Peritos vão tentar recuperar informações de computador de atirador

Wellington Oliveira queimou placa de computador que usava para dificultar acesso a informações pessoais

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) vão analisar a placa do computador que pertencia a Wellington Menezes de Oliveira – homem que atirou contra alunos da Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na zona oeste, na manhã dessa quinta-feira (8). No ataque, doze crianças morreram. Oliveira se matou após ser baleado por um policial militar.

A placa do computador que armazenava os últimos acessos à internet e downloads feitos pelo atirador foi encontrada por policiais da Divisão de Homicídios queimada, na casa de Oliveira, no bairro de Sepetiba, também na zona oeste. No local, os agentes também encontraram todos os eletrodomésticos quebrados.

O intuito da recuperação da placa é saber a motivação do crime e entender como Oliveira, que não tinha renda e estava desempregado, adquiriu as armas e as munições usadas no ataque.

Os policiais também procuram pistas sobre a origem dos dois revólveres usados. O de calibre .38 estava com a numeração raspada o que dificulta o rastreamento. Já o de calibre .32 os agentes conseguiram identificar o dono, que está morto. Na tarde de ontem, eles interrogaram o filho do dono da arma, que disse à polícia que o revólver havia sumido há 18 anos.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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Polícia vasculha em Sepetiba casa onde morava atirador da tragédia de Realengo

Restos de objetos queimados por Wellington, inclusive um HD / Foto: Márcia Foletto / O Globo

A casa onde morava Wellington Menezes de Oliveira – que invadiu de manhã a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, matando 11 estudantes – está sendo vasculhada pela polícia.

A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) estão no local. A casa fica na Rua José Fernandes, em Sepetiba, próxima a duas escolas da rede municipal.

Original em: http://extra.globo.com

 

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Tragédia em Realengo: Martha Rocha e peritos estão na casa de atirador

Rio – A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, policiais da Delegacia de Homicídios (DH) e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), foram, na tarde desta quinta-feira, à casa de Wellington Oliveira, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio. 

De acordo com a polícia, um cenário de caos foi encontrado na residência do atirador, com móveis quebrados e o disco rígido do computador queimado. Um novo bilhete, de conteúdo não divulgado, foi encontrado no chão do quarto de Wellingnton. Duas pessoas da família acompanham as buscas. 

Mais cedo, Marta Rocha informou que uma série de medidas serão tomadas para ajudar nas investigações e dar apoio às famílias das vítimas da tragédia. Ela citou o reforço na equipe do Instituto Médico Legal (IML), o deslocamento de duas assistentes sociais para atender às famílias das vítimas, além do aumento da equipe de plantão no necrotério e no setor de identificação para “minimizar qualquer tipo de sofrimento das famílias”, declarou.

A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, concedeu uma coletiva e disse que adotará medidas para agilizar as investigações | Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia

 

Ela citou o reforço na equipe do Instituto Médico Legal (IML), o deslocamento de duas assistentes sociais para atender às famílias das vítimas, além do aumento da equipe de plantão no necrotério e no setor de identificação para “minimizar qualquer tipo de sofrimento das famílias”, declarou.

A Divisão de Homícidios está investigando o ocorrido na escola. Até o momento, já foi confirmado que o atirador usou duas pistolas (calibre 38 e 32) e efetuou disparos em dois andares. Ele só parou ao ser atingido por um tiro no abdômen, na subida para o terceiro andar. O tiro foi disparado por um sargento da Polícia Militar que estava nas proximidades e foi alertado por grupo de crianças feridas.

Depois de atingido, o atirador, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, se suicidou com um tiro na cabeça. Ele deixou uma carta que está sendo analisada pela Polícia Civil junto com outros elementos do crime, segundo a chefe de polícia, Marta Rocha.

 

Parentes e amigos de vítimas se desesperam com tragédia em Realengo | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

“Sabemos que ele chegou na escola, que foi reconhecido por uma ex-professora, disse que ia dar uma palestra, conversou com essa professora, se trancou numa sala, efetuou os primeiros disparos e depois se dirigiu a outras salas. Daqui para frente, estamos investigando”, afirmou.

Durante entrevista à imprensa, no pátio da escola em Realengo, o coordenador da Secretaria de Segurança, Roberto Sá, acrescentou que o autor dos tiros não tinha antecedentes criminais, mas que o comportamento do atirador na chacina indica sinais de doença mental.

“O perfil desse fato criminosos se afasta completamente do comportamento usual de bandidos e marginais. Consideramos, até o momento, que essa pessoa tem alguma debilidade mental, deve ser um psicopata, imprevisível, incontrolável” , disse Sá.

O sargento Márcio Alexandre Alves, de 38 anos, que atingiu o atirador foi chamado de “herói” pelo governador Sérgio Cabral.

Cenas de horror em Realengo

Na manhã desta quinta-feira, um jovem de 24 anos entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.

Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e mais de 10 morreram. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.

Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.

Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.

