentos para o setor de Perícia Criminal de Três Lagoas. A entrega dos materiais aconteceu na manhã de ontem, e contou com a presença dos representantes da empresa e funcionários do setor de Perícia.

 

A doação dos equipamentos aconteceu a pedido do responsável da Perícia Criminal de Três Lagoas, Milton Fúrio que, após identificar as necessidades dos materiais fez contato com representantes da empresa que doou quatro máquinas digitais, e dois GPS.

Segundo Miguel Cadine, coordenar da área de Silvicultura da Fibria, a empresa constatou que o setor de Perícia necessitava dos equipamentos. “Dentro das políticas de avaliação da empresa, realizamos a doação”, informou.

Para Fúrio, os equipamentos vêm contribuir para que os funcionários possam desenvolver um bom trabalho. “Estamos em fase de progresso. Temos recebido material humano, e agora equipamentos”, afirmou.

 

 

Original em: http://www.jptl.com.br

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Autor de homicídio doloso é preso na Depac na Capital

Foi autuado ontem, dia 30/01/2011, na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC – Piratininga), o Soldado da Polícia Militar PAULO CESAR LUCAS BATISTA, de 42 anos de idade, por crime de Homicídio Doloso (violência doméstica), tendo como vítima sua convivente LUCIANA CHAVES FARIAS, de 35 anos de idade.

Os fatos se deram na rua Naim Dibo, Bairro Coophavila II, nesta capital, por volta das 02h45 de domingo, 30/01/2011, quando, por razões a serem devidamente apuradas, Paulo, que estava em seu quarto, existente no local, cujo quintal comporta duas quitinetes e a casa principal que fica na frente do terreno, efetuou dois disparos de arma de fogo, pistola, calibre .40, arma carga da Polícia Militar, contra Luciana, que foi alvejada duas vezes e caiu ao solo, sendo socorrida por Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros, porém não resistiu aos ferimentos internos, vindo a óbito no interior da viatura de resgate e antes de dar entrada no nosocômio a qual estava sendo socorrida.

Equipe da Depac Piratininga compareceu ao local dos fatos e procedeu ao levantamento do local, na companhia da Perícia Criminal, arrecadando uma cápsula deflagrado de calibre .40 e, devido às divergências apresentadas pela versão de Paulo e o confirmado pelas perícias realizadas, o Delegado de Polícia deu voz de prisão a Paulo, que foi autuado em flagrante delito e encaminhado ao Presídio Militar Estadual.

Em face às novas dúvidas surgidas durante o interrogatório de Paulo, o delegado que presidiu o Auto de Prisão em Flagrante compareceu novamente ao local dos fatos e, juntamente com o Perito Criminal, procedeu a complementação pericial, vindo a ser verificado vestígios de que realmente ocorreram dois disparos de arma de fogo, contradizendo a informação de Paulo de que efetuara apenas um tiro. 

O caso continuará sendo investigado pela 6ª Delegacia de Polícia de Campo Grande (6ª DP CG).

Original em: http://www.msnoticias.com.br

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