Laudo confirma que acidente foi provocado por uma falha no freio de ônibus

Cálculo da perícia aponta que veículo atingiu uma velocidade de 94 km/h

O laudo conclusivo da perícia do Instituto Criminalística (IC) confirmou nesta sexta-feira (15) que acidente provocado por um ônibus desgovernado em Santa Bárbara D’Oeste foi provocado por uma falha no sistema. O acidente ocorreu no dia 15 de março e provocou a morte de duas pessoas, além de destruir a frente de um hotel.

Ao analisar todas as peças do veículo, os peritos concluíram que o acidente foi causado por um problema do sistema de freio do ônibus e pelos cálculos da perícia, o ônibus percorreu 1 km e 150 metros sem freio, chegando a uma velocidade de 94 km/h.

A divulgação do resultado do documento contribui para a finalização das investigações sobre o acidente para definir quais medidas serão tomadas em relação ao condutor, à Viação Barbarense (Viba) ou à prefeitura, já que há uma intervenção do município no transporte coletivo. De acordo com a Polícia Civil o laudo, de 63 páginas começou a ser analisado pelo delegado e deve ser concluído na segunda-feira (18).

Após o acidente, a Viba, responsável pelo transporte coletivo na cidade, está sendo investigada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e está sob intervenção da prefeitura.

Entenda o caso

Perícia

Desde o início de janeiro até o dia do acidente, dia 15 de março, foram feitos 29 pedidos de manutenção, sendo que nove mencionam problemas no freio.

As primeiras análises dos peritos já apontavam as falhas nas peças do sistema de freios do ônibus, que foram testadas em um laboratório de uma empresa particular.

O resultado da perícia mostra que a manutenção no ônibus acidentado feita pela Viação Barbarense (Viba) foi inadequada.

Papéis

Além de analisar as peças, os peritos do IC verificaram diversos papéis internos da empresa que reforçam a conclusão. Desde o início de janeiro até 15 de março, dia do acidente, foram emitidos, por diferentes motoristas, 29 ordens de serviço com pedidos de manutenção. Uma média de um pedido a cada dois dias e meio, sendo que nove pedidos mencionam problemas no freio. O último aviso foi feito uma hora antes do acidente. A queixa tinha sido registrada pelo mesmo motorista na véspera. No dia 11 de março, uma reclamação quanto ao freio consta um “ok”, feito pelo mecânico.

Para os peritos, isso mostra que o ônibus foi liberado pra rodar sem que as peças com defeito fossem trocadas. O mesmo ocorreu em outras ordens de serviço, como o do dia 26 de fevereiro, quando fica claro que o mecânico tinha conhecimento da situação precária da lona de freio na roda esquerda. De acordo com o perito chefe Edvaldo Messias, outros ônibus da empresa podem estar rodando sem condições mecânicas e vai solicitar para o delegado que todos os ônibus da empresa sejam vistoriados.

O acidente

No final da tarde do dia 15 de março, um ônibus desgovernado invadiu a Avenida Anhanguera e percorreu cerca de um quilômetro na contramão. No percurso, já seguido por uma viatura da polícia, atingiu três carros e uma moto. O condutor da moto, Rubens Ribeiro, de 56 anos, morreu no local. A outra vítima, o pastor Armando de Souza Gonzaga, de 67 anos, estava na calçada, ao lado de seu carro, aguardando um amigo que sairia do hotel, quando viu o ônibus. Ele tentou correr para a recepção, mas foi atingido, arrastado e parou debaixo do veículo. O pastor chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Original em: http://eptv.globo.com

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Projeto que autoriza doação de área para Politec será votado na próxima sessão

Outro projeto dispõe sobre a instalação de portas de segurança nas agências bancárias

Os vereadores da Câmara de Sorriso se reuniram hoje pela manhã (15) para discussão dos projetos que estarão na pauta da sessão ordinária de segunda-feira (18).

