Incêndio em escola invadida 14 vezes em 2 meses foi criminoso, diz laudo

Dois adultos estão presos e há adolescentes envolvidos, segundo a polícia.
Escola perdeu material enviado pelo MEC. Volta às aulas está ameaçada.

Foi criminoso o incêndio na Escola Manaus, no Bairro Mato Grosso, em Porto Velho, no dia 1º de janeiro, segundo o laudo pericial da Polícia Civil. Dois adultos estão presos, suspeitos de participação direta no crime. Há indícios, de acordo com a Secretaria Estadual de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), de que adolescentes possam estar envolvidos. Os peritos analisaram todos os vestígios encontrados ainda na noite do incêndio. O laudo do Instituto de Criminalística não foi liberado, mas a informação é confirmada pela assessoria da Sesdec.
As chamas foram controladas por pessoas da comunidade até a chegada da Brigada anti-incêndio do Corpo de Bombeiros. O fogo destruiu completamente a sala onde estavam guardados materiais didáticos enviados pelo governo federal por meio do Programa Mais Educação.
A escola, que oferece ensinos fundamental e médio, sofreu quatorze arrombamentos e furtos em menos de dois meses. A última invasão ocorreu na terça-feira (14), quando criminosos ainda não identificados forçaram a sala da direção e levaram dois computadores, além de outros acessórios de informática. As paredes da instituição foram pichadas com frases que atacam a polícia. Os autores das pichações se autointitulam membros do que chamam de “PCC da Escola”.
O laudo seguirá para a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (DEAI). A apreensão dos adolescentes que tiveram participação direta no incêndio pode ser realizada nos próximos dias, segundo a polícia. Duas semanas após o crime, a escola ainda tenta fazer a limpeza dos ambientes mais atingidos pelo fogo. A direção admite que o início das aulas, previsto para 10 de fevereiro, está comprometido.

Original em: http://g1.globo.com

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Técnico em informática é preso por falsificar diplomas em Manaus

O delegado plantonista do 3º DIP, Guilherme Antoniazzi, informou que as pessoas que pediam diplomas ou certificados falsificados serão investigados.

Os materiais encontrados na residência do suspeito foram encaminhados para a perícia do Instituto de Criminalística (IC). Foto: Thiago Monteiro

Manaus – O técnico em informática Lúcio Rocha do Nascimento, 50, foi preso por policiais civis do 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP), por volta de 12h, desta sexta-feira (17), em uma casa na Rua Antônio Passos de Miranda, no Petrópolis, zona sul de Manaus, por suspeita de falsificação de diplomas do Ensino Médio.

De acordo com o investigador do 3º DIP, Geraldo Filho, o suspeito foi denunciado na delegacia por duas vítimas e a Polícia Civil já estava investigando o técnico em informática há uma semana. “A falsificação era feita em uma impressora simples e no local apreendemos diversos materiais”, disse Filho.

Com o suspeito, os policiais civis encontraram dois diplomas, duas identidades dos possíveis clientes, notebook, impressora, uma CPU, monitor, pen drives e outros objetos.

Lúcio negou que falsificava documentos. “Não vendia nada. Só duas pessoas que deixaram os documentos deles lá em casa. Eu sou um rapaz trabalhador e não sou vagabundo”, disse Nascimento.

O suspeito foi encaminhado ao 3º DIP, no Petrópolis, onde foi autuado por falsificação de documento público, já que os dois diplomas encontrados na residência do técnico de informática eram da Escola Estadual Tiradentes, localizada no Petrópolis, e também responderá estelionato.

O delegado plantonista do 3º DIP, Guilherme Antoniazzi, informou que as pessoas que pediam diplomas ou certificados falsificados serão investigados. Os materiais encontrados na residência do suspeito foram encaminhados para a perícia do Instituto de Criminalística (IC).

Original em: http://www.d24am.com

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Droga apreendida na lataria de três carros é incinerada em Pirapozinho

Mais de 300 kg de maconha e 7,8 de cocaína foram destruídos pela polícia.
Material foi encontrado nesta terça-feira (14), na Avenida Bertasso.

Material estava na lataria de três carros estacionados em posto de combustível (Foto: Polícia Civil/Cedida)

Mais de 300 kg de maconha e 7,8 kg de cocaína foram incinerados nesta quinta-feira (16), em Pirapozinho. A droga faz parte da apreensão realizada na terça-feira (14), quando três carros que transportavam o material na lataria foram identificados e seis pessoas presas, segundo informações da Polícia Civil.
O trabalho foi realizado após autorizações judiciais e presidido pelo delegado Luís Otávio Forti. Representantes do Ministério Público, Instituto de Criminalística e Vigilância Sanitária também acompanharam a destruição dos entorpecentes em um forno industrial.

Drogas foram incineradas em forno industrial (Foto: Polícia Civil/Cedida)

Os carros com a droga foram encontrados em um posto de combustíveis na Avenida Bertasso. Os policiais chegaram até o local depois de uma denúncia anônima por volta das 16h45 e constataram que dentro um Fox com placas de São Paulo, um Gol de Catanduva (SP) e um Celta de Cravinhos (SP) haviam rádios comunicadores iguais, o que chamou a atenção da PM. Os ocupantes confessaram o crime e afirmaram receber R$ 5 mil pelo transporte.

Original em: http://g1.globo.com/

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