Governo do RS inicia a renovação da frota de viaturas do IGP

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) recebeu nesta quinta-feira, 13, dez novas viaturas (Palio Adventure 1.8), financiados pelo BNDES. Cada veículo custou R$ 55.115,00. O total do investimento foi de R$ 550.150,00. A destinação dos veículos está distribuída da seguinte forma: 5 viaturas para o Departamento de Criminalística (DC); 1 para Passo Fundo; 1 para Santo Ângelo; 1 para Caxias do Sul; 1 para Osório e 1 para Santa Maria.

Está prevista a chegada de mais 14 carros em agosto: 12 Uno Mille, 02 Dobllô e 2 Ford Ranger. Com as novas viaturas, o Instituto-Geral de Perícias amplia e renova sua frota, além de qualificar os atendimentos.

Original em: http://www.gaz.com.br

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Anunciado concurso público (ainda sem data) para investigador da Polícia Civil de Minas

O governo de Minas anunciou novo concurso para o cargo de investigador de polícia. O calendário para a realização do concurso deve ser divulgado nos próximos dias. O último concurso da Polícia Civil de Minas ofereceu 1.497 vagas para médico, perito, analista e técnico e teve provas aplicadas no dia 26 de maio deste ano. Os profissionais da Polícia Civil de Minas entraram em greve por tempo indeterminado na última segunda-feira. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, contratação de pessoal e compra de equipamentos e veículos. Com a greve, somente 30% dos serviços funcionam nas delegacias e a equipe reduzida atende somente urgências.

Original em: http://montesclaros.com

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Emília Correa cobra posição do governo quanto ao Instituto Criminalística

Durante sessão na Câmara Municipal, a vereadora Emília Correa (DEM) voltou a cobrar uma posição do Governo do Estado com relação à falta de compromisso com o Instituto de Criminalística. 
 
A parlamentar denunciou que muitos inquéritos terminam sem a juntada dos laudos periciais. “Há uma dificuldade para julgar os processos, tendo em vista que muitos não constam o laudo pericial e outros só são juntados quando o processo já está em andamento, dificultando a celeridade”, afirmou. 
 
Emília Correa chamou a atenção das autoridades para que sejam tomadas medidas urgentes. “É preciso que o governo realize urgentemente um concurso público e ofereça melhores condições ao Instituto, que encontra-se em péssimas condições. Além disso, os servidores trabalham sem nenhuma estrutura e sobrecarregados”, cobrou. 
 
Polícia Civil
 
Emília Corra aproveitou para destacar a atuação da Polícia Civil no combate ao tráfico. “A polícia Civil vem realizando um grande trabalho com a apreensão de armas, drogas e dinheiro provenientes do tráfico. Quero parabenizar esses profissionais que realização grandes apreensões, pois precisamos de uma polícia assim, eficaz. Mesmo com a falta de estrutura eles agem de forma eficiente”, enfatizou.

 Original em: http://www.clicksergipe.com.br

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Polícia Civil entrega à Justiça inquérito que investigou morte de juíza

A Polícia Judiciária Civil concluiu as investigações do assassinato da juíza Glauciane Chaves de Melo, 42 anos, ocorrido no dia 7 de maio deste ano, dentro do Fórum da Comarca de Alto Taquari (479 km ao Norte de Cuiabá). O inquérito policial foi encaminhado ao Fórum da comarca no final da tarde de quarta-feira (12).

 O ex-marido da juíza, Evanderly de Oliveira Lima, 43, natural da cidade de Contagem, Minas Gerais, foi preso na segunda-feira (10.06), durante operação que mobilizou policiais civis e militares da cidade e região. Ele foi localizado em uma região de mata, na zona rural da cidade de Alto Taquari.
 
O autor dos dois disparos que atingiram a magistrada na região da nuca foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, motivo torpe, com recursos que dificulte ou torne impossível à defesa da vítima.
 
