Deputado defende a realização de Novo Concurso da Polícia Civil de Roraima. Pedido depende da aprovação do Executivo.

Depois de 12 anos sem contratar novos profisionais, parece que finalmente deverá ser realizado um Novo Concurso Público da Polícia Civil do Estado de Roraima. O anúncio foi realizado pelo deputado estadual Jorge Everton (PMDB-RR), que informou que solicitou ao Executivo a realização de um novo certame com o objetivo de suprir a defasagem de profissionais que ocorreu depois de tantos anos sem realizar seleções.

Segundo o deputado, é preciso destacar que o estado de Roraima teve um crescimento populacional considerável neste período. Devido a isso, há a necessidade da realização de um concurso para que o quantitativo de policiais civis atenda com eficiência as demandas do estado e possam garantir segurança de toda a população.

Jorge Everton também lembrou da existência da Lei Nº 055, que trata da Lei Orgânica da Polícia Civil do Estado de Roraima. Pela lei, deve-se realizar um concurso público toda vez que o efetivo de policial atingir 90% de sua totalidade. Pela Lei Nº 055, o quantitativo de policiais em Roraima é de 1.750 policiais. Deste total, 1.000 devem ser agentes da Polícia Civil.

Por fim, o deputado destacou o atual “malabarismo” que as delegacias estão tendo de fazer para conseguir trabalhar e informou que a indicação já foi solicitada ao Palácio.

Último Concurso da Polícia Civil do Estado de Roraima:

O último concurso público da Polícia Civil de Roraima aconteceu em 2003. A seleção foi organizada pelo Cespe/UnB e ofereceu 930 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior. Entre os cargos ofertados estavam: Médico Legista, Odonto Legista, Perito Criminal, Delegado de Polícia Civil, Agente de Polícia Civil, Agente Carcerário, Perito Papiloscopista, Auxiliar de Necropsia e Perito Criminal. Os salários variavam de R$ 700 a R$ 4.002.

A seleção dos candidatos ocorreu através da aplicação de provas discursivas, avaliação psicológica, exames biométricos, avaliação médica, testes de capacidade física, avaliação de títulos, prova prática de digitação e investigação social e funcional.

Após a divulgação do resultado, todos os aprovados tiveram de realizar o Curso de Formação Profissional da Escola da Polícia Civil na cidade de Boa Vista (RR).

Original em: http://www.concursosatuais.com

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Federação dos policiais federais repudia o uso político das investigações

A Federação Nacional dos Policiais Federais – Fenapef, única entidade sindical registrada no Ministério do Trabalho e Emprego com representação trabalhista nacional de todos os integrantes da Carreira Policial Federal, vem a público esclarecer que considera execrável qualquer uso político do trabalho investigativo, num momento tão delicado para a Sociedade Brasileira.

 O complexo trabalho de análise e inteligência desempenhado pelos agentes federais na rede de ações apuradas pela operação Lava-Jato é fundamental, porém discreto, como toda investigação deve ser. E o esforço silencioso dos investigadores não pode ser apropriado por associações de classe, no intuito de que seus projetos de lei sejam aprovados no Congresso Nacional.

 Independente do cargo que ocupam, o juiz, o promotor/procurador, o agente federal, o delegado, o escrivão federal e o perito/papiloscopista são servidores públicos, e como o próprio nome diz, servem à Sociedade, que paga os seus salários e deve exigir isenção, objetividade, discrição e, sobretudo, impessoalidade.

 O juízo antecipado e o uso especulativo/espetaculoso de operações policiais é prejudicial à própria apuração dos crimes, motivo pelo qual a Federação Nacional dos Policiais Federais, em nome dos mais de 13.000 policiais federais sindicalizados em todo o Brasil, vem repudiar todo e qualquer uso político ou corporativista das investigações da operação Lava-Jato.

 

Federação Nacional dos Policiais Federais

 

Original em: Agência Fenapef

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Polícia apura se Elize Matsunaga teve ajuda para ocultar corpo do marido

Mulher matou o empresário Marcos Matsunaga em 2012.
Corpo foi colocado em malas, que foram abandonadas em Cotia.

