Laudo revela que bala que matou criança partiu de arma de policial

Perícia concluiu que o tiro saí da pistola usada pelo cabo Carlos Alberto.
Defesa dos policiais pretende pedir na justiça a transferência de culpa

Saiu nesta quarta-feira (5) o laudo pericial das armas dos suspeitos da morte do menino Gustavo Oliveira, de seis anos, morto em novembro do ano passado durante troca tiros entre policiais militares e dois homens suspeitos de tráfico na cidade de Altos, a 37 km de Teresina.

Segundo o delegado Alfredo Cadena, a perícia concluiu que o tiro que matou a criança partiu da arma de uns dos três policiais militares envolvidos na ação, mas a Polícia Civil não chegou ao autor, sabe apenas que foi um dos policiais.
“A conclusão foi por homicídio culposo, sem intensão de matar, com autoria desconhecida. Como se trata de crime militar, o inquérito encontra-se com a auditoria da PM, que deve dar continuidade às investigações”, disse.
No resultado do laudo técnico, a perícia concluiu que o tiro saí da pistola usada pelo cabo Carlos Alberto Alves. A informação surpreendeu, porque eu em depoimento o soldado Jarbas Pires disse achar que a bala que atingiu a criança teria saído da arma usada por ele. Já o cabo Carlos Alberto afirmou também em depoimento que não sabia quem havia disparado.

O advogado de defesa dos policiais pretende pedir na justiça a transferência de culpa pela morte do menino, dos PM´s para o estado, segundo ele, por ter colocado nas mãos dos policiais armas supostamente sucateadas doadas pela polícia de São Paulo e que estaria sujeitas a disparos acidentais.
“São armas que a polícia de São Paulo doou e que disparam a qualquer momento. Esses armamentos não tem trava adequada e instruímos a todos os policiais que tomem cuidado, chegando ao ponto de nem portar na cintura, porque ele apode disparar”, explicou Marcos Vinicius, advogado.
A assessoria de comunicação da Polícia Militar do Piauí informou que nenhuma das duas mil armas doadas ao Piauí pela PM de São Paulo, apresentou problemas até hoje e que, caso seja necessário, podem ser realizadas outras perícias.

Original em: http://g1.globo.com/

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‘Tiro que matou menino não partiu da arma de PM suspeito’, diz laudo

Gustavo de Oliveira morreu após levar um tiro enquanto brincava na rua.
Laudo atesta que disparo não partiu da arma de policial suspeito.

Gustavo

O laudo feito pelo Instituto de Criminalística do Piauí apontou que o tiro que matou Gustavo de Jesus Oliveira, de seis anos, após uma perseguição policial em Altos, a 37 quilômetros de Teresina, no dia 15 de novembro do ano passado, não partiu da arma do policial apontado como suspeito. O documento identifica de qual arma saiu o disparo fatal, mas nem o advogado do policial e nem o delegado Cadena Neto apontaram a quem pertence a pistola.

De acordo com o advogado Marcos Vinícius, responsável pela defesa do policial, após o ocorrido, as armas que seu cliente usava na operação foram recolhidas e submetidas a exames técnicos. “O laudo comprova que meu cliente é inocente. Tá provado que o tiro não partiu da arma dele. Depois que ele foi apontado como suspeitos, entregou as armas que foram periciadas, provando a inocência dele”, afirmou o advogado.

Advogado Marcos Vinícius, responsável pela defesa do policial (Foto: Ellyo Teixeira/G1)

Ainda segundo Marcos Vinícius, seu cliente ficou com transtornos psicológicos após ter sido apontado como suspeito. “O policial teve que receber acompanhamento psicológico, pois ele ficou com um trauma enorme. Todos da cidade o apontavam como assassino e isso não é verdade, pois foi isso que ficou provado pelo laudo”, contou Vinícius.
Para o delegado Cadena Neto, que iniciou as investigações, o inquérito aberto na época da morte do garoto foi concluído como homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar, com autoria desconhecida. “Passamos a responsabilidade a partir desse momento para a auditoria militar. Mesmo com o resultado, as investigações devem continuar para saber de onde partiu a bala que matou o menino e só existem duas hipóteses: o tiro partiu de outro policial ou dos homens que estavam sendo perseguidos”, respondeu o delegado.

Cadena Neto disse ainda que outros dois policiais participaram da perseguição e que o PM apontado inicialmente como suspeito foi o único que confirmou ter efetuado dois disparos. “Os policiais terão que prestar novos depoimentos, pois eles disseram que não tinham atirado, mas o laudo prova algo diferente”, finalizou o delegado.