Dentre as matérias que estarão pautadas para apreciação do parlamento estão o projeto de lei nº 035/2011, para deliberação em regime de urgência, que autoriza a doação de imóvel do município para implantação em Sorriso da Politec – Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso.

Outro projeto de lei que deverá tramitar na sessão é o 034/2011, que dispõe sobre a instalação de portas de segurança nas agências bancárias, com o intuito de diminuir o significativo aumento dos índices de criminalidade do município.

Um projeto de decreto legislativo concedendo Título de Cidadão Sorrisense ao presidente da Associação Sorrisense de Atletismo, Marcos Flademir Vieira também será votado na próxima sessão. A honraria visa homenageá-lo pelo trabalho desempenhado no município em prol do atletismo.

Original em: http://www.expressomt.com.br

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ABML e SBPM promovem evento conjunto

Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas acontecerá em João Pessoa

Antônio Queiroz, presidente da ABML

A Associação Brasileira de Medicina Legal (ABML) e a Sociedade Brasileira de Perícias Médicas (SBPM) realizam, em junho próximo, na cidade de João Pessoa (PB), a 2ª Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas.

De acordo com o presidente da ABML, Antônio Batista de Queiroz, o evento reveste-se de grande importância para os profissionais de todos os ramos da Medicina Legal. Além da relevância dos temas que serão debatidos, está prevista na programação da jornada o aprofundamento das discussões com vista à fusão da ABML e SBPM, que deverá ser concretizada no próximo congresso, a ser realizado em 2012.

“É importante que haja a participação de todos os colegas, pois a ocasião marcará o coroamento de dois anos de discussões entre a ABML e a SBPM com a finalidade juntar a duas em uma só entidade”, reforçou Antônio Queiroz.

A 2ª Jornada de Medicina Legal e Perícias Médicas acontecerá nos dias 03 e 04 de junho, em João Pessoa (PB), em local a ser definido.

SOBRE A FUSÃO – A fusão ABML e SBPM foi aprovada pelas assembléias das duas categorias. No caso dos Médicos Legistas, a aprovação aconteceu por ocasião do XXI Congresso Brasileiro de Medicina Legal, realizado em Cuiabá (MT) em outubro do ano passado.

Os dirigentes de ambas as entidades são unânimes quanto à idéia de que a fusão proporcionará um avanço na atuação técnico-científica na área e um crescimento significativo no que diz respeito à representação dos membros.

 

Original em: Recebido por e-mail

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Polícia rastreia número raspado de revólver 38 e prende homem suspeito de vender arma para Wellington

Homem também confessou ter fornecido munições e carregadores para atirador

Policiais da Divisão de Homicídios prendem homem suspeito de vender revólver 38 para Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre em escola de Realengo

A identificação do homem que vendeu a segunda arma para Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, só foi possível por causa do minucioso trabalho de peritos do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), da Polícia Civil. Através de exame de metalografia, os policiais descobriram a numeração, mesmo estando raspada, do revolver 38 e, assim, chegaram ao proprietário.

Em depoimento na DH (Divisão de Homicídios), Manuel Freitas Louvise, de 57 anos, confessou que recebeu R$ 1.200 pela arma e que também vendeu para o atirador cerca de 60 munições e os carregadores.

Segundo denúncia oferecida pelo MP (Ministério Público) à Justiça, “a prisão preventiva do acusado faz-se necessária porque ele oferece risco a ordem pública uma vez que, mesmo sabendo dos riscos oferecidos por armas de fogo, cometeu o crime de vendê-la juntamente com carregadores e munição sem se preocupar com as consequências”.

Para a juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, que decretou a prisão preventiva de Manuel, ficou clara a periculosidade do homem porque ele se manteve calado e não procurou a polícia, apesar de ter tido conhecimento, através da imprensa, do massacre cometido por Wellington e de que policiais tentavam localizar o proprietário do revólver 38 usado pelo atirador.

Entenda o caso

Por volta das 8h de quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no colégio após ser reconhecido por uma professora e dizer que faria uma palestra (a escola completava 40 anos e realizava uma série de eventos comemorativos).