A polícia de São Paulo reabriu a investigação sobre a morte do empresário Marcos Kitano Matsunaga, herdeiro do grupo Yoki, para apurar se a mulher dele, Elize Matsunaga, teve ajuda no assassinato do marido. A hipótese é que outra pessoa possa ter colaborado na tentativa de ocultar o corpo do empresário em áreas de Cotia, na Grande São Paulo.

Segundo o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a reabertura do caso atende um pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo.

A suspeita é que um caseiro que já tinha trabalhado para a família tenha ajudado Elize a se livrar do corpo de Marcos. A denúncia foi feita pela própria mulher do caseiro, depois de uma briga do casal. Elize confessou o crime na época, mas alegou ter agido sozinha.

A Secretaria da Segurança Pública informou que não daria mais informações para não atrapalhar as investigações.

O caso ocorreu em maio de 2012. A família denunciou o desaparecimento do empresário no dia 21 daquele mês. Duas semanas depois, Elize foi presa e confessou ter matado o marido com um tiro na cabeça, cortado o corpo, colocado em malas e jogado partes na Estrada dos Pires, em Cotia.

Ela está na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, à espera da realização do júri.

No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido para que ela fosse colocada em liberdade, de acordo com o advogado dela, Luciano Santoro.

O recurso, segundo o advogado, foi analisado por três desembargadores da 7ª câmara criminal do TJ. “Eles entenderam por manter a prisão por se tratar de um caso de clamor social, clamor público”, explicou Santoro, que alegava que ela não oferece riscos à sociedade.

Laudo da exumação
O laudo da exumação do corpo de Marcos foi divulgado em 2013. Para a Promotoria, o exame indica que Marcos foi morto com crueldade: ainda estaria vivo enquanto era esquartejado. Os defensores da ré dão outra versão sobre o documento: ele morreu logo após o disparo.

No entendimento da acusação, Elize premeditou o crime, queria o dinheiro do seguro de vida e da herança de Marcos, e atirou nele e o decapitou quando ele ainda estava vivo. A defesa discorda, alega que Elize só atirou porque foi agredida por Marcos quando descobriu que era traída pelo marido.

A exumação no corpo de Marcos foi realizada no dia 12 de março de 2013 por determinação da Justiça, após pedido feito pela defesa de Elize para uma nova perícia no cadáver. Os advogados haviam solicitado o novo exame para a Polícia Técnico-Científica determinar o momento exato da morte. Os defensores contestavam o laudo anterior, do Instituto Médico-Legal (IML), que informava que Marcos ainda estava vivo quando foi decapitado.

Esse documento da exumação, no entanto, continua repleto de informações contraditórias, que deixam dúvidas quanto ao instante em que o empresário foi morto. Informou, por exemplo, que o executivo ficou inconsciente após o disparo, mas não determinou se ele estava vivo durante o esquartejamento.

O laudo da exumação tinha informado ainda que o avançado estado de putrefação do corpo comprometeu avaliações de quesitos que apontariam se ele apresentava reações vitais ao ser esquartejado. Apesar disso, exame microscópico realizado pelo Núcleo de Anatomia Patológica do IML, anexado ao mesmo laudo, não encontrou sinais vitais nas cinco amostras do cadáver analisadas.

Crime
Marcos Matsunaga foi morto e esquartejado no dia 19 de maio de 2012, aos 42 anos. Ele era sócio da empresa alimentícia Yoki. A filha do casal está sob a guarda dos avós paternos. Desde que foi presa a ré não pôde ver a criança.

O casal Elize e Marcos Matsunaga (Foto: Reprodução Globo News)

Original em: http://g1.globo.com/

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Magistrados participam de curso nacional de técnicas de investigação em Cuiabá

Teve início na manhã de ontem, quinta-feira (16), em Cuiabá, a primeira etapa do curso “Técnicas de Investigação”, ministrado pela Escola Nacional de Magistratura (ENM) em parceria com a Escola da Magistratura Mato-grossense (EMAM). Temas como sistemas de interceptação de sinais e telefônicas, quebra de sigilo telefônico, perícias médico legais, balística forense e segurança de documentos e provas foram abordados por renomados especialistas. Devido a grande procura por parte dos juízes, a EMAM já estuda a possibilidade de uma nova edição do curso para contemplar aqueles que não puderam participar.