O delegado responsável pelo caso, João Ferreira Borges Filho, acredita que o ex-marido premeditou a morte da magistrada, pois, mesmo negando, a investigação confirmou que arma usada no crime, um revólver calibre 38, foi adquirida depois da separação do casal. “No meu entendimento houve premeditação. Isso é um agravante no processo”, frisa o delegado.
 
No inquérito, o delegado ouviu 10 pessoas, entre funcionários do Fórum, policiais que efetuaram a prisão, amigos próximos à juíza e uma pessoa que teria sido procurada pelo suspeito para comprar a arma.
 
Evanderly de Oliveira Lima foi interrogado logo após ser preso e se reservou no direito de permanecer calado e somente falar em juízo. Mas durante a reconstituição de local de crime, feita a pedido do Ministério Público, o suspeito acabou revelando alguns detalhes do crime ao delegado Arnaldo Agostinho Sottani, responsável pelo trabalho acompanhado da perícia técnica.
 
O preso contou que nos três dias que esteve foragido, se escondeu na mata, utilizando-se de roupa camuflada, e capim seco para se encobrir durante o dia e andando à noite para não ser localizado pelos policiais que faziam o cerco.
 
Durante a reconstituição, o suspeito disse informalmente ao delegado Arnaldo Agostinho Sottani, que na manhã de sexta-feira (07.06)  foi até o Fórum para conversar com a magistrada, pois não concordava com a separação e que desejava retomar o casamento.
 
Conforme o delegado, mesmo não confessando formalmente durante interrogatório, o preso acabou relatando na reconstituição de local de crime, que já estava saindo do gabinete quando a juíza veio atrás e aí sacou a arma e efetuou dois disparos que atingiram a nuca da magistrada. “A partir daí ele diz não se lembrar de mais nada”, disse Sottani. “A que tudo indica ele sacou a arma e a juíza foi se esconder atrás da mesa”, completou o delegado, que informou ainda que o corpo da magistrada foi encontrado próximo a mesa de trabalho. “Mas isso será melhor explicado ela perícia”, complementou.
 
Ao delegado, o preso relatou que pensou em se entregar, mas teve medo de morrer por conta do cerco policial. Ele disse também que está arrependido e não se lembra de muitos detalhes do crime. Conforme Sottani, o acusado foi autuado em flagrante por homícidio qualificado, motivo torpe, sem direito de defesa da vítima. “A perseguição seguiu do momento do fato até agora”, esclareceu Arnaldo Sottani.
 
Ao sair do Fórum, o preso falou que jogou a arma no canteiro, local onde o revólver calibre 38 foi encontrado pela polícia.
 
De acordo com o delegado, Evanderli de Oliveira Lima foi Bombeiro Militar em Minas Gerais, tem curso de socorrista e treinamento de sobrevivência na mata, por isso tinha condições de permanecer escondido por todos esses dias.  
 
Evanderly de Oliveira Lima está recolhido no anexo II, da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

 Original em: http://www.circuitomt.com.br

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Sem laudos, morte de bebê emperra na Polícia Federal

Sem laudos médicos, o Instituto Nacional de Criminalística, área de Perícias de Medicina e Odontologia Forenses, em Brasília, não concluiu o inquérito sobre a morte de bebê no Hospital Universitário. O bebê, filho de Valdecir Ferreira Sobrinho e Gislaine Ardigo, morreu no dia 17 de abril de 2011. Os pais suspeitam de negligência por parte do hospital.

De acordo com a Polícia Federal faltam documentos de condução do trabalho de parto e de assistência ao parto e recém-nascido, bem como os exames de pré natal. Apesar de receber a instrução, a Polícia Federal em Dourados não determinou nenhuma diligência, em virtude da falta de delegado para conduzir este Inquérito Policial. Segundo informações, desde a saída do delegado José Antônio Franco, no início do ano, a PF não destinou substituto para o caso.