O ministro da Educação, José Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos “brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros”.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Situação no IML de Curitiba ainda é dramática

Dezenas de corpos permanecem nas suas câmaras geladas e necrochorume ainda vaza

Comissão da OAB retornou ao IML de Curitiba: situação é só um pouco melhor que há 20 dias (foto: Valquir Aureliano)

O Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba ainda contava, até ontem, com cerca de 75 corpos nas suas câmaras geladas. Era bem menos que o visto há 20 dias, quando 150 corpos estavam amontoados nas câmaras, alguns há anos. No entanto, a situação está longe de ser confortável. Ontem, a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), fez nova vistoria na unidade.
A intenção do retorno ao IML era verificar quais medidas já haviam sido tomadas para acabar com o cenário de terror visto pela comissão no dia 17 de março, quando foi feita a primeira vistoria no local. Um relatório foi produzido pela comissão, e classificou o estado do IML de Curitiba como “quadro dantesco”.
Ontem, apesar da vistoria ter verificado que metade dos corpos já haviam sido retirados, o número ainda é maior que a capacidade do IML — o normal é que, no máximo, 40 corpos fiquem no local. A comissão também relatou que o vazamento de necrochorume ainda acontece. Uma vistoria no esgoto do IML também deverá ser feito. Num ofício encaminhado à Sanepar, a comissão manifesta preocupação com a possibilidade de resíduos líquidos (chorume) provenientes de corpos putrefeitos estarem sendo despejados na rede de esgoto ou pluvial.
Na primeira vistoria, em março, o diretor do IML, Porcídio Vilani, reconheceu a situação dramática no IML, denunciada pela imprensa há um mês. Ele disse que havia problemas graves de estrutura e de falta de espaço na cidade para o seputlamento de corpos de indigentes.
Parte dos problemas começam a ser resolvidos, como a remoção dos corpos. Mas ainda seria necessário grandes investimentos para restaurar o serviço eficiente no IML. O governo do Estado já teria autorizado parte destes investimentos, como a compra de mais veículos e a ampliação do IML.

Relatório — O relatório produzido pela caomissão da OAB foi encaminhado à Casa Civil, Secretaria de Estado da Segurança Pública, Secretaria de Estado da Justiça, Ministério Público Estadual, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Vigilância Sanitária e Sanepar ainda na semana passada.
Nos ofícios, a OAB Paraná pedia às secretarias do governo do Estado que comandem, urgentemente, as providências corretivas necessárias. “Trata-se (o relatório) de descrição de fatos agressivos aos direitos humanos, constatados pela Comissão de Direitos Humanos desta entidade”, afirma o presidente José Lucio Glomb nas correspondências encaminhadas às autoridades estaduais.
Ao Procurador-Geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, a OAB afirma identificar competência investigativa do Ministério Público para apuração de responsabilidades a respeito do sucateamento do IML.
Depois do IML, a Comissão também pretendia visitar as instalações do Instituto de Criminalística, que funciona no mesmo endereço, apra verificar as informações de que a falta de estrutura compromete o trabalho de perícia criminal.

Original em: http://www.bemparana.com.br

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Professores prestam depoimento sobre crime em escola de Realengo

Rio – Professores da escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, estão, na tarde desta quinta-feira, na Delegacia de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, prestando depoimento. No local também está o policial que baleou o atirador momentos antes dele se matar. Ele deve prestar depoimento, ainda, nesta quinta.

Nesta tarde a chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, acompanhou policiais da Delegacia de Homicídios (DH) e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), na visita à casa de Wellington Oliveira, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio. 

De acordo com a polícia, um cenário de caos foi encontrado na residência do atirador, com móveis quebrados e o disco rígido do computador queimado. Um novo bilhete, de conteúdo não divulgado, foi encontrado no chão do quarto de Wellingnton. Duas pessoas da família acompanham as buscas.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Peritos vão à casa do atirador no Rio de Janeiro

Bombeiros retiram corpo de Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos

 

Peritos do ICC (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) e membros da Polícia Civil do Rio de Janeiro foram na tarde desta quinta-feira  à casa de Wellington Menezes de Oliveira, responsável pelo massacre que ocorreu na manhã de hoje na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro.

O atirador matou 11 crianças e feriu outras 22. Após o massacre, Wellington, ex-aluno da escola, se matou. A perícia na casa do atirador, em Sepetiba, está em andamento.

 

 

 

 

 

Original em: http://www.band.com.br

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Peritos da polícia fazem novos testes no Playcenter

Ainda nesta terça-feira estão previstos os depoimentos das vítimas e de funcionários do parque de diversões

Técnicos do Núcleo de Engenharia do Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica de São Paulo estiveram, na manhã desta terça-feira, no parque Playcenter, na zona oeste de São Paulo, para realizar simulações de funcionamento no brinquedo Double Shock e apurar as causas do acidente. A vistoria foi realizada por conta do acidente que deixou 8 pessoas feridas, na tarde do último domingo.