O diretor geral da EMAM, juiz de Direito Alex Figueiredo, disse que o objetivo do curso é capacitar magistrados para que eles tenham maior segurança em momento de decisão, como o pedido de interceptações ou quebras de sigilo. Segundo ele, é frequente entre juízes dúvidas e receios diante de situações que envolvam técnicas investigativas, devido ao pouco conhecimento do assunto. Além de magistrados, o curso também contou com a inscrição de um grupo de dez delegados de Polícia de unidades de Cuiabá e Várzea Grande.

“Nós sabemos dessas dificuldades enfrentadas por juízes e desembargadores e aproveitamos que a Escola Nacional oferece o curso em todo o país para trazê-lo também para Mato Grosso. Pelo interesse e procura, que inclusive superou nossas expectativas, vamos trabalhar para realizar a segunda edição do curso. É muito importante para a EMAM poder contribuir com a capacitação e formação de juízes do Estado”, salientou o diretor.

Responsável pela primeira etapa do curso, o delegado de Polícia do Estado do Piauí Alessandro Gonçalves Barreto abriu as discussões tendo como foco principal orientar magistrados em relação à assinatura de quebra de sigilos telefônicos e outras ferramentas investigativas. Barreto, que é coordenador do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro, afirmou que, muitas vezes, os juízes assinam esses pedidos sem nem mesmo terem conhecimento aprofundado do que se trata. “O magistrado tem que saber o que é e como funciona a quebra de sigilo telefônico, por exemplo. Existe uma diferença entre representação por interceptação telefônica e telemática, quebra de sigilo e dado cadastral”, frisou Barreto.

Capacitação – Coordenadora nacional do curso pela ENM, a juíza Maria Aparecida Sarmento Gadelha, do Tribunal de Justiça da Paraíba, destacou que na magistratura não há como trabalhar isoladamente. Segundo ela, diálogos como os proporcionados por eventos e palestras propiciam a fluidez nos processos de trabalho dos juízes. O resultado disso são provas mais fortes do ponto de vista técnicos e jurídico.

“Espero que este curso de técnicas de investigação seja muito proveitoso para os juízes e que todos saíam daqui com uma melhor noção a respeito dos assuntos discutidos. Quero deixar registrado também que a EMAM tem todo o apoio da Escola Nacional para a realização de outros cursos e palestras”, disse.

Também presente na abertura do evento, o presidente da Associação Mato-grossense dos Magistrados (AMAM), José Arimatéa Neves Costa, disse estar satisfeito com a grande procura dos juízes pelo curso. Para ele, isto representa o empenho dos magistrados em acompanhar a evolução do pensamento jurídico nos últimos anos. “A AMAM está com diversos projetos, entre eles, o de priorizar a EMAM visando o aperfeiçoamento técnico. Vamos investir cada vez mais em capacitação e desenvolvimento técnico para alcançarmos melhorias nas técnicas investigativas”, garantiu.

Da Assessoria
 
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Minicursos: Inscrições Abertas – XXV Congresso Brasileiro de Microscopia

Estão abertas as inscrições para os Minicursos do XXV Congresso Brasileiro de Microscopia.

O XXV CSBMM será realizado de 7 a 10 de junho de 2015, no Centro de Convenções do Hotel Atlântico Búzios, Estrada da Usina, 294 – Morro do Humaitá – Armação dos Búzios – RJ – Brasil. Localizado a apenas 180 km da cidade do Rio de Janeiro, o Atlântico Búzios é atualmente o melhor e mais completo hotel para convenções na Região dos Lagos.

Inscreva-se nos Minicursos!
Os minicursos são gratuitos para os inscritos no Congresso.
Reserve sua vaga!

Curso 1 – Introdução à Análise de Imagens para Microscopias 2D e 3D – Um enfoque com software livre
Sidnei Paciornik

Curso 2 – Advanced Techniques in TEM sample preparation
Jeanne Ayache

Curso 3 – X-ray Microanalysis in the Analytical S/TEM and SEM
Nestor Zaluzec

Curso 4 – HRTEM Image simulation
Angus Kirkland

Recebido por email/Informações e imagens do site do evento.

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Sindicato dos Policiais Civis pede a interdição do IML de Petrolina

O MPPE informou que uma audiência está marcada para o dia 5 de maio.
Supervisor do IML de Petrolina diz que melhorias estão acontecendo.