Armado com dois revólveres de calibres 32 e 38, ele invadiu duas salas e fez vários disparos contra estudantes que assistiam às aulas. Ao menos 12 morreram e outros 12 ficaram feridos, de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Saúde.

Duas adolescentes, uma delas ferida, conseguiram fugir e correram em busca de socorro. Na rua Piraquara, a 160 m da escola, elas foram amparadas por um bombeiro. O sargento Márcio Alexandre Alves, de 38 anos, lotado no BPRv (Batalhão de Polícia de Trânsito Rodoviário), seguiu rapidamente para a escola e atirou contra a barriga do criminoso, após ter a arma apontada para si. Ao cair na escada, o jovem se matou atirando contra a própria cabeça.

Com ele, havia uma carta em que anunciava que cometeria o suicídio. O ex-aluno fazia referência a questões de natureza religiosa, pedia para ser colocado em um lençol branco na hora do sepultamento, queria ser enterrado ao lado da sepultura da mãe e ainda pedia perdão a Deus.

Os corpos dos estudantes e do atirador foram levados para o IML (Instituto Médico Legal), no centro do Rio de Janeiro, para serem reconhecidos pelas famílias. Onze estudantes foram enterrados na sexta-feira (8) e uma foi cremada na manhã de sábado (9).

O corpo do atirador permanece no IML. Ele ficará no local por até 15 dias aguardando reconhecimento por parte de um familiar e liberação para enterro. Caso isso não ocorra, o homem pode ser enterrado como indigente a partir do dia 23 de abril.

Original em: http://noticias.r7.com

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Trabalho científico de perito e médico legista da Politec é tema de palestra em Congresso

Abrindo a programação do I Congresso Internacional – Violência, o Tráfico e as Mulheres, Enfrentamento e Desafios’, realizado pela Sejudh, uma das palestras do primeiro dia do evento foi ‘Mulas Humanas’- nome que se dá à pessoa usada por traficantes para transportar a droga ilegal no corpo.

O assunto virou tema de pesquisa realizada nos últimos cinco anos na fronteira Oeste de Mato Grosso, pelo perito oficial e médico legista da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Cáceres, Manoel Francisco Campos Neto.

Em sua palestra, o perito apresentou os fatores que motivaram a realizar a pesquisa, devido o aumento do número de pessoas levadas aos hospitais pela polícia, suspeitas de atuar como ‘mulas’.

Em sua apresentação Manoel fez um panorama geral sobre a história e o cultivo de diversas drogas utilizadas no Brasil e no mundo e suas consequências na vida da pessoa e dos seus familiares.

Na sua pesquisa, que resultou em um livro de sua autoria “Mulas Humanas”, suicidadas em potencial, que será lançado na última noite do Congresso, ele explica que atuar como mula é uma prática suicida. “Em média cada cápsula contém 15 gramas de cocaína e mede 10 centímetros, e a forma como esta droga é embalada para ingestão são diversas, podendo levar a óbito, por isso classifico como mulas humanas suicidas em potencial”, explica.

Na fronteira Brasil/Bolívia, 983 quilômetros dividem os dois países, sendo 720 deles de fronteira seca. São inúmeras as estradas chamadas ‘cabriteiras’, que passam de uma fazenda para a outra facilitando o tráfego clandestino. Com o passar do tempo, para dificultar a detecção das cápsulas, várias técnicas vêm sendo empregadas pelos traficantes.

No início da pesquisa, o médico constatou cápsulas feitas com material usado em mangueiras para água, depois em balões de aniversário e por fim em película usada em vidros de carros. Por isso, além da radiografia, os suspeitos passaram a fazer a tomografia, considerada infalível na detecção das cápsulas. “Essa prática começou na Colômbia, se alastrou pelo Peru, Bolívia, Paraguai e ganhou forças na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia”, conta o médico.

