Polícia Civil – MA abre concurso com 189 vagas e salários de até 6,7 mil

Estão abertas as inscrições para o concurso da Polícia Civil do Estado do Maranhão com 189 vagas de níveis médio e superior.

São oferecidas 10 vagas para Auxiliar de Perícia Médica Legal, com o salário de R$ 1.714,31, e para preenchê-las o candidato deverá ter certificado de nível médio ou curso em Auxiliar de Enfermagem ou Técnico em Enfermagem e respectivo registro profissional.

Já as outras oportunidades são para Escrivão de Polícia, Farmacêutico Legista, Investigador de Polícia, Médico Legista, Odontolegista e Perito Criminal, cargos que exigem a formação em curso superior. Neste casos, a remuneração será de R$ 2.502,31 para Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia e de R$ 6.700,64 para os demais.

Segundo o edital, 5% das vagas serão reservadas às pessoas com deficiência, desde que a necessidade especial que possuem seja compatível com as atribuições do cargo almejado.

Para efetuar sua inscrição, o interessado deverá acessar, via internet, o endereço eletrônico www.fgv.br, até às 23h59 do dia 6 de novembro, preencher a ficha de inscrição e pagar a taxa de R$ 85,00 para disputar as vagas de nível médio e de R$ 120,00 para superior

A previsão é de que todos os candidatos sejam avaliados, na primeira etapa, por meio de provas escritas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório. Além disso, os inscritos aos cargos de nível superior também se submeterão à prova discursiva ou de redação, prova prática de digitação para Escrivão e avaliação de títulos. A segunda etapa, para todos, será constituída de teste de aptidão física (TAF), teste psicotécnico, exames médico e odontológico e curso de formação e investigação social.

As avaliações escritas deverão ocorrer no dia 2 de dezembro, nas cidades de Caxias, Imperatriz e São Luís, das 14h às 19h, segundo o horário de São Luís.

Original em: http://www.pciconcursos.com.br/ 

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Governo autoriza promoções na Polícia Científica e abre vagas para novos peritos

O governador Beto Richa autorizou nesta quarta-feira (10/10), em Curitiba, a promoção de 87 peritos da Polícia Científica que atuam no Instituto de Criminalística do Paraná e no Instituto Médico-Legal (IML) em todo o Estado. O reenquadramento desses profissionais abrirá vagas no quadro da categoria e permitirá ao governo convocar nos próximos dias 35 peritos criminais aprovados no concurso de 2009.

“Com estas promoções atendemos a uma reivindicação antiga da categoria e damos mais um passo para a valorização do funcionalismo público, que o governo vem garantindo por meio da correção das defasagens e progressões salariais”, disse o governador.

De acordo com o secretário estadual da Segurança Pública, Cid Vasques, a nomeação dos novos peritos criminais representará um acréscimo de mais de 20% no quadro de profissionais da área no Estado. “É um aumento significativo, que refletirá na melhoria dos serviços prestados”, afirmou.

“O aumento do quadro significa uma melhor efetividade na elaboração de laudos periciais, melhorando o atendimento ao Judiciário e à comunidade”, afirma o diretor do Instituto de Criminalística do Paraná, Antonio Edson Vaz de Siqueira.

PROMOVIDOS – Do Instituto de Criminalística foram promovidos 45 peritos criminais de Curitiba e das seções técnicas do interior: Londrina, Paranaguá, Cascavel, Ponta Grossa, Umuarama, Maringá, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Francisco Beltrão.

Também obtiveram progressão de carreira profissionais das 17 sedes do Instituto Médico-Legal: nove auxiliares de anatomia e necropsia (7); 28 médicos legistas e cinco toxicologistas. O IML tem sedes em Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Toledo, Umuarama, União da Vitória.

Segundo o diretor do IML, Porcídio Vilani, as promoções atendem a grande parte dos anseios dos servidores do instituto.

ALTERAÇÃO NA LEI – Paralelamente à contratação de novos peritos, o governo trabalha na elaboração de um anteprojeto de lei que encurtará o tempo de serviço necessário para que profissionais da categoria obtenham promoções. Atualmente, a lei estadual 14.678/2005 prevê que os peritos só podem ser promovidos depois de 15 anos na carreira.

