Postos do Instituto de Identificação fecharão nesta quarta-feira, 28

No Instituto Médico Legal e no Instituto de Criminalística, equipes estarão de plantão para atender qualquer eventualidade

Devido à comemoração ao dia do Servidor Público, nesta quarta-feira (28), os Institutos de Identificação, de Criminalista e de Medicina Legal funcionarão em horário diferenciado.

O perito-geral da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, Manoel Melo, confirmou a informação explicando que determinação está em concordância ao decreto nº 37.152, publicado no Diário Oficial do Estado, no início deste ano, que determina o não funcionamento do Instituto de Identificação nos feriados. A sede administrativa, os postos do interior do Estado e os localizados nas Centrais de Atendimento ao Cidadão Já! também não abrirão as portas.

No entanto, no Instituto de Criminalística, será mantido o funcionamento do setor de perícia de externas, com as equipes de peritos criminais plantonistas para realização de exames em locais de crime. Já nos Institutos de Medicina Legal de Maceió e Arapiraca irão funcionar apenas as equipes plantonistas para recolhimento de corpos e para perícias em vivos e mortos na realização de exames de necropsia e lesão corporal.

Ao divulgar a escala especial, o perito geral Manoel Melo, aproveitou para parabenizar todos os servidores que compõem a Perícia Oficial de Alagoas.

“Gostaria de congratular todos os peritos criminais, médicos legistas, odontolegistas, papiloscopistas, técnicos forenses e demais servidores públicos que atuam diariamente na Poal e nos seus Institutos pela passagem do dia do servidor”, afirmou o perito-geral.

Os demais setores, como as direções dos Institutos, protocolo e atendimento ao público para solicitação de laudos voltarão a normalizar no dia 29.

Fonte: Agência Alagoas

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Ação da perícia soluciona crimes no país

O trabalho de peritos criminais foi responsável pela identificação do serial killer em São Paulo e de adulteração de cena de crime no Rio de Janeiro. Essas ações reiteram a importância da aprovação da PEC da Perícia, em tramitação na Câmara dos Deputados

No final de setembro, o pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira foi preso e confessou ter assassinado seis pessoas na favela Alba, na zona sul de São Paulo. Os restos mortais foram encontrados em covas rasas em diversas partes de sua casa. A partir dessa localização, a perícia criminal de São Paulo, por meio de detalhes mínimos cruciais como a sobreposição de uma imagem da arcada dentária, pode identificar uma das vítimas e continua as investigações para reconhecer as demais.

No mesmo mês, no Morro da Previdência, no Rio de Janeiro, a cena da morte do jovem Eduardo Felipe Santos Victor, 17 anos, foi alterada.

Na solução de casos como estes, a atuação da perícia criminal foi fundamental para a identificação de culpados. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Bruno Telles (foto ao lado), “todo crime deixa vestígios. E a perícia fornece os elementos técnicos que são necessários para que a investigação seja realizada da maneira mais correta e imparcial”.

Para proporcionar benefícios à sociedade como a garantia de maior agilidade e precisão nos processos de elucidação de crimes, a ABC e a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) defendem a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 325/09 pela Câmara dos Deputados, que torna a perícia criminal desvinculada das polícias civis e federal. Criada em 2009, a proposta foi atualizada e incorpora duas outras propostas: a PEC 499/10 e a PEC 117/15. “Proveniente de uma CPI que apurou homicídios contra jovens negros e pobres brasileiros, a PEC 117/15 é a que melhor atende as necessidades da perícia, do sistema de justiça criminal brasileiro e de nossa sociedade”, explica o presidente da APCF, André Morisson. Segundo ele, “a perícia criminal, moderna e bem estruturada, torna-se um poderoso instrumento de redução da criminalidade e da impunidade”.

Padrão internacional
A desvinculação é uma tendência mundial, recomendada pela Organização das Nações Unidas e pelo Programa Nacional de Direitos Humanos PNHD-3. No Brasil, menos de 8% dos homicídios são elucidados, enquanto que nos Estados Unidos o percentual é de 65%. Na França e no Reino Unido, a taxa chega a 90%. A ausência de prova material e a consequente impunidade são fatores que contribuem para o aumento da criminalidade no país. Em alguns estados brasileiros, onde a desvinculação polícia-perícia foi estabelecida por decisão local, os trabalhos dos dois organismos se completam, chegando a resultados compensadores. Em Santa Catarina, por exemplo, o número de casos solucionados triplicou.