Instituto Médico Legal de Petrolina (Foto: Reprodução / TV Grande Rio)

Uma ação do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), pode levar a interdição do Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A decisão foi tomada depois que o sindicato deflagou a ‘Operação Polícia Cidadã’, com a realização de vistorias em delegacias e IMLs de todo o estado, constatando o sucateamento dos equipamentos públicos. O Sinpol informou que já oficializou, junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o pedido de interdição do local.

Segundo o dossiê, o Sinpol visitou e recebeu vídeos e fotos de policiais de 30 cidades e 36 locais de trabalho, entre delegacias, seccionais e IML, compreendendo o período de 14 de março a 5 de abril. Nessa vistoria, foram observadas situações de insalubridade que não garantem condições mínimas para a realização do trabalho do policial civil.

De acordo com o diretor de planejamento do sindicato em Petrolina, Roseno Neto, no IML da cidade os aparelhos de ar-condicionado estão quebrados, a rampa de acessibilidade foi improvisada com afasto e há também ausência de médico legista. “O ambiente não é apropriado. Não tem ventilação, nem equipamentos de segurança individual. O mata mosca não funciona, a perícia nos corpos em estado de putrefação é feita no chão. É praticamente impossível trabalhar no local. As pessoas estão trabalhando de forma improvisada. Tem até risco de morte para o funcionário”, explica.

Instituto Médico Legal de Petrolina (Foto: Reprodução/TV Grande Rio)

No relatório ainda consta que a máquina de radiologia é guardada indevidamente, o aparelho para exame sexólogo não é utilizado por falta de estrutura e a falta de material para a realização de exames laboratorial é crônica. Há também ligações elétricas expostas e o teto apresenta infiltrações e rachaduras.

Mas, segundo o supervisor do IML de Petrolina, Manoel Álvaro de Miranda, as informações apresentadas pelo Sinpol não correspondem a realidade do local. “Existem dificuldades, precisa de reforma, mas estamos readaptando. Hoje, a estrutura está aquém do que deve ser, mas estamos trabalhando para melhorar. Dificuldades existem em qualquer órgão público. Não somos a favor do sucateamento, mas temos que fazer reivindicações de forma responsável”, ressalta.

O supervisor ainda rebateu outras acusações feitas pelo Sinpol.”A necrópsia não é feita a céu aberto como foi mencionado. É feita na sala de necrópsia. Também não há falta de médico legista. Temos problemas pontuais, que são resolvidos. Eu como gestor, estou sempre corrigindo os problemas que por ventura aparecem”, disse.

Para melhorar a estrutura do local, um projeto foi elaborado pelo governo. “O IML de Petrolina está distante do ideal. O Estado já tem um projeto de reestruturação tanto do Instituto Médico Legal, como do Instituto de Criminalística e da Delegacia do Ouro Preto para transformar em um complexo de Polícia Civil e Polícia Cientifica. É um projeto que já foi licitado e estamos aguardando apenas a liberação da verba por parte da Secretaria de Administração”, relata.

O supervisor esclarece que o projeto trará melhorias para a estrutura do espaço físico do IML. “Vai melhorar o local de trabalho, que é uma coisa que já vem acontecendo. Recebemos recentemente novos computadores, viaturas novas, câmaras frigoríficas e no último concurso foram chamados 12 legistas. Então, dizer que nada está sendo feito é uma inverdade”, comenta Manoel Álvaro.

Em nota, o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco informou que desde 2011 foi instaurado um inquérito civil para investigar as condições de trabalho denunciadas e desde então o órgão tem tomado as medidas para que o IML cumpra a legislação trabalhista. Mesmo com a recomendação, os problemas persistiram. Recentemente, em novembro de 2014, os representantes do IML, da Polícia Civil do Estado de Pernambuco e do Governo do Estado de Pernambuco foram intimados para uma audiência.

O MPT informou ainda que uma audiência está marcada para o dia 5 de maio. Caso não entrem em acordo, o órgão ingressará com ação civil pública contra o Instituto.

Segundo a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, o IML de Petrolina foi construído em 1991 e a última reforma foi realizada há cerca de dois anos. Atualmente 69 pessoas, entre efetivos e terceirizados, trabalham no local. Nos três primeiros meses do ano foram feitas 192 necropsias do IML de Petrolina e 1.009 exames traumatológicos.