A proposta do governo, que será enviada para a Assembleia Legislativa, estabelece que os peritos criminais que entrarem na instituição pela classe de acesso (a chamada 4.ª classe) poderão progredir na carreira depois de sete anos. O mesmo período de progressão vale para peritos de 3.ª, 2.ª e 1.ª classes.

Promoções – Instituto de Criminalística

Perito Criminal

4ª classe referência II para 3ª classe referência III – 35 servidores

3ª classe referência II para a 2ª classe referência III – 10 servidores

Promoções – Instituto Médico Legal

Auxiliar de Anatomia e Necropsia

4ª classe referência II para 3ª classe referência III – 7 servidores

2ª classe referência II para 1ª classe referência III – 2 servidores

Toxicologista

4ª classe referência II para 3ª classe referência III – 4 servidores

3ª classe referência II para a 2ª classe referência III – 1 servidores

Médico-Legista

4ª classe referência II para 3ª classe referência III – 22 servidores

3ª classe referência II para a 2ª classe referência III – 6 servidores

Original em: http://www.bemparana.com.br/

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Ex-legista, produtora de ‘CSI’ admite: “sinto falta da adrenalina”

Elizabeth Devine tem um histórico de 15 anos no Departamento de Criminalística de Los Angeles e usou toda a sua experiência em análise de cenas de crime para tornar-se uma das roteiristas e produtoras de CSI, série que estreou a sua 13ª temporada no canal Sony, neste mês. Em visita ao Brasil na última quinta-feira (4), Elizabeth conversou com o Terra sobre os desafios que ter mais de criar novos episódios interessantes para uma atração que está há mais de uma década no ar.

“Foi difícil. Quando voltamos a escrever em junho, aí descobrimos que não teríamos Laurence (Fishburne, intérprete do Dr. Ray Langston) e Marg (Helgenberger, que viveu Catherine Willows), então começamos a pensar em um novo protagonista. Uma das coisas que decidimos era que ele teria uma família que ele ama, uma casa… Nunca tivemos um personagem assim”, explicou Elizabeth. Na pele do protagonista D.B. Russell está o ator Ted Danson, conhecido por suas performances cômicas, fama que a produção da série precisou considerar. “Fizemos questão de que Catherine tivesse uma relação com o personagem de Ted. Se ela o aceitasse, o público também aceitaria, porque a amam”, ressaltou a roteirista.

Na nova temporada, Russell subsitui Catherine na chefia da divisão de homicídios. “Ele incorporou tão rápido seu personagem, que ficou mais fácil para darmos adeus aos outros. Nossa audiência é difícil, eles não querem ninguém novo. Eu li isso na internet um milhão de vezes: ‘por quê vocês não promovem Nick?’. Mas ficamos muito satisfeitos com o rumo que as coisas tomaram depois de um ano de transições. Esse ano vocês vão perceber que as coisas estão mais coesas, e teremos coisas diferentes, novas e divertidas com a nova equipe.”, garantiu a produtora, que se diz surpresa por CSI ter se tornado a série mais popular no mundo. “Quem poderia imaginar? Mas quando você pensa, faz sentido”.

Presente desde o início da trama, Elizabeth sabe exatamente o segredo do sucesso: “nosso público é curioso e gosta de questionar. As pessoas gostam de mistérios e de ver como as coisas funcionam. E não dizemos apenas ‘esse cabelo é daquele homem’, nós ‘entramos’ na raíz do cabelo e mostramos o DNA. Sempre queremos que as pessoas aprendam algo em todos os episódios. Não precisa ser sobre ciência, mas algo diferente”. Mas pensar em novos casos ao longo de 13 anos, pode ser uma missão e tanto. “Temos pessoas no nosso escritório que escrevem o que chamamos de ‘Bíblia’, que diz como solucionamos os casos, como foi o crime. Temos que olhar, porque esquecemos”, admitiu Devine.

Afastada do Departamento de Criminalística desde os primeiros meses da série, Liz confessa que às vezes sente falta do verdadeiro CSI. “Eu sinto falta da adrenalina, de estar na cena de um crime e encontrar pistas que podem resolver o caso. É uma das coisas mais divertidas. Claro que é obscuro, você vê morte todos os dias, isso chega até você. Era difícil ter que olhar para aquilo e voltar pra casa para ver meus filhos pequenos. Era uma transição estranha”, recordou Liz.

Por Luisa Migueres

Original em: http://diversao.terra.com.br

 

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