“A perícia criminal existe para elucidar crimes, defendendo os direitos individuais: busca a verdade dos fatos, com base na ciência, sem influência para condenar ou absolver. Por isso, precisa desvincular-se da polícia”, afirma o presidente da ABC, Bruno Telles. Ela envolve técnicas e conceitos de áreas variadas como biologia, medicina, odontologia, química, física, antropologia, biometria, toxicologia, balística, ciências contábeis, informática entre outras.

Além da isenção da prova pericial, respeito aos direitos humanos, uniformização dos procedimentos técnico-científicos por todo o país, “os órgãos policiais, o Ministério Público, a Defensoria e o Judiciário poderão demandar exames periciais”, explica o presidente da APCF, André Morisson (foto ao lado). “Dessa maneira, será possível ganhar eficiência das atividades com melhoria na solução das investigações e redução da impunidade, bem como de condenações baseadas unicamente em testemunhos”, completa.

Original em: http://jornaldiadia.com.br

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Peritos criminais querem autonomia da polícia

Brasil – Os peritos criminais federais querem se desvincular das polícias civis e federal. O objetivo, segundo a categoria, é garantir a isenção durante investigações científicas de crimes. “A principal consequência dessa desvinculação é deixar a perícia criminal, que é a responsável pela investigação científica, equidistante da acusação e da defesa. Infelizmente, ela inserida dentro das polícias não tem esse ponto de equilíbrio”, explica o presidente da Associação de Peritos Criminais Federais (APCF), André Morisson.

Para que haja a autonomia, a APCF apoia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 117/15, apresentada em agosto pelos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Rosângela Gomes (PRB-RJ). A PEC desvincula a perícia criminal das polícias civis e federal, elevando-a à condição de órgão de segurança. O texto foi apresentado após a conclusão dos trabalhos da CPI Jovem, que apurou na Câmara as causas, consequências e custos sociais e econômicos da violência contra jovens negros e pobres no Brasil.

O envolvimento de policiais em crimes apurados pela perícia, hoje subordinada às polícias, é um dos argumentos utilizados pelos defensores da separação. “Em muitos dos crimes que são apurados pela perícia os suspeitos são os próprios policiais, a própria corporação. E como pode a perícia produzir as provas materiais subordinada a quem ela própria está investigando cientificamente?” questiona Morisson.

“A desvinculação da perícia oficial das estruturas orgânicas das polícias civis e federal são medidas urgentes de modernização da segurança pública brasileira, como forma de incrementar sua organização, assegurando uma gestão mais qualificada e específica da sua atividade. Ações essas que contribuem para uma produção isenta e qualificada da prova material, homenageando os princípios do contraditório e da ampla defesa, assim como se harmonizam com os preceitos dos direitos humanos”, diz a justificativa da PEC 117/15, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Questão política

A proposta é respaldada em nível internacional pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Anistia Internacional. No Brasil, está prevista no Programa Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3) e no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, que destacam a importância da produção de provas materiais isentas e imparciais. “No Brasil este já é um tema pacífico em termos conceituais. O que nós precisamos agora é vencer a questão política”, esclarece Morisson.

Atualmente 18 perícias criminais estaduais já estão desvinculadas das policias civis. Porém, Morisson explica que, apenas com uma mudança na Constituição, será possível padronizar o cenário e solucionar o problema da insegurança jurídica que algumas instituições enfrentam nessa área.

O presidente da APCF destaca que a concessão da autonomia não acarretará mais despesas para a União ou para os estados. Ele explica que a mudança será apenas de carácter organizacional. “O próprio orçamento que seria destinado para as perícias vai ser melhor utilizado e conseguiremos ter melhores resultados. O grande benefício é o aumento da eficiência da gestão voltada para a perícia”, conclui.