Original em: http://g1.globo.com/

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XXV Congresso Brasileiro de Microscopia – prorrogação de prazos

O prazo para envio de Trabalhos e Desconto na Inscrição para o XXV Congresso Brasileiro de Microscopia foi prorrogado

Prazo Prorrogado! Aproveite!
“O XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise – CSBMM 2015: Multidisciplinaridade na Microscopia busca atrair os mais importantes pesquisadores nacionais e estrangeiros para criar um ambiente de intensa troca de experiências com estudantes, profissionais e técnicos da área de microscopia. O Brasil tem conseguido modernizar o seu parque de equipamentos e é absolutamente fundamental que este salto de capacidade instrumental seja acompanhado pela consolidação de uma atmosfera de constante formação de recursos humanos de alto nível. A SBMM acredita que é importante que os chefes de grupos de pesquisa estejam presentes juntos com seus pesquisadores, técnicos e alunos num ambiente não apenas cientificamente estimulante, mas numa janela para o reencontro de amigos e construção de novas colaborações.” André Pinto
Presidente SBMM 2014-2015

5 de Maio: Novo prazo para envio de trabalhos e desconto na inscrição. 

Mais informações em: eventus.com.br/csbmm2015

Recebido por email

 

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Aprovados cobram andamento de concurso da Polícia Civil no Tocantins

Cronograma para curso de formação ainda não foi divulgado.
Estado alega não ter dinheiro para custear próximas etapas do certame.

Os aprovados no concurso da Polícia Civil do Tocantins estão apreensivos. Desde dezembro do ano passado, eles aguardam a segunda etapa do certame, que corresponde ao curso de formação. “A comissão vem procurando o governo para ter um posicionamento sobre as datas para a etapa seguinte, mas até o momento não tivemos resposta”, reclamou o aprovado Joel Oliveira Barbosa.

No dia 18 de dezembro de 2014, a empresa responsável pelo certame publicou uma lista com os nomes dos aprovados para a segunda fase, mas não divulgou o cronograma para o início do curso de formação. A demora causa angústia em quem apostou tempo, dinheiro e expectativas no concurso. É o caso do aprovado Vinicius Renner. Há um ano, ele está desempregado e depende do concurso para voltar a ter uma renda. “A gente fica preocupado.Tem outros conhecidos meus desempregados e a gente dedicou tempo, dinheiro, fez todo o tipo de investimento para tentar buscar um patamar de vida melhor”.

Aprovados no concurso da Polícia Civil reclamam da demora para o início da segunda fase do concurso (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O edital do concurso foi publicado em fevereiro do ano passado e as provas aconteceram em junho de 2014. Foram oferecidas 515 vagas para os cargos de delegado, agente, escrivão, papiloscopista, agente de necrotomia, médico legista e perito criminal. Mais de 16 mil candidatos fizeram as provas da primeira fase.

A Secretaria de Segurança Pública informou que não há previsão para convocação dos aprovados no concurso, disse ainda que existe uma dívida que ultrapassa R$ 1 milhão deixada pela gestão anterior junto à Fundação Aroeira, responsável pelo certame. Por causa disso, segundo o Estado, não foi possível dar continuidade ao processo seletivo que depende de mais R$ 9 milhões para custear a bolsa dos aprovados e o curso de formação, verba que o Governo do Tocantins diz não possui no momento.

 Original em: http://g1.globo.com/

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Polícia Científica descobre fraude em veículos oficiais recebidos pelo Estado

Peritos oficiais da Polícia Científica constataram, por meio de exames físico/químicos, que três camionetes novas, doadas pelo Governo Federal à Secretaria de Estado da Saúde, para o combate à dengue no Tocantins, já haviam sido registradas no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Groso e Pernambuco, antes mesmo de serem emplacadas no Tocantins. A perícia foi requisitada pelo próprio Secretário da Saúde, Samuel Bonilha, que se surpreendeu com a inusitada situação, haja vista que trata-se de veículos novos.

De acordo com o diretor da Polícia Científica do Estado, Gilvan Nolêto, durante o procedimento de emplacamento das camionetes no Detran do Tocantins, surgiu a dúvida sobre irregularidades. Logo, as camionetes da marca Mitsubishi, modelo Triton L200, fabricadas em 2013, foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística (IC) para serem submetidas a perícias.

