Polícia Civil de São Paulo prepara concurso para 3.176 vagas em 2015

A Polícia Civil do Estado de São Paulo já começa a se programar para uma série de concursos públicos no decorrer de 2015. A corporação encaminhou, recentemente, uma solicitação para a Secretaria Estadual de Gestão Pública (SGP/SP), com projeção para o preenchimento de 3.176 vagas no próximo ano. Porém, para que possam ser confirmados, os pedidos ainda dependem da verificação orçamentária, para que, posteriormente, sejam autorizados pelo governador Geraldo Alckmin.

Cargos
Do total de 3.176 vagas solicitadas, 439 são para cargos com exigência de ensino fundamental, 412 para nível médio e 2.325 para carreiras com exigência de ensino superior. As remunerações iniciais variam de R$ 3.336,86 a R$ 8.510,24 para jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

As oportunidades com necessidade de nível fundamental são para as carreiras de agente policial (249 vagas), auxiliar de papiloscopista (30), atendente de necrotério (54) e auxiliar de papiloscopista policial (106). Para estes cargos, a remuneração inicial é de R$ 3.336,86, incluindo o adicional de insalubridade de R$ 543,26.

Para ensino médio, as vagas são para papiloscopista policial (72), agente de telecomunicações policial (252), auxiliar de necropsia (36), desenhista técnico pericial (11) e fotógrafo técnico pericial (41). Para estas funções, os iniciais são de R$ 3.995,04, já com o adicional.

Por fim, para nível superior, as oportunidades são para escrivão de polícia (922), investigador de polícia (985), médico legista (68), perito criminal (129) e delegado de polícia (221). Os iniciais são de R$ 4.018,16 para investigador e escrivão, de R$ 8.510,24 para legista e perito e de R$ 8.795,85 para delegado.

É preciso ressaltar que, do total de vagas solicitadas, ainda existem oito concursos em andamento, em fases finais. Desta forma, a confirmação de vagas para os próximos depende do término destes, que são para os cargos de atendente, auxiliar de necropsia, delegado, desenhista, escrivão, fotógrafo, investigador e legista.

Original em: http://www.atribuna.com.br

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Nova sede fica apenas no papel

O Ministério Público de Minas Gerais relatou que há um projeto para resolver os problemas das instalações do Instituto de Criminalística (IC) e que ele demandaria um recurso de R$ 14 milhões. “No entanto, houve um recuo do governo estadual, e o projeto ainda não foi executado”, consta no documento do MPMG.

Por meio de nota, a chefia da Polícia Civil informou que R$ 670 mil já foram investidos na elaboração dos projetos arquitetônico e executivo de um novo espaço para a perícia: o Núcleo Integrado de Perícias Criminais, que vai abrigar o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico-Legal (IML). A previsão é que ele comece a ser construído no próximo ano, ao custo de R$ 16 milhões.

“Tem mais de cinco anos que se fala nesse núcleo, e ele nunca saiu do papel. Estamos buscando algum prédio para fazer a mudança porque não tem mais condição de ficar na sede atual (no Barro Preto). A gente faz vários relatórios, há anos, desde 1997, e não vemos nenhum resultado concreto”, disse o presidente do Sindpecri, Wilton Sales.

Na semana passada, o sindicato e a Associação de Criminalística do Estado encaminharam ofícios para as comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa solicitando uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para verificar o “sucateamento, o abandono e as condições lastimáveis de trabalho vivenciadas pela perícia”. O deputado Durval Ângelo, presidente da comissão de Direitos Humanos, disse que vai atender o pedido.

Por: Joana Suarez

Original em: http://www.otempo.com.br

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