Com 26 anos de história, a Associação dos Peritos Criminais Federais reúne 1.200 profissionais de todo o país. A categoria dos peritos oficiais de natureza criminal abarca os médicos legistas, os odontologistas e os peritos criminais. A APCF é uma das parceiras do Prêmio Congresso em Foco 2015, que na próxima quinta-feira homenageará os parlamentares mais bem avaliados pelos internautas e pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Original em: http://www.regiaonoroeste.com

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Pesquisa Forense

Investigação e Perícia Forense aplicadas à Informática

Órgãos de execução da lei, empresas de consultoria forense e departamentos de recursos humanos estão entre os clientes de serviços forenses da CBL Tech. A CBL Tech lhes oferece os serviços e a especialização necessários para coletar evidências a partir de sistemas de informática e a capacidade de análise forense de mídias de armazenamento à procura de dados apagados, escondidos e danificados acidental ou propositalmente.

As evidências conseguidas a partir de dispositivos de informática para armazenamento podem ser tão críticas para o desenrolar bem sucedido de um caso como qualquer outra evidência física. Com a crescente atividade criminal de “colarinho branco” dependendo da tecnologia da informática, a especialização forense da CBL Tech ajuda nossos clientes a coletar evidências que, caso contrário, poderiam ser negligenciadas, não descobertas ou contaminadas.

A prática de Perícia Forense aplicada à Informática da CBL Tech usa especialistas qualificados em assegurar que todos os dados digitais sejam tratados dentro dos princípios legais de segurança, continuidade e responsabilidade. A integridade dos procedimentos e processos da CBL Tech resiste aos desafios presentes em um tribunal.

Processo de Coleta de Dados Forenses e Evidências Digitais

A entrada da CBL Tech na perícia forense aplicada à informática requereu um sofisticado nível de entendimento dos requisitos atuais para a execução da lei e os processos judiciais. Com esta finalidade, a CBL Tech buscou a especialização de grandes conhecedores nestas áreas. O Detetive Superintendente Larry Edgar e o bacharel em direito Elliot Berlim foram úteis para garantir que as práticas forenses desenvolvidas pela CBL Tech atendam aos altos padrões exigidos pelas regras de procedimentos probatórios e legais das cortes. Ambos os especialistas continuam supervisionando os serviços forenses da CBL Tech, assegurando que as práticas e procedimentos da CBL Tech permaneçam atuais.

Um dos elementos fundamentais em todos os procedimentos de perícia forense aplicada à informática é o tempo. Os usuários podem sobrescrever acidentalmente ou inadvertidamente evidências simplesmente ao realizar suas tarefas diárias. A CBL Tech coleta e preserva de forma rápida e econômica os dados ou evidências que podem ter sido apagados ou tornados inacessíveis por métodos normais de informática. A CBL Tech pode determinar se certas informações existem e, nesse caso, onde elas podem estar localizadas.

Quando a mídia de armazenamento de dados é recebida nas instalações da CBL Tech, inicia-se um registro de auditoria preciso. A mídia é imediatamente registrada em um sistema de rastreamento e um documento de registro é produzido. Este documento de registro, adequado para todos os procedimentos legais, acompanha a mídia em todas as etapas. Qualquer funcionário da CBL Tech que manuseie a mídia assegura a continuidade da evidência ao adicionar seu nome, assinatura, data e uma descrição detalhada do que foi realizado.

Nesta fase do processo, a especialização da CBL Tech em dispositivos de armazenamento de mídia magnéticos começa a ter um papel crucial. Primeiro a mídia é reproduzida exatamente setor-a-setor, assegurando que a integridade da mídia e da evidência em questão seja preservada. A CBL Tech trabalha apenas com a cópia duplicada, garantindo que nenhuma contaminação dos dados originais ocorra. Neste exame preliminar, a CBL Tech fornece ao cliente um relatório que detalha as estruturas de arquivos, a integridade e a capacidade de recuperação dos arquivos apagados. Este relatório pode ser usado para determinar se os arquivos presentes auxiliarão na investigação. Neste momento, a CBL Tech fará recomendações sobre como proceder se for necessário recuperar informações adicionais. Este relatório permite a nossos clientes tomar uma decisão consciente sobre as várias opções que disponíveis em seu caso.

O objetivo de se obedecer a este rigoroso processo é proporcionar a nossos clientes forenses os seguintes resultados, que podem ser necessários em um tribunal.