“Não havia qualquer adulteração na numeração de chassi, vidros, motor ou qualquer outro agregado, das camionetes”, afirma o gerente do Instituto de Criminalística, Zilmondes Ferreira Feitosa, que é especializado na área de identificação veicular, e acompanhou pessoalmente os trabalhos realizados junto aos demais peritos.

A comprovação de que se tratava de clonagem só foi possível, após a realização de uma inspeção em Sistemas de Segurança, quando, então, os peritos oficiais descobriram, nos Estados de Mato Grosso e Pernambuco, três outras camionetes idênticas. Essas, sim, haviam sido roubadas, e clonadas, e receberam documentação como se fossem as camionetes destinadas à Secretaria da Saúde do Tocantins.

Uma investigação foi aberta para apurar as responsabilidades e descobrir de que maneira os três veículos foram clonados antes da entrega ao Governo do Estado, já que, conforme os laudos do Instituto de Criminalística do Tocantins, os mesmos são novos e originais.

Para Feitosa, existe a suspeita de que uma grande quadrilha especializada em clonagem de veículos e, que age em todo o Brasil, seja a responsável pelo crime. A Polícia Científica já solicitou às polícias civis de Pernambuco e Mato Grosso que localizem e apreendam as camionetes roubadas e que estão circulando ilegalmente, uma vez que estão utilizando dados dos veículos que estão no Tocantins, a fim de submetê-las à perícia oficial e devolvê-las aos seus legítimos proprietários.

Para o diretor de Polícia Científica, Gilvan Nolêto, “se até veículos oficiais estão sujeitos a clonagem, o fato demonstra que o combate a essas irregularidades carece de melhor aperfeiçoamento, quem sabe, até mesmo uma melhor fiscalização dentro das próprias fábricas”, sugere.

Original em: http://surgiu.com.br/

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Concurso Polícia Civil do Amazonas 2015 – Edital deve sair em Breve

Polícia Civil do Estado do Amazonas deverá realizar Novo Concurso em 2015. Certame deve oferecer 548 vagas de nível superior.

A Polícia Civil do Estado do Amazonas deve lançar nos próximos meses um edital de concurso público. A previsão da divulgação deste edital foi feita pelo delegado geral da Polícia Civil, Orlando Amaral, que em sua declaração informou ainda que os cargos e números de vagas ainda não foram definidos.

Este concurso público já havia sido anunciado pelo Governo do Amazonas em junho do ano passado. Porém, naquela oportunidade não foi divulgada uma data específica para a realização do certame. Além disso, o Governo informou que seriam abertas 548 vagas de nível superior, com 340 vagas para investigador, 129 vagas para escrivão, 40 vagas para perito e 39 vagas para delegado de polícia. Vale frisar que este número de vagas poderá sofrer alterações.

Orlando Amaral divulgou que uma comissão interna já foi nomeada para organizar este concurso. Esta comissão será responsável fazer um levantamento que norteará o número de vagas e cargos que serão ofertados.

O principal objetivo da Polícia Civil com este concurso é reforçar o seu quadro de servidores para o ano de 2016. Os aprovados no certame deverão dar apoio tanto para as delegacias do capital como também as do interior do estado.

Quando assumiu o comando da Polícia Civil do Amazonas, Orlando Amaral iniciou uma série de mudanças nas Delegacias Especializadas da Capital e também nos Distritos Integrados de Polícia. Entre as mudanças feitas pelo delegado geral estava o remanejamento de delegados titulares. De acordo com Orlando Amaral, estas mudanças estão gerando resultados positivos.

Orlando Amaral ainda planeja executar mais melhorias na estrutura física e operacional da Polícia Civil em Manaus e também no Interior do Estado. Segundo ele, o Departamento de Polícia já iniciou um levantamento para saber a situação de cada distrito do Interior. Após o levantamento, estes dados serão entregues ao delegado geral da Polícia Civil, que depois deverá encaminha-lo para o Governador do Estado. Orlando Amaral informou que sabe da grande quantidade de prisioneiros nas unidades policiais e do déficit de viaturas na corporação, porém, somente com o levantamento poderá ter certeza dos investimentos que serão necessários para melhorar a estrutura da Polícia Civil do Amazonas.

Original em: http://www.concursosatuais.com/

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