Peritos fizeram novos testes no brinquedo Double Shockna na manhã desta terça-feira

Segundo a assessoria do parque, esta nova perícia foi necessária após os testes realizados na segunda-feira não terem sido conclusivos. O parque, que permanece fechado até a próxima sexta-feira, também recebeu, até o momento, representantes do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), da Polícia Técnica, do Departamento de Controle de Uso de Imóveis (Contru), Defesa Civil, da Subprefeitura da Lapa, e afirma que está encaminhando documentos comprobatórios de todo o histórico recente que certifica a regularidade do equipamento.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ainda nesta terça-feira estão previsto os depoimentos de vítimas e funcionários do parque no 23º Distrito Policial, em Perdizes.

Ainda segundo a SSP, na segunda-feira, operadores do brinquedo prestaram depoimentos. Três das oito vítimas permanecem internadas, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no Hospital Metropolitano, também em São Paulo.

 

 

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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Peritos começam a investigar acidente no Playcenter; três vítimas permanecem internadas

Peritos começam a investigar causa de acidente no Playcenter

O perito criminal José Manuel Dias Alves, responsável pelos trabalhos de apuração das causas do acidente ocorrido no brinquedo Double Shock, no Playcenter, neste domingo, começou os trabalhos para investigar as falhas. Segundo o Hospital e Maternidade Metropolitano, três vítimas permanecem internadas no local.

O perito esteve no parque por volta das 11h para dar início aos trabalhos. O resultado oficial deve sair em 30 dias. O Playcenter informou que está contribuindo com as investigações. Por volta das 9h desta segunda-feira, os três operadores que estavam no comando do brinquedo no momento do acidente prestaram depoimento no 23º distrito policial.

Com relação às vítimas, o Hospital e Maternidade Metropolitano informou que, dos oito envolvidos, cinco já tiveram alta e passam bem. O Playcenter esclarece que prestará toda assistência aos feridos e aos familiares.

 

 

 

Original em: http://www.band.com.br

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Do massacre em Realengo nasce um herói policial

O brutal e inexplicável assassinato em massa praticado pelo frio e calculista marginal, Wellington Menezes de Oliveira, contra inocentes estudantes na flor da idade ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou até o presente momento 11 famílias em eterno sofrer com a perda prematura dos seus entes queridos em tragédia jamais esperada e esquecida.

O massacre que fez chorar todos os brasileiros e, porque não dizer, todas as pessoas de sentimento, deixa o país de luto e mostra também a vulnerabilidade em que todos vivemos.

Facilmente o assassino adentrou na escola dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos, subiu dois andares do prédio e entrou numa sala onde aproximadamente 40 alunos da nona série assistiam a uma aula, abrindo fogo contra os estudantes que um dia esperavam vencer na vida. Da rápida ação criminosa 11 adolescentes tiveram as suas vidas interrompidas por conta de uma pessoa totalmente insana e desprovida de qualquer sentimento de amor ou compaixão.

Alguns alunos que foram baleados estão em estado grave de saúde devido os tiros terem acertado pontos vitais dos seus organismos e correm sérios risco de morte ou de sofrerem seqüelas irreparáveis para o resto das suas vidas.

Após o ataque naquela sala de aula, o assassino não satisfeito da sua sede por sangue, ainda muito bem municiado e armado com dois revolveres calibre .38, pelo corredor tentava chegar a escada e subir para uma conseqüente investida noutra sala, fato não concretizado em virtude de ter encontrado no seu caminho um bravo, corajoso e valoroso policial que o fez parar com um tiro na perna e, este por sua vez, na sua desvairada loucura, cometeu o suicídio antes do previsto, atirando contra a sua própria cabeça.

O destemido herói, 3º Sargento Marcos Alves, do Batalhão da Polícia Rodoviária, estava trabalhando próximo a escola e tomou conhecimento do fato através de dois alunos feridos acompanhados de uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro. Em detrimento da sua real e nobre missão, o Sargento logo chegou ao trágico local e impediu um massacre maior.

A carta de teor fundamentalista encontrada no bolso do assassino, cujo texto dizem conter frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas, parece ser tão confusa quanto o seu autor.

O fato dele ter matado 10 meninas e 1 só menino, assim como, pelo fato da maioria dos feridos também ser do sexo feminino, comprova que o seu objetivo era matar somente elas. Os estudantes foram atingidos por balas perdidas dos seus alvos.

Teria no Islamismo menção somente a exterminar mulheres?… Por qual razão ele entendia que só as meninas eram pessoas impuras?… Respondo a tais interrogações com uma motivação simples e lógica: O assassino foi rejeitado pelas suas colegas de sala quando estudou naquela escola e por isso criou na sua mente doentia e criminosa essa maldita vingança.

Assim, é fácil de concluir que se não fosse o grande herói, Sargento Alves, certamente a matança seria bem maior, e além das 11 vítimas fatais e 13 adolescentes feridas, outras tantas famílias, principalmente oriundas das meninas estudantes, estariam chorando em desespero, pois enquanto tivesse munição o assassino não pararia de matar para no final praticar o tramado suicídio.

Os atos do Sargento Alves, além de o tornarem um digno herói, massageiam o ego dos verdadeiros policiais e nos trás orgulho de ser Polícia na mais pura expressão da palavra.

Por Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

Recebido por email

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