Original em: http://www.cbltech.com.br

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Governo aumenta efetivo da Polícia Militar na capital e no interior de MT

O aumento de efetivo não é uma realidade apenas da polícia militar, mas de todas as entidades que compõem as forças de segurança de Mato Grosso – Corpo de Bombeiros, Polícia Judiciária Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Desde o mês de setembro, 612 novos soldados da Polícia Militar passaram a integrar os comandos regionais de vários municípios do Estado. Outros 1.340 aprovados e classificados em concurso público iniciarão, ainda este ano, o curso de formação. O aumento de efetivo não é uma realidade apenas da polícia militar, mas de todas as entidades que compõem as forças de segurança de Mato Grosso – Corpo de Bombeiros, Polícia Judiciária Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Nos comandos reginais dos municípios que receberam efetivo da PM, o destaque é para o aumento de policiamento ostensivo e de operações realizadas para o combate ao crime. O comandante regional de Rondonópolis, coronel PM Márcio Thadeu da Silva Firme, disse que é notória a mudança da segurança pública. Em poucos meses, a polícia militar já recebeu um incremento importante.

“Foram destinados a nossa região 42 policiais militares. É um número que minimizou o problema da ausência de efetivo, que é uma deficiência de muitas gestões anteriores. Nosso trabalho melhorou muito. Estamos fazendo operações diárias nos três turnos e o resultado tem sido positivo. Temos sentido a satisfação da população”, destacou.

Já o comandante da regional de Cuiabá, coronel Gley Alves de Almeida, enfatizou que o efetivo de 99 novos policiais permitiu que o policiamento ostensivo no município fosse intensificado. “Com o aporte de recursos humanos para o trabalho voltamos a realizar o policiamento ostensivo nas áreas apontadas pela Inteligência com maiores índices de violência e já começamos a colher os resultados”, falou.

O secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, apontou que a situação do efetivo da polícia militar no Estado era gravíssima, pois contava apenas com 40% do seu quadro considerado ideal. “Em nove meses conseguimos aumentar o efetivo em todas as forças de segurança do Estado. Até o ano que vem teremos 3.490 novos policiais militares, civis e bombeiros. É o início de uma gestão comprometida com a segurança pública”.

Na região de Tangará da Serra (a 240 km de Cuiabá), houve aumento de policiamento e incremento de polícia na rua. A informação é do comandante regional Celso Henrique Souza Barbosa, que destacou que a segurança pública já melhorou e que com a capacitação de novos policiais, a demonstração é que a pasta tem prioridade no governo.

Outras regiões que receberam efetivo da Polícia Militar foram Várzea Grande, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Juína, Alta Floresta, Vila Rica, Primavera do Leste, Pontes e Lacerda, Água Boa, Nova Mutum e Guarantã do Norte.

Por: MT Agora – Assessoria

Original em: http://www.mtagora.com.br

 

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Polícia Civil já iniciou investigações sobre homicídio em hospital de Belém

O Sistema de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) acionou o gabinete de situação, por meio do Centro Integrado de Operações (Ciop), e informa que já foi iniciado o trabalho de levantamento de local de crime e a perícia pelo CPC Renato Chaves, das circunstâncias do homicídio de Jaime Tomas Nogueira, na noite desta segunda-feira (26). A Divisão de Homicídios, da Polícia Civil, também já iniciou as investigações para apurar o crime.

Jaime Nogueira, conhecido como “Pocotó”, estava internado em um hospital particular, localizado na Rua Domingos Marreiros, sob custódia de um agente prisional e dois policiais militares. Ele foi preso em flagrante no último domingo, 25, após uma tentativa de assalto que resultou na morte do policial militar Vitor Cezar de Almeida Pedroso.

De acordo com informações preliminares já repassadas por testemunhas, oito elementos renderam a escolta e efetivaram o homicídio, por volta das 21 horas. As equipes da Polícia Civil já estão recebendo as imagens para proceder às investigações e identificar os suspeitos. Guarnições da Polícia Militar estão nas ruas em diversos bairros realizando rondas preventivas para garantir a segurança na capital. A Corregedoria da Polícia Militar também acompanha as investigações.

Da Redação
Agência Pará de Notícias

Original em: http://www.agenciapara.com.br

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