Em janeiro deste ano, a Polícia Federal começou a intimar profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros que atuaram do pré-natal ao parto do bebê. O objetivo é ajudar a esclarecer a morte. De acordo com a Polícia Federal, a versão desses profissionais será decisiva para a conclusão do inquérito que apura eventual negligência ou erro médico. Conforme a PF, também já foram oficiados o HU e a Unidade Básica de Saúde do bairro João Paulo II, a fim de levantar informações sobre o caso.

Segundo a Polícia Federal, receituários, exames, prontuários e relatórios de depoimentos serão suficientes para esclarecer a morte do menino dispensando a exumação, conforme análise do Instituto Nacional de Criminalistica em Brasília.

O então delegado responsável pelo caso, José Antônio Simões de Oliveira Franco, explicou no início do ano que se descartada a hipótese de exumação, provavelmente ela não traria as respostas acerca dos questionamentos do caso. “A análise documental poderá nos fornecer muitas provas”, destacou. O delegado ouviu os pais do bebê, em abril do ano passado. O depoimento durou mais de três horas. O caso está sendo investigado em conjunto com o Ministério Público Federal.

CASO

A mãe, gestante de 41 semanas, não teria condições de passar por um parto normal mas, segundo o pai, os médicos teriam ignorado os apelos. Conforme ainda o pai, durante o parto, a equipe médica notou que o cordão umbilical estava enrolado no pescoço do bebê. Diante disso, a equipe teria empurrado o bebê para dentro da barriga da mãe e realizado uma cesariana. A criança morreu e a mãe ficou com vários hematomas no abdome.

Outro problema apontado pelo pai foi a demora no atendimento. Ele conta que o filho deveria nascer no dia 13 de abril, ocasião em que levou a esposa até o hospital. Lá recebeu a informação de que deveriam aguardar alguns dias, tendo em vista que o bebê não estaria pronto para nascer. Dois dias depois a gestante começou a sentir contrações e foi novamente levada ao hospital e desta vez foi internada. Após dois dias de fortes dores, teria sido encaminhada para o parto normal.

O pai diz que procurou o MPF como maneira de chamar a atenção do poder público em relação as mortes que estavam ocorrendo na época na maternidade e evitar perdas de novas vidas. Ele conta que muita gente ainda tem medo de denunciar e que em nome dessas pessoas está procurando justiça.

A Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul (Avem-MS) diz que há suspeitas de que, ao empurrar a criança para dentro do ventre da mãe, o pescoço do bebê quebrou. No ano passado, pais e familiares de vítimas de erros médicos, saíram as ruas de Dourados pedindo providências. Os pais buscam justiça em relação às mortes. O caso do bebê está sendo investigado por uma comissão interna de ética médica.

UFGD

Sobre o caso, a assessoria de comunicação do HU remeteu nota na época. “Com relação ao caso da paciente Gislaine Nunes Ardigo, a direção-geral do HU/UFGD informa que todo óbito neonatal é investigado por um comissão interna de ética médica, que já está avaliando este óbito.

A direção clínica informa ainda que já iniciou uma investigação mais aprofundada do caso, com avaliação dos prontuários médicos e obtendo informações junto à equipe.

Em 2011 uma pessoa que preferiu não se identificar relatou que, ao prestar socorro a uma gestante, viveu momentos de horror na época dos fatos. Segundo ele, a mulher, grávida de 5 meses apresentou fortes dores. Ao chegar no hospital da Vida, apesar da emergência, os atendentes informaram que ela deveria procurar o Pronto Atendimento Médico (PAM).

Ao chegar no local recebeu a informação de que na unidade não havia especialista para atender, nem ambulância no PAM ou no Hospital da Vida. Ela perdeu a criança no carro que a levava para o HU. “Uma situação lastimável. Fiquei chocado com a omissão de socorro por parte dos hospitais. Algo deve ser feito com urgência na saúde para evitar novos casos como este”, reclamou na época.

Original em: http://www.fatimanews.com.br

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