De acordo com os dados levantados em sua pesquisa o médico legista registrou do ano de 2005 à 2010, 101 mulas apreendidas na fronteira. Grande parte com cápsulas de cocaína ingeridas. Desses números, 60,80% são bolivianas que tentam entrar no Brasil com a droga e 39,20% são brasileiras. “A minha intenção nunca foi fazer um trabalho policial, e sim buscar informações na área científica sobre o assunto que é preocupante, e não adianta tentarmos combater as drogas na cidade se o maior problema está nas fronteiras. Por isso vim contribuir com este Congresso para que seja levado a carta de intenção e que possa mudar as leis de entorpecentes em nosso país”, disse.

O I Congresso Internacional sobre violência contra mulheres segue até o próximo sábado (16.04) no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento é uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), realizado por meio da Superintendência de Política para Mulheres.

Original em: http://www.24horasnews.com.br

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Tasso da Silveira: atirador de Realengo agiu ‘sempre sozinho’, diz delegado

O atirador do ataque à Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, agiu “sempre sozinho”. A afirmação foi dada nesta quinta-feira pelo delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, informando que já ouviu vizinhos de Wellington Menezes de Oliveira em Sepetiba e em Realengo, além de alunos que estudaram com ele.

Após uma análise de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que conseguiu levantar a númeração da arma, que estava raspada, a polícia chegou a Manoel de Freitas Louvise, suspeito de ter vendido o revólver calibre 38, de numeração raspada, para o atirador Wellington, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola.

O segurança Manoel de Freitas Louvise, de 57 anos, suspeito de e vender o revólver calibre 38 usado no massacre de Realengo, disse que vendeu o armamento pois pensou ser para segurança pessoal. “Se eu soubesse que ele iria fazer isso, eu mesmo tinha entregado ele à polícia”, disse o suspeito.

Armamento vendido em setembro do ano passado

O atirador Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola Tasso da Silveira, na Zona Oeste do Rio, pagou R$ 1.200 pela arma, cerca de 60 munições e mais os carregadores. 

O segurança foi preso nesta quinta-feira por agentes da Divisão de Homicídios, em casa, no bairro Jardim Ulisses, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Manoel de Freitas Louvise foi denunciado por porte ilegal de armas e acessório.

O suspeito, que trabalhava na mesma empresa de Wellington, disse que o atirador começou a aliciar o segurança para vender a arma. Segundo a polícia, a arma, a munição e os carregadores foram vendidos em setembro do ano passado.

A polícia chegou até o segurança graças a um exame de metalografia, para analisar a numeração raspada do armamento, feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. A arma estava registrada em nome dele, mas não tinha porte.

Original em: http://www.sidneyrezende.com

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Agente federal não atirou em confronto

O agente federal George Washington Cavalcanti, 57 anos, morto em um confronto com policiais civis no último dia 5 de janeiro, no Curado, Zona Oeste do Recife, não disparou o revólver calibre 38 que portava. De acordo com perícia realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília (DF), a arma foi disparada após a morte do agente federal. Essa será a principal evidência para que os civis envolvidos sejam indiciados por homicídio doloso e fraude processual.

Em seus depoimentos, os dois agentes da Polícia Civil que abordaram o táxi onde havia dois policiais federais contaram que só dispararam suas armas porque George Washington desceu do veículo atirando. Um dos policiais civis acertou um disparo no peito de Washington, ele caiu sobre o revólver e um intenso tiroteio foi iniciado com a chegada de outros agentes, federais e civis. No final, além da vítima, um segundo agente federal ficou ferido.

Segundo fontes extra-oficiais, a perícia demonstrou que a arma de George Washington apresentava sangue na parte externa, no tambor, mas não dentro do cano. “Ficou claro que ela foi disparada após ter sido atingida pelo sangue de Washington. Se ele atirou primeiro, isso nunca poderia ter ocorrido”, ressaltou, em reserva, uma fonte do JC.