Entenda o caso
Uma perseguição policial em Altos, a 37 quilômetros de Teresina, terminou em tragédia no dia 15 de novembro de 2013. Gustavo de Jesus Oliveira morreu após levar um tiro enquanto brincava na rua que fica em frente a sua casa. A família e populares afirmam que o disparo partiu de um policial envolvido na ocorrência, que chegou a levar a criança para o hospital, mas a vítima já estava sem vida.

Original em: http://g1.globo.com por Ellyo Teixeira do G1 PI

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Posto do IPC em Cajazeiras reduz tempo de atendimento em locais de crime

O Posto Avançado de Criminalística de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, começou a funcionar nesta segunda-feira (3), em regime de plantão. O objetivo é atender todos os casos de morte violenta e de crimes contra o patrimônio ocorridos nos 14 municípios abrangidos pela 20ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp), dando mais agilidade ao trabalho das Polícias no local de crime, e melhorando o serviço prestado à população. A unidade está vinculada ao Núcleo de Criminalística de Patos.
 
De acordo com o diretor do Instituto de Polícia Científica (IPC), Humberto Pontes, foram disponibilizados para o Posto Avançado três peritos criminais e três auxiliares. “A presença do IPC na cidade era uma das demandas da população, sanada com a chegada dos seis servidores, que trabalham agora em casos como homicídios, suicídios, mortes suspeitas e acidentes de trânsito com vítima fatal, além de arrombamentos e outros danos patrimoniais”, explicou Pontes, acrescentando que “a remoção de cadáveres e consequentes exames continuam sendo realizados pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Patos”.
 
O delegado seccional de Cajazeiras, Gilson Teles, reforçou que o tempo de atendimento à população em local de crime foi reduzido em pelo menos três vezes com o funcionamento do Posto Avançado na Aisp. “Com os peritos na cidade, realiza-se os exames mais rapidamente e libera-se em menos tempo os corpos de vítimas, por exemplo. Também temos um rabecão com dois motoristas de plantão para dar mais agilidade a esse processo, evitando constrangimentos e fortalecendo a credibilidade da Polícia junto à comunidade”, frisou.
 
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Exame grafotécnico confirma que padrasto ameaçava enteada

Exames grafotécnicos confirmaram que Joaquim escrevia bilhetes para amedrontar a jovem Loanne Rodrigues Costa

Peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Goiás concluíram o laudo grafotécnico realizado nos bilhetes com ameaças recebidos por Loanne Rodrigues da Costa, 19 anos. A estudante de enfermagem foi encontrada morta em Pirenópolis (GO), em dezembro do ano passado, ao lado do padrasto, Joaquim Lourenço da Luz, 47.

Segundo a perícia, a letra dos textos coincide com a grafia de Joaquim, confirmando que era ele quem enviava as mensagens à enteada. Como forma de disfarce, em uma das cartas, ele escreveu que a jovem deveria ter morrido quando recebeu uma paulada na cabeça durante a Festa do Divino, em abril do ano passado, mas que “da próxima vez o padrasto maldito não estaria por perto.”

Por causa dessa agressão citada no bilhete, Loanne ficou internada no Hospital de Urgências de Anápolis, cidade onde ela frequentava a faculdade. Na época, Joaquim teria chegado logo após a violência e levado a vítima para a unidade de saúde.

A mãe dela, Sandra Rodrigues da Silva, registrou uma ocorrência, mas as investigações não tiveram conclusão. As cartas analisadas pelos peritos foram coletadas na casa em que vivia a família, no bairro Alto do Carmo, em Pirenópolis .

O fato de os bilhetes terem sido redigidos pelo padrasto confirma a principal linha de investigação do inquérito, a de que o padrasto teria assassinado a enteada e se suicidado em seguida usando dinamite da pedreira onde trabalhava.

Original em: http://www.em.com.br/

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Politec inicia emissão de laudos on-line

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) começou a emitir, nesta segunda-feira (03.02), laudos da Coordenadoria de Criminalística Externa sem emissão de papel e que podem ser consultados via internet.

O novo serviço faz parte do processo de modernização de emissão de laudos, que irá garantir economia e agilidade na prestação de serviço a comunidade e autoridades competentes em inquéritos policiais e processos judiciais criminais.

Os laudos da criminalística externa são elaborados e disponibilizados às autoridades pelo sistema “Politec online”, desenvolvido pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). “A emissão de documentos assinados digitalmente é um processo inovador em âmbito nacional nas pericias”, disse o coordenador de Tecnologia da Informação, Walmir Oribe.

O mesmo processo já é realizado na Coordenadoria de Criminalística Perícias Internas e nas diretorias metropolitanas de Medicina Legal e Laboratório Forense. Com isso, todas as diretorias metropolitanas da Politec (Criminalística, Medicina Legal e Laboratório Forense) estão emitindo laudos sem emissão de papel e que podem ser consultados via internet.

