Instituto Criminalística expande unidade

Novos departamentos de engenharia, informática e armas começarão a funcionar (Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo)

O Instituto de Criminalística (IC) da região que funciona no 1º DP de Taboão da Serra e que atende mais sete cidades (Embu das Artes, Embu- Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço, Cotia e Vargem Grande Paulista), foi ampliado no começo desta semana. A unidade de Taboão agora contará com o espaço do antigo DITRAN (Divisão de Trânsito), na rua Comendador Ângelo Rinaldi, no Centro. Uma das maiores dificuldades do órgão na solução dos crimes, era a falta de espaço. Três novos departamentos funcionarão no novo espaço, o de armas, engenharia e informática.

A perita chefe Ângela Saporito Teixeira, comemorou o repasse do terreno pela prefeitura. “Nossa maior dificuldade era o espaço, agora vamos conseguir acomodar melhor cada departamento. Conseguiremos dar mais atenção a cada investigação, mais do que já damos”, declarou.

O local já está servindo para a perícia técnica, antes o IC não conseguia realizar as perícias em veículos, devido à falta de espaço. A perita ainda declarou que três novos departamentos ocuparão a nova sede da unidade, o de armas, engenharia e de informática. Para as obras começarem, o instituto aguarda o repasse de verba da superintendência cientifica do Estado de São Paulo, ainda sem prazo.

“Solicitei essa semana um engenheiro terceirizado para analisar o novo espaço e registrar de forma oficial o que realmente precisa ser feito. Após isso, pegarei este laudo e mandarei para a superintendência, aí é só aguardamos o repassa da verba. Isso deve acontecer nos próximos dias”, declarou Ângela.

Atualmente o IC da cidade, funciona 24 horas por dia nos fundos da delegacia. A equipe formada por 40 funcionários soluciona uma média de 1.200 casos por mês, somando todos os crimes de todas as cidades atendidas. Por semana os peritos de armas, analisam cerca de 20 armamentos, em média um total de 80 por mês. O setor de armas é responsável em estudar e investigar o objeto que foi protagonista na execução de um crime, como por exemplo, uma faca, arma, madeira ou até mesmo um tijolo.

Por: Matheus Herbert, da Gazeta de S. Paulo

Original em: http://www.taboao.com.br

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