Policiais civis e federais investigavam o mesmo alvo, um traficante de cocaína. O bandido foi preso pela PF no Terminal Integrado de Passageiros. Os agentes George Washington e Silvio Moury embarcaram em um táxi com o criminoso para tentar prender o receptador, mas foram confundidos com traficantes.

Após o tiroteio, os policiais civis recolheram a arma de Washington e devolveram horas depois com um tiro deflagrado.

“Esse exame só vem confirmar o que já sabíamos desde o começo. A cena do crime foi descaracterizada pelos policiais civis”, declarou o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Pernambuco, Marcelo Pires.

A assessoria de comunicação da PF informou que o inquérito só deve ser concluído no fim de abril e até lá não divulgará qualquer dado sobre a investigação.

Original em: http://ne10.uol.com.br

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Barba feita de atirador em vídeo desperta dúvidas sobre data da gravação

Polícia divulga novo vídeo em que assassino comenta plano e diz que imagens são de julho

Rio – A Polícia Civil divulgou ontem mais um vídeo gravado por Wellington Menezes de Oliveira, falando sobre o planejamento do massacre que resultou na morte de 12 adolescentes, no dia 7. Segundo a polícia, o HD (onde os dados do computador ficam armazenados) encontrado pelos agentes e periciado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) teria sido usado, pela última vez, em julho de 2010, o que indicaria que o assassino vinha tramando a matança, no mínimo, havia nove meses.

Na terça-feira, um vídeo que teria sido gravado no dia 5, ou seja, dois dias antes do crime, foi divulgado pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O diretor do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC), Sérgio Henriques, entretanto, foi categórico em afirmar que as primeiras imagens não foram encontradas pela polícia. “Sobre o primeiro vídeo, estamos tomando conhecimento ainda, porque não estava em nada que nós encontramos. Este segundo, sabemos que foi feito por uma câmera Kodak e que foi gravado no ano passado, já que o HD estava inutilizado desde então. Ele foi encontrado, inclusive, numa prateleira toda cheia de poeira”.

Wellington, na verdade, tentou apagar algumas informações deste computador. O ICCE, entretanto, usou um conjunto de software chamado Incase que recupera, inclusive, dados excluídos.

Neste vídeo divulgado ontem, Wellington dá um recado macabro: “A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou um idiota, se aproveita de minha bondade e me julga antecipadamente. São falsas e descobrirão quem sou da maneira mais radical”.

A informação de que o vídeo é de antes de julho de 2010, entretanto, intrigou funcionários do salão onde Wellington cortava o cabelo a cada 30 dias, em Realengo, mesmo após ter se mudado para a casa de Sepetiba. “Não tem como este vídeo ter sido feito no ano passado, porque a barba dele estava muito grande e só cortou agora, dias antes do ataque”, explicou uma cabeleireira.

De fato, essa diferença de tempo também vai de encontro ao depoimento do barbeiro de Wellington, M. à Divisão de Homicídios. Ele afirmou que ‘no último ano, Wellington passou a deixar a barba crescer, atingindo o comprimento até o peito’. O criminoso esteve no salão pela última vez no dia 31. Chegou de barba feita e ainda brincou com M.: “Fiquei mais novo?”.

Macabro

“A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou idiota, se aproveita de minha bondade, me julga antecipadamente. São falsas, desleais. Descobrirão quem sou da maneira mais radical. Uma ação que farei pelos meus semelhantes que são humilhados, agredidos, desrespeitados em vários locais, principalmente em escolas e colégios pelo fato de serem diferentes, de não fazerem parte do grupo dos infiéis, dos desleais, dos falsos, dos corruptos, dos maus. São humilhados por serem bons”.

WELLINGTON MENEZES, o Monstro de Realengo

Original em: http://odia.terra.com.br

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Pesquisa mostra como insetos da Amazônia podem ajudar na investigação de crimes

Entomologistas estão articulando com órgãos como Instituto de Criminalística e IML do Amazonas para atuar como consultores e ajudar nas investigações

O entomologisa José Albertino Rafael, cujo grupo de pesquisa desenvolveu pesquisa sobre ação de insetos em cadáveres (Ney Mendes)

Estudos em Entomologia Forense desenvolvidos no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) podem colocar Manaus no restrito grupo de cidades brasileiras onde os órgãos de perícia criminalística atuam em conjunto com cientistas. A Entomologia é a área da ciência que estudo os insetos.