Os laudos periciais on-line são assinados com certificado digital pelo perito oficial relator e, quando for o caso, também pelo perito oficial revisor para garantir a segurança e integridade dos documentos, além de gerar dados estatísticos que podem colaborar para elaboração do planejamento estratégico da Politec.

“Desta forma, pode-se garantir que o laudo apresentado no sistema é o mesmo produzido pelo perito oficial, seja o perito criminal, o Médico Legista ou o Odonto Legista”, explicou o diretor geral da Politec, Rubens Sadao Okada.

De acordo com Okada, a inovação promovida pela Politec, além de grande economia de papel na impressão de documentos, garante agilidade e confiabilidade às autoridades da persecução penal. “Esperamos que a ferramenta contribua para rapidez e segurança dos laudos necessários à instrução de inquéritos policiais e processos criminais no Estado”, disse.

Original em: http://www.odocumento.com.br/

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Sead divulga resultado provisório do concurso da Polícia Civil

A Secretaria de Estado de Administração (Sead) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 31, o resultado provisório da 6ª Subfase da 1ª Etapa – Avaliação Criminal e Social – dos concursos públicos para o provimento de vagas aos cargos de delegado, investigador, escrivão e papiloscopista da Polícia Civil. A listagem organizada por número de inscrição, nome e situação do candidato, está disponível na página de acompanhamento do concurso (http://www.uepa.br/concursos).

Os recursos podem ser interpostos no protocolo da Diretoria de Acesso e Avaliação da Universidade do Estado do Pará (DAA/Uepa), na segunda-feira, 3 e terça-feira,4, no horário entre 8h às 14h, em envelope A4 devidamente lacrado e etiquetado, contendo o nome completo e CPF do candidato. Também poderá ser enviado via Sedex para: Protocolo da DAA/ Uepa – reitoria da UEPA – Concurso PCPA (recursos), Rua do Una, nº 156, bairro Telégrafo, CEP 66050-540, Belém, Pará. No entanto, se for via Sedex, deverá ser comunicado por e-mail à DAA/UEPA, para o endereço: concursospc@uepa.br.

O concurso oferta 150 vagas para o cargo de delegado de Polícia Civil, 250 para investigador, 250 para escrivão e 20 para papiloscopista. Dos 23.666 inscritos, mais de 10 mil candidatos disputaram as vagas para delegado, cargo para o qual a remuneração oferecida atualmente em nível inicial varia de R$ 8 mil a R$ 10 mil. Os cargos de investigador, escrivão e papiloscopista recebem remuneração média de R$ 4 mil.

Da Redação
Agência Pará de NotíciasTexto:
Thays Del Rosario
Fone: (91) 8708-0159 / (91) 8219-9801
Secretaria de Estado de Administração

Original em: http://www.agenciapara.com.br

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Laudo que pode confirmar abuso à criança por médico não ficou pronto

Laudo deve ser emitido na segunda-feira, dia em que inquérito será finalizado.
Médico teria abusado da criança em um atendimento da UPA de Porto Velho.

O laudo que pode confirmar se houve ato de abuso sexual praticado por um médico contra uma criança de 6 anos, durante um atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Sul de Porto Velho, ainda não ficou pronto, de acordo com a assessoria da Polícia Civil. O Instituto Médico Legal (IML) deverá entregar o resultado até segunda-feira, 3 de fevereiro, data que a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) tem para concluir o inquérito.

Um outro laudo, assinado por um psicólogo, também deve ser analizado para conclusão do inquérito. As conclusões do psicólogo serão baseadas no relato da vítima. O suposto abuso ocorreu na segunda-feira (27).

Entenda o caso
Os pais da menina a levaram à UPA da Zona Sul para tratar de um mal-estar, febre e vômito. A mãe contou que o marido esperou fora do consultório, enquanto ela acompanhou sozinha o atendimento da filha. O médico foi preso e negou todas as acusações. Ele disse que a mãe da menina estava delirando.

“Uma certa hora o médico pediu pra eu ir buscar um copo de água pra menina, mas ela nem pedia água. Achei estranho, mas ele insistiu e eu saí da sala. Quando voltei, percebi que o médico se afastou rapidamente dela, arrumando a roupa. Na mesma hora, e na frente dele, a minha filha disse que ele havia passado o órgão genital dele nas costas dela. Minha filha não mente e estava assustada”, disse a mãe da criança.

Cremero
O Conselho Regional de Medicina (Cremero), explica que a investigação à conduta do médico está a caminho. A decisão final do caso caberá a um colegiado formado por cinco profissionais em medicina, que compõem a chamada Câmara de Julgamento de Sindicância. O réu terá o CRM cassado se for considerado culpado. O presidente do conselho, Rodrigo Almeida, alertou que “toda oportunidade de defesa será dada ao médico e haverá cuidados especiais para que um inocente não seja condenado”.

