Fundação Aroeira divulga a concorrência por vaga do Concurso da Polícia Civil

No concurso são oferecidas 397 vagas de provimento direto

Polícia CivilA Fundação Aroeira, empresa responsável pela realização do concurso da Polícia Civil, divulgou em seu site: (www.fundacaoaroeira.com.br) neste sábado, 26, a concorrência para cada cargo. De acordo com a relação à concorrência por vaga para Delegado; 101,7, Agente de Polícia; 108,7, Escrivão de polícia; 35,7, Papiloscopista; 183,8, Agente de Necrotomia; 50,1 e Médico Legista; 42 por vaga.

Clique aqui para ver a concorrência

No concurso são oferecidas 397 vagas de provimento direto, sendo 97 para Delegado, 38 para Agente, 162 para Escrivão, 20 para Agente de Necrotomia, 10 para Papiloscopista, 10 para Médico Legista e 60 para Perito Criminal. O cadastro de reserva prevê outras 118 vagas, totalizando 515.

Conforme o cronograma, a primeira categoria a fazer as provas objetivas é a de Delegado, com exame previsto para o dia 25 de maio; para Agente, Escrivão, Papiloscopista e Agente de Necrotomia, a prova está prevista para o dia 1° de junho; enquanto os cargos de Perito e Médico Legista têm exame escrito marcado para 8 de junho.

Original em: http://surgiu.com.br

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Clube Jaraguá vai responder por morte de criança, diz polícia

Laudo revela falha em duto que prendeu cabelo de menina em ralo de piscina

Piscinas do centro de lazer da Região da Pampulha: tubulação oferecia risco a banhistas, segundo avaliação de peritos

Piscinas do centro de lazer da Região da Pampulha: tubulação oferecia risco a banhistas, segundo avaliação de peritos

Perícia de engenharia do Instituto de Criminalística da Polícia Civil responsabilizou o Jaraguá Country Club pela morte da menina Mariana Silva Rabelo de Oliveira, de 8 anos, sugada pela tubulação do toboágua de uma das piscinas do centro de lazer da Região da Pampulha, em Belo Horizonte. O laudo pericial apontou erro na instalação do duto de sucção, que no dia do acidente, em 3 de janeiro deste ano, prendeu os cabelos da garota enquanto ela nadava. A informação sobre a falha no equipamento é do delegado da 3ª Delegacia de Polícia de Venda Nova, Thiago Oliveira Souza Pacheco, responsável pelo caso. Ele acrescentou que a instalação oferecia riscos aos banhistas. O policial agora aguarda o retorno do inquérito enviado à Justiça há dois meses, quando foi solicitado aumento do prazo para conclusão das investigações, que podem levar até 90 dias após o retorno dos documentos. Segundo ele, falta ainda ouvir e atualizar depoimentos, além de fazer acareações e novas diligências. Só a partir de todos esses elementos a Polícia Civil poderá concluir o caso.

De acordo com testemunhas, Mariana brincava no toboágua quando escorregou e foi sugada pelo ralo da piscina, que é a entrada do duto. O cabelo da garota ficou preso na tubulação, o que a deixou submersa por vários minutos até a chegada do socorro. Um tio da garota contou que ela foi reanimada por médicos do Samu, depois de uma parada cardíaca de quase 20 minutos, e encaminhada para o Hospital Odilon Behrens, onde permaneceu internada por cerca de 12 horas no Centro de Terapia Intensiva (CTI) da unidade. No entanto, a criança morreu no fim da madrugada do dia seguinte.

A informação sobre o erro de engenharia em relação ao duto não surpreendeu a família de Mariana. Segundo o pai dela, o empresário Marco Aurélio de Oliveira, a morte da menina jamais teria ocorrido se ela não tivesse sido sugada pelo equipamento. “Ela nadava muito bem e não se afogaria se não tivesse algo que provocasse isso”, garante. Mesmo com a comprovação técnica, Marco Aurélio diz que a família não pensa em processar o clube, pelo menos por enquanto. “O delegado precisa concluir o inquérito e remeter à Justiça. Acreditamos muito na Justiça e o processo está seguindo. O laudo apontou erro de engenharia e agora o clube precisa se explicar. Estamos acompanhando tudo de perto”, disse.

Segundo ele, desde a morte de Mariana a família tenta se reestruturar para superar a dor da perda. “Nossa família é muito unida e religiosa. Estamos juntos e entendendo que só o tempo vai nos ajudar a enfrentar essa nova realidade, a entender que em casa, agora, somos três e não mais quatro”, desabafa o empresário. Ele contou que desde o dia do acidente, nenhum familiar conseguiu voltar ao clube, frequentado por Marco Aurélio e seus irmãos há mais de três décadas. Disse ainda que vai vender a cota, por não ter condição emocional de voltar ao lugar. Sobre a outra filha, uma menina de 13 anos, o empresário disse que a garota está tendo acompanhamento psicológico na tentativa de aceitar a morte da irmã, também muito sentida pela mãe.

Entre a lista de pessoas que devem ainda prestar depoimentos estão diretores do clube e testemunhas do acidente. Os familiares já foram ouvidos, segundo o delegado Thiago Pacheco. Em nota, o Jaraguá Country Club informou tem prestado todos os esclarecimentos e informações solicitados pelas autoridades envolvidas na apuração do acidente. “O clube só se manifestará sobre os fatos após ter acesso à conclusão da apuração oficial da Polícia Civil. A entidade permanece à disposição das autoridades policiais e manifesta, mais uma vez, seu profundo pesar pelo ocorrido”, informou o documento.

 

Original em: http://www.em.com.br

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