A parceria vem sendo articulada entre o Inpa, por meio de três pesquisadores que estudaram a ação de insetos no processo de decomposição de cadáver, e órgãos como Instituto de Criminalística da Polícia Civil e Instituto Médico Legal (IML).

“Isso é relativamente novo no Brasil e Manaus é uma das poucas cidades onde se trabalha com essa possibilidade. Apenas Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal já trabalham com a utilização de insetos nas investigações forenses”, disse José Albertino Rafael, um dos pesquisadores do grupo, ao acritica.com.

De acordo com Rafal, a pesquisa desenvolvida no Inpa pretende fornecer dados para que sirvam de provas de processos judiciais.

“A gente quer dar um start no nível de pesquisa e de interação com os órgãos envolvidos. Por isso estamos articulando para realizar cursos e treinamento de peritos para que eles possam utilizar os insetos, que podem auxiliar na investigação e na solução de crimes, por meio dos indícios que eles deixam nos cadáver!, disse.

Além de José Albertino Rafael, participam do grupo de pesquisa os entomologistas Alexandre Ururahy Rodrigues e Ruth Menezes Kepler.

Experimentos

De acordo com informações repassadas pela assessoria de comunicação do Inpa, os estudos dos entomologistas continuam sendo realizados em insetos como moscas varejeiras da família dos califorídeos e besouros.

Os experimentos dos pesquisadores são realizados na Reserva Florestal Adolpho Ducke, utilizando porcos domésticos, já que a legislação brasileira não permite que experimentos forenses sejam feitos em cadáveres humanos.

Os porcos domésticos, segundo os pesquisadores, são parecidos com os humanos para o estudo de decomposição orgânica.

Os testes são feitos tanto no verão quanto no inverno amazônico, pois as condições climáticas influenciam na ação dos decompositores.

Cada dia da colonização do cadáver pelos insetos, representa um avanço na decomposição do animal e analisando as fases de desenvolvimento desses insetos, pode-se saber há quanto tempo o cadáver está em processo de decomposição.

Original em: http://acritica.uol.com.br

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Criminalística aponta falha humana em acidente em brinquedo da Expolondrina

O Instituto de Criminalística de Londrina apontou nesta terça-feira (13) falha humana como a causa de um acidente em um brinquedo instalado na 51ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, a ExpoLondrina 2011. Na madrugada de sexta-feira (8), uma adolescente de 16 anos teve fraturas na perna e no pé ao andar no brinquedo King Loop no parque de diversões da feira.

De acordo com responsável pelo laudo, o perito Luis Noboru, o laudo identificou a negligência dos operadores do brinquedo. Ele explicou que não foi encontrada nenhuma irregularidade no brinquedo. “Foram realizados testes diversos. Fizemos simulações de queda de energia, paradas de emergência e o equipamento está funcionando normalmente”, explicou.

Noboru disse que o operador não conferiu se os usuários do brinquedo estavam devidamente presos com a grade de proteção. “Antes de acionar o brinquedo tem que conferir. Isso é uma pratica comum. Se não houve essa verificação, há falha também no treinamento do pessoal”, declarou.

O Corpo de Bombeiros informou no dia do incidente que Bruna Almeida de Andrade teria posicionado a perna de maneira errada no brinquedo e bateu o membro em uma barra da ferro, enquanto o aparelho se movia.

A garota está internada no Hospital Universitário (HU) de Londrina desde a última sexta-feira (8). Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a jovem está bem e aguarda alta médica, o que deve ocorrer ainda nesta semana.

O brinquedo em que ocorreu o acidente permanece interditado. Os outros brinquedos do parque estão em funcionando normalmente.

Original em: http://londrina.odiario.com

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