Original em: http://g1.globo.com/

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Laudo pericial aponta: tiro que matou criança em Altos não partiu do PM

Após dois meses de investigação, o laudo pericial apontou que a bala que matou o menino Gustavo de Jesus Oliveira, 5 anos, não partiu do soldado Jarbas Aurélio Pires Moraes, apontado inicialmente como autor do disparo acidental.

Gustavo morreu na noite do dia 15 de novembro, em Altos, enquanto brincava na calçada, comemorando o aniversário de outra criança. Ele foi atingido durante uma perseguição policial a dois homens de moto que passaram pelo local.

A polícia continua a investigação para saber de onde partiu a bala que matou o garoto. Duas hipóteses estão sendo apuradas: o tiro partiu de outro policial ou dos homens que estavam sendo perseguidos. Informações colhidas com testemunhas afirmam que os suspeitos não estavam armados. Mais de sete disparos teriam sido ouvidos.
 
O advogado do soldado Jarbas, Marcos Vinicus, declarou que as acusações que caíram sobre seu cliente trouxeram transtornos psicológicos. “Ele ainda está sendo acompanhado por psicólogos. A família dele toda sofreu com isso”, acrescentou. O advogado disse ainda que o soldado não fugiu. “Ele socorreu a criança na própria viatura e se apresentou ao comandante, para que não houvesse essa dúvida”, destacou.
 
Depois de se apresentar ao GPM de Altos, Jarbas foi encaminhado para a Corregedoria da PM. “Agora a perícia será feita nas outras armas”, completou o advogado.
 
Jordana Cury

jordanacury@cidadeverde.com
 
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Justiça do Rio autoriza destruição de 17 toneladas de entorpecentes

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por decisão unânime, autorizou nesta quinta-feira, dia 30, a incineração de cerca de 17 toneladas de substâncias entorpecentes que estão acumuladas na sede do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e em seus postos regionais.

De acordo com a decisão, “foi autorizada a incineração do material já periciado que se encontra armazenado na sede e postos regionais do ICCE, com a guarda das respectivas amostras identificadas de cada um dos lotes incinerados e destruídos, para que possam, eventualmente, ser objeto de prova em processo e/ou inquérito policial”.

O pleito foi formulado pela Chefe da Polícia Civil, Delegada Marta Rocha, em razão da existência de uma grande preocupação decorrente do acúmulo de material entorpecente apreendido em condições inadequadas nos órgãos de polícia técnica.

A análise da documentação constante no processo demonstra de forma irrefutável a precariedade das condições de armazenamento, bem como a condição insalubre nas dependências dos órgãos técnicos, gerando dano concreto à saúde dos servidores, além do iminente risco de invasões dos locais por bandidos dispostos a resgatar o material.

A decisão também destaca que a questão das drogas ilícitas exige uma atuação enérgica do poder público, não apenas com ações concretas que evitem e/ou reduzam o acesso da população às mesmas, como também pelo estabelecimento de rotinas ágeis que promovam a rápida destruição de todo e qualquer material entorpecente apreendido.

Caberá à chefia de Polícia Civil, no prazo de 30 dias, a contar da publicação do acórdão, agendar a data para a incineração, com a presença das autoridades envolvidas, a ser realizada em forno de empresa de grande porte como a Siderúrgica de Volta Redonda (CSN), ficando responsável pelo transporte do material.

Original em: http://www.jb.com.br por Jornal do Brasil

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PF divulga resultado final de primeira etapa para candidatos a escrivão

A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) divulgou, no Diário Oficial da União de quinta-feira (24/1), o resultado final na primeira etapa do concurso para escrivão. Os nomes dos aprovados podem ser conferidos a partir da página 116, seção 3. A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

No total, a seleção oferta 100 vagas para o cargo de perito criminal, 150 de delegado e 350 para escrivão. No total, 166.052 pessoas se inscrevem para a primeira etapa da seleção. A concorrência para perito foi de 35.800 pessoas (358 pessoas por vaga), 46.633 tentam o posto de delegado (310 por vaga) e 83.619 disputam o cargo escrivão (238 por vaga). O certame reserva cinco por cento das chances a pessoas com deficiência.

Para concorrer ao posto de delegado, o candidato devia possuir nível superior em direito. Para escrivão, foi exigido diploma de graduação em qualquer curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Já a função de perito demandou graduação nas áreas de ciências contábeis, ciências econômicas, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações, engenharia de redes de comunicação, ciências da computação, informática, análise de sistemas, engenharia da computação, engenharia agronômica, geologia, engenharia química, química industrial, química, engenharia civil, medicina, entre outros. Todos os candidatos precisam ter carteira de habilitação na categoria B.

Autor: Do CorreioWeb 
Fonte: TERRA
Original em: http://www.onortao.com.br por Lorena Pacheco – Do CorreioWeb
 
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